terça-feira, fevereiro 17, 2026

Portagens? Vergonhoso

Se temos que pagar à BRISA os arranjos na A1, então porque não se isentam os cidadãos das portagens das autoestradas das zonas atingidas pelas tempestades? Dualidade de critérios. 
Para os concessionários todas as ajudas para o resto da população pagar tudo. 
O mesmo de sempre.
 


A situação financeira da RTP é muito grave. 
Empresa pública quer avançar com um terceiro plano de rescisões voluntárias, após a saída de 135 trabalhadores no ano passado. 
Pressão nas contas e resultados negativos levam RTP a cortar custos. 
O conselho de administração da empresa pediu ao Governo um financiamento de 20 milhões de euros para viabilizar o processo de despedimentos. 
A RTP vai reportar prejuízos de 3,9 milhões de euros relativos ao exercício de 2025. As contas da operadora pública de rádio e televisão estão sob pressão e deverão manter-se no vermelho este ano. 2026. As perspetivas apontam para que 2026 encerre com resultados negativos na ordem dos três milhões de euros. 
A administração olha para os despedimentos como solução da grave crise financeira. 
E o Artigo 376.º - Peculato de uso? 
Não vos interessa? 
Só milhões para despedimentos, entendido.
 



 

Tempestade Perfeita

Ainda o caso da Tempestade Perfeita. 
O caso de corrupção no Ministério da Defesa arrasta-se sem previsão para julgamento. 
E, eis que a juíza "entende" que os autos não estão em risco de prescrever e considera “manifestamente inútil”, para já, marcar a audiência do processo que reúne 73 arguidos. Mas afinal quem paga a esta juíza? Se um trabalhador não lhe apetecer trabalhar também o pode fazer sem penalizações? Claro que não. 
Isto revela a arrogância com que certa gente olha para os pobres contribuintes. Lembrar, aos mais distraídos, que a "Operação Tempestade Perfeita" envolve o ex-secretário de Estado da Defesa, Marco Capitão Ferreira, investigado por suspeitas de corrupção desde julho de 2023. Já lá vão quase 3 (TRÊS) anos. 
Brilhante. 
O antigo governante foi alvo de buscas e constituído arguido nessa operação, que culminou na acusação de 30 empresas e 43 suspeitos, entre os quais dirigentes de topo do Ministério da Defesa, como Alberto Coelho, antigo diretor da Direção-Geral dos Recursos da Defesa Nacional. É só para lembrar! 
Em causa estão crimes de corrupção ativa e passiva, branqueamento de capitais, peculato e falsificação ou contrafação de documento, maioritariamente associados às contratações que levaram à derrapagem da despesa nas obras do Hospital Militar de Belém durante a pandemia de covid-19. 
Calma cidadãos a juíza "considera manifestamente inútil" para já, marcar a audiência do processo. 
Se fosse um pilha-galinhas já há muito que teria sido manifesto marcar e realizar o julgamento. 
Obviamente. 
Lembrar que também há a gestão do programa de seis navios patrulha oceânicos, no valor de cerca de 5,3 milhões de euros. 
O Tribunal de Contas considerou o contrato “fulminado de nulidade” e recusou o visto. 
Calma cidadãos "manifestamente inútil" a audiência, para já. 
Mas há muitos mais a apontar e a desvendar nesta tempestade. 
O povo é sereno e a elite goza com as inutilidades manifestas. É fartar vilanagem. 
 

 

Não lhes basta o vencimento?

Subsídio de reintegração no seu País! Ainda não mudaram a lei? Há subsídios para tudo, alojamento, representação, carros e combustível, motoristas e muitos mais...e até futebol via cabo. 
Isto é mesmo gozar com quem trabalha.
 

 

As trevas

Em Portugal as ditaduras salazarista e marcelista executaram a mesma política educacional: memorização, proibido criticar, taylorismo, aceitar sem questionar a transmissão do conhecimento do professor para o aluno, o professor detinha o saber que era inquestionável, não interessava para nada o saber adquirido na família, sociedade e coletividades de cultura e os submissos premiados, colocados nos quadros de honra e sempre na primeira fila da sala de aula. 
O célebre estrado que diferenciava as posições de quem mandava e de quem obedecia sem questionar sem admitir sequer o diálogo. 
Também houve milhares de professores mortos, presos que sofreram as mais repugnantes sevícias, expulsos do ensino e muitos abandonaram Portugal. 
Já nem preciso de retroceder no tempo e lembrar o fim da Reforma em Portugal em tudo copiada e iniciada e incentivada por uma Espanha retrógrada. 
D. João III conseguiu que a inquisição se implantasse em Portugal e que a Contra Reforma vingasse apoiada na Inquisição. Os colégios da Reforma, dos melhores da Europa, dirigidos por Judeus foram encerrados e os humanistas foram expulsos e perseguidos muitos deles acusados de pedofilia. 
O tempo não demorou a desmascarar a hipocrisia e os verdadeiros interesses da seita jesuíta que se impôs no reino a todos os níveis impondo o obscurantismo e seguindo os dogmas do Concílio de Trento. Portugal e Espanha caíram séculos e séculos na mais profunda noite das trevas.
 

 

Insanidade

Da insanidade das escolhas: Para comprar 5,8 mil milhões de euros em armas não falta dinheiro e não vai sequer ao défice, mas para ajudar as vítimas das tempestades já "é muito importante manter o equilíbrio das contas públicas e a redução da dívida pública".  
Sacanices. 
Hipócritas.  
Sempre submissos aos ditames de pedófilos, assassinos e gatunos. 
Que esperar?
 

 
 
 

O peso na consciência...

Com a notícia que o Governo do MonteNegro gastava 20 000 euros em canais de futebol quando a maioria do povo português sofria a bem sofrer com as tempestades eis que retrocederam no contrato. 
Lembrar que uma onda de indignação percorreu as redes sociais. Sim, os canais do lixo mudos e quedos. 
Idiotas. 
A vergonha foi tal que reduziram o número de ligações de oito para duas, passando de um custo mensal de 585 euros para 146 euros. 
Sou dos que penso que o cidadão português não tem que pagar este tipo de luxo. Quem quiser ter acesso aos canais premium da Sport TV, que detêm os direitos de transmissão de competições como a Primeira Liga de futebol, a Liga dos Campeões e a Liga Europa, que pague a subscrição do seu bolso. 
Haja vergonha. 
Depois dizem que não há dinheiro para nada. 
Pois entende-se a razão. A elite tem as benesses todas que quer e os pobres que vivam na miséria. 
Hipócritas. 
 

 

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Estado de calamidade no estado

E acabaram eles com o estado de calamidade. 
Desde quando um estado, seja ele qual for e pior se no domínio do social, o de calamidade, pode ser decretado o seu fim? 
Sois quem para decretar tal coisa? 
Milhares de cidadãos sem eletricidade, sem água, sem comunicações, sem eira nem beira, sem emprego, sem condições para trabalhar há semanas e uns iluminados "decretam" o fim do estado de calamidade. 
Sois uns nojentos.
Mas pagar 20 000 euros para ver a bola no palácio é estado de sobranceria. 
Tenho nojo.
 

 

História de Portugal.

 «Olha o fado 
 
Ora é tão vingativo 
Ora é tão paciente 
Amanhã é comedor 
Hoje abstinente 
Mentiroso alcoviteiro 
Doce e verdadeiro 
Uma vez conquistador 
Outra vez vencido 
Amanhã é navegante 
Hoje é desvalido 
Sensual aventureiro 
Doido e bandoleiro» 
 
Fausto Bordalo Dias - Por este rio acima.
 
 

 

Explicar

Uma lição de vida. 
Estude-se. 
Maquiavel foi filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento. 
É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser.
 

 

Nojentos

 7 nojentos personagens mencionados nos documentos do nojo mor, um tal Epstein.
 

 

Refletir

Que se aprenda... 
Incomoda a pergunta? Bom sinal. 
Educação começa em casa. 
A escola ensina conteúdo. 
Valores e limites não são terceirizados. 
Respeito não é opcional. 
É fundamento social.
 
 

Calamidade

Um artigo que diz tudo, ou quase tudo, sobre o estado de calamidade que se vive em Portugal mas que uns abutres negam.
Leiam e percebam como a elite governativa nos trata.
De mal a pior.
Gostei de ler.
 

 

domingo, fevereiro 15, 2026

Assim vai o poder dos regedores.

O "quero, posso e mando"!
Agora a Câmara do Sabugal é acusada de comprar terreno dez vezes mais caro do que o valor de mercado. Um terreno que só é utilizado uma vez por ano, para as célebres festas do concelho. Na mesma altura, a filha do presidente eleito pelo PSD adquiriu outro terreno aos mesmos proprietários a preços bem mais simpáticos. Há ainda os milhares de euros em contratos para o pai, o presidente da câmara chama-lhe progenitor, do autarca e a quota numa imobiliária que não terá declarado, como estava obrigado a fazer enquanto titular de cargo político. O medo de denunciar é um denominador comum. Os munícipes não querem denunciar com medo de sofrer represálias. Estamos no século XXI. Os próprios vereadores calam e consentem. Exemplo mais paradigmático, o vereador do PS. O que faz a Judiciária e o Ministério Público? A procuradoria-geral da República confirma que foi aberto um inquérito criminal. E depois? Mais um papel esquecido numa gaveta? Como em muitas outras casas do mesmo género e mal frequentadas, os regedores controlam os presidentes de junta. Nas assembleias municipais, cujas atas só meses mais tarde são dadas a conhecer, dizem a tudo o que lhes é proposto pelo regedor, ÁMEN. O Sabugal é um dos muitos exemplos do que vai acontecer por terras onde o regedor é dono de tudo. E são tantas.