sexta-feira, agosto 21, 2026

O pastel

Só cá faltava o "pastel de nata" com teorias equipáticas que geram conclusões inanis.

Diz o "pastel" que: "É importante que o país saia do seu retangulozinho".

Mas que retangulozinho???

Já se fazem pastéis de nata com a forma de um retângulo?

Álvaro Santos Pereira, a quem o Montenegro doou o lugar de Governador do Banco de Portugal, apoia as conclusões do estudo (??) do grupo de trabalho, criado pelo governo, que sugeriu a adoção de planos de pensões profissionais de adesão automática que permitem a renúncia.

Outra coisa que saísse da cloaca era para estranhar.

Sempre em sintonia.

Disse o "inane pastel" que o país deve "deixar de ideologia" e ver o que os outros países estão a fazer no que diz respeito a mecanismos para complementar o sistema de pensões.

E apresenta os exemplos da Suécia e da Dinamarca, que, nos anos 90, iniciaram uma grande reforma do sistema de pensões, de Segurança Social, para permitir que as pessoas tenham pensões melhores no final, quando acabam de trabalhar”.

Mas o "pastel" quer chamar de idiotas aos portugueses?

Os países citados têm salários comparáveis com a maioria dos portugueses? Só o teu ordenado é de 19.915 euros brutos por mês.

A maioria dos portugueses, num ano de trabalho, não ganha o que tu ganhas num mês. Já pensaste nisso? 

Pois falham os neurónios, quando os há.

E o pastel continuou com afirmações próprias de um néscio.

Dizer-se, e logo um Governador do Banco de Portugal, que esses países, Suécia e Dinamarca, “apostaram em reforços de mecanismos de poupança das pessoas, para que as pessoas possam depois, independentemente do seu perfil de risco”, complementar o sistema de pensões público, com algo que possa aumentar as suas poupanças.

Mas quantos portugueses conseguem poupar o que quer que seja com os miseráveis ordenados que auferem?

Deixa de ser ridículo.

É que nem para comprar ações da Galp e da Jerónimo Martins os ordenados da maioria dos portugueses permitem. 

Mas tu, com os mais de 19 000 euros mensais, já o consegues fazer, mesmo ilegalmente.

Mas, para alguém como tu, e outros que tais, que desconhecem o princípio basilar da previdência social, que se traduz na solidariedade, que se desdobra em pilares essenciais como a contributividade e a compulsoriedade para garantir o equilíbrio financeiro e a proteção coletiva entre todos os cidadãos, é difícil de perceber.

Muita areia para a «galera».




quinta-feira, agosto 20, 2026

Tenho sérias dúvidas se há governo em Portugal.

 


Para além dos péssimos ordenados, ainda há o perigo, quando não é a fatalidade.

 




Chacota

A chacota é enorme pelo estrangeiro. 
Por cá, as coscuvelhices habituais dos politiqueiros.



Serviçais

Já se falou no emprego que aumentou em Portugal, mas, em contrapartida, os salários vão sendo cada vez menores. É a tal riqueza que a canalha tanto falava para haver distribuição.

Nojentos. 

Montenegro, no Pontal, para enganar incautos, disse que o número dos que ganham 3 000 ou mais duplicou desde que é Primeiro-Ministro. São 125 mil os mais abonados, valor mais alto dos registos do Instituto Nacional de Estatística, embora pesem só 3% do total.

A «corrida» aos lugares de topo, principalmente no setor público, é por mais evidente. 

Mas não há concursos, ou, se os há, aparecem sempre as «beneméritas» entrevistas que tudo resolvem. 

A Bem da Nação.

O salário médio líquido dos tais abonados, que são políticos, muitos das «juventudes partidárias» e gestores, subiu mais de 17%.

Logo, o tal grupo, em que os salários mais sobem, mereceu rasgados elogios de competência por parte de Montenegro. 

Como seria de esperar.




Mais uma promessa da festa do Pontal.

Montenegro fez mais um anúncio para tótós.

Fez questão de gritar a plenos pulmões que:

"Tenho uma convicção muito firme de que nós vamos iniciar a recuperação total do valor que os portugueses investiram na TAP. Nós vamos ter um primeiro encaixe com a venda desta percentagem do capital e vamos projetar para o futuro os resultados da empresa, para que os respetivos dividendos possam vir, paulatinamente, a compensar o investimento que lá fizemos."

Mas será que há algum português que acredite em tal presságio?

Analisemos, em primeiro lugar, o montante que está em causa para se perceber a dimensão da mentira.

Em 2020, o Governo de António Costa começou por avançar com um empréstimo de emergência de 1.200 milhões de euros. 

Valor que, em conjunto com juros decorridos de 59 milhões, acabaria por ser convertido em capital da companhia aérea. 

No âmbito do programa de reestruturação da TAP acordado com Bruxelas, há ainda que somar os 569 milhões em compensações pagas pelo Estado à TAP devido aos danos provocados pela Covid-19 e 1.516 milhões em aumentos de capital. 

Tudo somado, são 3.344 milhões de euros.

Será que os valores que a Air France-KLM e a Lufthansa vão bater os tais 3.344 milhões de euros?

Ninguém sabe quanto ofereceram, e nem Montenegro ousa dizer a oferta feita.

Diz que os portugueses vão recuperar "paulatinamente" as verbas que os portugueses investiram na TAP.

Quando?

Século XXX?

Segundo estudos recentes, o valor estimado na venda dos 49% a privatizar permitirá um encaixe do Estado de 1.116 a 1.241 milhões de euros.

Então, e os quase 2.000 milhões em falta, ou seja, os 63% ainda em dívida aos portugueses?

Século XXX.

Mais uma falsa promessa de um Montenegro. Mas ainda nem há eleições marcadas e já se fazem anúncios eleitoralistas de nenhuma credibilidade?

Haja tino na língua, pois ou me engano muito ou os portugueses já perceberam que as papas e os bolos já não enganam os tolos.

Será? 



quarta-feira, agosto 19, 2026

E a verdade venceu.

O verdadeiro cobertor de papa, defendido pela Associação “O Genuíno Cobertor de Papa”, com sede na freguesia de Maçainhas, e que lutou durante seis anos contra a contrafação do produto, ganhou em tribunal.

A presidente da Associação, Maria do Céu Reis, dá conta em publicação no Facebook dessa luta:

"Foram 6 anos, em tribunal, num processo em que o que estava em causa era a defesa do Cobertor de Papa genuíno, o património mais identitário da Guarda», refere, acrescentando que «foram 6 anos como arguida, muitas idas ao tribunal a Lisboa, no meio de tempestades, com imensos afazeres: participação em feiras e certames, recebendo visitas, produzindo cobertores, preparando e expedindo encomendas, comprando materiais, tratando de logística, a vários níveis, cumprimento de obrigações fiscais e institucionais, deslocações ao estrangeiro». Foram, salienta, «imensas situações» que foi resolvendo «com muito esforço e trabalho» e conseguindo estar disponível e «fazer acontecer cultura».

«Fez-se justiça e a verdade venceu, tendo sido provado que imensos consumidores foram enganados com um produto que falsamente designavam de cobertor de papa, não passando de uma fraude e um ataque despudorado ao nosso património e à verdade factual. Sempre acreditamos neste desfecho porque somos autênticos, nada temos a esconder e sempre dissemos a verdade, o que foi reconhecido e considerado provado pelo tribunal», conclui Maria do Céu Reis.

A dirigente admite que não sabe «o que o futuro reserva», mas assegura que defenderá «sempre este património genuíno» que faz parte da «identidade territorial» e da «forma de ser e estar» das gentes de Maçainhas. 

Parabéns à Associação e a todos quantos trabalharam nesta causa.

Foto: Céu Reis – Associação Genuíno Cobertor de papa.




Emprego?

Mais um estudo, semelhante a tantos outros encomendados pelo governo do Montenegro para iludir os portugueses.

Só ilusões.

Diz-se que o «mercado» de trabalho em Portugal está em franco progresso.

Esta do mercado de trabalho fez-me lembrar a famosa passagem da Crónica dos Feitos da Guiné, escrita por Gomes Eanes de Zurara por volta de 1453, que descreve o dramático desembarque e a divisão de cerca de 235 escravos africanos chegados a Lagos, no Algarve, no dia 8 de agosto de 1444.

Quem não a conhece, que a leia, se tiver nervos de aço.

Mas que progresso fala o estudo encomendado?

Desemprego diminuiu? Pudera. Trabalho ou morte. Já nem a emigração nos ajuda. 

Os portugueses permanecem no emprego por mais tempo? Claro, que escolhas existem? "Para pior, já basta assim."

Recuperação do teletrabalho? Obviamente. Os empresários só somam lucros com o teletrabalho, poucos ou nenhuns gastos, trabalhadores dispersos melhor, pois o poder reivindicativo não existe ou é quase nulo.

Para que a análise pareça séria, há que conter algumas verdades indiscutíveis.

Desde logo as baixas classificações. Os empresários tacanhos agradecem, pois pagam menos.

Só 29% da população ativa possui o secundário. E com aprendizagens péssimas, como é do conhecimento geral.

Diz-se que 36% dos trabalhadores concluíram o ensino superior. Resta saber com que graduações e com que nível.

Outro aspecto negativo, que já dura há muitos anos, tem a ver com os jovens entre os 16 e os 24 anos, muitos deles na categoria dos «ni, ni», nem trabalham nem estudam, cuja taxa de desemprego atinge os mais de 18%.

E a anunciada mentira de que os portugueses se mantêm por longo tempo nos empregos é logo contrariada com a afirmação de que o desemprego de longa duração continua a representar uma parcela significativa do total. Mais de 40% dos desempregados procuram trabalho há mais de um ano, sinal de que a redução global do desemprego não elimina as dificuldades de reintegração enfrentadas por uma parte considerável dos candidatos e muito menos a tal resiliência é verificada.

Por fim, falemos de resiliência no sentido sério do termo e NUNCA abordado pela análise encomendada.

Os salários dos trabalhadores portugueses em nenhum momento são referidos.

Não dizem, por exemplo, que os salários dos trabalhadores portugueses são miseráveis, não lhes permitem ter uma habitação condigna, serviços públicos que deem resposta às suas necessidades e sobrevivem com sangue, suor e lágrimas.

Falar de emprego e esquecer os salários é uma nojenta análise. Nem a um aluno do unificado seria permitida tal análise em qualquer trabalho, se a escola fosse minimamente exigente em aprendizagens.

A encomenda saiu pior que o pedido.




Por que quer o Estado voltar à REN?

A melhor resposta foi dada pelo professor universitário Pedro Santa Clara: "Comprar ações da REN para baixar o preço da eletricidade é como comprar ações da Brisa para baixar o preço dos automóveis”.

Tudo dito.

Quero lá saber se o Montenegro conversou com o Carneiro e o outro sobre o negócio. Isso não tem importância nenhuma para os portugueses, apenas para a ditosa "democracia representativa".

Nas tintas para ela.

Seria muito mais útil para TODOS os portugueses que o ministro "Kim" Morais Sarmento explicasse o negócio.

Montenegro, em apoteose, com orelhas e rabos cortados na faena da Quarteira, anunciou que o governo tinha comprado 13,7% da REN à família Ortega, fora do mercado, por um preço que não revelou. 

A fatia valia 324,7 milhões de euros ao fecho da bolsa de sexta-feira. 

Deram-se três razões: salvaguardar o interesse estratégico, participar nas decisões de investimento e baixar o preço da energia. 

Esta última para rir. Aliás, já somos de novo chacota no estrangeiro pela compra dos 13,7% da REN. Obrigado ao "Kim" e ao Montenegro.

O professor universitário Pedro Santa Clara explica de forma clara esta negociata.

Atente-se.

"A REN teve 159,8 milhões de lucro em 2025. 

Os tais 13,7% do "Kim" e do Montenegro são 21,9 milhões. 

O país consumiu 53,1 TWh. 

Se o Estado abdicasse de todo o lucro que lhe cabe e o devolvesse aos consumidores, daria 0,41 euros por MWh. 

Ou seja, uma casa com 3.500 kWh por ano poupava 1,44 euros. Doze cêntimos por mês."

Perceberam a chacota?

Mas há mais, e para pior.

O tal anunciado «bom» negócio é assim apelidado porque rende 4,5% e o Estado se financia a 3%. 

Brilhante para enganar tótós.

Na lógica das proposições, para os que estudaram, há o chamado "Princípio da Não Contradição": "uma proposição não pode ser simultaneamente verdadeira e falsa."

É só estudar.

No caso em análise, ou o dinheiro fica no Tesouro e a fatura não desce, ou desce a fatura e não é investimento nenhum.

Tão fácil de entender. 

Interesse estratégico?

Mas qual interesse? 

Já se esqueceram de que o maior acionista da REN é a State Grid da China, com 25%?

Deixem-se de tretas,

O que se comprou foi uma pequena parcela de uma família espanhola.

Mais um negócio que devia ser bem explicado e tem muitas pontas soltas, como vai acontecendo em muitas negociações que se escondem dos que as pagam: os contribuintes.




Segurança dita Social

O pensamento da liberalização da Segurança Social e de entregarem as reformas ao privado continua.
Já foi a "Luisinha" e seguiram-se todos os restantes apoiantes das companhias de seguros.
Agora, para criar mais pânico entre reformados e pensionistas, um "bruxo" da Baixa da Banheira vem fazer previsões assustadoras. 
Já tinha falhado em 2016.
Mas continua a aldrabar com uma bola de cristal da Feira dos Capotes.
A Rosarinho Palma Ramalho deve estar feliz e contente. Nem um «chicharro» lhe cabe no olho.




terça-feira, agosto 18, 2026

Transportes sem condições

 Na última publicação falei da falta de condições para um qualquer cidadão, com mobilidade reduzida, se deslocar a uma praia.

Pois agora imaginem um mini autocarro aqui pela Guarda, com exíguas condições para transportar cidadãos, ter que transportar alguém com mobilidade reduzida.

Não pode fazê-lo.

Se até o pneu sobressalente está dentro do habitáculo, como admitir uma pessoa com mobilidade reduzida a ser transportada?

Só me resta fazer queixa a quem de direito. 

Se, por um acaso, obtiver resposta, obviamente.

É que «isto» anda tudo ligado.




Filhos de um Deus menor.

Portugal é um dos muitos países do mundo que desconsidera os cidadãos com mobilidade reduzida.

Mas bandeirinhas azuis não faltam.

Idiotas.



Justiça?

 Mais um louvor para o judicial.

Atrasos, caducidade, interpretações abusivas, exercício do poder de forma arbitrária, sempre na defesa dos mais fortes.

O que esperar?

Uma dúvida me faz cogitar.

Haverá interesses para alguma ou algumas das partes?

É que, desde que li que o Direito é uma interpretação, dito por um professor do curso, fico sempre com muitas dúvidas.

Mais uma.




Culpados

Este crime horrendo é o exemplo perfeito de como as instituições não funcionam em Portugal.

Deixem-se de tretas e de passar culpas.

Se a situação financeira da família, se de família se pode chamar, era difícil, o desleixo, a falta de resposta a todos os níveis de todas as instituições é nojento.

Repito: nojento.

Tudo falhou e tudo falha em Portugal.

As mais variadas instituições dizem, para sacudir a água dos capotes onde se escondem e dormem o sono dos covardes que acompanhavam a «família».

Acompanhavam?

Como? Se aconteceu o triste desenlace.

Não mintam.

Tenham um pingo de vergonha.

A incompetência é total e ainda será pior com a formação nefasta que vão recebendo.

Bem sei que «casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão».

Ninguém da família tem razão, mas a sociedade tem toda a culpa. Pior, o sistema que sustenta a sociedade ainda tem mais culpa.

Revoltado.



Há ministro ou mistério?

Ministério Público investiga morte de ciclista durante Volta a Portugal.
Elucidativa e comprometida a explicação do senhor tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR, numa entrevista à RTP.
O senhor porta-voz revelou que o condutor se encontrava parado num acesso à EN306, enquanto decorria a passagem da prova.
De acordo com o responsável, o homem terá pedido indicações a pessoas que assistiam à corrida e que lhe disseram que os atletas já tinham passado e que podia avançar.
Face a estas declarações e perante o silêncio do Ministério da Administração Interna, o Ministério Público não podia ficar quedo.
Digo eu.
Mas já alguém ouviu o Neves sobre tanta coisa que aconteceu e está a acontecer com polícias, bombeiros e outras situações preocupantes que dizem respeito à área do «seu» ministério?
Ainda há ministro?



Os tachos são mais que muitos.

A nível nacional, mas principalmente a nível local.

Em dezembro de 2011, a administração central empregava 551.373 pessoas, contra 571.859 atualmente, uma subida de 20.486 postos de trabalho, ou 3,7%. 

Dentro da administração regional e local, o crescimento é particularmente acentuado na administração local. Os municípios e restantes entidades da administração local empregavam 124.504 trabalhadores no final de 2011 e passaram para 145.773 em junho deste ano, mais 21.269 postos de trabalho, correspondentes a um aumento de 17,1%.

O crescimento local ocorreu sobretudo nos municípios, nos serviços autónomos da administração local e nas freguesias.

Nos municípios, entraram mais 2.507 trabalhadores no espaço de um ano.

Vivam os porcos no espeto, as bejecas e o vinho!

Em sentido contrário, houve uma redução de trabalhadores nas administrações regionais dos Açores e da Madeira e nos fundos de Segurança Social.

Com um pormenor que importa não descurar e que explica o aumento desmesurado da despesa pública.

Toda a «tachada» com ordenados muito para além dos 3 000 euros.

Percebem agora a referência de Montenegro no discurso do Pontal a tais «tachadas»? 

Montenegro referiu que o aumento médio de tais vencimentos se fica a dever à qualidade e currículo dos novos contratados. 

E se falasses verdade, Montenegro?

A maioria, se não mesmo a totalidade dos tachos, foi para jovenzinhos do aparelho partidário. Não queiras iludir.

A remuneração base média subiu 5,6% e o ganho médio avançou 5,5% em termos homólogos. Mas falamos de média e não de mediana. O que, como sempre, ilude os cidadãos.

Tudo explicado.



Federico García Lorca

 Caso ainda desconheçam Federico García Lorca e perguntem por que o mataram.

Ele não morreu "por causa da guerra". Não foi uma vítima aleatória do caos. Foi preso e fuzilado por aqueles que se insurgiram contra a República.

Poeta, dramaturgo, intelectual. Defensor da cultura e de uma Espanha que não cabia naquela que os rebeldes tentavam impor.

"Serei sempre um defensor dos pobres."

Federico García Lorca

1898–1936



Os tachos são mais que muitos.

A nível nacional, mas principalmente a nível local.

Em dezembro de 2011, a administração central empregava 551.373 pessoas, contra 571.859 atualmente, uma subida de 20.486 postos de trabalho, ou 3,7%. 

Dentro da administração regional e local, o crescimento é particularmente acentuado na administração local. Os municípios e restantes entidades da administração local empregavam 124.504 trabalhadores no final de 2011 e passaram para 145.773 em junho deste ano, mais 21.269 postos de trabalho, correspondentes a um aumento de 17,1%.

O crescimento local ocorreu sobretudo nos municípios, nos serviços autónomos da administração local e nas freguesias.

Nos municípios, entraram mais 2.507 trabalhadores no espaço de um ano.

Vivam os porcos no espeto, as bejecas e o vinho!

Em sentido contrário, houve uma redução de trabalhadores nas administrações regionais dos Açores e da Madeira e nos fundos de Segurança Social.

Com um pormenor que importa não descurar e que explica o aumento desmesurado da despesa pública.

Toda a «tachada» com ordenados muito para além dos 3 000 euros.

Percebem agora a referência de Montenegro no discurso do Pontal a tais «tachadas»? 

Montenegro referiu que o aumento médio de tais vencimentos se fica a dever à qualidade e currículo dos novos contratados. 

E se falasses verdade, Montenegro?

A maioria, se não mesmo a totalidade dos tachos, foi para jovenzinhos do aparelho partidário. Não queiras iludir.

A remuneração base média subiu 5,6% e o ganho médio avançou 5,5% em termos homólogos. Mas falamos de média e não de mediana. O que, como sempre, ilude os cidadãos.

Tudo explicado.




segunda-feira, agosto 17, 2026

Verdade

“A tentativa desastrosa de Portugal de digitalizar a correção de provas escolares desencadeou a pior crise educacional do país em décadas.”

Quem o diz não é nenhum lambe-botas.

É o "The Guardian".



A ministra da Saúde não é incompetente.

Desempenha, e bem, o que o PSD de Luís Montenegro espera dela.




Desperdício

Já aqui tenho falado da necessidade de aprendermos TODOS a poupar a água, esse bem natural que, sem ele, a vida acaba.
Mas há canalha que não entende.
Pior, canalha com responsabilidades.
Regarem uma pista de saltos de bicicletas?
Não há pachorra para tanta imbecilidade.







Mais um insólito no Parque Urbano do Rio Diz.

Como se sabe, há segurança no parque.

No entanto, algumas vezes o executivo camarário desloca os seguranças ou para guardar o Pai Natal ou para assegurar espaços noutras festividades.

Hoje pela manhã não houve segurança no parque.

Nenhum segurança.

Razão?

Desconhecida.

Nenhuma informação aos munícipes, como é hábito.

Donos, reis e senhores feudais.

A falta de segurança determinou que as casas de banho ficassem fechadas e o parque infantil fechado, apenas com a entrada pelo café.

Assim se desconsideram os munícipes.

Já habituados.

Só temos o que merecemos. 










Naquilo que uns idiotas chamam de «volta a Portugal», aconteceu um acidente mortal.

Como é habitual em Portugal, a culpa morre sempre solteira.

Não basta um tenente-coronel dizer que não havia nenhum militar no local porque não era um dos locais que tinha sido priorizado na avaliação que tinha sido feita.

Tem que haver um militar em todo e qualquer local, senhor tenente-coronel?

Ainda se refere a uma sinalização. Que sinalização?

Removida?

Não basta endossar as condolências à família. É preciso que todos assumam as suas responsabilidades.

Não se escondam nas posições de figuras secundárias. 




E o genocídio é para continuar.

Ministro israelita Ben Gvir defende assassinatos seletivos de "30 a 40 pessoas por noite" em Gaza.

E a comunidade internacional cala-se.

O criminoso vai mais longe. 

Diz que: “Há pessoas ali que não merecem viver. Não deveriam viver. Nem sequer são pessoas.”

Isto é uma declaração de morte ao povo palestino.

Será assim tão difícil de perceber?

E o criminoso de direita vomita ainda mais ódio.

Disse discordar da redução dos ataques israelitas e voltou a defender a expansão dos colonatos judaicos na Faixa de Gaza. “Considero que toda a Gaza é nossa”, afirmou. 

O ministro defendeu “a maior emigração possível” de palestinianos, bem como a criação de colonatos em toda a Faixa de Gaza, acrescentando, sobre os membros do Hamas: “Para os terroristas, nada de emigração, nada, simplesmente matá-los um por um.”

Um nojo de canalha. 




Salários

Quem assistiu ao discurso de Montenegro, na Quarteira, e fomos obrigados a vê-lo e ouvi-lo, pois os canais do lixo, na sua globalidade, transmitiram-no, deve ter ficado com a certeza de que o país a que o primeiro-ministro se referiu não é, nem de longe nem de perto, Portugal.
Dizer-se que "Portugal está melhor e os portugueses também" é uma falácia de todo o tamanho.
O senhor Montenegro devia ler com mais atenção os sinais que vêm da sociedade.
Dois terços dos portugueses acham que o país está pior.
É uma sondagem, vale o que vale, tem toda a razão.
Mas, já quanto aos dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística, como instituição de reconhecido mérito, a excelência tinha obrigação de os conhecer e não devia mentir.
"Ganho de poder de compra dos salários em Portugal baixa para o pior nível dos últimos três anos".
Não fale de médias.
Todos sabemos quão falaciosa é a variável. 



Notas de insegurança

Até um posto da GNR não está a salvo de assalto e vandalismo.
Aconteceu no posto da Guarda Nacional Republicana de Rossas, localizado em Vieira do Minho.
A população refere que o sucedido surge num contexto em que o posto opera com um horário reduzido, o que tem gerado críticas sobre a falta de segurança.
Mais que evidente.
Mas, afinal, quem é o senhor que ocupa o lugar de mandante das forças policiais?
Ah! Pois o da piscina, que era tanque.
Postos da GNR com horários reduzidos, com poucos militares e sem condições é o que há mais em Portugal. 
A juntar a tudo isto, a incompetência.
Notas de rodapé? A segurança?
Deixa-te de imbecilidades.



Cá se fazem, cá se pagam.

Não quero, longe de mim, que os finlandeses venham a sofrer um décimo daquilo que os povos do norte da Europa nos obrigaram a ouvir e a sofrer durante a crise das dívidas soberanas, quando defendiam maior austeridade para os países do sul da Europa. 

É só lembrar!

Hoje a Finlândia enfrenta dificuldades para controlar as finanças públicas e recuperar o crescimento. Precisamente aquilo que exigiam aos »pigs» do sul da Europa.

A taxa de desemprego finlandesa já ultrapassa os 10% e a dívida pública aproxima-se dos 90% do PIB, praticamente ao mesmo nível da portuguesa.

O sistema capitalista vive e sobrevive destas crises; é só estudar.

Também na Finlândia se vive a crise da habitação.

As taxas de juro elevadas e a fraca confiança dos consumidores paralisaram parte do mercado imobiliário finlandês.

E agora um aviso sério também para os portugueses.

A pressão sente-se igualmente nos empregos menos qualificados.

Percebe-se a razão de sempre que pudermos falarmos na paupérrima qualificação que vai existir em Portugal. Mas isso a canalha regozija-se, acha que são notas de rodapé.

Imbecis.

A Finlândia vai fazendo o caminho dos fundos europeus, que por cá já são um hábito de empresas e governantes.

O país entrou no início deste ano no procedimento por défice excessivo da União Europeia e terá de reduzir os desequilíbrios até 2028.

Se não o conseguir, poderá enfrentar multas, suspensão de fundos europeus ou novas exigências de consolidação orçamental por parte de Bruxelas.

E as medidas do governo são as habituais.

Programas de cortes no Estado social, reformas laborais e redução dos impostos sobre o rendimento numa tentativa de estimular a atividade económica.

O costumeiro.

Só que os resultados não aparecem.

Já há cidadãos a vegetarem com pouco mais de 200 euros por mês para alimentação e despesas quotidianas.

Depois dos cortes nas ajudas à habitação, o número de pessoas sem casa aumentou quase um terço num ano.

O cenário, não muito diferente do resto da Europa, está a confirmar que a crise está a chegar.




sexta-feira, agosto 14, 2026

Genocídio

 O genocídio.

Alguém se imagina a viver ali?

Nem o pedófilo dorminhão e o assassino causador desta destruição.

E os ranhosos que calaram?




Reforma

O Alexandre, ministro da educação ou dos exames, não queria retirar o 14.º mês aos reformados?
A ministra Rosário Ramalho está a seguir o conselho.
Votem na cambada.



Agora os graúdos

Finalmente os graúdos começam a ser apanhados.

Nota-se já a mão do MAI na liderança das forças de segurança.

São sapatos, não botas da construção e muito menos produto para a droga...




Alguém duvida?

 


Polícia

"Existem dois tipos de ladrões no mundo: os pequenos ladrões, que são capturados pela polícia, e os grandes ladrões, que são protegidos pela polícia."

Bertolt Brecht, 70 anos após a sua morte, sobre a função da polícia e demais forças repressivas no sistema capitalista.




Regra secreta

A defesa do polícia que matou Odair Moniz admite possibilidade de invocar norma interna da PSP, que admite recurso a arma de fogo caso o agressor desarmado tenha “capacidades ou habilidades físicas para ofender manifestamente superiores às do elemento policial”.

Ou seja, esta norma valida os disparos contra pessoas desarmadas, desde que "possuam ou usem capacidades ou habilidades físicas superiores" às do agente e o agridam.

"Possuem ou usam capacidades ou habilidades físicas superiores às do agente?"

Como medir tais capacidades ou habilidades depois de morto?

Altura? Peso? Capacidade atlética? Domínio de habilidades de luta?

Lembrar ao casuístico que existe o Decreto-Lei n.º 457/99, que regula a utilização de armas de fogo pelas forças policiais e diz que “os agentes da função policial só podem empregar a força quando tal se afigure estritamente necessário e na medida exigida para o cumprimento do seu dever”, que o “recurso à arma de fogo só é permitido em caso de absoluta necessidade, como medida extrema, quando outros meios menos perigosos se mostrem ineficazes, e desde que proporcionado às circunstâncias” e que “o agente deve esforçar-se por reduzir ao mínimo as lesões e danos e respeitar e preservar a vida humana.”

Percebido?




O vento

A Polícia Judiciária vai mudando de opinião consoante o vento.
Ontem diziam que não dispunham de quaisquer indícios que apontassem para obras feitas na casa do diretor financeiro daquela instituição.
Eis que, face a novos testemunhos e imagens recolhidos na Charneca da Caparica, levaram a Polícia Judiciária a admitir que está disponível para avaliar elementos relacionados com alegados trabalhos realizados na residência de Álvaro Pires, diretor financeiro da Polícia Judiciária.
Testemunhos e imagens?
E desta vez não deram a conhecer tais prenúncios aos «amigos» dos canais de lixo e pasquins? Estranho, muito estranho.
E nem fretaram um avião para transportar um número elevado de inspetores, como no «passeio» à Madeira?
Demasiado perto!
É que, no momento em que se vai vivendo na instituição, não interessa impressionar, digo eu.
Dizem que há imagens de uma carrinha da Construbarcelos estacionada nas imediações da casa do dirigente, além de relatos de moradores que dizem ter visto operários, materiais de construção e atividade no local durante vários meses.
É conclusivo de alguma coisa? NADA.
Tudo depois da Polícia Judiciária e do senhor diretor financeiro, de nome Álvaro Pires, terem rejeitado a existência de obras na casa da excelência.
O que se vai lendo e ouvindo é que a Construbarcelos, ligada ao empreiteiro João Santos Carvalho, terá celebrado 17 contratos com a Polícia Judiciária, num valor global superior a dois milhões de euros.
Haverá provas?
Já se duvida de tudo para bem dos do costume, obviamente.



Negócios

A "negociata" das fragatas compradas à Itália.
Não vou seguir o argumento de um arruaceiro, longe disso.
Vou apenas questionar e cada um fará o seu julgamento, mas sempre com uma condição: sine qua non — todos, mas mesmo todos os documentos devem ser do domínio público.
Só assim haverá a tal transparência que muita canalha diz não conhecer o seu significado.
É só estudarem.
Para nós, há três grandes questões que continuam a marcar o negócio: 
- o preço final das fragatas;
- a diferença em relação ao valor pago pela Marinha italiana por navios muito semelhantes;
- e a controvérsia sobre a eventual existência de intermediários ou comissões.
Os portugueses têm o direito de conhecer as respostas sérias a estas três questões.
Mentiras, não.
Esclareçam para que os portugueses percebam com exatidão como foi feito o negócio.
Até lá, o secretismo adensa vergonhosamente o negócio.
É que gato escaldado de água fria tem medo.
E agora, como no tempo dos submarinos, de triste memória, há sempre água. 
Mau agouro.



Tenho nojo dos que se calam perante tal genocídio.



Lembrar

Fernando Alexandre defendeu o fim do pagamento do 14.º mês aos reformados?

É só para lembrar e, se quiserem, pensem na similitude com o fim da Escola Pública.

Não é difícil.

«Faça o favor, senhor ministro», diz Carlos Alberto Amorim, também do elenco do Montenegro.




Denunciar

Uma jornalista da rede ABC foi demitida por publicar um relatório que confirma o uso da fome por parte de Israel como arma em Gaza, e no tribunal o juiz emitiu uma sentença de que sua demissão foi ilegal.

No seu discurso de vitória, a jornalista disse: 

"Desde 2023 até agora, Israel usa a fome como uma arma contra os civis, e isso é um uso deliberado e intencional para matar as pessoas."

Felizmente, ainda há pessoas íntegras, responsáveis e que não se vergam a nenhum poder.

Obrigado em nome de todos aqueles e aquelas que já não te podem agradecer e dos restantes que ainda vegetam graças à quadrilha de um pedófilo, de um assassino e da canalha que os apoia.

"Onde quer que haja uma luta para que os famintos possam comer, eu estarei lá" — palavras de Tom para a sua mãe antes de fugir por ter defendido os direitos dos trabalhadores, no filme de John Ford, "As Vinhas da Ira" de Steinbeck




O pedófilo refugiou-se num camião de serviço de fornecimento de comida e bebida.

 


A fuga

A fuga do idiota pedófilo.

"Por que fugiu como um covarde e voou noutro avião, colocando em risco todos quantos o acompanhavam no 747?"

"Bem, na verdade, eu sou o herói aqui porque, ao voar noutro avião que parecia insignificante, eu estava em maior risco porque eles iam querer atingir o alvo de menor valor. Vocês deveriam estar-me agradecidos."

- Donald Trump, o maior idiota do mundo.




O botão

Não há forma de confirmar, mas parece ser verdadeiro.

O pedófilo contratou uma assistente para tocar num botão que terá na barriga para emitir um som que acorda o mostrengo.

Verdade?

As imagens parecem confirmar o sucedido.




Fracos

Isto é inadmissível em Portugal.

Um membro do governo, no caso concreto a ministra do Ambiente e Energia, teve que passar por um torniquete para entrar na praia da Galé-Fontainhas.

A ministra deveria ter contactado imediatamente as autoridades policiais para remover a barreira física de acesso à praia, mas não o fez.

Teve medo de quê? As praias são, POR LEI, espaços públicos, logo de livre acesso a todo e qualquer cidadão.

Detesto covardes que se «borram» perante poderes económicos.

Não basta dizer que a barreira física não está de acordo com o espírito de praia pública.

Qual espírito? Já quando atirais os cães e a polícia contra cidadãos que ocupam barracas e os despejais, onde fica o tal espírito? Detesto hipocrisias.

Isto é ultrajante para o povo português.

E tu Seguro, calas-te?




Ainda há gente com muita sorte. Eu não disse alguma, entenda-se.

 


Pode-se considerar que chegamos ao fim da evolução do ser humano?



Render

E os casos de «boa-vida» continuam nos governantes de Montenegro.
O último caso conhecido é o de uma secretária de estado do ensino superior, e logo do ministério do Alexandre.
A Secretária de Estado em causa, Cláudia Sarrico, declarou à Entidade para a Transparência um apartamento T2 no 16.º arrondissement de Paris, com valor patrimonial de 1,1 milhão de euros, e é proprietária de um T4 em Aveiro, com valor patrimonial de 140 435 euros, e de um T1 em Braga, avaliado patrimonialmente em 25 128 euros. Segundo a declaração à Entidade para a Transparência, recebeu em 2024 rendimentos patrimoniais dos dois imóveis no valor de 7 354 euros.
Quanto ao T2 de Paris, dizer que a secretária não divulgou se detém a casa na totalidade ou em conjunto com o marido, Julian Tice, analista da OCDE em Paris há cerca de dez anos.
Mas o que se sabe é que a Sarrico pediu e foi-lhe concedido subsídio de alojamento.
Percebeste, Rosário Ramalho?
Mas há mais, mas que não falas, Rosário Ramalho. Só falas dos pobres.
Toma nota, Rosário. 
Há quatro governantes que recebem o apoio de alojamento, apesar de terem património imobiliário na capital.
VERGONHOSO.
Eu digo-te quem são:
José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura e Mar, 
Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços;
Álvaro Castelo Branco, secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional;
Salvador Malheiro, secretário de Estado das Pescas e do Mar. 
Mas a rebaldaria ainda é maior, dona Rosário. Mas dessa não falas.
Há ministros que, para além do vencimento, benesses várias e os tais apoios à renda, ainda solicitaram subsídio de reintegração profissional e ficaram com mais 4 065 euros por mês.
Um deles é o Sarmento.
Mas destes nem pias.
Só falas dos pobres que detestas.
Será que os portugueses já deram conta de que pagam a quem tem rendimentos muito superiores aos seus? Que são chamados de acéfalos quando vos dizem que a vossa vida está a melhorar?
Lembro-me de que o primeiro presidente da República Portuguesa eleito, Manuel de Arriaga, pagava do próprio bolso a renda da casa onde morava e instalou os seus serviços, bem como o mobiliário e as deslocações com o seu próprio dinheiro. Ainda não havia palácio algum.
No tempo em que ser político era uma missão e não uma profissão. 



Cuidem-se...

O país está melhor? Só se for para a canalha de sempre.




Falsidades

Algo que vai sendo recorrente.

Uns falseiam diplomas, outros obtiveram-nos e obtêm-nos pelas formas mais capciosas.

Aprendizagens? Esqueçam.




Parabéns, Fatoumata Diallo.

A portuguesa Fatoumata Diallo conquistou a medalha de bronze nos 400 metros barreiras nos Campeonatos da Europa de atletismo, em Birmingham.

Parabéns, Fatoumata Diallo.




quarta-feira, agosto 12, 2026

Falsidades ordinárias

 Algo que vai sendo recorrente.

Uns falseiam diplomas, outros obtiveram-nos e obtêm-nos pelas formas mais capciosas.

Aprendizagens? Esqueçam.




Parabéns, Fatoumata Diallo.

 A portuguesa Fatoumata Diallo conquistou hoje a medalha de bronze nos 400 metros barreiras nos Campeonatos da Europa de atletismo, em Birmingham.

Parabéns, Fatoumata Diallo.




Nojo

 Mensagem do X, antigo Twitter:

"Depois de uma análise cuidadosa, determinamos que sua conta violou as Regras do X. Sua conta está permanentemente no modo somente leitura, o que significa que você não pode publicar, republicar nem curtir conteúdo. Você não conseguirá criar novas contas. Se você achar que entendemos isto errado, pode enviar um recurso."

Nojo.