sexta-feira, maio 22, 2026
Para que quem não sabe, aprenda.
"A transparência política é o princípio democrático que exige que as ações, decisões e finanças dos governantes e instituições públicas sejam abertas e acessíveis ao escrutínio público. O seu objetivo central é prevenir a corrupção, promover a responsabilização dos políticos e capacitar os cidadãos para participarem de forma informada na vida cívica".
Onde estão as atas? Na página da câmara? Não existem. Apenas anúncios e propaganda do executivo.
Falar no final das reuniões e deixar a "comunicação social local" estar presente é o bastante?
E os filtros?
Não admitir lições de transparência é sinal de arrogância e prepotência. Todos os eleitos têm o dever de aprender e melhorar o seu relacionamento com quem os elegeu.
Tão difícil perceber?
"Todas as pessoas que o desejem podem assistir às reuniões do executivo quando são públicas". Mais areia para os olhos dos guardenses. Quer que faltem ao trabalho?
Façam como o Lutero, publiquem as atas nas portas das Igrejas.
Basta publicar as deliberações do executivo e acham que a democracia está cumprida?
Voltar ao tema dos custos é mais conversa da treta. Gastam-se milhares em festas, festanças que com toda a certeza algum dinheiro se conseguiria para as transmissões das reuniões do executivo.
Justificar que em oito anos nunca se falou na transmissão das reuniões é um argumento falacioso. Pelo mesmo raciocínio ainda hoje a informação era privilégio de uma elite.
Atualizem-se.
Sabe, é que se não houvesse transmissão não se conhecia o comportamento indecoroso, no mínimo, da senhora sua apoiante, da "digníssima mesa", a enviar e receber mensagens.
Mas isso nem o ilustre presidente da assembleia deu conta ou se deu não lhe chamou à atenção pelo menos no respeito por quem a elegeu.
Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 abril 2026 - as linhas.
Não, não se tratou de linhas de coser, nada disso. Falou-se de ferrovia. Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa.
Então e não fala do estado degradante em que se encontram as rodovias do concelho? Pois, como diz o seu colega " o senhor presidente fala do quer, e do que não quer, não fala". Claro, fale à vontade do que quer. A casa é sua, então.
Dizer-se que a Linha da Beira Baixa, principalmente o troço entre a Guarda e a Covilhã, esteve encerrada durante dez anos e não dizer quem beneficiou com tal situação é faltar à verdade é não ser sério na análise. Quem lucrou foram as empresas de transportes de passageiros, dos tais alunos do ensino superior de que fala.
A opção, por conveniência dos mesmos de sempre, era a rodovia.
Solidário com as populações e concelhos mais afetadas, com novo encerramento da Linha da Beira Baixa?
Solidariedade, pois.
Refere o senhor presidente que a Linha da Beira Baixa teve obras que terminaram há cerca de 5 anos.
"E não se admite que passado tão pouco já haja necessidade de uma nova obra com tanta envergadura" disse o senhor presidente.
Pois é, mas vossa excelência omite, propositadamente ou talvez por esquecimento tanta obra da sua responsabilidade que não precisaram de 5 anos para irem abaixo.
Lembro-lhe algumas, só algumas.
Caso da "aposta ganha" do recinto de areia para o voleibol de praia. Transformado num lamaçal e num nabal quando chove. Um campo sem qualquer utilidade presentemente,
O pavilhão da escola da Sé, a quem o senhor chama pavilhão municipal, com defeitos de construção a todos os títulos, colunas colocadas para impossibilitar a visão completa do recinto desportivo, das marcações no chão que nunca ficaram conforme o que é exigido e, imagine-se a sofrer inundações no último inverno. Impossibilitando a utilização do recinto nas aulas de educação física. Talvez barcos, gaivotas e outros meios aquáticos fossem mais adequados. E pouco mais de um ano após a inauguração.
Bem sei, celebrou-se um acordo entre agrupamentos para situações de calamidade, disse-o a excelência. Uma semana ficará uma escola sede de prevenção, noutra semana a outra sede de agrupamento.
Ridículo.
Prevenção para ceder instalações? Há espaço para tantos alunos?
E lá vem o choradinho em dó menor. "Se fosse na linha do norte ou na A1 será que ia demorar tanto tempo". O senhor faz-se de vítima para esconder os problemas estruturais que os políticos como o senhor não resolvem. Quer comparar o incomparável? Onde está grande parte da população? E as empresas que geram riqueza para o país? Basta de demagogia. Já pensou a razão pela qual as regiões de baixa densidade populacional não contam para o poder central. Pois, não quer responder, pois tem a sua culpa na situação que se vive, como todos os que foram a ocupar sucessivamente o poder autárquico e as cadeiras do parlamento. Os tais representantes, deles, obviamente. Depois lamentam-se.
E, voltou a falar da alta velocidade. Mais e mais areia para os olhos dos guardenses. Pode sonhar, ninguém o impede. Pode até priorizar. Pode, claro! Sonhe alto.
Mas não ressone acorda os vizinhos.
Ligação a Espanha e por que não a Paris de França, ou Berlim, ou Roma, para visitar o Papa?
Um chorrilho de intenções e como diria o meu professor de filosofia, “palha só de Abrantes”.
quinta-feira, maio 21, 2026
Gatunos sempre.
À elite gatuna da Europa não lhes bastou delapidar, ontem como hoje, as riquezas materiais de África, como fazendo dos povos nativos escravos transportados para outras regiões como mão de obra barata. Ainda tiveram a ousadia, desfaçatez, ignóbil sobranceria própria de quem se julga donos do mundo, dividir com régua e esquadro a África. Separaram tribos, culturas e criaram conflitos que resultaram não só em guerras terríveis como deram a ganhar mais e mais lucros para os hipócritas construtores do novo mapa de África, com a venda de armas.
Mas isto não vos dizem nas escolas. Só vos falam no mapa cor-de-rosa, um embuste, mais um.
Professores em luta
Em Espanha, como em Portugal, os professores reivindicam melhores condições de trabalho.
Em defesa da Escola Pública democrática, com gestão participada dos seus intervenientes, menos burocracia, contra uma municipalização idiota comandada por interesses eleitoralistas privilegiando os amigalhaços com contratos milionários.
Criminosos
Os
criminosos e donos do mundo apoiados por idiotas e assassinos humilham
cidadãos que o único crime que cometeram foi oferecer ajuda a um povo
alvo do maior genocídio do século.
O que não nos dizem nas escolas.
O ocidente nunca pode ser considerado o único centro do conhecimento.
Há e houve muitos outros.
A história da ciência guarda segredos que desafiam o que aprendemos na escola. Cerca de mil anos antes de Charles Darwin, o polímata iraquiano Al-Jahiz já descrevia mecanismos modernos de adaptação e sobrevivência. Na sua obra monumental, O Livro dos Animais, escrita no século IX, ele detalhou como as espécies se transformam ao longo do tempo, antecipando conceitos fundamentais da biologia evolutiva muito antes da era moderna.
Al-Jahiz identificou a luta pela existência, observando que os animais competem constantemente por recursos e pela hipótese de se reproduzir. Ele compreendeu que fatores ambientais forçam os seres vivos a desenvolver novas características para sobreviver, transmitindo esses traços às gerações futuras. Essa visão pioneira revela que a Idade de Ouro do Islão já debatia com profundidade como o meio ambiente molda a vida.
Uns aliados covardes.
E se Hitler invadisse Portugal Salazar iria fugir para o Brasil como o fez o rei "merdoso" D. João VI? O único monarca europeu a fugir para outro continente deixando um povo entregue aos gatunos ingleses e aos assassinos franceses.
Uma neutralidade que podia ter originado uma tragédia. Os tais "aliados" sempre utilizaram Portugal para o explorar. Estude-se.
Por onde anda o senhor "recuperador"?
O descalabro total. As ajudas não existem. Os meios de comunicação, linhas de telefone, redes móveis ainda por funcionar. Mas os cidadãos a cada mês a pagarem às operadoras um serviço que não têm. Eletricidade ainda não existe na totalidade atingida pelas intempéries. Habitações destruídas. Empresas fechadas. Roubos, e desfalques mais que muitos.
Alguém, por um acaso, mas só por um acaso ouviu falar do magnânimo, insubstituível senhor Paulo Fernandes, ex-autarca do Fundão, nomeado pelo governo do Montenegro para liderar a "Estrutura de Missão" encarregada de recuperar as zonas afetadas pela depressão Kristin? Num país civilizado, onde a transparência, a frontalidade e a lei fosse apanágio dos governantes e nomeados já devia a estar a dizer aos contribuintes tudo o que fez e o que não fez. E quanto já gastou, pessoalmente ou em prol da tal recuperação anunciada.
Ou será que está a tentar resolver uma dívida que a autarquia do Fundão, sob a sua batuta de autarca exemplar, por isso logo nomeado, tem para com as Águas do Vale do Tejo no valor de 47 milhões de euros?
Por tal trabalho tão meritório foi logo nomeado, bem de ver.
O modelo de autarca que hipotecou para longo tempo a vida dos munícipes.
Brilhante!
Uma condecoração e JÁ.
quarta-feira, maio 20, 2026
O existencialismo
O
existencialismo é uma corrente filosófica que explora a liberdade, a
responsabilidade e o absurdo da vida. Filósofos como Jean-Paul Sartre,
Albert Camus, Søren Kierkegaard e Friedrich Nietzsche refletiram sobre a
angústia, a identidade e o propósito humano.






