quinta-feira, maio 28, 2026

Os donos do feudo

 

Que pintem as paredes!
Que usem "gruas" para as pinturas...
São os "donos" do espaço, façam o que quiserem.
Agora levar os carros para dentro do parque já é muito abuso.
É o que temos.
 


 

quarta-feira, maio 27, 2026

A crónica proibida

 

A Crónica que costumo publicar em “O Interior” foi cancelada neste último mês de maio.
Concretamente, devido às seguintes frases:
«Pela consulta dos documentos da IGAS percebe-se que a senhora faltou à verdade nas declarações que prestou, em mais do que uma ocasião. A saber, quando disse algo parecido com desconhecer a existência de um determinado protocolo e que teria sido alheia ao procedimento, tendo-se depois constatado que ela afinal até o tinha assinado! E quando afirmou, ipsis verbis, que “sempre foi paga pela ULS”, quando depois se apurou que afinal fora a autarquia a suportar esses ordenados.
Para além das muitas questões que tudo isto suscita, nomeadamente no que concerne à forma desavergonhada como estas coisas se fazem quando convém, com alguém a confessar até mais ou menos numa Assembleia Municipal que “só se fez assim para se contornar a lei”, importa determo-nos nesta parte em que alguém se recusa a dizer a verdade a uma entidade superior, quando era isso mesmo que deveria ter feito.»
Referia-me nessas frases aos indícios muito fortes da prática de crimes de fraude pelos quais está a ser investigada a presidente do CA da ULS da Guarda e à posição assumida por alguém da autarquia.
Ora, alguém se “encolheu” com o alcance destas frases e ficou sem vontade de que a crónica fosse publicada com elas...
Deixo abaixo três fotos.
Duas de trechos do Relatório que a IGAS produziu acerca do assunto.
Outra, de um trecho reprodutivo daquilo que foi efetivamente dito na Assembleia Municipal em causa.
Pessoalmente, não acredito nas teses que já me foram veiculadas de que “o Interior” está simplesmente vendido a certas dependências relacionadas com o triângulo “O Interior”-“Rádio Altitude”-“ULS da Guarda”.
Mas que cada um julgue por si.
Não voltarei a colaborar com “O Interior”.
Boas leituras a todos! 
 
 


 

 

Notícias da feira

Mas alguém estranha tal ou tais notícias em Portugal de vampiros?
Para vender os pasquins?
Para "prova de vida" de certas instituições?
É que nenhum, mas mesmo nenhum caso destes ou outros similares vão sequer à barra do tribunal.
E quando, por um descuido ou por conveniências de múltipla natureza lá vão parar, sucedem-se os recursos, acusações de incompetência a todos os níveis, investigação, processos mal conduzidos, atrasos vários e acusações mútuas, a peixeirada do costume, ainda o contribuinte tem de pagar indemnizações, e ser enxovalhado por alimentar a novela.
No final uma medalha ou quiçá a Grande Ordem da Cruz que todos transportamos desde o tempo do corneteiro do Afonso Henriques. Deixem-se de novelas de faca e alguidar.
 

 

O país destruído e sem solução.

 

Quase cinco meses após a tragédia provocada pelas tempestades o país continua em sofrimento.
Anúncio de promessas não faltaram. O habitual em Portugal.
Houve 19 mortes, destruição de primeiras habitações, estruturas de abastecimento de água destruídas, falta de energia e de comunicações, com consequências graves em portos, hospitais, escolas, património e na atividade económica e, principalmente, na vida do povo.
Vendedores de ilusões, contorcionistas e malabaristas não faltaram.
Podem anunciar velhos planos, já falhados em alturas semelhantes, podem realizar conferências, palestras e debates que a miséria continua e o desprezo pelas populações é total.
Agora até a velha e caduca Presidência Aberta voltou.
Precisamos de ação e não de contadores de histórias e de números que só iludem, mas nada resolvem.
A incompetência é total.
A comunicação social cala e consente. Bajula.
A população assiste atónita ao saque e desvio dos apoios, todos eles.
Criaram a Estrutura de Missão!
Missão de quê e para quê?
Resultados? Apenas de anúncios quer dos montantes em prejuízos, quer dos apoios necessários. Qualquer folha de cálculo o faria sem grandes gastos.
Incompetência apenas.
Não haverá recuperação de tudo o que foi destruído e pior, muito pior, não haverá competência, engenho e arte, para sequer mitigar futuros desastres.
Entregues à fatalidade.
 

 

Diretiva europeia impõe novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores - Parte IV

E agora os alçapões que qualquer diretiva europeia, nomeadamente, mas também a legislação portuguesa sempre contém para salvar a quadrilha exploradora.
Se os relatórios revelarem diferenças salariais médias iguais ou superiores a 5% entre homens e mulheres e essas diferenças não forem justificadas por critérios objetivos, a empresa poderá ser obrigada a realizar uma auditoria interna.
Mas que "auditoria"?
Primeiro alçapão. Conhecendo nós como funcionam certas instituições de fiscalização imagine-se o resultado dessas auditorias. Um bluff!
E dizem mais os tecnocratas imbecis de Bruxelas...
"Caso não sejam corrigidas no prazo de seis meses, as discrepâncias poderão dar origem a medidas corretivas e sanções.
Em caso de incumprimento, os trabalhadores poderão ainda reclamar indemnizações ou compensações, estando previstas coimas para as entidades empregadoras."
Em Portugal indemnizações aos trabalhadores? Sois uns acéfalos.
Lembrar que a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) já tem, suavemente e a pedido dos poderes, reforçando (??) a fiscalização (??) nesta área, tendo notificado milhares de empresas. Mas, e há sempre um, mas, o número de sanções aplicadas permanece reduzido face ao volume de irregularidades identificadas.
Tudo dito.
Palmadinhas nas costas e uma "bacalhauzada" no fim com direito a muito azeite. O mesmo de sempre e amigos para sempre.
Quem se trama é o trabalhador.
Quanto à transposição da diretiva nem preciso de acrescentar nada. Já sobre a aplicação da mesma, quando for transposta, se é que alguma vez o será, há diferentes fases consoante a dimensão das empresas e vão desde 2026 a 2031.
Ou seja, a perder de vista!
E, lembrar que diretiva dos impostores e fingidores tecnocratas de Bruxelas salientam que "as empresas com menos de 100 trabalhadores poderão também ser abrangidas, dependendo de futuras decisões de transposição nacional."
Preciso de dizer mais alguma coisa?
A proteção do patronato é total.
Transparência? O que é isso?
 

 

Diretiva europeia impõe novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores - Parte III

A diretiva introduz também novas exigências na gestão de carreiras e progressões salariais. As empresas passam a ter de justificar de forma objetiva eventuais diferenças de remuneração entre trabalhadores que desempenhem funções semelhantes.
Critérios como antiguidade, desempenho ou competências passam a ter de ser explicitados e aplicados de forma consistente, deixando de ser possível a definição salarial “caso a caso” sem fundamentação clara.
Outro ponto central é a proibição de cláusulas contratuais que impeçam trabalhadores de falar sobre os seus salários, reforçando o princípio da transparência interna.
(Continua).
 

 

Diretiva europeia impõe novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores - Parte II

 

Uma das alterações mais visíveis acontecerá logo na fase de recrutamento. Todas as empresas, independentemente da dimensão, passam a ser obrigadas a indicar nos anúncios de emprego o salário ou, pelo menos, um intervalo salarial associado à função.
Ao mesmo tempo, os empregadores deixam de poder questionar os candidatos sobre o histórico salarial — seja o salário atual ou anteriores — uma medida que visa impedir a perpetuação de desigualdades herdadas de empregos anteriores.
As empresas terão ainda de disponibilizar informação sobre os níveis remuneratórios internos, permitindo maior clareza sobre a estrutura salarial praticada.
Transparência. Percebido?
Mas há mais...
Dentro das organizações, a mudança é igualmente significativa. Os empregadores passam a ter de divulgar informação agregada sobre disparidades salariais entre homens e mulheres que desempenhem funções equivalentes.
Isto inclui relatórios com médias salariais por género e dados sobre a proporção de trabalhadores e trabalhadoras em diferentes escalões remuneratórios.
Os trabalhadores passam também a ter o direito de solicitar, por escrito, informação sobre os níveis de remuneração praticados na sua categoria profissional. Essa remuneração não se limita ao salário base, incluindo também bónus, subsídios, prémios e horas extraordinárias.
Mas como há que agradar ao patronato e aos lambe botas, há limites.
"As empresas não serão obrigadas a revelar salários individuais, mas sim valores médios ou medianos, garantindo anonimato e proteção de dados pessoais.".
Percebido.
A tal transparência tem limites, obviamente, num regime capitalista liberal.
Caso um trabalhador solicite essa informação, a empresa terá de responder num prazo máximo de dois meses e deverá ainda informar anualmente todos os funcionários sobre esse direito.
(Continua).
 

 

Diretiva europeia impõe novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores - Parte I

Para não tornar a publicação muito extensa, já sei que há poucos que a leem vou fazer várias publicações sobre o tema.
Pode ser que se interessem pelo assunto.
Quando surge no horizonte uma diretiva europeia contra os trabalhadores, os partidos da direita e extrema-direita apressam-se a apresentar propostas e mais propostas para a transpor para a legislação portuguesa. Quando os interesses visados são direitos do povo, há casos que preferem pagar multas e mais multas, os cidadãos é que as pagam, obviamente! Mas legislação transposta nem a vês.
Agora surgiu uma diretiva europeia sobre transparência salarial. Para os eunucos que não sabem o que é transparência, e neste caso salarial eu resumo. Já que de resumos gostam eles. O estudo é mais facilitado para quem é idiota.
Começar por dizer que a partir de 7 de junho, entra em contagem decrescente uma das mudanças mais profundas na forma como as empresas comunicam remunerações e estruturam políticas salariais na União Europeia.
A diretiva europeia da transparência salarial (ainda por transpor para a legislação portuguesa, mas querem aprovar o pacote laboral) promete transformar o acesso à informação sobre salários, impondo novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores.
O objetivo central da diretiva é reduzir as desigualdades salariais entre homens e mulheres e reforçar o princípio de salário igual para trabalho igual ou de valor equivalente, mediante maior transparência e mecanismos de fiscalização mais apertados.
Novamente a transparência. Agora é ir aprender o que é transparência.
(Continua).
 

 

terça-feira, maio 26, 2026

E o ridículo volta a acontecer na Guarda.

Imagine-se uma paragem de autocarro a ser invadida por agentes da polícia a fazerem controlo dos automobilistas, teste de álcool e os utentes se quiserem entrar para o autocarro têm de ir para a estrada correndo os perigos que se podem imaginar.
Isto aconteceu na Guarda.
Ordens do senhor ministro de Administração Interna ou do seu amigo presidente da edilidade?
 

 




Isto é política da taberna.

 

Desenhada com uma mini na mão, um tremoço na boca e o lápis na orelha para pensar melhor, acrescento eu.
 

 

Falsa aprendizagem

 

No Brasil como na maioria dos países onde há processo de aprendizagem tudo está a mudar. As universidades vão ser apenas para as elites e o ensino médio e técnico para os pobres. Educar e formar cidadãos com baixa qualidade para ser a mão de obra barata que os empresários tanto desejam.
É só perceber.
 

 

Haja alguém que diga a verdade.

O economista e professor universitário Ricardo Nuno Ferreira Paes Mamede desmascara a política do governo não sufragada pelo povo português e desmonta as teorias liberais do pacote laboral.
 

 

Mas quereis enganar quem?

 

"Ao mesmo tempo que encerram urgências e valências hospitalares que fazem falta às populações, dão-se ao desplante de inaugurar hospitais privados. Induzem escassez de resposta no SNS (geral, universal, tendencialmente gratuito, segundo a Constituição), para viabilizar o negócio."
 

 

Escolhas certas

 

Enquanto o Estado financia Chic-Nics, 301 mil crianças estão em estado de pobreza em Portugal, dados de 2024.
A desigualdade começa na infância, quando negamos a uma criança o direito a almoçar, a aprender a nadar ou a ir a uma visita de estudo.
Precisamos de universalizar o Estado social. Refeições gratuitas nas escolas. Visitas de estudo gratuitas. Sem burocracias, sem provas de carência, sem esmolas.
E o dinheiro?
Acabar com isenções fiscais para não residentes.
Acabar com subsídios absurdos.
Acabar com as despesas de representação, todas elas. Que gastem o dinheiro que lhes é dado pelo lugar que ocupam.
Acabar com um Estado que funciona como banco para empresas privadas.
Acabar com um Estado que apoia o desporto profissional todo ele e o encapotado.
Abolir as propinas custaria 300 milhões, exatamente o mesmo que custou a baixa de IRC.
Tudo isto são escolhas. E é preciso começar a tomar a escolhas certas.
 

 

Aprendizagem de ouvido.

 

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 de abril de 2026 - aprendizagem de ouvido.
O senhor presidente da câmara da Guarda, a cada intervenção vai a revelar como fez e faz a sua aprendizagem, pelo canal auditivo.
Ouviu, aquando das inundações em Coimbra falar do «bazófias», como sendo um epíteto atribuído ao rio Mondego, seco no verão e com muita água no inverno. Vai daí chamou ao rio «o nosso bazófias»!
Senhor presidente no «alto» Mondego não se usa tal epíteto. É termo coimbrão.
O senhor faz lembrar aqueles músicos que não sabendo uma única nota musical aprendem uma melodia pelo ouvido e quando algo falha é desafinação por completo.
Por cá, chama-se rio Mondego.
Bazófias? Vá ao "Mondeguinho" e veja se há alguma semelhança com a caraterização dada em Coimbra.
"Sapateiro não vás além da sandália"!
 

 

Sapatilhas, tamancos e ilusionistas.

 

Mais um tesourinho da Assembleia Municipal da Guarda, 29 de abril de 2026 - sapatilhas, tamancos e ilusionistas.
Um senhor deputado apresentou uma moção a bajular os eventos dos "sapatilhas" na Guarda.
Nada contra, cada um apresenta o que mais lhe convém, obviamente.
Bem se sabe que o executivo camarário tem dois pilares onde assenta todo o seu populismo, «a sapatilha» e a «batina e o Clérgima». Este último e a tonsura em desuso. Mas as beatas apagadas ou acesas ainda gostam.
Vem a propósito lembrar que a moção inicialmente apresentada tinha vários nomes de atletas, a tal que tem de ser «enviada» dois dias antes da assembleia. Mas a moção referida na assembleia, ao vivo e a cores, OMITIU os nomes.
Estranho?
Olhe que não.
Lembrar que há pelo menos um nome que é federado num clube que não pertence ao concelho nem ao distrito da Guarda. No entanto, recebe chorudos apoios monetários desse clube, tem transporte em carro topo de gama de casa para os treinos e vice-versa, tem transporte da autarquia para as provas, estadias em hotéis de muitas estrelas. Sempre a representar o tal clube. Enquanto os outros atletas que pertencem a clubes do concelho andam nos transportes públicos.
Já nem preciso de referir que diariamente se apresenta com fatos de treino diferentes incluindo as «sapatilhas» e óculos de sol.
Estranho?
NADA.
A Assembleia Municipal não serve para fiscalizar o executivo? Do que esperam?
Bater palmas a profissionais pagos com o dinheiro dos contribuintes.
Também está bem.
 

 

Ontem eram as passagens administrativas, hoje a falsidade das equivalências.

Oh Passos explica ao pessoal como chegaste aí, e, já agora, qual é a tua avaliação de desempenho? Se tivesses um pingo de honestidade enfiavas a cabeça num buraco. Chegou, porque se inscreveu naquele programa de equivalências do Sócrates e teve boas notas. Ainda ele falou mal do Sócrates... Há por aí tantos iguais a ti.
 

 

Um ministro representa um país. Não se pode negar esta realidade.

 


Lembrar José Mário Branco.

 Se fosse vivo teria comemorado 84 anos. 
 

 

O que vale um trabalhador?

 
O dono da Jerónimo Martins voltou a ser o gestor mais bem pago de Portugal, ganhando o equivalente ao salário de 226 trabalhadores do Pingo Doce.
Barbaridade.
 

 

Família

 


domingo, maio 24, 2026

Os Três da Vida Airada.

 

Cocó, Ranheta & Facada.
Ainda não tinham recebido as ajudas de custo para os fatos.
Agora é vê-los bem alba dardos por costureiros de renome.
 

 

Papagaios e macacos de imitação

 A célebre reflexão de Eduardo Galeano sobre "papagaios" e "macacos de imitação" vem a propósito do que vai a acontecer aqui pela Guarda em termos do que se chama "modernização". Até uma certa altura os regedores construiam rotundas, grandes, colossais. Todos nos lembramos da célebre escultura que foi colocada na rotunda do "G" e que tantos acidentes provocou. O presidente da República Jorge Sampaio chegou mesmo a criticar a proliferação de tais inovações. Não bastavam as árvores vieram as esculturas. O regedor de então, Álvaro Amaro, gastou na célebre escultura da mão e do cubo nas rotundas do Rio Diz e do Alvendre e zonas envolventes qualquer coisa como 428 778 euros (IVA incluído)! Uma brutalidade. Só a escultura de Dora Tracana custou 92 mil euros. Mas houve mais gastos ao tempo de Álvaro Amaro. Com a requalificação dos espaços e os trabalhos realizados nas rotundas do 5 F’s, da Luz e do Anjo da Guarda a Câmara gastou em dois anos e meio de mandato mais de 1,2 milhões de euros em «cinco estátuas e amanho» de rotundas. Nada que incomodasse o executivo mesmo estando a câmara em processo de saneamento financeiro. Sempre à "bolina"! Depois mais imitações. Começaram a aparecer as ecovias. A Guarda tinha de ter uma, obviamente. Segundo se diz foram mais 2,7 milhões de euros. Quantos peões e ciclistas a utilizam atualmente? Depois os passadiços. Havia passadiços a surgirem por todo o sítio. A Guarda não podia ficar sem passadiços. Mais 4 milhões de euros. Depois mais imitações. Cidade ou santa terrinha que se preze deve ter o seu monumento com letreiro turístico. A Guarda tem o seu na Praça Luís de Camões. Preferiu-se o letreiro, para que os que nos visitassem ou os que por cá vão estoicamente resistindo em ficar não esquecerem o nome da sua cidade, em detrimento da recolocação do fundador da cidade no local central da praça. Gostos, obviamente. O custo de um letreiro turístico varia entre 2 000€ e 15 000€, dependendo do tamanho, material e iluminação. Agora chegaram as pinturas nos muros. Chamam-lhe arte urbana. Com alguma criatividade até se pode gostar de algumas pinturas. E o custo? A manutenção? E onde vai ficar o cartaz, minúsculo até agora, deseja-se bem mais visível, a avisar crianças e jovens da utilização correta da pista de saltos? É importante.
 



 

sábado, maio 23, 2026

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 de abril, 2026 - santos e demónios.

 

"Pedidos de esclarecimento sobre aquilo que o senhor presidente disse e não sobre o que não disse. O que não disse, não disse".
E diz mais o dono da casa. "Se ele entender que não deve dizer não diz."
A transparência na sua mais cruel realidade. Se havia dúvidas tudo esclarecido.
O poder fiscalizador da Assembleia Municipal esgota-se no que o senhor presidente diz e acabou-se o pedido de esclarecimentos.
Inacreditável.
O quero, posso e mando!
E o retirar a palavra à senhora deputada?
Clima de medo? Mas quem duvida?
Medo em todos os contextos, senhora deputada. Até na forma intempestiva, com laivos de agressividade na nossa modesta opinião, com que o senhor presidente se dirige à senhora deputada.
Posso ter a minha opinião? Agradecido.
Haja respeito POR TODOS.
Vamos ao almoço.
 

 

A REPÚBLICA DAS BANANAS. SEM ELAS, MAS COM MONTES DELES QUE PERMITEM ESTE ESCÂNDALO!

 

Lembram-se deste artista?
Um tal Paulo Teixeira Pinto?
Eu recordo-vos...
Com 46 anos, Paulo Teixeira Pinto reformou-se após ser considerado "inapto" por uma Junta Médica da Segurança Social, saindo do BCP com uma indemnização de 10 milhões de euros e com o compromisso de receber, até final de vida, uma pensão anual equivalente a 500 mil euros.
Isso mesmo!
Contudo, mandou às urtigas a "inaptidão" e...
Atualmente é dono do grupo editorial Babel.
É ainda presidente da Direção da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.
Presidente do Conselho Fiscal do Novafórum e da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas.
Vice-presidente da Assembleia-Geral do TagusPark.
Membro do Conselho Geral do GRUPO LENA.
Consultor jurídico na Abreu Advogados.
Membro do Conselho de Orientação Estratégica da Universidade Católica Portuguesa e dos Conselhos Consultivos da Universidade de Lisboa e do Plano Tecnológico.
E FOI CONSIDERADO INAPTO! OLHA SE NÃO FOSSE…?
Sois uns ceguinhos, abri a pestana.
És pinto, mas sabes mais que muitos galos.
 

 

O poder manda

 

Trump publica um vídeo em que atira o apresentador de TV Stephen Colbert para o caixote do lixo. Ontem foi transmitido o último episódio do programa que durou 33 anos e acabou retirado do ar por pressão do Trump. O dublê do ditador atacando a liberdade de expressão.
E se fosse só nos Estados Unidos da América do Norte...
 

 

Precário ou RUA!

 

E hipocritamente ainda falam dos milhares de jovens que abandonam Portugal.
Sois um nojo.
A direita votou contra, PSD+CDS, IL e Chega e o PS absteve-se...
Hão de chorar, uns e outros, as habituais lágrimas de crocodilo pelos jovens qualificados que partem.
Precários toda a vida ou abandonarem Portugal é o que lhes resta.
 

 

Alimárias

 

Com o petróleo que estamos a extrair da Venezuela, já pagamos a guerra contra o Irão umas 25 vezes, não estamos a ir mal na Venezuela.
O criminoso de Trump vangloria-se do saque do petróleo da Venezuela e afirma que com o dinheiro saqueado pagou a guerra contra o Irão.
Essas alimárias imperialistas roubam um país para agredir outro, são assassinos em massa e bárbaros saqueadores de povos que devem desaparecer se quisermos que a humanidade sobreviva.
Um criminoso.
E criminosos e acéfalos os que o aplaudem.
Assim vai o mundo com cães e cadelas à procura do osso que cai da mesa das alimárias.
 

 

O silêncio é cúmplice.

E o Luís calou...
É o trabalho de falsidade e hipocrisia a fazer pela vida junto da parelha assassina, Trump & Netanyahu.
 

 

sexta-feira, maio 22, 2026

Só o capacete?

 

Acéfalos!
Querem o uso do capacete nas trotinetas, muito bem.
E o seguro obrigatório?
Caiu por imposição das empresas quer das que as vendem como das que as alugam que têm negociatas com os municípios.
 

 

O fim da Escola Pública

Aí vem mais um assalto da quadrilha à Escola Pública!
Há que correr com esta gente!
Se não corrermos com eles, não se duvide que eles vão destruir a Escola Pública.
 

 

Na educação, algumas coisas dão uma forte sensação de aprendizagem:

 


Tudo que é sólido e estável se desmancha no ar.

 

O sociólogo Ricardo Antunes discute as profundas transformações no mundo do trabalho, marcadas pela crise estrutural do capitalismo e pelo avanço da tecnologia.
Uma reflexão importante.
 

 

Desenho de Onofre Varela:

 


O governo está a tentar arruinar completamente o nosso mercado imobiliário.

 


Os canais do lixo e os pasquins no seu pior.

 


Ferrovia que futuro?

Para os que falam tanto de ferrovia e acreditam no Pai Natal, seria bom que analisassem a situação.
 

 

Para que quem não sabe, aprenda.

"A transparência política é o princípio democrático que exige que as ações, decisões e finanças dos governantes e instituições públicas sejam abertas e acessíveis ao escrutínio público. O seu objetivo central é prevenir a corrupção, promover a responsabilização dos políticos e capacitar os cidadãos para participarem de forma informada na vida cívica".
Onde estão as atas? Na página da câmara? Não existem. Apenas anúncios e propaganda do executivo.
Falar no final das reuniões e deixar a "comunicação social local" estar presente é o bastante?
E os filtros?
Não admitir lições de transparência é sinal de arrogância e prepotência. Todos os eleitos têm o dever de aprender e melhorar o seu relacionamento com quem os elegeu.
Tão difícil perceber?
"Todas as pessoas que o desejem podem assistir às reuniões do executivo quando são públicas". Mais areia para os olhos dos guardenses. Quer que faltem ao trabalho?
Façam como o Lutero, publiquem as atas nas portas das Igrejas.
Basta publicar as deliberações do executivo e acham que a democracia está cumprida?
Voltar ao tema dos custos é mais conversa da treta. Gastam-se milhares em festas, festanças que com toda a certeza algum dinheiro se conseguiria para as transmissões das reuniões do executivo.
Justificar que em oito anos nunca se falou na transmissão das reuniões é um argumento falacioso. Pelo mesmo raciocínio ainda hoje a informação era privilégio de uma elite.
Atualizem-se.
Sabe, é que se não houvesse transmissão não se conhecia o comportamento indecoroso, no mínimo, da senhora sua apoiante, da "digníssima mesa", a enviar e receber mensagens.
Mas isso nem o ilustre presidente da assembleia deu conta ou se deu não lhe chamou à atenção pelo menos no respeito por quem a elegeu.
 

 

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 abril 2026 - as linhas.

 

Não, não se tratou de linhas de coser, nada disso. Falou-se de ferrovia. Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa.
Então e não fala do estado degradante em que se encontram as rodovias do concelho? Pois, como diz o seu colega " o senhor presidente fala do quer, e do que não quer, não fala". Claro, fale à vontade do que quer. A casa é sua, então.
Dizer-se que a Linha da Beira Baixa, principalmente o troço entre a Guarda e a Covilhã, esteve encerrada durante dez anos e não dizer quem beneficiou com tal situação é faltar à verdade é não ser sério na análise. Quem lucrou foram as empresas de transportes de passageiros, dos tais alunos do ensino superior de que fala.
A opção, por conveniência dos mesmos de sempre, era a rodovia.
Solidário com as populações e concelhos mais afetadas, com novo encerramento da Linha da Beira Baixa?
Solidariedade, pois.
Refere o senhor presidente que a Linha da Beira Baixa teve obras que terminaram há cerca de 5 anos.
"E não se admite que passado tão pouco já haja necessidade de uma nova obra com tanta envergadura" disse o senhor presidente.
Pois é, mas vossa excelência omite, propositadamente ou talvez por esquecimento tanta obra da sua responsabilidade que não precisaram de 5 anos para irem abaixo.
Lembro-lhe algumas, só algumas.
Caso da "aposta ganha" do recinto de areia para o voleibol de praia. Transformado num lamaçal e num nabal quando chove. Um campo sem qualquer utilidade presentemente,
O pavilhão da escola da Sé, a quem o senhor chama pavilhão municipal, com defeitos de construção a todos os títulos, colunas colocadas para impossibilitar a visão completa do recinto desportivo, das marcações no chão que nunca ficaram conforme o que é exigido e, imagine-se a sofrer inundações no último inverno. Impossibilitando a utilização do recinto nas aulas de educação física. Talvez barcos, gaivotas e outros meios aquáticos fossem mais adequados. E pouco mais de um ano após a inauguração.
Bem sei, celebrou-se um acordo entre agrupamentos para situações de calamidade, disse-o a excelência. Uma semana ficará uma escola sede de prevenção, noutra semana a outra sede de agrupamento.
Ridículo.
Prevenção para ceder instalações? Há espaço para tantos alunos?
E lá vem o choradinho em dó menor. "Se fosse na linha do norte ou na A1 será que ia demorar tanto tempo". O senhor faz-se de vítima para esconder os problemas estruturais que os políticos como o senhor não resolvem. Quer comparar o incomparável? Onde está grande parte da população? E as empresas que geram riqueza para o país? Basta de demagogia. Já pensou a razão pela qual as regiões de baixa densidade populacional não contam para o poder central. Pois, não quer responder, pois tem a sua culpa na situação que se vive, como todos os que foram a ocupar sucessivamente o poder autárquico e as cadeiras do parlamento. Os tais representantes, deles, obviamente. Depois lamentam-se.
E, voltou a falar da alta velocidade. Mais e mais areia para os olhos dos guardenses. Pode sonhar, ninguém o impede. Pode até priorizar. Pode, claro! Sonhe alto.
Mas não ressone acorda os vizinhos.
Ligação a Espanha e por que não a Paris de França, ou Berlim, ou Roma, para visitar o Papa?
Um chorrilho de intenções e como diria o meu professor de filosofia, “palha só de Abrantes”.
 

 

quinta-feira, maio 21, 2026

Gatunos sempre.

À elite gatuna da Europa não lhes bastou delapidar, ontem como hoje, as riquezas materiais de África, como fazendo dos povos nativos escravos transportados para outras regiões como mão de obra barata. Ainda tiveram a ousadia, desfaçatez, ignóbil sobranceria própria de quem se julga donos do mundo, dividir com régua e esquadro a África. Separaram tribos, culturas e criaram conflitos que resultaram não só em guerras terríveis como deram a ganhar mais e mais lucros para os hipócritas construtores do novo mapa de África, com a venda de armas. Mas isto não vos dizem nas escolas. Só vos falam no mapa cor-de-rosa, um embuste, mais um.
 

 

Professores em luta

 

Em Espanha, como em Portugal, os professores reivindicam melhores condições de trabalho.
Em defesa da Escola Pública democrática, com gestão participada dos seus intervenientes, menos burocracia, contra uma municipalização idiota comandada por interesses eleitoralistas privilegiando os amigalhaços com contratos milionários.
 

 

Criminosos

Os criminosos e donos do mundo apoiados por idiotas e assassinos humilham cidadãos que o único crime que cometeram foi oferecer ajuda a um povo alvo do maior genocídio do século.
 

 

O que não nos dizem nas escolas.

 
O ocidente nunca pode ser considerado o único centro do conhecimento.
Há e houve muitos outros.
A história da ciência guarda segredos que desafiam o que aprendemos na escola. Cerca de mil anos antes de Charles Darwin, o polímata iraquiano Al-Jahiz já descrevia mecanismos modernos de adaptação e sobrevivência. Na sua obra monumental, O Livro dos Animais, escrita no século IX, ele detalhou como as espécies se transformam ao longo do tempo, antecipando conceitos fundamentais da biologia evolutiva muito antes da era moderna.
Al-Jahiz identificou a luta pela existência, observando que os animais competem constantemente por recursos e pela hipótese de se reproduzir. Ele compreendeu que fatores ambientais forçam os seres vivos a desenvolver novas características para sobreviver, transmitindo esses traços às gerações futuras. Essa visão pioneira revela que a Idade de Ouro do Islão já debatia com profundidade como o meio ambiente molda a vida.
 

 

Uns aliados covardes.

 

E se Hitler invadisse Portugal Salazar iria fugir para o Brasil como o fez o rei "merdoso" D. João VI? O único monarca europeu a fugir para outro continente deixando um povo entregue aos gatunos ingleses e aos assassinos franceses.
Uma neutralidade que podia ter originado uma tragédia. Os tais "aliados" sempre utilizaram Portugal para o explorar. Estude-se.