sábado, junho 27, 2026

Cancro

Há muito que o assunto se conhece. Só que muitos interesses obrigavam a ceder o espaço aos americanos, quer do ponto de vista financeiro, quer de submissão.
Estudo detecta metais pesados em humanos que viviam junto à base militar dos americanos e a proliferação de casos de cancro na ilha.
Agora calaste, Rangel?



E o insólito acontece.

Numa cerimónia de juramento de bandeira realizada no Centro de Formação de Portalegre, com a presença do ministro Neves, que foi diretor da judiciária, um militar disparou para o ar.
Logo de seguida, em comunicado da instituição, diz-se que o militar em causa sofre de perturbações do foro psicológico.
Muito interessante mesmo.
E mantém-se um tal cidadão na instituição? Uma instituição militar? E logo a trabalhar em situação de formação de novos elementos?
Estranho? Neste país, já nada é estranho.
O anormal é mesmo normal.
A GNR não esclareceu se o militar foi ou não detido. 
Já o Neves, ministro, calou e "remeteu quaisquer esclarecimentos para a GNR".
A Bem da Nação.



É fartar vilanagem.

Quando se anunciam subidas nos preços dos combustíveis, logo os gatunos, gasolineiras e companhias da mesma laia sobem os preços. O governo incompetente acompanha o roubo com o imposto dos combustíveis. Toda a gatunagem em sintonia perfeita. No final, os lucros são exorbitantes. O consumidor final que pague.
A redução de 40% no preço do crude não tem igual acompanhamento no preço da gasolina e gasóleo.
É fartar vilanagem e tu entretém-te com os pontapés nas canelas.
Eles tratam da tua vida miserável e ainda a fazem piorar.



A incompetência ainda é maior do que se julgava.

O senhor Fernando Alexandre que se demita, como todo o governo do Montenegro.
Agora soube-se que há docentes "reformados há mais de um ano" que foram convocados para corrigir exames e outros chamados a avaliar disciplinas que não são as suas. 
A bagunça é total.
Haja um mínimo de decência nas atitudes.
Um pingo de vergonha. Só um pingo.
Demitam-se.
Não me espantaria que os tais «professores» aceitem o frete.
Pois, se houve este ano letivo uns mil que prescindiram da reforma para ficarem a lecionar por uns 750 euros mensais, e até houve quem voltasse da reforma e acumulasse a reforma com o salário base. 
A quem espanta corrigir provas das suas disciplinas ou de outras.
Filinto aponta! 



A bagunça

A incompetência, a mentira, a falta de honestidade, a acefalia total reinam no Governo do Montenegro, e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação não foge ao descalabro total.
Finalmente o capataz do ministério, Fernando Alexandre, o tal que uma besta disse ser "alguém" com qualidades, vem, por meio de uma nota à comunicação social, nem coragem há para o dizerem em direto e a cores, a «sua» versão sobre a pergunta copiada de um caderno de exercícios, anteriormente publicada e difundida.
Numa nota à comunicação social, o ministro vem anunciar, claramente e sem rodeios, um parecer como sendo do Conselho Científico do Eduqa.
Ora, o assunto da cópia da pergunta nem tinha sido objeto de análise na reunião do Conselho Científico. 
Aldrabice total.
Imagine-se o espanto de um dos elementos do Conselho Científico do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) ao saber pela rádio, do parecer enviado na sexta-feira, dia 19, pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação às redações.
O documento defendia que o exame, que mais de 76 mil alunos haviam feito dias antes, não violava "o princípio da equidade". O senhor Fernando Alexandre falava em nome do Conselho Científico quando o parecer foi feito à revelia de conselheiros científicos do Eduqa. 
"Os membros do Conselho Científico do Eduqa estão obrigados ao sigilo, mas eu não tenho de responder por um parecer que desconhecia", diz um elemento do Conselho.
Felizmente ainda há gente com seriedade e dever de responsabilidade, não é, Filinto?
Este mesmo elemento alerta para alguns aspectos que lhe parecem "estranhos": qualquer parecer — "veja-se os do Conselho Nacional de Educação, por exemplo" — é claro sobre em que dia se realizou a reunião dos conselheiros para debater o seu conteúdo; neste, "não há nada disso".
Brilhante, senhor Pedro Alexandre.
MENTE-SE DESCARADAMENTE!
Nada a estranhar, a coleguinha do governo, uma tal mulher de um Ramalho que vai receber milhões, MENTIU em plena Assembleia da República, como aliás o fazem muita da canalha eleita ou nomeada.
Lembrar que o Eduqa é constituído por 33 representantes de diversas associações de professores e sociedades científicas, ligadas às diferentes disciplinas sujeitas a exame nacional final.
E, espanto dos espantos, o parecer em causa sobre exame de Português foi feito à revelia de conselheiros científicos do Eduqa.
O parecer em causa está assinado pela presidente do Conselho Científico do Eduqa, Ana Cristina Cortesão Casimiro, da Associação de Professores de Geografia.
De Geografia???? Tem tudo a ver com copianços de exercícios numa prova de Português. "Equidade"? Qual? Onde? Entendido. 
Mas, para além da falta de rigor e seriedade ao dizer-se que não houve violação do "princípio da equidade" entre os mais de 76 mil alunos que realizaram o exame de Português, o que é uma perfeita aldrabice, há ainda a registar milhares de provas por avaliar (???). E as falhas na tal plataforma digital, invenção do senhor Pedro Alexandre, sucedem-se a cada instante.
Um total descalabro. Nada a estranhar, dada a idiotice total que reina no governo.
Dizer-se que os exames e as provas correm bem é próprio de um lambe-cus.
Entretem-te com os pontapés nas canelas, que eles tratam da tua vidinha. Quando souberes que, por umas décimas, não entraste no curso que pretendias, mas que um teu colega, só porque teve acesso a uma pergunta do exame, entrou no curso que pretendia. Então irás ficar revoltado.
Tarde demais. Como sempre, os que têm acesso a tudo e a explicadores vão guindar-se, com aldrabices, ao estrelato, e filho de pobre continuará pobre.
Lembra-te disto, se conseguires compreender, claro. 



sexta-feira, junho 26, 2026

Refletir antes de agir nunca foi tão importante.

Pois, muitas vezes, o verdadeiro risco não reside nas nossas diferenças, mas em esquecer que compartilhamos as consequências das decisões que tomamos — ou que permitimos que outros as tomem por nós.



Conhecimento

 O prefixo “mis” vem do grego antigo μῖσος (mîsos), que significa “ódio”, “aversão” ou “repulsa”. 
Por isso, ele aparece em várias palavras relacionadas a sentimentos de hostilidade ou rejeição.



Será assim tão difícil de compreender?

 


Baile mandado

O partido do homem das cartinhas chegou a acordo com o partido do homem da Spinumviva.
Batam palmas.
"Agora danças tu (Chega), ora agora danço eu (Xuxas)".



Ascensão

E querem eles que não se conheçam nem os contributos nem os contribuintes das campanhas eleitorais. 
Percebido,
"Os interesses de um empresário ligado à candidatura Moedas/PSD/CDS/IL aparecem, mais uma vez, associados a censuráveis ações e omissões por parte da Câmara de Lisboa. No caso, a cumplicidade perante a obra - tudo indica que ilegal - no café (concessionado) do Jardim da Estrela." - João Ferreira.



A chegana

A chega mais chegana da Ad.
Oh, Rosário, fala do "Ramalho" e dos milhões que vai receber.
Cala-te, cheiras muito mal.



Escravos

 Mesmo sem aprovação do célebre pacote laboral, os empresários aplicam regras que são verdadeiros exemplos de escravatura.
Descontar aos operadores do SNS24 o tempo necessário para realizarem as suas necessidades fisiológicas é de escravatura.
A empresa nojenta da "Altice" é ainda acusada de manter vínculos precários, mantendo os celebérrimos recibos verdes.
Mas não se julgue que são os únicos a fazerem tal malvadez.
Nos "call center" disseminados pelo país, a escravatura é a mesma, assim como nas caixas das grandes superfícies.
Uma pergunta.
Quando um ministro, secretário, parlamentar ou presidente de instituição qualquer que ela seja, vai à casa de banho, ou vai ao mundial de pontapés nas canelas, ou faz uma visita de propaganda, também lhe descontam no ordenado?
Pois, esclarecido. 



Gatunos

Este Portugal é um paraíso para os oportunistas e corruptos.
A todos os níveis.
A ferrovia é um exemplo. 
Empresas privadas fazem o serviço que devia pertencer à CP.
Só que os milhões envolvidos na "operação" enchem os bolsos de muitos empresários do ramo dos transportes.
Mas não se pense que são apenas as empresas de transporte de muitos passageiros a beneficiarem-se com o esquema.
Também há táxis, carros de aluguer, a faturarem, e não é pouco.
É fartar vilanagem. 



Negócio da água

Agora o negócio da água.
Há muito que se suspeitava de tal negociata em benefício dos mesmos de sempre e em detrimento da saúde pública.
O caso só é dado a conhecer por uma empresa que se sente lesada no negócio. Uma queixa apresentada há dois anos!
Repito há dois anos.
Também queria estar à mesa do repasto.
Portugal é um paraíso para gatunos, mal-feitores e corruptos.
Dizer-se que o Ministério Público investiga suspeitas de burla e perigo para a saúde pública em contratos da Águas de Portugal e que abriu um inquérito-crime é mais uma forma de deitar areia para os olhos dos portugueses. 
Há muitos interesses e poderosos.
Podemos esperar sentados.