Escutem bem a letra desta música porque disseca perfeitamente a mente daquele pedófilo que hoje move os fios do mundo a partir do seu trono de cristal.
Não se trata de política, mas sim de um jogo de tabuleiro onde as peças representam vidas humanas e o tabuleiro representa o mundo inteiro.
Os mortos são sempre os pobres; o saque é sempre dele.
Espezinham-no, insultam-no, tratam-no mal, desprezam-no, mentem-lhe, roubam-no, que sofre, ensanguentado de tanta pancada, com as lágrimas a correrem-lhe pela face, explorado até ao tutano, fazem dele um saco de pancada, um "povo em catalepsia ambulante", inconsciente, passam fome, dormem ao relento, sem eira nem beira, sem educação, sem aprendizagem muito menos de ser cidadão com direitos, que se ri da sua própria miséria transformada piada nos salões dos poderosos, que sofre de joelhos cumprindo promessas, que bajula as igrejas e os seus donos.
Um povo mantido em redil, com cegueira total, mantido na ignorância e passividade para o BEM DA NAÇÃO, que é uma quadrilha.
Há felizmente alguns, poucos, que se indignam, denunciam a resignação da maioria.
Mas logo são ostracizados, insultados e vilipendiados.
Um capitão da GNR e a mulher a traficarem droga?
Mas quem pode ficar admirado?
Um capitão?
Hoje em dia a função pública está pejada dos mais incompetentes e a maioria deles têm ascensão via postal, via aérea e, principalmente, por bajulação e por cartão partidário.
Nem sonham o cheiro a naftalina e a graxa que inunda certos serviços.
Já não bastava pagarmos a governantes, de todo o tipo e feitio, as roupas e outras despesas «ditas»de representação, agora temos de pagar a cabeleireiros e as maquilhagens da seita governativa.
Será que aos portugueses interessa-lhes mais o que se diz em prol da melhoria das suas paupérrimas condições em que vegetam ou o cabelo arranjado e as maquilhagens?
Maquilhagens?
Mas a quadrilha anda sempre bem disfarçada, para quê mais maquilhagens?
E a água de colónia também entra na despesa?
É que há por lá canalha que cheira mesmo muito mal.
Tomem banho.
Quase um mês após tempestade “Kristin”, há ainda quem não tenha casa. E eletricidade? Água potável? Comunicações? E voltar a ter trabalho para vegetar. Isto é um país do oitavo mundo. Não bastam afetos e tretas de circunstância. Quem foi que disse que estamos preparados para qualquer intempérie ou catástrofe natural? Idiotas.
O executivo camarário da Guarda justificou o aumento exorbitante do abastecimento de água, ao domicílio e às empresas com o desperdício que vai a existir nas condutas.
Todas as vezes que há aumentos, invariavelmente usam a mesma justificação.
Mas esquecem-se que o tal desperdício é, na maioria dos casos, da responsabilidade dos serviços.
E, mais um ano, o desperdício de água, junto aos lagos no Parque Urbano do Rio Diz, vai-se a verificar.
O desperdício verifica-se todos os anos, IRRRAAAA!
O ano passado até quiseram imitar a barragem de Assuã, faltou foi engenho e arte.
O exemplo que dão é justificativo da incompetência.