sexta-feira, julho 24, 2026

Só falam de exames

E sobre o Neves não piais? 
O que temeis?
Xuxas até ao fim.



Guarda

Ainda hoje publiquei algo sobre o Centro Histórico da Guarda.
Agora dou-vos a conher uma foto do Afonso Dias do Centro Histórico da Guarda, em 2009.



Não há chumbos

Isto ainda é pior do que no tempo das passagens administrativas.
Desta vez não há negativas.
Tudo passou.
100% de aprovações.
O que vai dizer o PISA?



E não é apenas na faculdade. E as passagens administrativas no secundário?

 


Os originais

Sem concurso.
Os amigos são para as ocasiões.
Estes são os verdadeiros fdp (filhos do porto).



Pela boca morre o peixe.

Tanto que criticaram as passagens administrativas. 
Voltaram.
Eu bem vos disse que havia pescada do alto na rede.



Porcaria

Nem coragem para apanharem os dejetos dos cães e cadelas no pátio.
Umas porcas.
Logo de manhã o serviço.





Pensar...

 


Podia acumular o Ministério da Agricultura e ser o representante dos latifundiários.



Roubo

Estamos a atingir um nível de sobrevivência lastimável.
Quem vai conseguir sobreviver?
Só a elite.
Mas dinheiro para fragatas e festanças não falta.
Que país miserável 
GELO 0,25
RODELA DE LIMÃO 0,30 
AQUECER O LANCHE MISTO 0,25.
Quem vai sobreviver?



Perigo

À atenção de todos, pais, acompanhantes de crianças, adolescentes e idosos, que existe um poço com alguma profundidade sem qualquer proteção junto da vedação das festas.
Ter muita atenção.





Mais vandalismo

Já que falamos de vandalismo, o que dizer de uma tábua de grandes dimensões atirada para o riacho, com pouca ou nenhuma água, bem junto à vedação das "festas"?
Há muito vandalismo, mesmo muito.




Incongruências

A página do municípo da Guarda apresenta imagens de falta de civismo por parte de cidadãos no parque de merendas do Parque Urbano do Rio Diz.
Com a devida referênccia reproduzimos aqui e agora as tais fotos.
É manifesto que somos contra todo e qualquer comportamento indecoroso que prejudique o ambiente e, em epecial o natural.
Mas lembramos ao município que o Parque Urbano do Rio Diz está sem segurança desde as 19h até às 00h por ordens superiores.
O segurança que devia estar de serviço no parque foi destacado para o Centro Apostólico da Guarda, nesse intervalo de tempo.
Já aqui o referimos.
Logo escusam de se armar em anjinhos e desculparem-se apenas com o vandalismo que vai a existir no parque. A educação de certa gente não é nenhuma, todos o sabemos.
Sem segurança o vandalismo é mais suscetível de acontecer.







Assembleia Municipal da Guarda, 26 de junho 2026 - parte II

Mas achavam que eu ia perder a oportunidade de falar da Assembleia Municipal da Guarda, realizada em 26 de junho de 2026? 
Nunca.
Como os casos nacionais nojentos, produzidos pela canalha governativa, são mais que muitos, e os locais não lhe ficam atrás na bestialidade, é difícil encontrar tempo para falar de todos.
Como continuamos sem documentos da Assembleia Municipal, seguimos a linha do tempo marcada pelas intervenções.
No período destinado ao "público" houve duas intervenções que, pela sua oportunidade e acuidade, devem merecer a atenção de todos os munícipes, pelo menos dos que se preocupam com a vida cívica do concelho e não bajulam a canalha.
Uma intervenção do arquiteto Aragão e outra da enfermeira Cremilda.
Hoje falarei, para não alongar muito o texto, já sei que, se for muito longo, poucos o vão ler, sobre o que o arquiteto Aragão disse sobre o celebérrimo "Plano de Urbanização do Carboeiro".
Em próxima publicação, falarei da importante intervenção da enfermeira Cremilda. 
Dizer que tenho que felicitar o senhor arquiteto pela sua intervenção, que aqui vos deixo.
A comparação com o projeto falhado do Centro Histórico da Guarda é bem reveladora de que uma coisa são as promessas e outra são os objetivos nunca alcançados. 
A cidade da Guarda é um dos muitos exemplos nacionais de uma cidade adiada.
A intervenção do senhor arquiteto devia ter sido acompanhada por um conjunto de diapositivos que, infelizmente, por razões de incompetência técnica, não foram dados a visualizar. Ainda não sabem, ou não querem que os munícipes conheçam a real situação do concelho com a apresentação da totalidade dos documentos.
Já estamos habituados.
Lembrar que o Plano de Urbanização em causa engloba:
- Ligação Rodoviária: nova ligação viária (Variante da Ti'Jaquina) entre a rotunda dos F's no centro da cidade da Guarda e a VICEG;
- Expansão Urbana: estrutura o território atravessado pela nova estrada, promovendo a expansão de áreas urbanas contíguas aos bairros envolventes da Luz, Pinheiro, Póvoa do Mileu e Senhora dos Remédios;
- Desenvolvimento Económico: permite duplicar a área de ampliação do parque industrial e consolidar zonas de atividade económica a curto prazo.
Ora, com estes objetivos gerais definidos, muito há a dizer, principalmente quando definidos os objetivos comportamentais.
E a comparação com o que se passou com o Centro Histórico cabe na perfeição no âmbito de dois, mas há mais, condicionalismos próprios de uma cidade como a Guarda, diria mesmo em Portugal: a especulação e a corrupção.
É só estar atento ao que vai acontecendo e olhando com olhos de ver e não de bajulação.
Sobre certos aspectos, mais técnicos e não só, mas também, o arquiteto Aragão aflorou-os dentro do pouco tempo que lhe é dado pelo celebérrimo regimento da Assembleia Municipal.
Acredito que, dos que o ouviram, muito poucos perceberam a sua intervenção, ou fizeram orelhas moucas, o habitual.
Por fim, um pequeno reparo, senhor arquiteto. 
Já não há escolas industriais e comerciais, assim como não existem liceus. Há muita canalha, não é o seu caso porque é um cidadão inteligente e conhecedor, que gosta ainda de falar de liceu, como forma de elitismo. Não sabem, ou não querem entender, que essa diferenciação há muito que, felizmente, acabou.
Mas, face ao que vai acontecendo, nada é de estranhar.
Grato pela oportunidade do tema e que as suas palavras, pelo menos, abalem consciências, senhor arquiteto Aragão. 






quinta-feira, julho 23, 2026

Árvores a secarem

A poucos metros de um espaço que está a ser vedado para a "festança", as árvores morrem por falta de água.
Arre, não aprendem.
Todos os anos, no mesmo sítio, toda e qualquer árvore ali plantada seca.
Não aprendem. Calhaus com dois olhos. 






Vandalismo à espera

Acham que as barreiras irão impedir o vandalismo sobre os equipamentos?
Se os vândalos quiserem, não são as barreiras que os impedem de destruir.
Podem começar a "passar" o cheque à empresa «amiga» que já tem o material pronto.
Por que não usam o espaço do empreiteiro de Barcelos?
Amigo do amigo é amigo.




quarta-feira, julho 22, 2026

Calado

"Está tudo bem. Não se passa nada, é só boicote."
Não é Bugalho?



O do cinzeiro

E quem é o presidente da Águas de Portugal?
Esse mesmo, o Macário Correia.
Para além de outros atributos execráveis, disse a célebre frase do cinzeiro.
«Beijar uma mulher que fuma é como lamber um cinzeiro».
Decididamente a merdocracia está no topo dos poderes, todos eles.




A canalha destesta a verdade e os pobres.

 


Para pensar...

 


O canal do lixo

Hoje em dia há escassez na saúde, educação, habitação...
Mas, há uns anos atrás, o problema era outro.
Lembram-se?
E a culpa era do almirante...



Sim, quantos...

 


A natureza

Num país onde a natureza é maltratada e desconsiderada face ao ópio do povo — o desporto, o que esperar?
A 7.ª etapa daquilo a que idiotamente continuam a chamar de Volta a Portugal em bicicleta, agendada para 13 de agosto, vai atravessar o Parque Nacional da Peneda-Gerês, nomeadamente "áreas sensíveis" do parque, como a Mata da Albergaria, no concelho de Terras de Bouro, distrito de Braga. A etapa parte de Vieira do Minho, passará pela Caniçada, Rio Caldo e Vila do Gerês, subirá à Portela de Leonte pela Estrada Nacional 308-1 e atravessará depois a Mata da Albergaria, pela estrada florestal até à Portela do Homem.
Só os idiotas e acéfalos que desconhecem a região podem anuir em tal afronta ao meio ambiente. Nojentos.
A Liga para Proteção da Natureza criticou que o percurso tenha sido decidido ainda antes de ser conhecido o parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, "a quem cabe garantir o cumprimento do Regulamento desta área protegida".
Ainda segundo a Liga para Proteção da Natureza: "O enquadramento legal é claro. Nas áreas sujeitas a regimes de proteção, como é o caso da Mata da Albergaria, o Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Nacional interdita a prática de atividades desportivas motorizadas e sujeita a parecer e autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas a prática de atividades desportivas não motorizadas".
A Liga para Proteção da Natureza exige que o regulamento seja cumprido.
Alerta para certa canalha que não conhece tal regulamento e vandaliza espaços.
Um cidadão civicamente comprometido só pode estar de acordo com a Liga para Proteção da Natureza quando diz, nomeadamente, que: "Permitir que uma prova desta dimensão - com a logística que lhe está associada (...) — atravesse uma das zonas mais sensíveis do Parque Nacional comprometeria a coerência da política de conservação da natureza e fragilizaria a credibilidade das instituições responsáveis pela sua proteção".
Subscrevemos na totalidade as preocupações da Liga para Proteção da Natureza.



A Igreja que cumpra

A Associação Coração Silenciado, que representa dezenas de vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, exige que a Conferência Episcopal Portuguesa pague a totalidade dos montantes inicialmente definidos pela comissão responsável por fixar as indemnizações. 
Segundo a associação, a diferença entre os valores recomendados e aqueles que acabaram por ser aprovados pelos bispos ronda um milhão de euros, motivo pelo qual as vítimas defendem que a Igreja deve cumprir integralmente o que foi estabelecido por um organismo que ela própria criou.
Lembrar que, dos mais de 500 testemunhos recolhidos pela Comissão Independente que investigou os abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal, 95 vítimas solicitaram indemnização à Conferência Episcopal. 
Destas, 78 foram consideradas elegíveis, mas apenas 57 acabaram por receber uma compensação financeira. Paralelamente, a associação critica ainda a decisão do Dicastério para a Doutrina da Fé, no Vaticano, de arquivar 17 processos relativos a padres portugueses ainda vivos acusados de abusos sexuais, considerando esses arquivamentos injustificados.
Lá vem um peditório a caminho.
Nem duvido.



O ministro da Deloitte

Mesmo tendo em conta o caos dos exames e classificações, o ministro Alexandre insiste em novo acordo com a Deloitte no valor de 701 100 euros.
O ministério do senhor Alexandre diz que o novo contrato nada tem a ver com exames e classificações, mas sim com a gestão de projetos no âmbito da AGSE.
E perguntam vocês, e muito bem, qual o objetivo do acordo.
O ministério fala na aquisição de serviços de “PMO – Project Management Officer”, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP) para consultoria em tecnologias de informação e comunicação.
Perceberam?
Não é para perceber, é para pagar.
Eu explico. O senhor Alexandre aproveitou a falta de professores nas escolas e mandou fechar muitos serviços que eram úteis ao funcionamento do ministério.
E fundou a  AGSE, I. P. que resulta da integração total ou parcial da SGEC, DGAE, DGEstE e IgeFE. Tudo serviços úteis e necessários que quem esteve ligado ao ministério sabe e soube da sua utilidade.
Mas há, sempre houve, oportunistas de meia-tigela que, com argumentos falaciosos, vão provocando o caos e beneficiando os amigos.
Conhecem-se, evidentemente.  
A AGSE, I. P.  centraliza funções de apoio técnico, financeiro e de gestão de pessoal docente e não docente.
Ou seja, o inteligente reuniu todos os serviços do Ministério da Educação numa única entidade e vai dar de mão-beijada à amiga Deloitte a gestão de todo o serviço que antigamente era desempenhado por professores e demais funcionários.
Ou seja, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP).
Aqui chegados, estou a ouvir umas vozes de fundo a comentar: «Mas será que não há poupança (boa pança!) na ideia brilhante do ministro?»
Não, não há.
O «acordo» agora celebrado vai partilhar os dados confidenciais com empresas estranhas. Seria de todo conveniente que uma Comissão de Proteção de Dados se pronunciasse sobre o assunto.
Para já calados.
Mas há mais.
Os serviços vão utilizar as antigas instalações dos vários organismos extintos.
Brilhante, senhor ministro. Tudo é doado.
Lembrar que a AGSE já tinha recorrido anteriormente à Deloitte, a 4 de março deste ano, ou seja, quatro meses antes deste novo acordo de 701 100 euros, num outro acordo no valor aproximado de 1,5 milhão de euros, também ao abrigo do mesmo acordo-quadro da ESPAP. 
Já somaram?
Paralelamente, a Deloitte também celebrou um contrato com a EduQA, celebérrima no caos dos exames e classificações, um contrato de urgência por ajuste direto, só que o montante foi ocultado, bem como a data da assinatura do mesmo.
São as tais transparências que escondem o «Bem da Nação».
Mas que bem.



terça-feira, julho 21, 2026

Foco

Os arranjos para a "Festa da cidade" continuam.
Foi colocado um foco para iluminar os cidadãos que procurem utilizar as casas de banho exteriores.
Muito bem.
A estrutura não é fiável, assenta em blocos, e vale mais prevenir.
Mas o curioso é que os cidadãos que frequentam diariamente o parque, a maioria munícipes, têm, em alturas do ano, mormente no inverno, espaços sem luz. Há mesmo candeeiros apagados, lâmpadas fundidas, colocando em risco a segurança dos utilizadores do parque. 
E, por várias vezes aqui o referi, a casa de banho dos homens não tem luz. Aguardou-se meses e meses por uma peça que não existia na Guarda e, como tal, a casa de banho permaneceu sem luz.
Mas agora, e muito bem, já houve o cuidado de colocar um foco para iluminar as casas de banho.
Esta é a diferença entre uma festa e o cuidado e respeito pelos utilizadores diários do parque.
É esta falta de respeito do executivo camarário que revolta os cidadãos.
Haja respeito.
Já nem falo, pois os exemplos são muitos, que, para colocar o foco, foram necessários 3 (TRÊS) funcionários. Só um em cima de uma grua a colocar o foco e os outros dois em terra de braços cruzados. O funcionalismo, na sua pior faceta, é dar razão à escumalha da extrema-direita, pois de direita já eles, os mandantes, o são.
Desprestigiante, principalmente para os funcionários. Não são colaboradores, aprendam.
Não percebem, o que fazer?



Desleixo pago

E no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, quer a limpeza dos espaços, quer o cuidado em tratar das árvores; é desolador.
Mesmo com milhares de euros dos contribuintes dados a uma empresa.



Tantos e serviço péssimo

E o anedótico continua na cidade da Guarda.
Uma brigada de 5 (CINCO) funcionários camarários, facilmente identificáveis pela carrinha que os transportava, ou também será uma imitação, limpava o resguardo da paragem de autocarro.
Isso mesmo, cinco funcionários.
Limparam e colaram, por fim, uns autocolantes e umas tarjetas do serviço de transporte. 
Nada a espantar.
Com tantos funcionários admitidos, formar uma equipe de cinco funcionários para limparem e colarem autocolantes nos cobertos das paragens não deve ser difícil.
Acreditem que isto aconteceu na cidade da Guarda.
Nada me admira que, com tantos funcionários admitidos na câmara, encontrar uma cadeira vazia para se sentarem seja pior que arranjar um lugar numa praia da «linha».
Assim é fácil ganhar eleições com maioria.
Por fim, dizer que, mesmo sendo cinco funcionários, a limpeza deixou muito a desejar. Mas isso o chefe terá que inspecionar. 





O abraço

A Polícia Judiciária encontrou indícios de abuso de poder e descaminho no caso do atrelado à guarda do empreiteiro amigo de Luís Neves, ministro da Administração Interna.
Encontrou?
E depois? Morrem as vacas, ficam os bois?
Os indícios foram transmitidos ao Procurador-Geral da República, que mandou abrir um inquérito.
A quem? Ao Amadeu Guerra?
Deixa-me rir.
A essa personagem sonsa?
O folhetim acabou, podem registar.
Será a investigação do Ministério Público a confirmar se o Neves cometeu algum crime ou, alegadamente, ter ordenado a deslocação do atrelado.
Enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, o Neves terá autorizado a transferência do reboque e assinado documentos que o comprovam.
Pois. Mas o «terá» é suscetível de bóia de salvação.
E ainda há o tanque.
Oh, Amadeu, venha de lá, um abraço.
"Um abraço e um figo para o meu amigo", já dizia a minha avó.



Agiotagem

Há cinco anos consecutivos a agiotagem sempre a ganhar milhões.
Em 2025 superaram os 6,3 mil milhões de euros.
Lembrar que o Estado português tem promovido anulações ou devoluções de verbas à agiotagem, nomeadamente por meio de devoluções de impostos declarados inconstitucionais e do fecho, concluído em 2026, de uma fatura de 1,2 mil milhões de euros relativa a créditos fiscais sobre ativos por impostos diferidos.
Mas já em 2025 o Estado, a canalha que diz representar-nos, devolveu aos agiotas cerca de 200 milhões de euros referentes ao imposto adicional de solidariedade, o que resulta de a lei ter sido declarada inconstitucional.
E agora soube-se que a agiotagem continua em grande nos lucros.
Nunca te esqueças: "Quando pedes ao agiota uma chouriça, tens que lhe pagar o porco todo".
É fartar vilanagem.



Nojo

"Sinto falta do meu país, sou 100% português, mas chego aqui e já não é o meu Portugal. Isto está diferente, está muito confuso. Há falta de segurança (...) Não há liberdade de expressão na Arábia Saudita? Não, isso não há, mas é um país seguro". 
Diz um inculto que nunca estudou. Ou será que é licenciado nalguma escola daquelas que se paga a licenciatura, nas privadas, ou fez as Novas Oportunidades?
Falta-lhe segurança? Fala com o Neves. 
Quem tem um salário como o dele deve sentir-se inseguro? Inseguro é ter trabalho pago miseravelmente, não ter habitação, não ter saúde, não ter aprendizagens sérias. Mas não como a tua. Vai estudar, idiota.
Quem te guindou ao lugar que ocupas é um nojo.
Nunca me representarás, ganhes ou percas.



O manual a ser adotado nas aprendizagens cretinas do Nandinho e comparsas.

 


Engano

"A julgar pela cara, adivinhem quem acabou de gastar quase 4 mil milhões de euros?".
Alguém me pode explicar desde quando a Itália é uma potência na construção de fragatas?
A última "fragata" que me lembro da Itália foi a Cinciolina.
Que, por um acaso, até chegou ao parlamento. Mas, com muita rodagem, nem se duvida.



Neves & Neves

A opacidade do caso Neves.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.



Fatura da água na Guarda

Como é do conhecimento dos munícipes da Guarda, houve um brutal aumento na fatura da água,
O presidente da Câmara, questionado sobre o assunto, fugiu à resposta, falando apenas no aumento para os que tinham aderido ao processo da recolha dos resíduos sólidos.
Para os outros, calou.
Ora, consultando a página: https://www.ersar.pt/pt_consumidor_tarifas-dos-servicos..., (ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) compreende-se facilmente como os munícipes da Guarda são enganados.
Anote-se:
- Encargo mensal de abastecimento de água: 14,11 euros;
- Encargo mensal em saneamento: 10,99 euros;
- Encargo mensal em resíduos urbanos: 11,76 euros;
Somando os vários valores, temos o total mensal médio na Guarda: 36,86 euros.
Lembrar que o encargo mensal médio em Portugal Continental é de 34,65 euros.
Compreendido?
Eu estou totalmente informado.
Estamos a pagar o muito consumo dos que não pagam, das festanças, o porco no espeto e o muito vinho e bejecas.
Só falam de desperdícios. Quais desperdícios? Piscinas agora chamam-lhe tanques, regas de jardim e lavagem de carros que não são faturados?
Estão felizes? Continuem a votar neles.