terça-feira, fevereiro 03, 2026

Não podemos ignorar.

Vemos, ouvimos e lemos, temos de denunciar.



Revoltante.

Mas onde formam tais educadoras? Que de educadoras nada têm.
E um ministério só quer os sumários?
E a Porto Editora patrocina tais barbaridades. Para mim, acabou a Porto Editora.
Quem se pode admirar da ascensão do partido fascista em Portugal?



Bem explicado. Só não entende quem não quer.

 


Um crápula

Como pode um ser repugnante querer ditar ordens morais a quem quer que seja?
Nem aos irracionais, pois eles nunca admitiriam um imbecil a dirigi-los.



LUTA DE CLASSES.

Será que a canalha hipócrita e repugnante ainda tem a ousadia covarde de chamar os trabalhadores de «colaboradores»? Canalha, aprendei que ainda há LUTA DE CLASSES.



Aprender.

Foucault — O Pensador do Poder Invisível



O Ventura e a religião.

Mais uma de entre muitas aldrabices para enganar incautos.



Chamem-lhe o que quiserem.

A lei permite e os "espertalhões" aproveitam.
Com apenas a campa da ex-mulher, um terreno inteiro, para a prática de golfe, está livre de impostos. Mais uma "trumpice". Outra Karma do ditador. É o dito e propagandeado "sonho americano"! Sonho eterno.



Bênçãos e beija-mão

A reincidência, 6.ª vez, e a obsessão beata não são dignas do Presidente da República de um país laico, são a vergonha de um beato que deixou o País de rastos para ir pôr-se de joelhos à custa do erário. Ida ao beija-mão. Deve ter ido pedir bênçãos para a nova faceta de professor nos Estados Unidos da América do Norte.
A bênção especial, para o país em tragédia e para os dólares que vai ganhar lá para a terra comandada pelo Trump, cuja eficácia se ignora, podia ter vindo por email ou por outra qualquer forma de rede social.
Um inútil.
Goza com a parvalheira.
Foi esta aprendizagem que vos deram nas escolas? Comer e calar? NUNCA CALAREI.



Isto é próprio de imbecis.

As populações desesperadas morrem por acidentes ao tentarem arranjar telhados, a fazer os impossíveis para terem um teto para se abrigarem, e um ministro, louco, idiota, monta um cenário fictício para tirar fotografias e fazer de conta para canais de lixo.
Isto é ridículo. Isto é um gozo às populações. Votem neles, que é o que eles querem. Governarem-se bem e tratarem-vos abaixo de seres irracionais, de animais de carga. E tu, inútil, vais ao beija-mão ao Vaticano. Para quê? O que tem isso a ver com a tragédia? Diz ao santuário de Fátima que disponibilize materiais para ajudar os necessitados. Dou uma sugestão aos de Fátima. Um ano dos rendimentos do santuário seja doado às populações. Têm essa coragem? Este ministro e todo o governo, já que não podem ser demitidos, a coberto de leis asininas, pelo menos deviam ser criticados com frontalidade por um inútil. Não o é por covardia. Mais uma viagem, esta com beija-mão. És um inútil. O pior presidente que já tivemos. O que se segue não será melhor. É o que temos e o que merecemos. Não me calo nem nunca me calarei.



O fim da Escola Pública.

Professores passam a ser contratados.
Tão difícil de perceber? O fim da Escola Pública.



“A sociedade do cansaço”

Em 24/10/25, em Oviedo, Espanha, Byung-Chul Han, autor da excepcional obra “A sociedade do cansaço”, foi agraciado com o prémio "Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades".
Byung-Chul Han lembrou que o seu trabalho procura questionar a ilusão de liberdade que promove um sistema ineficaz, injusto e exaurido que é incompatível com a sustentabilidade e a felicidade. O filósofo criticou duramente o sistema, que nos oferece uma liberdade fictícia baseada na autoexploração, sob o olhar atento de um grande grupo de representantes e ferramentas indispensáveis ​​desse mesmo sistema neoliberal. Atente-se no incómodo que causou à elite que engoliu em seco.



Mentalidade à Ronaldo?

No Natal, o Luís queria um Portugal com “mentalidade de Cristiano Ronaldo”.
Mentalidade? Qual mentalidade? Cristiano Ronaldo em greve! Alguém já viu se o Luís está bem? Isto deve ser devastador para ele, ainda por cima uma greve com 100% de adesão. Deixem o Luís «trabalhar».



Filosofia e ciência

Esta obra de Rafael é uma aula de filosofia ao vivo.
No centro da pintura, Sócrates e Aristóteles. Heráclito, o filósofo da mudança, do fluxo constante, aparece parado, isolado, pesado, quase imóvel. Parmênides, que defendia a imobilidade do ser, está em movimento. Rafael coloca lado a lado o que pode ser medido e o que só pode ser contemplado. Ciência e filosofia dividindo o mesmo espaço. Os rostos criam um diálogo silencioso entre épocas. Platão tem o rosto de Leonardo da Vinci. Heráclito lembra Michelangelo. Rafael mistura a Antiguidade com os grandes nomes do seu próprio tempo, como se dissesse: os génios não pertencem a uma era só. Eles conversam entre si, mesmo separados por séculos. Lembrar que Newton usou a metáfora de Bernardo de Chartres: "Se pude ver mais longe, foi porque me apoiei em ombros de gigantes". O que significa que o progresso científico e o conhecimento atual são construídos sobre descobertas e saberes de antepassados, os tais «gigantes».