sexta-feira, fevereiro 20, 2026

CGTP excluída

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"Não temos sido convocados para nada": CGTP acusa Governo de a excluir da discussão da lei laboral. 
Percebe-se a razão. 
Um acordo bem "levezinho" que penaliza duramente os trabalhadores e beneficie os empresários. 
Foi sempre assim.
 

 

Não pudemos nem devemos calar.

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O genocídio continua. 
“Mortes por bombardeios. Mortes por desnutrição e fome. Mortes por falta de ajuda e serviços vitais. Em Gaza, uma média de 28 crianças por dia — o tamanho de uma sala de aula — foram mortas”, escreveu a agência da ONU. 
Israel mata 28 crianças por dia em Gaza. 
Agora o «amigo pedófilo» está a matar crianças e adultos em Cuba e "irão" matar muitos mais.
 

 

Recompensa

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Dizia que não aceitaria mais nenhum cargo político. 
Dizia! 
Mas já aceitou. 
Vai ser embaixador de Portugal na OCDE. 
Mas ainda haverá alguém que acredite em políticos de carreira? 
Carreira do 31, claro.
 

 

Deixados para trás.

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Isto chama-se desprezo pelos cidadãos.
Há quase um mês depois da depressão Kristin ainda há 4 500 cidadãos portugueses sem eletricidade.
Isto é de um país do oitavo mundo.
O que seria se as casas da elite, desde governantes, excrescências, canalha pestilenta e outros podres não tivessem eletricidade?
Imaginem.
Se alguns encontram remendos provisórios como geradores, de custo elevadíssimo, não acessível à maioria dos portugueses, que mantêm o essencial ligado ou puxadas de energia das casas de vizinhos e familiares. Outros quando a noite cai é a escuridão total. Há quase um mês.
Ninguém fica para trás? Não digas palermices, não sejas idiota.
Basta ter estudado um pouco, coisa pouca, de psicologia e saber-se como estas situações criam dramas humanos bem vincados no subconsciente dos atingidos.
É só ter estudado com seriedade.
“Agora está a mexer comigo. Desde o princípio desta semana que me custa cada vez mais estar assim - todos os dias à noite em que me vou deitar - e dói, dói, dói”, diz um cidadão deixado para trás.
Os vossos palácios estão iluminados, brilhantemente iluminados, reluzentes.
Sois todos uns inúteis.
Que nojo.
É a revolta, angústia, frustração, tristeza, tudo junto.
Ouve-se o desabafo com uma lágrima a cair: "Mesmo que a luz venha, a cicatriz destas três semanas, não passará".
Não sabeis o que isso é.
Tenho nojo. Sois insensíveis à dor de cidadãos deixados para trás.
 

 

Mais um engodo dos do «andrezito»

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Eis a prova provada que se não fossem os imigrantes há muito que a Segurança Social já tinha dado o estoiro.
Calai-vos ignóbeis que a todos quereis vender a banha da cobra.
Os do partido de "andrezito", em inglês Andrew, que tanto criticam os imigrantes, os que produzem e não os que usurpam, se souberem ler e interpretar, o que duvido, que se calem de uma vez por todas e deixem de iludir a canalha idiota e acéfala.
"Estrangeiros já representam 14% das contribuições totais pagas à Segurança Social".
Não percebeis canalha nojenta.
"Nos últimos dez anos, as contribuições pagas por pessoas de nacionalidade estrangeira à Segurança Social dispararam mais de 760%, tendo atingido 4.148 milhões de euros em 2025".
Sabeis ler? Já sabemos que não. Pedi a alguém que vos soletre, devagar, não tendes capacidade de raciocinar, a frase citada.
Uma, dez, mil vezes até perceberdes na totalidade a frase.
Copiai a frase num caderno de duas linhas. Já sabemos que nem escrever sabeis.
Idiotas.
Já nem falo na necessidade de mão de obra que o país precisa.
 

 

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Fim de linha para o SNS

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E o Serviço Nacional de Saúde continua a definhar-se. Agora são os hospitais do norte, mas podiam muito bem ser todos os hospitais do país. 
Listas de espera, cidadãos sem médico, consultas adiadas, exames sem realização, pois muitas instituições recusam-se a fazê-lo, falta de pagamento, e ainda a falta de medicamentos, os orçamentos dos hospitais há muito que entraram em colapso. 
O país em completa degradação.
 

 

E a justiça portuguesa no seu pior...

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Pena suspensa e de regresso? Muito bem! Sirvam-se à vontade, o jantar está servido, é só atacar!
 

 

Idiotas

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E o ridículo acontece em Portugal com muitos cretinos armados em espertalhões. 
Há muitos! 
Os pasquins e os canais do lixo atiram aos cidadãos uma preciosidade. 
Dizem que um "falso" espião do SIS "roubou" "segredos da NATO" para os vender aos russos. 
O "idiota" foi à embaixada da Rússia, tentar vender os documentos. Ahahahah! 
Contudo, os russos podem ser tudo o que a quadrilha quiser que sejam, mas não são burros. Logo perceberam a burla que estava engendrada. E recusaram tal papel higiénico e denunciaram o caso às autoridades. Curiosamente, ou talvez não, a Polícia Judiciária diz-se enganada e ainda lhe deu o estatuto de "infiltrado". Ahahahah! 
Nunca me ri tanto, acreditem. 
A judiciária revelou o que é e como é formada, ou composta, e dirigida. 
Imagine-se o que seria por todo o mundo a imagem da Polícia Judiciária portuguesa anunciada, proclamada, quiçá recebida pelo Trump, pelos idiotas de Bruxelas por enganar os russos. A imagem da Polícia Judiciária portuguesa limpa, com sabão azul, e elevada à enésima potência do sucesso. Ahahahah! 
Enganar os russos? Eles sabem mais a dormir do que vós acordados. 
Acrescentar que "espião" também se dedicava a roubar malas em aeroportos e hotéis. 
Já li e ouvi tal coisa relativamente a um deputado do "Bentas". 
Será o mesmo idiota? 
Dizem que o "espião" está "preso" em Monsanto. 
Não foi para Évora? 
Preso? Ahahahah!
 

 

Quadrilheiro

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Os puritanos da lixeira continuam iguais ao que sempre foram, hipócritas. 
Lembrar que este «sujeitinho» é o mesmo "quadrilheiro" que deu emprego à amante, pago com o nosso dinheiro. 
Só para lembrar. 
«Moedinhas» escolheste muito bem, como sempre. 
"Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és", ditado popular.
 

 

Mão na consciência

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Exige-se que o governo «meta a mão na consciência» e assuma igualmente as culpas de todo um sistema que falhou, nomeadamente a proteção civil.
Que os cidadãos de TODAS as regiões, das regiões afetadas, recebam todo o tipo de meios para poderem voltar ao tempo antes das tempestades.
Que as infraestruturas, todas elas, E-REDES, BRISA, Telecomunicações, Infraestruturas de Portugal sejam responsabilizadas pelas trágicas consequências da sua inércia e inépcia.
Que se avalie o trabalho dos autarcas por forma a apurar responsabilidades de todo o tipo e que haja penalizações sérias.
Solidariedade é precisa e urgente.
Os cidadãos atingidos pelas intempéries não querem empréstimos, pois só irão agravar as precárias situações dos cidadãos e das empresas.
Lembrar aos governantes, todos eles, que os sacrifícios e traumas dos habitantes não podem ser medidos ficarão na memória dos que as viveram e vivem. Não há dinheiro que as apague.
Haja consciência.
 

 

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Ponto de vista

Finalmente, as tempestades deram tréguas aos portugueses. O nosso protetor, o “anticiclone dos Açores” que tirou férias e foi até às Canárias, possibilitou que as tempestades formadas, principalmente, no Golfo do México, eu vou continuar a chamar-lhe assim, dado não ter havido nenhum acordo, nem ortográfico que fosse, que me obrigue a mudar-lhe o nome. Basta estudar e saber que Américo Vespúcio deu o seu nome a um continente, aproveitando o “achado” de Cristóvão Colombo e não atribuindo nome a país algum. 
Mais uma falsa notícia. 
Mas deixemos a falsidade e a hipocrisia de Vespúcio e o sonho que levou para o eterno um Colombo que acreditou ter arribado às Índias e voltemos ao contemporâneo. Felizmente, o anticiclone dos Açores parece ter-se deslocado para bem mais próximo do seu poiso normal, protegendo, principalmente, Portugal e Espanha das tempestades atlânticas. Parece. Por que isto das alterações climáticas, que uns imbecis continuam a negar, veio para ficar, que não se duvide. Mas se os fenómenos extremos, como ventos fortes, chuvas e o surgimento da neve que há anos não se via, principalmente pela nossa região, são resultado das alterações climáticas, há no entanto que ter em atenção que a incúria, a inércia, inépcia e o muito favorecimento das autoridades em não haver cuidado em prevenir e muito mais em reagir às intempéries é manifesto. 
Todos sabemos que todas as estruturas responsáveis pela realização, fiscalização e manutenção de infraestruturas indispensáveis ao bom funcionamento dos vários serviços que os cidadãos pagam a bem pagar não funcionaram e não funcionam. Quem pode admitir que se permitam construções em leito de rios? Quem pode admitir que se continue a construir estradas sem qualquer segurança e com materiais de péssima qualidade, elevando o risco de acidentes? Elaboram-se planos e mais planos pagos a peso de ouro para depois tudo ficar na mesma. Tretas e mais tretas, conferências de imprensa com conversa fiada e bem orquestradas, onde só falta dizer que a culpa é das populações. Como se pode admitir que, após semanas dos temporais, ainda haja um número elevado de populações sem água, sem eletricidade e sem comunicações? Como é possível existirem locais de trabalho onde a segurança não é levada em conta. Quem fiscaliza? Quem aprova? Quem permite? Mas tudo isto acontece quer em época invernal, mas igualmente no verão, quando os incêndios assolam o território nacional. Nada se prepara atempadamente com planos de ação e atuação definidos, com estruturas bem delineadas, com coordenação e com responsabilidades atribuídas para que não se verifiquem atropelos. A incompetência é generalizada, nada a admirar. A destruição de habitações, edifícios e recheio das mesmas. Que condições têm a maioria das habitações em Portugal? As mais antigas sem condições de habitabilidade e as novas onde a fiscalização de toda a espécie não existe. E os estabelecimentos comerciais destruídos, bem como os produtos comercializáveis. Prejuízos e mais prejuízos. Apoios? Que apoios? As moratórias? Suspensão dos pagamento de prestações de crédito por uns meses e depois com aplicação dos juros os valores aumentam desmesuradamente. Novos créditos de muito valor. Com que garantias para serem pagas? Até a isenção das portagens das áreas mais fustigadas já acabaram. Milhares de cidadãos sem eletricidade e só os que têm meios financeiros conseguem adquirir geradores. As unidades de produção com prejuízos elevadíssimos, que põem em risco a sua viabilidade futura e os postos de trabalho. Fala-se de milhões e milhões de euros para recuperar tudo. Sem esquecer as outras atividades, como a agricultura e a pesca. Um colapso total que trouxe à tona todas as imbecilidades que foram realizadas ao longo dos anos. 
Há culpados, é preciso dizê-lo com toda a frontalidade. Há dramas humanos de uma grandeza extrema, lembrem-se. Depois dizem que ninguém fica para trás. Só conversa da treta. Há vidas que vão ter que ser reconstruidas. Como? Não se pode atribuir as culpas apenas e tão só aos fenómenos meteorológicos. E, eis que um governo decretou o fim do estado de calamidade. Como é possível? Nós, cá pela Guarda, devido à posição altaneira, vamos, salvo raras exceções, escapando a inundações, se bem que há elevados prejuízos a nível da queda de muros. 
Mas, apesar da muita água que vai existindo, o executivo camarário não se coibiu de aumentar o custo da mesma. Nada a estranhar quando as despesas aumentam de forma exorbitante e as receitas são poucas. 
Mas, para além dos aumentos, eis que surge a notícia de que a Polícia Judiciária teria realizado um conjunto de buscas a três empresas do norte do país, à biblioteca municipal da Guarda e à própria câmara, tendo como objetivo a recolha de elementos de prova, no âmbito de um inquérito instaurado por participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político, como é referido em comunicado da própria Polícia Judiciária. 
Ora, em simultâneo com esta notícia, o site oficial da Câmara Municipal da Guarda e da Biblioteca ficaram fora de serviço. Não é possível acessar os sites. Para além do lacónico comunicado da Polícia Judiciária e da ineficiência da comunicação do presidente da câmara, os munícipes nada sabem. Dizem que houve um ataque informático. Só afetaram os sites da câmara e da biblioteca municipal, logo aqueles visados nas buscas? Os munícipes deviam ser devidamente informados do que está a acontecer. Foi a Polícia Judiciária que bloqueou os sites? Foi um hacker? Houve acesso a ficheiros que foram adulterados, roubados? Importa esclarecer para se evitarem especulações. Mas parece que nada disso importa à folia do carnaval. Só perceções? Esclareçam, pois os cidadãos têm o direito de tudo saber. Ou não será?
Tenham uma excelente semana.
 

 

Salário mínimo aumenta em Espanha

Ontem o discurso da elite nojenta era que a economia portuguesa tinha que crescer, ser competitiva e criar riqueza. Para depois, segundo os arautos da miséria, haver distribuição. Os dados confirmam que a economia portuguesa atingiu todos esses parâmteros. 
E onde ficou a distribuição prometida? 
Mas logo a seguir, a mesma elite nojenta, sempre ao serviço do patronato, recorreu à célebre tese do Malthus sobre a população e a produção de alimentos. 
Lembrar que Malthus dizia em 1798 que a população cresce em progressão geométrica enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética. Tudo negado pela evolução dos acontecimentos. 
Para lembrar que em Espanha houve um aumento do salário mínimo mesmo com nível de custo de vida mais baixo que Portugal. 
Ah! Pois!!! Mas os nossos patrões e senhorios têm de enriquecer a todo o custo com base em salários baixos, mão de obra escrava e rendas elevadas, especulações e serviços podres acolitados em vendedores da banha da cobra. Estava-me a esquecer desse pormenor que a elite nojenta não refere por servidão. 
 

 

Ligações genocidas.

É só seguir as setas.
 

 

Sistema criminoso

«Necesitamos que aumente el desempleo. En mi opinión tiene que aumentar un 40-50%. Necesitamos ver dolor en la economía. Necesitamos recordar a la gente que trabajan para el empleador y no lo contrario». 
Quem diz esta barbaridade é um tal Tim Gurner, Promotor imobiliário CEO. 
O capitalismo é um sistema criminoso, nem se duvide.