Desde janeiro de 2021, a Inspeção-Geral da Educação instaurou 824 processos disciplinares a professores e diretores.
Destes, 140 resultaram em sanções, incluindo a demissão de 11 docentes e a cessação da comissão de serviço de um diretor.
Os principais fundamentos para a abertura de processos, segundo o Ministério da Educação, são irregularidades administrativas, situações de assédio e agressões.
Contudo, os sindicatos alertam para um aumento significativo das queixas de pais relacionadas com avaliações e comportamentos em sala de aula.
Os pais e encarregados de educação (??) chegam a apresentar queixa à PSP pelo professor ter gritado com o filho, e há um caso que chegou a tribunal porque um encarregado de educação exigia que o filho, aluno do 1.º ano, tivesse “Muito Bom” em Estudo do Meio em vez de “Bom”.
Os pais ganharam um poder desmesurado, e é resultado da forte dependência dos diretores face às associações de pais e encarregados de educação (??). Pior, muito pior, a conivência do ministério de um Fernando Alexandre.
Um dos casos relatados é o de uma professora do 1.º ciclo há quase quatro décadas, alvo de processo após a mãe de um aluno denunciar que a docente teria chamado “queixinhas” ao filho. O processo foi arquivado seis meses depois, por falta de prova, mas a professora foi suspensa de imediato e impedida de aceder à escola, incluindo para recolher pertences pessoais. Apesar de considerada apta para o serviço por junta médica em abril de 2025, relata ter sido “intimidada” pela diretora para permanecer de baixa até o final do ano letivo, ouvindo: “É para te proteger ou ficas por tua conta”. A docente afirma que nunca foi formalmente ouvida nem teve acesso à acusação, dizendo-se “totalmente injustiçada e impotente”. No final do ano, pediu mudança de agrupamento.
Acusações, na sua maioria, resultam de queixas de pais relativas a classificações (???) atribuídas, enquanto, no caso dos diretores, predominam reclamações sobre ofertas de escola, distribuição de horas extraordinárias e horários.
O regabofe completo.
Ainda há algum jovem a querer ser professor num ambiente destes?
Nota: Não deviam existir classificações, mas sim avaliações. Depois não há notas. Ou será que há? 10 euros ou mais?
Aprendam alguma coisa.terça-feira, abril 28, 2026
Mitra e o Salazar
Não foi Salazar a limpar, foi a esconder. Foi ocultação de pobres, doentes e crianças varridos para a Mitra para esconder a miséria.
Lembram-se ainda de quem pediu 3 Salazares?Ridículo.
E que tal fazerem tal "exercício" no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda?
Mas com palanque e distribuição das famosas medalhinhas e coleiras. Não só as dos cães e cadelas, obviamente.
Lodo, lama e sujeira não faltam.
Aproveitem a ideia, avancem. Vão ter muitos assistentes, com toda a certeza.
Ridículo.Novela
Como era de prever e sem necessidade sequer de abrir os códigos que os "lentes" usam para proteger os poderosos, os crimes prescreveram.
Já se supunha que este seria o fim «desejado».
O Sócrates e, por arrastamento, o caixeiro de meias natural de Lagarelhos, Vilar de Ossos, Vinhais, viram o processo do "Vale do Lobo" prescrito.
Nome deveras interessante. Haverá covil? Nem se duvida. É fartar vilanagem.
O circo terminou.
Parabéns ao Ministério Público, aos juízes e à restante banda do casaco.
O «povinho» viveu de ilusões. Houve uns que ganharam muito dinheiro com a novela.
E, por fim, mas não menos importante, parabéns à qualidade de ensino que vai sendo ministrada por certa canalha elevada à categoria de doutores das leis.
Venha a próxima, que o povo tem sempre que estar entretido. Só o futebol não chega!
Roubo
E não me venham com a conversa da treta dos poços na Namíbia ou dos lucros no Brasil.
Ide enganar a vossa tia.
Roubo declarado aos cidadãos em Portugal, mesmo com a exploração desenfreada por outras paragens.
Sim, a exploração continua.
Só não acredita quem é acéfalo.Recrutamento
A Fundação Gulbenkian está a recrutar para um estágio remunerado de 12 meses na área de Gestão de Risco. Candidaturas abertas até 7 de maio em:
Menino pobre
«A Nação é de todos, a nação tem de ser igual para todos. Se não é igual para todos, é que os dirigentes que se chamam Estado tornam-se quadrilha.» — «Quando os lobos uivam», de Aquilino Ribeiro.
segunda-feira, abril 27, 2026
O covil
O Álvaro Santos Pereira, logo após dois meses de ter tomado posse do lugar de governador do Banco de Portugal, a ordens do governo Montenegro, compra ações da Galp e da Jerónimo Martins.
Isso mesmo, o Álvaro Santos Pereira, o dos pastéis de nata, comprou ações da Galp e Jerónimo Martins já como governador. Um NOJO, pois beneficiou-se de informações privilegiadas para o fazer.Mas, como o Alvarinho tinha de enviar para o Banco Central Europeu declaração de interesses em janeiro deste ano e, depois de analisadas em Frankfurt, as compras tiveram de ser anuladas.
VERGONHOSO. Foram mandadas anular as compras das ações do Alvarinho.
Coitado do artista de circo.
É que as regras aplicáveis aos altos responsáveis da banca central limitam transações em ações individuais.
Não sabias Alvarinho És um incompetente. Já TODOS sabiam disso.
Mas há mais e revelador da categoria da canalha que nos governa.
É que, entre dezenas de declarações de interesses entregues no Banco Central Europeu, poucos responsáveis declararam deter ações individuais e, só o Alvarinho, desenvergonhado, realizou transações que depois tiveram de ser anuladas.
Num país a sério, era pura e simplesmente demitido.
Por cá há festa e tudo esquecido.
O Banco Central Europeu mandou anular as compras?
Qual o problema? Compra a mulher, a prima ou um "amigalhaço".
Este país é um covil de lobos, onde só há crentes.
Felizmente que o assunto foi com o Banco Central Europeu e a "negociata" acabou com o Alvarinho.
Se fosse com instituições, dessas cheias de merda e cagalhões que abundam em Portugal, tudo, mas tudo era arquivado.
Nem se duvide.
domingo, abril 26, 2026
Três meses depois das depressões, os apoios são poucos e as reparações vão sendo feitas a passo de caracol.
Apoios? Onde estão?Associações de empresários e de agricultores e municípios queixam-se, no entanto, de que os apoios continuam a demorar a chegar efetivamente e são insuficientes.
Também a atribuição dos apoios à reconstrução de habitações está a demorar mais do que o esperado, uma vez que, das quase 36 000 candidaturas, tinham sido avaliadas, até terça-feira, 10 000 e pagas mais de três mil.
Mas há mais...
Três meses após o início das tempestades, cerca de 20 mil clientes continuam sem serviços fixos de comunicações, revelou na sexta-feira à Lusa a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
Incompetentes e idiotas.
Autarcas de Mação, Tomar e Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, relataram que persistem falhas nas telecomunicações nestes concelhos, com postes caídos, cabos no chão e serviços instáveis, num processo de recuperação que consideraram lento.
As principais operadoras estimam ter reposição total nas zonas afetadas até o fim de abril. Não dizem o ano.
A Infraestruturas de Portugal (IP) indicou que 26 estradas no território nacional continuavam encerradas em 21 de abril de 2026, salientando que algumas reparações podem demorar vários meses.
O mesmo de sempre.
Conversa da treta não falta e nomeações para cargos ainda mais.
Ódio
Misoginia e insultos, e já nem falo nos palavrões que se ouvem nos adolescentes, que acabam invariavelmente em rixas brutais e com consequências graves.
Mulheres e jovens imigrantes são igualmente os alvos mais castigados, quer verbalmente nas ruas, quer nas redes sociais.
Há causadores deste estado de caos. Uns nojentos trogloditas.
Mas os poderes instalados, todos eles, pactuam com tais atitudes.
Um nojo.
Quando é ensinado, nas escolas, que deve ser dada primazia na entrada e saída nos transportes públicos a idosos, mulheres, principalmente às grávidas? Por exemplo, mas há mais normas de conduta social e cívica a ensinar.
Ensinem alguma coisa se não vos custar muito.Expectativas muito elevadas?
O senhor presidente da conferência episcopal e bispo de Coimbra considera as expetativas muito elevadas?
Saberá a eminência que há crimes?Saber sabe, mas não o confessa.
Não lhe interessa.
O que tem a ver a tal expectativa com a «ninharia», por si considerada, com o valor pago nos Estados Unidos da América do Norte e o que se pagou na Europa, como em Espanha, França, Holanda e Luxemburgo, e tendo em conta a jurisprudência portuguesa, o modo de vida e as nossas capacidades? Parece-lhe que é razoável?
O que é, para o senhor bispo, razoabilidade num contexto criminoso?
Justo? Sensato? Equilibrado?
«Algumas vítimas consideram que os valores estão bem, outras que é uma injustiça. Temos de respeitar o que cada um sente», diz o senhor bispo.
Fala de ética, religiosidade, materialismo ou justiça. Explique-se.
E falar de uma questão, nas suas palavras, complexa, em que uma pessoa guardou o que sentia durante décadas e em que os profissionais (???) [de ambos os grupos] nunca se sentiram aprisionados: trabalhavam livremente, ouviam as pessoas e procuravam os caminhos da reparação. Não lhe parece que tenha havido, por parte da Igreja, nenhuma tentativa para condicionar estes processos? Não lhe parece? Apenas um juízo comportamental e pouco mais. Nada que a Igreja Católica Apostólica Romana não tenha feito ao longo dos séculos. Ámen.
Quanto ao restante da entrevista, os dogmas patéticos de sempre.
"Mas a Terra move-se"!











