quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Fim de linha para o SNS

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E o Serviço Nacional de Saúde continua a definhar-se. Agora são os hospitais do norte, mas podiam muito bem ser todos os hospitais do país. 
Listas de espera, cidadãos sem médico, consultas adiadas, exames sem realização, pois muitas instituições recusam-se a fazê-lo, falta de pagamento, e ainda a falta de medicamentos, os orçamentos dos hospitais há muito que entraram em colapso. 
O país em completa degradação.
 

 

E a justiça portuguesa no seu pior...

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Pena suspensa e de regresso? Muito bem! Sirvam-se à vontade, o jantar está servido, é só atacar!
 

 

Idiotas

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E o ridículo acontece em Portugal com muitos cretinos armados em espertalhões. 
Há muitos! 
Os pasquins e os canais do lixo atiram aos cidadãos uma preciosidade. 
Dizem que um "falso" espião do SIS "roubou" "segredos da NATO" para os vender aos russos. 
O "idiota" foi à embaixada da Rússia, tentar vender os documentos. Ahahahah! 
Contudo, os russos podem ser tudo o que a quadrilha quiser que sejam, mas não são burros. Logo perceberam a burla que estava engendrada. E recusaram tal papel higiénico e denunciaram o caso às autoridades. Curiosamente, ou talvez não, a Polícia Judiciária diz-se enganada e ainda lhe deu o estatuto de "infiltrado". Ahahahah! 
Nunca me ri tanto, acreditem. 
A judiciária revelou o que é e como é formada, ou composta, e dirigida. 
Imagine-se o que seria por todo o mundo a imagem da Polícia Judiciária portuguesa anunciada, proclamada, quiçá recebida pelo Trump, pelos idiotas de Bruxelas por enganar os russos. A imagem da Polícia Judiciária portuguesa limpa, com sabão azul, e elevada à enésima potência do sucesso. Ahahahah! 
Enganar os russos? Eles sabem mais a dormir do que vós acordados. 
Acrescentar que "espião" também se dedicava a roubar malas em aeroportos e hotéis. 
Já li e ouvi tal coisa relativamente a um deputado do "Bentas". 
Será o mesmo idiota? 
Dizem que o "espião" está "preso" em Monsanto. 
Não foi para Évora? 
Preso? Ahahahah!
 

 

Quadrilheiro

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Os puritanos da lixeira continuam iguais ao que sempre foram, hipócritas. 
Lembrar que este «sujeitinho» é o mesmo "quadrilheiro" que deu emprego à amante, pago com o nosso dinheiro. 
Só para lembrar. 
«Moedinhas» escolheste muito bem, como sempre. 
"Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és", ditado popular.
 

 

Mão na consciência

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Exige-se que o governo «meta a mão na consciência» e assuma igualmente as culpas de todo um sistema que falhou, nomeadamente a proteção civil.
Que os cidadãos de TODAS as regiões, das regiões afetadas, recebam todo o tipo de meios para poderem voltar ao tempo antes das tempestades.
Que as infraestruturas, todas elas, E-REDES, BRISA, Telecomunicações, Infraestruturas de Portugal sejam responsabilizadas pelas trágicas consequências da sua inércia e inépcia.
Que se avalie o trabalho dos autarcas por forma a apurar responsabilidades de todo o tipo e que haja penalizações sérias.
Solidariedade é precisa e urgente.
Os cidadãos atingidos pelas intempéries não querem empréstimos, pois só irão agravar as precárias situações dos cidadãos e das empresas.
Lembrar aos governantes, todos eles, que os sacrifícios e traumas dos habitantes não podem ser medidos ficarão na memória dos que as viveram e vivem. Não há dinheiro que as apague.
Haja consciência.
 

 

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Ponto de vista

Finalmente, as tempestades deram tréguas aos portugueses. O nosso protetor, o “anticiclone dos Açores” que tirou férias e foi até às Canárias, possibilitou que as tempestades formadas, principalmente, no Golfo do México, eu vou continuar a chamar-lhe assim, dado não ter havido nenhum acordo, nem ortográfico que fosse, que me obrigue a mudar-lhe o nome. Basta estudar e saber que Américo Vespúcio deu o seu nome a um continente, aproveitando o “achado” de Cristóvão Colombo e não atribuindo nome a país algum. 
Mais uma falsa notícia. 
Mas deixemos a falsidade e a hipocrisia de Vespúcio e o sonho que levou para o eterno um Colombo que acreditou ter arribado às Índias e voltemos ao contemporâneo. Felizmente, o anticiclone dos Açores parece ter-se deslocado para bem mais próximo do seu poiso normal, protegendo, principalmente, Portugal e Espanha das tempestades atlânticas. Parece. Por que isto das alterações climáticas, que uns imbecis continuam a negar, veio para ficar, que não se duvide. Mas se os fenómenos extremos, como ventos fortes, chuvas e o surgimento da neve que há anos não se via, principalmente pela nossa região, são resultado das alterações climáticas, há no entanto que ter em atenção que a incúria, a inércia, inépcia e o muito favorecimento das autoridades em não haver cuidado em prevenir e muito mais em reagir às intempéries é manifesto. 
Todos sabemos que todas as estruturas responsáveis pela realização, fiscalização e manutenção de infraestruturas indispensáveis ao bom funcionamento dos vários serviços que os cidadãos pagam a bem pagar não funcionaram e não funcionam. Quem pode admitir que se permitam construções em leito de rios? Quem pode admitir que se continue a construir estradas sem qualquer segurança e com materiais de péssima qualidade, elevando o risco de acidentes? Elaboram-se planos e mais planos pagos a peso de ouro para depois tudo ficar na mesma. Tretas e mais tretas, conferências de imprensa com conversa fiada e bem orquestradas, onde só falta dizer que a culpa é das populações. Como se pode admitir que, após semanas dos temporais, ainda haja um número elevado de populações sem água, sem eletricidade e sem comunicações? Como é possível existirem locais de trabalho onde a segurança não é levada em conta. Quem fiscaliza? Quem aprova? Quem permite? Mas tudo isto acontece quer em época invernal, mas igualmente no verão, quando os incêndios assolam o território nacional. Nada se prepara atempadamente com planos de ação e atuação definidos, com estruturas bem delineadas, com coordenação e com responsabilidades atribuídas para que não se verifiquem atropelos. A incompetência é generalizada, nada a admirar. A destruição de habitações, edifícios e recheio das mesmas. Que condições têm a maioria das habitações em Portugal? As mais antigas sem condições de habitabilidade e as novas onde a fiscalização de toda a espécie não existe. E os estabelecimentos comerciais destruídos, bem como os produtos comercializáveis. Prejuízos e mais prejuízos. Apoios? Que apoios? As moratórias? Suspensão dos pagamento de prestações de crédito por uns meses e depois com aplicação dos juros os valores aumentam desmesuradamente. Novos créditos de muito valor. Com que garantias para serem pagas? Até a isenção das portagens das áreas mais fustigadas já acabaram. Milhares de cidadãos sem eletricidade e só os que têm meios financeiros conseguem adquirir geradores. As unidades de produção com prejuízos elevadíssimos, que põem em risco a sua viabilidade futura e os postos de trabalho. Fala-se de milhões e milhões de euros para recuperar tudo. Sem esquecer as outras atividades, como a agricultura e a pesca. Um colapso total que trouxe à tona todas as imbecilidades que foram realizadas ao longo dos anos. 
Há culpados, é preciso dizê-lo com toda a frontalidade. Há dramas humanos de uma grandeza extrema, lembrem-se. Depois dizem que ninguém fica para trás. Só conversa da treta. Há vidas que vão ter que ser reconstruidas. Como? Não se pode atribuir as culpas apenas e tão só aos fenómenos meteorológicos. E, eis que um governo decretou o fim do estado de calamidade. Como é possível? Nós, cá pela Guarda, devido à posição altaneira, vamos, salvo raras exceções, escapando a inundações, se bem que há elevados prejuízos a nível da queda de muros. 
Mas, apesar da muita água que vai existindo, o executivo camarário não se coibiu de aumentar o custo da mesma. Nada a estranhar quando as despesas aumentam de forma exorbitante e as receitas são poucas. 
Mas, para além dos aumentos, eis que surge a notícia de que a Polícia Judiciária teria realizado um conjunto de buscas a três empresas do norte do país, à biblioteca municipal da Guarda e à própria câmara, tendo como objetivo a recolha de elementos de prova, no âmbito de um inquérito instaurado por participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político, como é referido em comunicado da própria Polícia Judiciária. 
Ora, em simultâneo com esta notícia, o site oficial da Câmara Municipal da Guarda e da Biblioteca ficaram fora de serviço. Não é possível acessar os sites. Para além do lacónico comunicado da Polícia Judiciária e da ineficiência da comunicação do presidente da câmara, os munícipes nada sabem. Dizem que houve um ataque informático. Só afetaram os sites da câmara e da biblioteca municipal, logo aqueles visados nas buscas? Os munícipes deviam ser devidamente informados do que está a acontecer. Foi a Polícia Judiciária que bloqueou os sites? Foi um hacker? Houve acesso a ficheiros que foram adulterados, roubados? Importa esclarecer para se evitarem especulações. Mas parece que nada disso importa à folia do carnaval. Só perceções? Esclareçam, pois os cidadãos têm o direito de tudo saber. Ou não será?
Tenham uma excelente semana.
 

 

Salário mínimo aumenta em Espanha

Ontem o discurso da elite nojenta era que a economia portuguesa tinha que crescer, ser competitiva e criar riqueza. Para depois, segundo os arautos da miséria, haver distribuição. Os dados confirmam que a economia portuguesa atingiu todos esses parâmteros. 
E onde ficou a distribuição prometida? 
Mas logo a seguir, a mesma elite nojenta, sempre ao serviço do patronato, recorreu à célebre tese do Malthus sobre a população e a produção de alimentos. 
Lembrar que Malthus dizia em 1798 que a população cresce em progressão geométrica enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética. Tudo negado pela evolução dos acontecimentos. 
Para lembrar que em Espanha houve um aumento do salário mínimo mesmo com nível de custo de vida mais baixo que Portugal. 
Ah! Pois!!! Mas os nossos patrões e senhorios têm de enriquecer a todo o custo com base em salários baixos, mão de obra escrava e rendas elevadas, especulações e serviços podres acolitados em vendedores da banha da cobra. Estava-me a esquecer desse pormenor que a elite nojenta não refere por servidão. 
 

 

Ligações genocidas.

É só seguir as setas.
 

 

Sistema criminoso

«Necesitamos que aumente el desempleo. En mi opinión tiene que aumentar un 40-50%. Necesitamos ver dolor en la economía. Necesitamos recordar a la gente que trabajan para el empleador y no lo contrario». 
Quem diz esta barbaridade é um tal Tim Gurner, Promotor imobiliário CEO. 
O capitalismo é um sistema criminoso, nem se duvide.
 

 

Impostos para que devem servir?

Que um cidadão pague os impostos devidos nada a dizer. 
Se os paga, e só se os paga, é contribuir para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos e para ser solidário com os milhões que nada têm. 
É um facto. 
O que temos assistido é coisa bem diferente. 
A elite abocanha a maior fatia dos impostos em proveito próprio, benesses e outras regalias, desbarata de forma inglória a melhoria dos serviços em benefício dos privados e solidariedade com os mais necessitados é coisa vã. 
Que se paguem impostos mas que os mesmos sejam bem aplicados, é só o que se exige. 
Responsabilidade, sabem o que é? 
É um facto que não sabem.
 

 

terça-feira, fevereiro 17, 2026

Portagens? Vergonhoso

Se temos que pagar à BRISA os arranjos na A1, então porque não se isentam os cidadãos das portagens das autoestradas das zonas atingidas pelas tempestades? Dualidade de critérios. 
Para os concessionários todas as ajudas para o resto da população pagar tudo. 
O mesmo de sempre.
 


A situação financeira da RTP é muito grave. 
Empresa pública quer avançar com um terceiro plano de rescisões voluntárias, após a saída de 135 trabalhadores no ano passado. 
Pressão nas contas e resultados negativos levam RTP a cortar custos. 
O conselho de administração da empresa pediu ao Governo um financiamento de 20 milhões de euros para viabilizar o processo de despedimentos. 
A RTP vai reportar prejuízos de 3,9 milhões de euros relativos ao exercício de 2025. As contas da operadora pública de rádio e televisão estão sob pressão e deverão manter-se no vermelho este ano. 2026. As perspetivas apontam para que 2026 encerre com resultados negativos na ordem dos três milhões de euros. 
A administração olha para os despedimentos como solução da grave crise financeira. 
E o Artigo 376.º - Peculato de uso? 
Não vos interessa? 
Só milhões para despedimentos, entendido.
 



 

Tempestade Perfeita

Ainda o caso da Tempestade Perfeita. 
O caso de corrupção no Ministério da Defesa arrasta-se sem previsão para julgamento. 
E, eis que a juíza "entende" que os autos não estão em risco de prescrever e considera “manifestamente inútil”, para já, marcar a audiência do processo que reúne 73 arguidos. Mas afinal quem paga a esta juíza? Se um trabalhador não lhe apetecer trabalhar também o pode fazer sem penalizações? Claro que não. 
Isto revela a arrogância com que certa gente olha para os pobres contribuintes. Lembrar, aos mais distraídos, que a "Operação Tempestade Perfeita" envolve o ex-secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira, investigado por suspeitas de corrupção desde julho de 2023. Já lá vão quase 3 (TRÊS) anos. 
Brilhante. 
O antigo governante foi alvo de buscas e constituído arguido nessa operação, que culminou na acusação de 30 empresas e 43 suspeitos, entre os quais dirigentes de topo do Ministério da Defesa, como Alberto Coelho, antigo diretor da Direção-Geral dos Recursos da Defesa Nacional. É só para lembrar! 
Em causa estão crimes de corrupção ativa e passiva, branqueamento de capitais, peculato e falsificação ou contrafação de documento, maioritariamente associados às contratações que levaram à derrapagem da despesa nas obras do Hospital Militar de Belém durante a pandemia de covid-19. 
Calma cidadãos a juíza "considera manifestamente inútil" para já, marcar a audiência do processo. 
Se fosse um pilha-galinhas já há muito que teria sido manifesto marcar e realizar o julgamento. 
Obviamente. 
Lembrar que também há a gestão do programa de seis navios patrulha oceânicos, no valor de cerca de 5,3 milhões de euros. 
O Tribunal de Contas considerou o contrato “fulminado de nulidade” e recusou o visto. 
Calma cidadãos "manifestamente inútil" a audiência, para já. 
Mas há muitos mais a apontar e a desvendar nesta tempestade. 
O povo é sereno e a elite goza com as inutilidades manifestas. É fartar vilanagem. 
 

 

Não lhes basta o vencimento?

Subsídio de reintegração no seu País! Ainda não mudaram a lei? Há subsídios para tudo, alojamento, representação, carros e combustível, motoristas e muitos mais...e até futebol via cabo. 
Isto é mesmo gozar com quem trabalha.