domingo, março 29, 2026

Genocídio

Os assassinos de Israel continuam o genocídio em Gaza.
Mais 700 mortos.
Cruéis assassinos.



BTT e a destruição do parque - parte VI


E, por fim, a tal «cerejinha» no cimo do bolo: pastel de nata.
Como o espaço é público e para evitarem mais problemas, colocaram cartazes de «trânsito condicionado».
Trânsito condicionado para quem?
Os utilizadores do parque? O espaço, por muito que vos custe admitir, é PÚBLICO.
É que, se o trânsito fosse vedado, mesmo aos utilizadores, onde estaria o policiamento? Não havia.
Mesmo assim, ainda houve viaturas dentro do parque.
Cuidado, já houve problemas noutras alturas.
Se bem que os poderes instalados querem calar a situação.



BTT e a destruição do parque - parte V

E as «escolas», desde Loulé até Alpiarça e muitas mais, fizeram-se representar com as habituais tendas. Mais e mais combustível gasto.
Paga contribuinte.




BTT e a destruição do parque - parte IV

Para além dos altos patrocínios da Câmara Municipal da Guarda, também a Federação de Ciclismo marcou presença.
Ao preço a que estão os combustíveis, as deslocações não devem ter sido baratas. Paga contribuinte.




BTT e a destruição do parque - parte III

Até fizeram a instalação de um insuflável. Sem utilidade nenhuma. Os espectadores foram em número reduzido e os participantes mais interessados em darem «voltas» ao circuito e terrenos adjacentes.






BTT e a destruição do parque - parte II

Nos dias anteriores, lavraram relvados do parque, colocaram fitinhas, marcaram o percurso com varapaus e, imagine-se, arranjaram a máquina para lavar bicicletas.
Tudo feito com funcionários da Câmara Municipal da Guarda, transportados em viaturas do município. Ao preço que está o combustível, o custo deve ter ficado a bom preço. O contribuinte que pague. Dias sucessivos em que os trabalhadores camarários foram destacados para a montagem do espetáculo. Destruição do parque. Não fizeram falta noutros serviços? São muitos, claro...







BTT e a destruição do parque - parte I

E a destruição do Parque Urbano do Rio Diz na Guarda avança a um ritmo superior à velocidade da luz.
Ontem teve lugar, sem público, mas com direito a refeições e a uma merenda com produtos regionais, entre eles pão com chouriço e um pastel de nata, o internacional pastel promovido por um Santos, Álvaro, de nome, uma prova de BTT no Parque Urbano do Rio Diz.



Liberdade?

Isto é liberdade de expressão? Não se pode manifestar contra os roubos de petróleo que um pedófilo ditador está a cometer no mundo? Não se pode manifestar contra o genocídio em Gaza? Grande liberdade de expressão. Podeis limpar os chispes ao pedófilo.



Vandalismo

Alguém, dos idiotas, me explica como se pode proibir, e muito bem, que cães e cadelas circulem pelo parque infantil do Parque Urbano do Rio Diz e, no entanto, deixar circular bicicletas no mesmo espaço?
E, não satisfeitos em circularem LIVREMENTE com as bicicletas, ainda utilizam aparelhos que não são para a idade dos anormais e, para além da sua utilização, vandalizam-nos. Atente-se que um idoso que acompanhava uma criança teve que deixar os anormais fazerem os estragos que quiseram e esperar que eles abandonassem o local para usarem os baloiços. O parque infantil está cada vez mais destruído, vandalizado por idiotas. Não há segurança nenhuma. Há dias, um funcionário camarário deslocou-se em viatura paga pelos contribuintes ao parque para «supostamente» eliminar os mosquitos que vão existir, em especial no parque infantil. Trabalho inglório. Não só não desapareceram os mosquitos como ainda aumentaram. Parabéns, idiotas. Podeis continuar a iludir papalvos.










sábado, março 28, 2026

Saiam da caverna

 


A Páscoa na Guarda II - turismo religioso

E as farsas continuam em tempo de Páscoa cá pela Guarda.
Alguém imagina um presidente de câmara, de um estado laico, deslocar-se à capital do reino e apresentar cumprimentos ao novo núncio apostólico? Pois foi o que fez o presidente da câmara da Guarda. O autarca deslocou-se à capital para dar as boas-vindas ao novo representante diplomático da Igreja Católica Apostólica Romana no "reino" de Portugal. Negócios? Houve entrega de ofertas institucionais(???) sem que o povo tivesse conhecimento delas. Mais cobertores de "papa"? Os originais ou imitações. Consta-se que foi falado do andamento das obras para a instalação do órgão de tubos na Sé. Consta-se, pois, que nada de oficial ou oficioso foi comunicado à plebe. A plebe só tem de pagar. O outro foi a Roma, este ficou-se pela capital e a plebe que pague as mordomias e beija-mãos.



A Páscoa na Guarda I - turismo religioso

Em época de Páscoa, as notícias cá pelo burgo anunciam-se ao ritmo do "Senhor dos Passos" — a compasso.
As ditas imagens da "Via Sacra" têm por presidi-las o capelão-mor. O Abade, Carlos de nome próprio, secretário do Turismo do reino, anunciou que vai haver publicação em todas as igrejas do "arrendamento" do morto Hotel Turismo da Guarda. A ressurreição — a Páscoa. Arrendamento, que, segundo o Abade, será por 50 anos, com possibilidade de venda a partir do 4.º ano de arrendamento. A Via Sacra só será dada por terminada depois da publicação, da ceia e do beijo traidor. Foi anunciada para uma segunda-feira, depois passou para uma sexta-feira e agora anuncia-se para uma quarta-feira de que ano? É só feira de vaidades e sermões à medida e a gosto. Quanto aos pormenores das exéquias e da ressurreição, nem uma oração, mesmo em latim.



quarta-feira, março 25, 2026

Onde o poder se torna corrupção.

 


Suicidios.

Em tempos do franquismo, em Espanha, prendiam-se crianças inocentes que acabavam por se suicidarem.