Ministro israelita Ben Gvir defende assassinatos seletivos de "30 a 40 pessoas por noite" em Gaza.
E a comunidade internacional cala-se.
O criminoso vai mais longe.
Diz que: “Há pessoas ali que não merecem viver. Não deveriam viver. Nem sequer são pessoas.”
Isto é uma declaração de morte ao povo palestino.
Será assim tão difícil de perceber?
E o criminoso de direita vomita ainda mais ódio.
Disse discordar da redução dos ataques israelitas e voltou a defender a expansão dos colonatos judaicos na Faixa de Gaza. “Considero que toda a Gaza é nossa”, afirmou.
O ministro defendeu “a maior emigração possível” de palestinianos, bem como a criação de colonatos em toda a Faixa de Gaza, acrescentando, sobre os membros do Hamas: “Para os terroristas, nada de emigração, nada, simplesmente matá-los um por um.”
Um nojo de canalha.
