segunda-feira, agosto 10, 2026

Quantos casos?

E o caso do aluno de Viseu ainda está por resolver.

Pior, muito pior, o Ministério da Educação e o EduQa NÃO ENVIARAM AO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO DE VISEU os documentos solicitados pelo tribunal.

Imagine-se um qualquer cidadão a não responder a um pedido de um tribunal.

IMAGINE-SE!

Como se sabe, o aluno em causa não teve acesso a toda a prova de português, quando reclamou da classificação, como é DEVIDO por lei.

Enviaram aos pais do aluno PDF's que, segundo o aluno e os pais, não correspondem à prova do aluno.

Num despacho emitido esta segunda-feira, o tribunal dá agora 24 horas às duas entidades para o envio desses documentos: os ficheiros informáticos, a pen, os registos técnicos e os suportes originais do exame.

O tribunal considera que o PDF enviado aos pais no dia 4 de agosto, com as partes da prova que estavam desaparecidas, não cumpre o que foi pedido.

Os pais insistem que esse documento tem irregularidades graves.

Lembrar que a primeira decisão judicial foi tomada no dia 31 de julho.

Já estamos a 10 de agosto de 2026.

O tribunal multa o Ministério da Educação e o EduQa em 100 euros por cada dia de atraso, a contar desde o dia 3 de agosto.

Quem paga?

O ministro, do bolso dele, e os responsáveis do QduQa?

Onde está a prova completa do aluno?

Quantos casos como este não existirão?

Acrescentar que, para "amenizar" o clima, o ministério autorizou o aluno a concorrer ao acesso ao ensino superior.

Agora também se concorre por decreto?

Neste país já vi de tudo.

Até um porco a andar de bicicleta e javalis na praia. 

Seguro não está na hora?




Negócios

 Droga por mar, por terra, por ar… 

Somos um verdadeiro centro comercial.

Alguém nas polícias andou a dormir nos últimos anos.

Os lambe-botas elevam-no à enésima potência. Cretinos.




Vómito de uma nazista.

 


A frase do ano.

 «Os "liberais" partilham TODOS uma mesma característica: 

"Odeiam pagar impostos, mas adoram viver à conta dos impostos dos outros"...».





Para ti, canalha insolente. Sim, para ti.

 


Mascarilhas

A primeira perdeu os professores e ganhou a opinião pública; o segundo conseguiu perder todos!

Jogo de máscaras.

No final, quem perde é sempre a Escola Pública.




Bagunça

E a bagunça dos exames e reapreciações, no 12.º ano, continua.

Algumas escolas do país ainda não afixaram os resultados dos pedidos de reapreciação das notas dos exames, apesar de esses resultados já terem "chegado" em vários casos aos estabelecimentos de ensino.

Quer dizer "chegaram", mas com erros técnicos.

E pagamos milhões a uma empresa para fazer tal serviço?

Idiotas.

Os erros técnicos devem-se à falha do algoritmo.

Os pais continuam a apontar incorreções sem solução credível.

E o mais imbecil de todo o caos é o Ministério da Educação ter afirmado que apenas um “número residual” de reapreciações continuava por enviar às escolas.

Residual???

Ficai a saber que, fosse apenas e tão somente um único caso, já era muito grave.

Próprio de um país do oitavo mundo.

Ninguém duvide, estamos na presença do pior governo que alguma vez foi executivo. 

Uma quadrilha.




domingo, agosto 09, 2026

Transparência?

 A Entidade da Transparência fez o obséquio de dar a conhecer aos cidadãos alguns, poucos, dados da elite governativa.

Apenas do poder executivo e basta-vos.

Dos 60 ministros e secretários de Estado que fazem parte do executivo, «apenas» 18 informaram à tal entidade ter participações diretas ou indiretas em empresas.

Quais são as percentagens nas participações? Isso é segredo, não tendes direito a saber.

Bem, o outro justificou dizendo que é por «segurança»!

Segurança de quem? Do quê?

Entendido.

Isto é democracia?

Não, isto é fingir que há transparência.

Lembrar que a Entidade da Transparência apenas verificou 883 declarações (cerca de 10%) até abril de 2026, deixando por fiscalizar perto de 90% dos documentos entregues por titulares de cargos políticos entre 2024 e 2025.

Brilhante.

Isto chama-se o quê? 

Guardar a sete chaves o aumento do pecúlio da elite.

Entendido.

Mas, se houvesse ou se quisessem ser transparentes, deviam permitir a qualquer cidadão consultar as declarações apresentadas pela elite governativa, toda ela. 

Até porque, dessa forma, haveria muitas mais declarações escrutinadas.

Isso interessava? Claro que não.

Tá quieta, abelha, pois, como gostas de mel, as moscas deixariam de saborear a merda.




sábado, agosto 08, 2026

Mais uma...

Ficou por cumprir mais uma promessa do ministro Fernando Alexandre, o da educação ou da falta dela.

Há escolas sem pautas afixadas e alunos à espera das reapreciações. 

O processo não ficou fechado na sexta-feira como estava previsto. Vários agrupamentos receberam os dados com atraso e erros. 

O ministro da Educação tinha garantido que as pautas seriam todas afixadas na sexta-feira.

E houve logo lambe-cus a gritarem hossanas, que desta vez a «coisa» tinha corrido bem.

Aldrabões.

Ide lamber a excelência; o vosso tacho está a precisar de arroz.




Vandalismo

 E o vandalismo continua no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda.

Agora foi uma mesa para a prática do teqball.

Vândalos, pois claro.

Aproveitam-se do facto de o parque estar sem segurança para destruírem tudo.






Aluguer de espaço?

 A "festa da cidade", falamos da Guarda, terminou há uma semana.

Pois o palco e uma carrinha de venda de produtos continuam no espaço.

Pagam renda?

Nunca se sabe...

Até quando?

Nova festança à vista?








O ridículo acontece em Portugal.

Alguém no seu perfeito juízo admite que um ministro, neste caso a ministra da Justiça, audite um colega do próprio governo?

Só em Portugal.

Auditar em causa própria.

Deixem de enganar os portugueses.

Luís Neves sabe que tem poder, muito poder.

"Daqui não saio, daqui ninguém me tira"!

Sabe, inclusive, que pode mandar para o lixo muita da corja.

E, assim sendo, tremem as pernas e a voz aos comprometidos.

Todos eles.

Uns piam de mansinho e outros gritam alto e bom som: "agarrem-me que me vou a ele", só para impressionar.

O ministro vai continuar e ser agraciado com todos os louvores que se possam imaginar, até o da coleira da raça.




A revolta é enorme.

Ouvir uma elite escabrosa, ranhosa dizer que os portugueses estão a viver melhor é ultrajante.

Mentirosos.

Esta reportagem dos deserdados da sociedade, a recolher garrafas e latas para depositar no sistema Volta e encher um pouco a carteira, é sinónimo de que a vida dos portugueses está a piorar dia após dia.

Ao ler a notícia, ocorreu-me uma imagem que não esqueço.

No Parque Urbano do Rio Diz, de manhã bem cedo, após a noitada da festa, um cidadão abria os contentores à procura de latas e garrafas.

Aqui na Guarda, note-se.

Uns míseros 10 cêntimos que ajudam os deserdados, os "ninguém" desta vida.

Na reportagem diz-se que “agora anda muita gente a apanhar. As raparigas da faxina vão ao lixo, tiram as garrafas, os seguranças, até os varredores de rua já andam com dois sacos, um só para as garrafas. Está tudo a aderir. Isto é um suplemento muito grande para a vida das pessoas”.

Tal modo é um suplemento ao qual, em algumas cidades, já há muito cidadão a recorrer ao expediente.

Estamos melhor?

Quem?

Tu mais a laia parasitária?

Pois, com toda a certeza.

E a agiotagem "ganhou" mais de meio milhão de euros por hora nos primeiros 6 meses do ano.

E ainda lhes perdoam dívidas.

Gatunagem.

Revolto-me. 

Não me calo, nem me calarei. 




sexta-feira, agosto 07, 2026