Só cá faltava o "pastel de nata" com teorias equipáticas que geram conclusões inanis.
Diz o "pastel" que: "É importante que o país saia do seu retangulozinho".
Mas que retangulozinho???
Já se fazem pastéis de nata com a forma de um retângulo?
Álvaro Santos Pereira, a quem o Montenegro doou o lugar de Governador do Banco de Portugal, apoia as conclusões do estudo (??) do grupo de trabalho, criado pelo governo, que sugeriu a adoção de planos de pensões profissionais de adesão automática que permitem a renúncia.
Outra coisa que saísse da cloaca era para estranhar.
Sempre em sintonia.
Disse o "inane pastel" que o país deve "deixar de ideologia" e ver o que os outros países estão a fazer no que diz respeito a mecanismos para complementar o sistema de pensões.
E apresenta os exemplos da Suécia e da Dinamarca, que, nos anos 90, iniciaram uma grande reforma do sistema de pensões, de Segurança Social, para permitir que as pessoas tenham pensões melhores no final, quando acabam de trabalhar”.
Mas o "pastel" quer chamar de idiotas aos portugueses?
Os países citados têm salários comparáveis com a maioria dos portugueses? Só o teu ordenado é de 19.915 euros brutos por mês.
A maioria dos portugueses, num ano de trabalho, não ganha o que tu ganhas num mês. Já pensaste nisso?
Pois falham os neurónios, quando os há.
E o pastel continuou com afirmações próprias de um néscio.
Dizer-se, e logo um Governador do Banco de Portugal, que esses países, Suécia e Dinamarca, “apostaram em reforços de mecanismos de poupança das pessoas, para que as pessoas possam depois, independentemente do seu perfil de risco”, complementar o sistema de pensões público, com algo que possa aumentar as suas poupanças.
Mas quantos portugueses conseguem poupar o que quer que seja com os miseráveis ordenados que auferem?
Deixa de ser ridículo.
É que nem para comprar ações da Galp e da Jerónimo Martins os ordenados da maioria dos portugueses permitem.
Mas tu, com os mais de 19 000 euros mensais, já o consegues fazer, mesmo ilegalmente.
Mas, para alguém como tu, e outros que tais, que desconhecem o princípio basilar da previdência social, que se traduz na solidariedade, que se desdobra em pilares essenciais como a contributividade e a compulsoriedade para garantir o equilíbrio financeiro e a proteção coletiva entre todos os cidadãos, é difícil de perceber.
Muita areia para a «galera».
