quinta-feira, junho 04, 2026

Nojentos

 Cortam no que é indispensável e necessário e dão milhões a parasitas.



Montenegro e os recursos

E o Montenegro tenta, de novo, travar divulgação de dados da Spinumviva.
Agora recorre ao Tribunal Constitucional para tentar impedir o acesso público aos serviços prestados e aos saldos bancários da Spinumviva, invocando reserva da vida privada e proteção de terceiros.
É a transparência bem opaca. Razão tem o outro: "o que é isso de transparência?"
E a farsa continua...
O primeiro-ministro interpôs mais dois recursos no Tribunal Constitucional contra decisões da Entidade para a Transparência. No primeiro recurso, alegou que não está obrigado a entregar alguns dados.
O segundo alega a limitação de acesso público a certos dados, como os serviços prestados pela empresa, Spinumviva, e os saldos bancários dela.
Mas Montenegro tem medo de quê?
Escusa de se escudar na confidencialidade dos dados.
Como diz o povo, no seu saber ancestral, "quem não deve não teme". 



quarta-feira, junho 03, 2026

Ajuda, já!

Quem nos protege?
O INEM a passo de caracol. Resultado, mais um cidadão que morre por falta de assistência.
E cidadãos com falta de médico de família continuam a aumentar.
O país e os portugueses estão melhor?
Só se forem os «poderosos«, os chulos do Estado.






Ou há igualdade ou comem todos!

Mais uma medida de acéfalos e idiotas.
A fazer a legítima e correspondente ligação, poder-se-á estender a medida aos familiares dos gatunos do país.
Exemplo prático.
O Salgado não vai para a cadeia, ao que dizem, devido à doença de Alzheimer.
Então que encarcerem a família.



Cenários reais

Pode um governo do Montenegro e, em especial a sua ministra da saúde, ou da falta dela, vir enganar os portugueses?
O país está, na realidade, muito mal.
Dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no relatório Health at a Glance 2025, revelam que, em vários países, os doentes enfrentam atrasos que podem prolongar-se durante meses e, em alguns casos, quase dois anos antes de receberem tratamento.
NOJENTO.
Mas armas para os conflitos e milhões para guerras não faltam.
Como seria de esperar, Portugal figura, a par do Reino Unido, Eslovénia e Polónia, entre os piores em tempos de espera para consultas médicas, acesso a especialistas e realização de cirurgias.
Note-se que é um organismo do sistema, a OCDE, que o diz.
A OCDE alerta que o adiamento dos cuidados médicos tem consequências diretas na qualidade de vida dos pacientes, prolongando períodos de dor, incapacidade e sofrimento, além de poder comprometer os resultados clínicos após a intervenção.
Só falta dizer que prejudica o empresário com as faltas dos trabalhadores.
Mas não se coíbe de apontar o privado como solução para o problema. Sois uma covarde organização submissa ao sistema.



Julgar?

Anuncia-se, em dia de greve nacional, o julgamento de mais um caso de hipotética corrupção.
Mas para quê?
Gastar dinheiro aos contribuintes? Espetáculo mediático? Vender jornais?
Já se conhece o "juízo final". Implacável.



Ser professor

O papel do professor não é competir com o TikTok, o Instagram, o YouTube ou a Netflix.
O seu papel é ensinar.
E isso, por si só, já é um trabalho gigantesco.Não queiram fazer do professor um comediante, um entretenedor de um público que não escolheu.
Um público com perfis diferentes, interesses diferentes e necessidades diferentes.
«Todos iguais, mas todos diferentes!»
A maioria dos estudantes não acorda a pensar: "Mal posso esperar para aprender funções, análise sintática, Revolução Francesa ou estequiometria."
Muitos não veem sentido imediato no que estudam. Outros estão cansados, preocupados, desmotivados ou simplesmente não desejam estar na escola naquele ou noutro qualquer momento.
Em dia de greve nacional, pensem nisto.



Acordem

Voltemos ao desperdício de água nas condutas e rede, que o presidente da Câmara da Guarda falou, no célebre discurso do «sono» do Presidente da Assembleia Municipal.
Enfadonho?
Pelo que é dado ver, as imagens não enganam, muito enfadonho.
Vergonha para quem defende tanta lisura, bom comportamento e postura aos outros. Mas apenas aos outros!
Mas deixemos as atitudes e foquemo-nos no essencial.
Soube-se que um terço da água não chega às casas das famílias. Que há muitos cidadãos, os "espertinhos" do costume, que não  pagam a fatura da água. Noutros tempos não havia 2.º aviso. Havia corte da água. "Mas isso era noutro tempo, e o que lá vai, lá vai", como diz o presidente da câmara, o outro dorme a sono solto.
Mas, já agora, fica uma denúncia, um aviso, entenda como quiser.
Saberá a excelência que há por aí muitos "esperinhos" que, quando da construção das vivendas, fizeram ligações diretas à rede, sem passar pelos contadores, para encherem piscinas e regarem jardins e carros? Diz-se!
Investigue.
Fácil, a câmara tem muitos funcionários e tem o cadastro de quem tem piscinas e tanques. Confrontem os valores que surgem nos contadores e vão talvez ter uma surpresa.
Talvez os tais desperdícios sejam de outra natureza.
É só confirmarem.
Já para não falar dos desperdícios nas lavagens das bicicletas, nos bebedouros sempre em desperdício e na rega da pista de saltos de bicicletas. Mas isso nada vos interessa.
E, por fim, mas não menos importante, deixe de acusar os outros de frases feitas.
O senhor as utiliza a cada passo...
"É gozar com quem trabalha"; "Nem sim nem sopas" e outras tantas.
Melhore a linguagem e deixe de fazer acusações fúteis.
Depois o «outro» adormece! 



terça-feira, junho 02, 2026

Um nojo

Ficou-se a saber que o presidente da Câmara da Guarda teve uma reunião com o embaixador de Israel, em Portugal.
Não me interessa o motivo da reunião.
Sinto uma repulsa enorme por tal ato.
O presidente da Câmara da Guarda a reunir-se com o embaixador de um país que está a cometer um dos maiores genocídios da Humanidade é VERGONHOSO.
Quem pode rever-se em tal presidente e nas suas atitudes?
Será que vai convidar o embaixador a descerrar mais uma placa?
Nada a espantar.
Ainda tem a desfaçatez, arrojo e covardia de citar o nome de Deus a cada passagem discursiva.
Haja respeito e sentido de Estado.
Não está a mostrar-se para a hipocrisia das fotos; está em representação de um concelho.
Felizmente, nunca votei nem votaria em tal figurante.



Para refletir

Trago-vos um artigo do professor Marcos Morais que reflete sobre o que é ser professor no Brasil.
Encontram alguma diferença com o que acontece em Portugal?
"Ser professor em 2026 é:
10% tentando ensinar quem não quer aprender.
90% cumprindo burocracias para provar que ensinou.
A frase é provocativa, mas cada vez mais professores parecem se identificar com ela.
Nos últimos anos, a quantidade de registros, relatórios, plataformas, acompanhamentos, indicadores e evidências exigidas do professor aumentou significativamente. Planejamentos precisam ser documentados, atividades registradas, intervenções justificadas e resultados constantemente alimentados em sistemas.
Não estou dizendo que o acompanhamento pedagógico não seja importante. O problema surge quando a produção de evidências começa a consumir o mesmo tempo que deveria ser destinado ao ensino.
Enquanto isso, a sala de aula se torna um ambiente cada vez mais desafiador. A atenção dos estudantes disputa espaço com celulares, conversas paralelas e inúmeros estímulos externos. Em muitos momentos, o professor precisa dedicar mais energia para criar condições de aprendizagem do que para ensinar propriamente dito.
O resultado é uma sensação cada vez mais comum entre docentes: passamos horas comprovando que trabalhamos e cada vez menos tempo realizando aquilo que nos levou à profissão.
A educação precisa de planejamento, avaliação e acompanhamento. Mas também precisa lembrar que nenhum relatório substitui uma boa aula e que nenhuma planilha ensina um estudante.
Talvez esteja na hora de discutir não apenas como medir o trabalho docente, mas também como proteger o tempo necessário para que ele aconteça.
💬 Você também tem a sensação de que passa mais tempo registrando o trabalho do que realizando o trabalho?"
Para professores, pais e encarregados de educação e, principalmente, a comunidade, toda ela, refletir. 



A justiça material

E, mais uma vez, a afirmação "a lei não é para todos" traduz uma crítica filosófica, ética e sociológica profunda. Na Filosofia Política e na Filosofia do Direito, esse debate gira em torno da tensão entre a igualdade formal (o que a lei diz) e a justiça material (como a lei é aplicada).
E, na verdade, uma coisa é o que a lei diz, outra bem diferente é como é aplicada.
Para começo de conversa, dizer que o que está escrito no site da Assembleia da República não condiz, em muitos casos, com o que é escrito na Plataforma da Entidade para a Transparência.
Mas essas discrepâncias, em todo e qualquer lugar, são mais que muitas. Dão lugar a interpretações e a fugas à verdade de muitos interessados.
O habitual num país de poderes hipócritas, idiotas e asininos.
O mais importante da notícia está na ridícula atitude de diferenciar a exclusividade de um deputado de um a tempo parcial, apenas e tão-só nas despesas de representação. O primeiro recebe despesas de representação, o segundo não.
O que está em causa são 427,51 euros no bolo total de 4 257,05 euros. Os tais 427,51 euros são um pouco inferiores à Prestação Social Única.
Só com uma diferença. O governo do Montenegro quer obrigar os cidadãos que vegetam com os tais 537 euros a fazer trabalho social, e quem o recusar perde a dita prestação por dois anos.
Pergunto.
E sentar o rabo numa cadeira, carregar num botão, comer e beber do melhor no restaurante do Parlamento, a que chamam hipocritamente "cantina", ter subsídios para tudo, até para o papel higiénico, é trabalhar?
Palhaçada e vigarice é o que é.
O circo bem montado.
Não liguem aos ornamentos que tendem a distrair os leitores. Procurem o importante.



domingo, maio 31, 2026

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda - 29 de abril de 2026 - O "cochilo" II.

 

Não se detenham no discurso do presidente da câmara da Guarda a justificar as contas da câmara, a falta de investimento, do «choradinho» do Calimero sempre a dizer que o Estado não cumpre com o dinheiro que prometeu. Que o mesmo Estado se desresponsabiliza das suas obrigações contratuais.
O mesmo «choradinho» do tal Calimero tantas vezes dito vezes sem conta.
Assuma as suas responsabilidades.
Olhe para o seu presidente e perceba o que os munícipes terão dado atenção à sua enfadonha palestra.
O Trump já aportou à Guarda, pelo menos no que diz respeito à soneca.
 

 

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda - 29 de abril de 2026 - O "cochilo" I.

Esta Assembleia teve de tudo e para o final estava reservada uma das partes mais indecorosas.
O senhor presidente da Assembleia Municipal deixou-se dormir.
No ponto da discussão sobre as contas da Câmara Municipal da Guarda e da APAL, um assunto de extrema importância, o senhor... dormitou!
Atente-se nesta troca de «mensagens» e risos entre o senhor presidente e a secretária. No final a secretária, a senhora que passou grande parte da Assembleia a enviar mensagens do telemóvel, bateu os nós dos dedos na palma da mão.
Tudo revelador do espetáculo triste que se seguiria.
 

 

sexta-feira, maio 29, 2026

Classe nojenta

Assim explodiu hoje o brinquedo em forma de foguete do magnata capitalista Jeff Bezos, que sofreu uma enorme explosão durante um teste espacial na Flórida, Estados Unidos da América do Norte.
Uma explosão assim pode emitir CO₂ equivalente a centenas ou milhares de carros a gasóleo a circular durante um ano inteiro.
Enquanto os capitalistas poluem por desporto, vaidade e exibicionismo como se não houvesse um amanhã, a ti pedem que faças um esforço para salvar o planeta.
Canalha nojenta.