terça-feira, julho 21, 2026

Foco

Os arranjos para a "Festa da cidade" continuam.
Foi colocado um foco para iluminar os cidadãos que procurem utilizar as casas de banho exteriores.
Muito bem.
A estrutura não é fiável, assenta em blocos, e vale mais prevenir.
Mas o curioso é que os cidadãos que frequentam diariamente o parque, a maioria munícipes, têm, em alturas do ano, mormente no inverno, espaços sem luz. Há mesmo candeeiros apagados, lâmpadas fundidas, colocando em risco a segurança dos utilizadores do parque. 
E, por várias vezes aqui o referi, a casa de banho dos homens não tem luz. Aguardou-se meses e meses por uma peça que não existia na Guarda e, como tal, a casa de banho permaneceu sem luz.
Mas agora, e muito bem, já houve o cuidado de colocar um foco para iluminar as casas de banho.
Esta é a diferença entre uma festa e o cuidado e respeito pelos utilizadores diários do parque.
É esta falta de respeito do executivo camarário que revolta os cidadãos.
Haja respeito.
Já nem falo, pois os exemplos são muitos, que, para colocar o foco, foram necessários 3 (TRÊS) funcionários. Só um em cima de uma grua a colocar o foco e os outros dois em terra de braços cruzados. O funcionalismo, na sua pior faceta, é dar razão à escumalha da extrema-direita, pois de direita já eles, os mandantes, o são.
Desprestigiante, principalmente para os funcionários. Não são colaboradores, aprendam.
Não percebem, o que fazer?



Desleixo pago

E no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, quer a limpeza dos espaços, quer o cuidado em tratar das árvores; é desolador.
Mesmo com milhares de euros dos contribuintes dados a uma empresa.



Tantos e serviço péssimo

E o anedótico continua na cidade da Guarda.
Uma brigada de 5 (CINCO) funcionários camarários, facilmente identificáveis pela carrinha que os transportava, ou também será uma imitação, limpava o resguardo da paragem de autocarro.
Isso mesmo, cinco funcionários.
Limparam e colaram, por fim, uns autocolantes e umas tarjetas do serviço de transporte. 
Nada a espantar.
Com tantos funcionários admitidos, formar uma equipe de cinco funcionários para limparem e colarem autocolantes nos cobertos das paragens não deve ser difícil.
Acreditem que isto aconteceu na cidade da Guarda.
Nada me admira que, com tantos funcionários admitidos na câmara, encontrar uma cadeira vazia para se sentarem seja pior que arranjar um lugar numa praia da «linha».
Assim é fácil ganhar eleições com maioria.
Por fim, dizer que, mesmo sendo cinco funcionários, a limpeza deixou muito a desejar. Mas isso o chefe terá que inspecionar. 





O abraço

A Polícia Judiciária encontrou indícios de abuso de poder e descaminho no caso do atrelado à guarda do empreiteiro amigo de Luís Neves, ministro da Administração Interna.
Encontrou?
E depois? Morrem as vacas, ficam os bois?
Os indícios foram transmitidos ao Procurador-Geral da República, que mandou abrir um inquérito.
A quem? Ao Amadeu Guerra?
Deixa-me rir.
A essa personagem sonsa?
O folhetim acabou, podem registar.
Será a investigação do Ministério Público a confirmar se o Neves cometeu algum crime ou, alegadamente, ter ordenado a deslocação do atrelado.
Enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária, o Neves terá autorizado a transferência do reboque e assinado documentos que o comprovam.
Pois. Mas o «terá» é suscetível de bóia de salvação.
E ainda há o tanque.
Oh, Amadeu, venha de lá, um abraço.
"Um abraço e um figo para o meu amigo", já dizia a minha avó.



Agiotagem

Há cinco anos consecutivos a agiotagem sempre a ganhar milhões.
Em 2025 superaram os 6,3 mil milhões de euros.
Lembrar que o Estado português tem promovido anulações ou devoluções de verbas à agiotagem, nomeadamente por meio de devoluções de impostos declarados inconstitucionais e do fecho, concluído em 2026, de uma fatura de 1,2 mil milhões de euros relativa a créditos fiscais sobre ativos por impostos diferidos.
Mas já em 2025 o Estado, a canalha que diz representar-nos, devolveu aos agiotas cerca de 200 milhões de euros referentes ao imposto adicional de solidariedade, o que resulta de a lei ter sido declarada inconstitucional.
E agora soube-se que a agiotagem continua em grande nos lucros.
Nunca te esqueças: "Quando pedes ao agiota uma chouriça, tens que lhe pagar o porco todo".
É fartar vilanagem.



Nojo

"Sinto falta do meu país, sou 100% português, mas chego aqui e já não é o meu Portugal. Isto está diferente, está muito confuso. Há falta de segurança (...) Não há liberdade de expressão na Arábia Saudita? Não, isso não há, mas é um país seguro". 
Diz um inculto que nunca estudou. Ou será que é licenciado nalguma escola daquelas que se paga a licenciatura, nas privadas, ou fez as Novas Oportunidades?
Falta-lhe segurança? Fala com o Neves. 
Quem tem um salário como o dele deve sentir-se inseguro? Inseguro é ter trabalho pago miseravelmente, não ter habitação, não ter saúde, não ter aprendizagens sérias. Mas não como a tua. Vai estudar, idiota.
Quem te guindou ao lugar que ocupas é um nojo.
Nunca me representarás, ganhes ou percas.



O manual a ser adotado nas aprendizagens cretinas do Nandinho e comparsas.

 


Engano

"A julgar pela cara, adivinhem quem acabou de gastar quase 4 mil milhões de euros?".
Alguém me pode explicar desde quando a Itália é uma potência na construção de fragatas?
A última "fragata" que me lembro da Itália foi a Cinciolina.
Que, por um acaso, até chegou ao parlamento. Mas, com muita rodagem, nem se duvida.



Neves & Neves

A opacidade do caso Neves.
Muitos especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária aos contratos celebrados com o empreiteiro de Barcelos, João Carvalho.
A Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da Polícia Judiciária na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.
Confidencialidade? Segredo de Estado?
Uma questão que, a nosso ver, devia levantar suspeitas.
Por que razão só aparecem no portal Base as obras no edifício da polícia judiciária da Guarda?
Isco?
Lembrar que, no dia em que uma brigada da Polícia Judiciária ia iniciar buscas na Câmara da Guarda, deu-se o fenómeno, até agora misterioso, pois não fomos, munícipes, informados da sua causa, o famoso «apagão informático».
Coincidências?
E quem mandou calar o executivo camarário quando quiseram, se é que quiseram, anunciar as causas do apagão?
É que não acredito em bruxas, mas que as há, há!
Silêncios perigosos e suspeitos, próprios de bruxaria.



Fatura da água na Guarda

Como é do conhecimento dos munícipes da Guarda, houve um brutal aumento na fatura da água,
O presidente da Câmara, questionado sobre o assunto, fugiu à resposta, falando apenas no aumento para os que tinham aderido ao processo da recolha dos resíduos sólidos.
Para os outros, calou.
Ora, consultando a página: https://www.ersar.pt/pt_consumidor_tarifas-dos-servicos..., (ERSAR - Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) compreende-se facilmente como os munícipes da Guarda são enganados.
Anote-se:
- Encargo mensal de abastecimento de água: 14,11 euros;
- Encargo mensal em saneamento: 10,99 euros;
- Encargo mensal em resíduos urbanos: 11,76 euros;
Somando os vários valores, temos o total mensal médio na Guarda: 36,86 euros.
Lembrar que o encargo mensal médio em Portugal Continental é de 34,65 euros.
Compreendido?
Eu estou totalmente informado.
Estamos a pagar o muito consumo dos que não pagam, das festanças, o porco no espeto e o muito vinho e bejecas.
Só falam de desperdícios. Quais desperdícios? Piscinas agora chamam-lhe tanques, regas de jardim e lavagem de carros que não são faturados?
Estão felizes? Continuem a votar neles.



segunda-feira, julho 20, 2026

Melhor

A melhor foto dedicada às crianças de Gaza-Palestina, vítimas da guerra promovida pelos EUA e Israel.
Mesmo nas fuças do pedófilo e dos que o bajulam.



Crime

Já o referimos, configura-se um crime o que está a acontecer com os exames e, consequentemente, o acesso ao ensino superior.
A confirmação chegou.
"João Massano admite ao Expresso motivos para pedidos de indemnizações e até providências cautelares para travar o calendário de acesso ao Superior.
A Ordem dos Advogados “está disponível” para dar informação jurídica aos cidadãos."



Medo

A ministra do Ambiente e o presidente da Associação Portuguesa do Ambiente (APA) cancelaram à última hora a sua presença na apresentação de uma campanha de separação de lixo em Évora devido a um protesto civil. 
Já se resguardam da revolta popular. Quem tem cu, tem medo. Seguro o que esperas? Chá e scones?



Ainda cá faltava este.