Já se falou no emprego que aumentou em Portugal, mas, em contrapartida, os salários vão sendo cada vez menores. É a tal riqueza que a canalha tanto falava para haver distribuição.
Nojentos.
Montenegro, no Pontal, para enganar incautos, disse que o número dos que ganham 3 000 ou mais duplicou desde que é Primeiro-Ministro. São 125 mil os mais abonados, valor mais alto dos registos do Instituto Nacional de Estatística, embora pesem só 3% do total.
A «corrida» aos lugares de topo, principalmente no setor público, é por mais evidente.
Mas não há concursos, ou, se os há, aparecem sempre as «beneméritas» entrevistas que tudo resolvem.
A Bem da Nação.
O salário médio líquido dos tais abonados, que são políticos, muitos das «juventudes partidárias» e gestores, subiu mais de 17%.
Logo, o tal grupo, em que os salários mais sobem, mereceu rasgados elogios de competência por parte de Montenegro.
Como seria de esperar.
