Mais uma das medidas estapafúrdias do governo do Costa....
A bandeira foi apeada e desmascarada pelo Tribunal de Contas!
“A orçamentação da medida para 2019 (ano escolar 2019/2020: toda a
escolaridade obrigatória) também apresenta deficiências da mesma
natureza das observadas em 2018, uma vez que foi inscrita no orçamento
do IGeFE, I.P., a dotação de 47,3 milhões de euros para a aquisição de
manuais escolares do 1.º e 2.º ciclos, mas sem contemplar os manuais do
3.º ciclo e do ensino secundário,
contrariamente ao estabelecido na Lei do Orçamento do Estado para 2019
que prevê a aplicação da medida em toda a extensão da escolaridade
obrigatória, i.e. até ao 12.º ano”.
A IGeFE estima que para executar
esta medida são precisos 144,6 milhões de euros, com os 3.º ciclo e
secundário a representar um gasto adicional de 108,5 milhões, de acordo
com informação enviada pela inspeção ao Tribunal de Contas. A IGeFE
admite que este número tem de ser afinado no início do ano letivo
2019/2020, nomeadamente, quando houver dados mais seguros sobre o número
de alunos e admite que a despesa pode ser menor “se existirem mais
alunos em cursos profissionais“, porque estes não têm manuais
obrigatoriamente certificados para serem incluídos na medida.
Agora
se percebe a razão de acabarem com os exames para os cursos
profissionais.... os manuais escolares não existem, logo poupa-se no
dito apoio!
Em prol do deficit hipoteca-se a vida das pessoas.
Os alunos nem sabem, nem sonham a rasteira desta medida....
A BEM DA NAÇÃO!
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sexta-feira, maio 17, 2019
quarta-feira, abril 24, 2019
Lembrar um dos maiores escritores de sempre!
Faz hoje 455 anos que William Shakespear nasceu!
Para além de lembrar a data importa ler as suas obras.
Para além de lembrar a data importa ler as suas obras.
Endogamia académica?
Mas quem duvida da sua existência?
Há muitos e muitos anos... uma panóplia de familiares de todos os graus desde o 1.º até ao sexto, passando pelo quarto com legítimos e ilegítimos!
Gerações e gerações!
Vão enganar a vossa prima, a das tetas grandes que, por um acaso, acabou a dar aulas de dactilografia, arranjos florais, martelos e ponto cruz....
Acabou casada com o engenheiro doutor, frequentador da casinha da rua do Encontro. Hoje é doutora numa escola secundária e distinta assessora da direcção. A arte de fornicar não a perdeu e é vê-la às tardes deleitada nas camas alugadas nas pensões de bom porte.
Cumprimente a «senhora doutora, faz favor»!
A sua bênção, madrinha!
Há muitos e muitos anos... uma panóplia de familiares de todos os graus desde o 1.º até ao sexto, passando pelo quarto com legítimos e ilegítimos!
Gerações e gerações!
Vão enganar a vossa prima, a das tetas grandes que, por um acaso, acabou a dar aulas de dactilografia, arranjos florais, martelos e ponto cruz....
Acabou casada com o engenheiro doutor, frequentador da casinha da rua do Encontro. Hoje é doutora numa escola secundária e distinta assessora da direcção. A arte de fornicar não a perdeu e é vê-la às tardes deleitada nas camas alugadas nas pensões de bom porte.
Cumprimente a «senhora doutora, faz favor»!
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quinta-feira, novembro 10, 2016
Uma oprtunidade única
Não
percam a oportunidade de ver a SUPER LUA!
UM ESPECTÁCULO ÚNICO!
Pena se o tempo não ajudar....
UM ESPECTÁCULO ÚNICO!
Pena se o tempo não ajudar....
segunda-feira, setembro 12, 2016
Outro que tal...
Alguém
já se questionou sobre a pouca procura de determinados institutos?
NÃO
SE AVALIA NADA?
NÃO
SÃO PUBLICADAS AS AVALIAÇÕES?
É
QUE NÃO SEI SE SABEM QUE TODA A REBALDARIA É PAGA COM DINHEIRO DOS
CONTRIBUINTES!
É
fartar vilanagem!
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sexta-feira, agosto 19, 2016
Imunidade ou Impunidade?
O
caso de Ponte de Sor em que dois gémeos, filhos do embaixador do Iraque, são
acusados de agredirem, barbaramente, um jovem com 15 anos levanta problemas
sérios no que se refere à «imunidade» dita diplomática.
Não
sei, nem agora interessa para o caso, como tudo começou.
Sabemos que há um jovem em perigo de vida no Hospital de Santa Maria, em Lisboa!
Sei,
isso sei, que nada me parece normal que a imunidade diplomática possa
possibilitar a que menores conduzam automóveis e, que estes sejam do
Corpo Diplomático!
Logo a salvo de qualquer acção policial quer no controlo de
pessoas e no transporte de tudo e mais alguma coisa…
Do
que sei, e isso sei, é que os jovens, presumivelmente agressores, estudam numa
escola de aviação em Ponte Sor…
Ou
seja, têm deveres para com um país que os acolheu e lhe possibilita uma
aprendizagem!
DISSO
EU SEI!
Também
sei, que neste nosso(?) país há regras e leis que TODOS, independentemente do
que sejam, NÃO PODEM deixar de cumprir… como por exemplo, conduzir carros já
que não estão habilitados a fazerem-no e, a perturbarem a ordem pública por
muito que isso nem já as autoridades ligam…
HÁ
IMUNIDADE OU SERÁ MAIS IMPUNIDADE?
A
mim, parece-me que sim!
PERIGOSO!
Em
vez de se meterem com as «Burkas» procurem resposta para prepotências que,
essas sim, são bem mais perigosas!
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terça-feira, agosto 09, 2016
QUEM AGUENTA?
Dois factos a realçar pela negativa…
Mais de 31 mil docentes abandonaram o ensino…
Falta saber se emigraram, se se deslocalizaram para o privado, se foram empurrados para horários zero ou
simplesmente… foram para a reforma!
IMPORTAVA SABER!
Depois, e face aos variados e volumosos apoios que têm recebido os
colégios aumentaram QUATRO VEZES MAIS o número de docentes…
ELUCIDATIVO E ESCLARECEDOR!
A VERDADE DEMORA A CHEGAR, MAS CHEGA!
HIPÓCRITAS!
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quarta-feira, julho 06, 2016
É a «evolução demográfica», ESTÚPIDO!
A
secretária de estado, a que tem os filhos em colégios privados, veio dizer que
há uma «projecção» para uma redução de mil turmas para o próximo ano lectivo…
Ficou-se
sem saber a que nível de ensino se refere…
Mas
do que a senhora secretária afirmou, ficou-se a saber que o ministério da
educação já cruza dados…
EXCELENTE
INFORMAÇÃO!
Desse
cruzamento de dados já foram «caçadas» turmas fantasmas nos … colégios!
SERÁ
SÓ NOS COLÉGIOS?
CRUZE
BEM!
De
preferência alto, com peso e medida…
Entendeu?
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terça-feira, abril 12, 2016
Galileu
12 de Abril de 1633: Começa o processo da Inquisição contra Galileu Galilei.
Aqui
chegados lembro-me sempre do poema Galileu de António Gedeão, o professor
Rómulo de Carvalho.
DELICIOSO!
Cada vez que o ouço emociono-me Galileu...
Sei lá... coisas que nem a ciência sabe explicar.
Obrigado Galileu pelas coisas que me ensinaste....
DELICIOSO!
Cada vez que o ouço emociono-me Galileu...
Sei lá... coisas que nem a ciência sabe explicar.
Obrigado Galileu pelas coisas que me ensinaste....
Senhor@s
professor@s falem disso aos voss@s alun@s!
quinta-feira, março 24, 2016
terça-feira, setembro 22, 2015
O papel da família
A
família surge no desenvolvimento humano como um factor protectivo mas,
igualmente, como um factor de risco. Esta aparente ambiguidade é justificada
quando se considera a família como um grupo social básico da pessoa, cuja
função e estrutura são determinantes no seu desenvolvimento. As relações entre
pais e filhos são caracterizadas por uma enorme complexidade, sendo, então,
indispensável a promoção, por parte dos responsáveis pelo desenvolvimento, de
um ambiente incentivador, protectivo e seguro, no qual as pessoas possam fazer
as aprendizagens e desenvolverem-se.
Será que perceberam?
Será que perceberam?
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segunda-feira, agosto 24, 2015
O prior deu uma «ajudinha»
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segunda-feira, maio 25, 2015
Ó CALINAS
FREQUENTASTES?
Isto
é um excerto do questionário OTES-Observatório de Trajectos de Estudantes do
Ensino Secundário, feito pela DGEEC- Direcção Geral de Estatísticas da Educação
e Ciência, que está a ser aplicado a todos os alunos que completam agora o 12°
ano.
Mas
quem se pode admirar?
Não há por aí uns políticos a dizerem «cidadões»? Entre eles até há um Cavaco!
Do ministério dito da «Educação» tudo é possível!
ACÉFALOS!
E fala a corja em chumbos de professores na «prova» de aferição!...
E eles?
DEMITAM-SE SEUS ASININOS!
Não há por aí uns políticos a dizerem «cidadões»? Entre eles até há um Cavaco!
Do ministério dito da «Educação» tudo é possível!
ACÉFALOS!
E fala a corja em chumbos de professores na «prova» de aferição!...
E eles?
DEMITAM-SE SEUS ASININOS!
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domingo, março 08, 2015
Barbárie
A
barbárie cultural que um bando de assassinos está a perpetrar no Iraque deveria
ser denunciada e combatida por TODOS!
Só
que os mesmos que ajudaram a que esta corja de assassinos crescesse e se
tornasse naquilo que hoje é, cala-se, assobia para o lado e cospe para o ar.
Não
percebem quão repugnante é a destruição de uma cultura?
MUNDO
CÃO QUE NEM A CULTURA RESPEITA!
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sábado, novembro 22, 2014
NÃO DEVE FALTAR MUITO PARA QUE ESTA PIADA PASSE A SER UMA VERDADE.
Numa
manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas" respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto", vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas".
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser
mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
- Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas" respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto", vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas".
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser
mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!
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quinta-feira, setembro 25, 2014
Leituras
Não
me parece que o mundo empresarial, pelo menos a curto prazo, esteja muito
preocupado com ter falta de mão-de-obra.
Em primeiro lugar, tem havido um programa substancial de produção offshore nos últimos 30 anos. Não só de trabalho manual mas também de análise de dados.
Pelo mundo fora há muita mão-de-obra barata.
Há pouco tempo, a IBM anunciou incentivos para tentar levar o seu pessoal, norte-americano, a mudar-se para a Índia, onde poderiam viver com salários mais reduzidos.
Mas as elites partem do princípio de que poderão manter uma mão-de-obra suficientemente vasta como uma parte menor da população, aquilo que Marx chamava de exército industrial de reserva.
Pois é, depois ainda dizem que o filósofo está desactualizado.
Querem é que se esqueça a importância ACTUAL DA SUA TEORIA!
Mas, importa relacionar tudo isto, com a opinião que tais elites pensam sobre a educação pública.
Os desenvolvimentos que têm ocorrido fazem TODOS parte de um grande esforço para MINAR a educação pública por completo, basicamente para a privatizar, o que seria uma grande benesse para o poder privado.
O poder privado NÃO GOSTA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, por vários motivos.
Um é o princípio no qual se baseia a educação pública, que é ameaçador para o poder.
A EDUCAÇÃO PÚBLICA BASEIA-SE NUM PRINCÍPIO DA SOLIDARIEDADE.
Um verdadeiro cidadão deve SENTIR QUE DEVE PAGAR para que TODAS as crianças possam ir à escola.
A APRENDIZAGEM FORMAL É UM INVESTIMENTO DE UM POVO.
Tudo isto, é contrário à doutrina de que devemos simplesmente cuidar de nós mesmos e deixar que todos os outros se DANEM, um princípio básico das regras empresariais.
A educação pública é uma ameaça a esse sistema de crenças porque pressupõe um sentido de solidariedade, de comunidade, de apoio mútuo.
O mesmo se aplica à Segurança Social, ao Serviço Nacional de Saúde e outros serviços que DEVEM caber no que se designa por SOLIDARIEDADE.
Existe um esforço ardente para DESTRUIR a Segurança Social, ainda que não existam justificações económicas para o fazer, pelo menos que sejam justificativas.
MAS A GULA DAS SEGURADORAS É INCOMENSURÁVEL. E, a essa gula não resistem partidos de direita e os pseudo socialistas.
Mas a Educação Pública e a Segurança Social são resíduos de uma concepção perigosa de que estamos todos no mesmo barco e que temos de colaborar para criar melhores condições de vida e um futuro melhor.
Quando se está a tentar maximizar os lucros ou o consumo, a colaboração passa a ideia errada. Tem de ser escorraçada das mentes das pessoas.
A SOLIDARIEDADE dificulta o controlo das pessoas e impede-as de serem objectos passivos do poder privado.
Por isso, é preciso ter um sistema de propaganda que anule quaisquer desvios ao princípio da subjugação aos sistemas de poder.
IMPORTA ter consciência que há grandes esforços para substituir as escolas públicas por sistemas semiprivados (vide o caso da PARQUE ESCOLAR, da «festa» da «dona Lurdinhas», ministra de Sócrates e do Partido Socialista, e continuada por [C]rato, Coelho & Portinhas!), que continuariam (continuam!) a ser sustentados pelo público mas seriam geridos de forma mais ou menos privada, como é o caso das escolas subvencionadas.
Não há quaisquer provas que sejam melhores.
Tanto quanto se sabe, SÃO ATÉ PIORES EM TODOS OS ASPECTOS!
Mas, esta privatização das escolas MINA a solidariedade e o apoio mútuo – ideias perigosas que prejudicam o poder concentrado.
Em primeiro lugar, tem havido um programa substancial de produção offshore nos últimos 30 anos. Não só de trabalho manual mas também de análise de dados.
Pelo mundo fora há muita mão-de-obra barata.
Há pouco tempo, a IBM anunciou incentivos para tentar levar o seu pessoal, norte-americano, a mudar-se para a Índia, onde poderiam viver com salários mais reduzidos.
Mas as elites partem do princípio de que poderão manter uma mão-de-obra suficientemente vasta como uma parte menor da população, aquilo que Marx chamava de exército industrial de reserva.
Pois é, depois ainda dizem que o filósofo está desactualizado.
Querem é que se esqueça a importância ACTUAL DA SUA TEORIA!
Mas, importa relacionar tudo isto, com a opinião que tais elites pensam sobre a educação pública.
Os desenvolvimentos que têm ocorrido fazem TODOS parte de um grande esforço para MINAR a educação pública por completo, basicamente para a privatizar, o que seria uma grande benesse para o poder privado.
O poder privado NÃO GOSTA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA, por vários motivos.
Um é o princípio no qual se baseia a educação pública, que é ameaçador para o poder.
A EDUCAÇÃO PÚBLICA BASEIA-SE NUM PRINCÍPIO DA SOLIDARIEDADE.
Um verdadeiro cidadão deve SENTIR QUE DEVE PAGAR para que TODAS as crianças possam ir à escola.
A APRENDIZAGEM FORMAL É UM INVESTIMENTO DE UM POVO.
Tudo isto, é contrário à doutrina de que devemos simplesmente cuidar de nós mesmos e deixar que todos os outros se DANEM, um princípio básico das regras empresariais.
A educação pública é uma ameaça a esse sistema de crenças porque pressupõe um sentido de solidariedade, de comunidade, de apoio mútuo.
O mesmo se aplica à Segurança Social, ao Serviço Nacional de Saúde e outros serviços que DEVEM caber no que se designa por SOLIDARIEDADE.
Existe um esforço ardente para DESTRUIR a Segurança Social, ainda que não existam justificações económicas para o fazer, pelo menos que sejam justificativas.
MAS A GULA DAS SEGURADORAS É INCOMENSURÁVEL. E, a essa gula não resistem partidos de direita e os pseudo socialistas.
Mas a Educação Pública e a Segurança Social são resíduos de uma concepção perigosa de que estamos todos no mesmo barco e que temos de colaborar para criar melhores condições de vida e um futuro melhor.
Quando se está a tentar maximizar os lucros ou o consumo, a colaboração passa a ideia errada. Tem de ser escorraçada das mentes das pessoas.
A SOLIDARIEDADE dificulta o controlo das pessoas e impede-as de serem objectos passivos do poder privado.
Por isso, é preciso ter um sistema de propaganda que anule quaisquer desvios ao princípio da subjugação aos sistemas de poder.
IMPORTA ter consciência que há grandes esforços para substituir as escolas públicas por sistemas semiprivados (vide o caso da PARQUE ESCOLAR, da «festa» da «dona Lurdinhas», ministra de Sócrates e do Partido Socialista, e continuada por [C]rato, Coelho & Portinhas!), que continuariam (continuam!) a ser sustentados pelo público mas seriam geridos de forma mais ou menos privada, como é o caso das escolas subvencionadas.
Não há quaisquer provas que sejam melhores.
Tanto quanto se sabe, SÃO ATÉ PIORES EM TODOS OS ASPECTOS!
Mas, esta privatização das escolas MINA a solidariedade e o apoio mútuo – ideias perigosas que prejudicam o poder concentrado.
Bibliografia:
-
CHOMSKY, Noam, MUDAR O MUNDO. Lisboa, Bertrand Editora, 2014.
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sexta-feira, setembro 19, 2014
Isto já cheira mal
Agora, pegou, definitivamente, em moda a mania do PEDIR DESCULPA, por parte da
governança da BOA PANÇA!
A
televisão pimba pode voltar a emitir o «programa» saloio, bacoco para atrasados
mentais do ... «PERDOA-ME»!
Agora
só com a quadrilha do desgoverno!
Era
um sucesso…
Ou
será que em vez do «perdoa-me» seria melhor o … «NA CAMA COM …»?
Mais
estúpido ainda.
Ou será que a (re)leitura do Freud seria absolutamente
imprescindível, para entender certos actos e práticas sadomasoquistas?
A
reflectir…
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terça-feira, setembro 09, 2014
Ainda há muito caminho a fazer...
Em
1960, no Canadá, aquando da realização da 2.ª Conferência Internacional sobre
Educação de Adultos, promovida pela UNESCO, os vários membros presentes
salientavam a necessidade de erradicar o analfabetismo. Para
tal, a conferência fazia um apelo sério a que os governos de TODOS os países
elaborassem um plano de erradicação do analfabetismo.
Sugeria-se, igualmente, a criação de um fundo financeiro para aplicação do plano de erradicação do analfabetismo.
Mais tarde, em Tóquio, em 1972, aquando da realização da 3.ª Conferência sobre Educação de Adultos, de novo promovida pela UNESCO, constatava-se que a recomendação saída da conferência do Canadá, DOZE ANOS antes não tinha atingido os objectivos pretendidos. Proponha-se que a alfabetização devia socorrer-se de práticas participativas e críticas, valorizando os recursos educativos das comunidades. Cumulativamente, reconhecia-se que o analfabetismo não era um problema exclusivo dos países sócio – economicamente desfavorecidos mas que, nos países ditos desenvolvidos, também existiam bolsas de analfabetos, especialmente de analfabetos funcionais, sendo que a conferência era unânime em apontar, sem apelo nem agravo, a culpa à instituição Escola.
Hodiernamente, TRINTA ANOS APÓS todas as «boas intenções» proferidas e exaradas em actas, subscritas por quase todos os países do mundo, a realidade é ainda preocupante.
Apesar das melhorias significativas nas taxas de alfabetização a nível mundial, hoje ainda há 781 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever, entre as quais estão 126 milhões de jovens. As mulheres constituem dois terços da população analfabeta, de acordo com os dados publicados pelo Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização.
A melhoria da situação é evidenciada quando se compara as taxas de alfabetismo da população adulta (84,3% no total da população com mais de 15 anos) com as da população jovem (89,4% do total de jovens entre os 15 e os 24 anos). Além disso, os dados evidenciam que quando aumenta a taxa de alfabetização, diminui a proporção de população a viver em situação de pobreza.
Quando se olha para Portugal, conclui-se que há MEIO MILHÃO DE ANALFABETOS, de acordo com os dados dos Censos de 2011. Correspondem a 5% da população, com uma maior proporção do lado das mulheres (6,8% do total da população), do que dos homens (3,5%). A UNESCO coloca-nos na 40ª posição no total de 157 países, apontando para que 67,6% da população analfabeta em Portugal seja do sexo feminino. Já no que aos jovens diz respeito, tal como Portugal, mais de metade dos 200 países analisados tem uma taxa de alfabetismo igual ou superior a 95%.
Dos 126 milhões de jovens analfabetos com idades entre os 15 e os 24 anos, cerca de nove em 10 vivem numa de duas regiões: Ásia Ocidental e do Sul ou África Subsariana.
As diferenças entre os dois sexos, a nível mundial, têm vindo a diminuir quando se olha para a alfabetização da população jovem. Em 2012, 87% das raparigas tinham competências básicas de alfabetização, comparando com 92% dos homens - concluiu-se que três em cada cinco jovens analfabetos são mulheres.
"Quando os níveis de alfabetização das mulheres jovens estão, persistentemente, abaixo dos homens, isso evidencia uma verdadeira questão de direitos humanos, pois em alguns países é negado às raparigas o direito básico de acesso à educação devido ao seu género", sublinha a UNESCO.
Entre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, definidos em 2000, está precisamente a diminuição para metade da taxa de analfabetismo da população mundial, a atingir já no próximo ano.
Será que há vontade política para alcançar tal objectivo?
Ter especial atenção ao estudo da UNESCO, eminentemente humanista, e confrontá-lo com as perspectivas economicistas, pragmáticas, de outras organizações como a OCDE e, com a posição híbrida da União Europeia sobre o tema do analfabetismo, e da sua importância como parte do todo que é a Educação de Adultos.
Sugeria-se, igualmente, a criação de um fundo financeiro para aplicação do plano de erradicação do analfabetismo.
Mais tarde, em Tóquio, em 1972, aquando da realização da 3.ª Conferência sobre Educação de Adultos, de novo promovida pela UNESCO, constatava-se que a recomendação saída da conferência do Canadá, DOZE ANOS antes não tinha atingido os objectivos pretendidos. Proponha-se que a alfabetização devia socorrer-se de práticas participativas e críticas, valorizando os recursos educativos das comunidades. Cumulativamente, reconhecia-se que o analfabetismo não era um problema exclusivo dos países sócio – economicamente desfavorecidos mas que, nos países ditos desenvolvidos, também existiam bolsas de analfabetos, especialmente de analfabetos funcionais, sendo que a conferência era unânime em apontar, sem apelo nem agravo, a culpa à instituição Escola.
Hodiernamente, TRINTA ANOS APÓS todas as «boas intenções» proferidas e exaradas em actas, subscritas por quase todos os países do mundo, a realidade é ainda preocupante.
Apesar das melhorias significativas nas taxas de alfabetização a nível mundial, hoje ainda há 781 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever, entre as quais estão 126 milhões de jovens. As mulheres constituem dois terços da população analfabeta, de acordo com os dados publicados pelo Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização.
A melhoria da situação é evidenciada quando se compara as taxas de alfabetismo da população adulta (84,3% no total da população com mais de 15 anos) com as da população jovem (89,4% do total de jovens entre os 15 e os 24 anos). Além disso, os dados evidenciam que quando aumenta a taxa de alfabetização, diminui a proporção de população a viver em situação de pobreza.
Quando se olha para Portugal, conclui-se que há MEIO MILHÃO DE ANALFABETOS, de acordo com os dados dos Censos de 2011. Correspondem a 5% da população, com uma maior proporção do lado das mulheres (6,8% do total da população), do que dos homens (3,5%). A UNESCO coloca-nos na 40ª posição no total de 157 países, apontando para que 67,6% da população analfabeta em Portugal seja do sexo feminino. Já no que aos jovens diz respeito, tal como Portugal, mais de metade dos 200 países analisados tem uma taxa de alfabetismo igual ou superior a 95%.
Dos 126 milhões de jovens analfabetos com idades entre os 15 e os 24 anos, cerca de nove em 10 vivem numa de duas regiões: Ásia Ocidental e do Sul ou África Subsariana.
As diferenças entre os dois sexos, a nível mundial, têm vindo a diminuir quando se olha para a alfabetização da população jovem. Em 2012, 87% das raparigas tinham competências básicas de alfabetização, comparando com 92% dos homens - concluiu-se que três em cada cinco jovens analfabetos são mulheres.
"Quando os níveis de alfabetização das mulheres jovens estão, persistentemente, abaixo dos homens, isso evidencia uma verdadeira questão de direitos humanos, pois em alguns países é negado às raparigas o direito básico de acesso à educação devido ao seu género", sublinha a UNESCO.
Entre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, definidos em 2000, está precisamente a diminuição para metade da taxa de analfabetismo da população mundial, a atingir já no próximo ano.
Será que há vontade política para alcançar tal objectivo?
Ter especial atenção ao estudo da UNESCO, eminentemente humanista, e confrontá-lo com as perspectivas economicistas, pragmáticas, de outras organizações como a OCDE e, com a posição híbrida da União Europeia sobre o tema do analfabetismo, e da sua importância como parte do todo que é a Educação de Adultos.
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