sexta-feira, abril 10, 2026

Divulgue não fique indiferente.

É uma cena que arrasa um cidadão que não pactua com assasinos.
Isto acontece em Gaza, como no Líbano.



Nojo

Há uns que têm quem os abrigue da chuva segurando o guarda-chuva.
Outros nem um guarda-chuva sabem fechar. Precisa de criados para tudo, o pedófilo, peidoca e assassino.



A melhor do dia.

"O sorriso de Montenegro
Lembra aquela anedota brejeira da freira que diz à Madre Superiora ter sido violada e pergunta o que deve fazer no caso de ter ficado grávida: - Irmã, para já, esprema um limão bem amargo e beba o sumo para tirar esse ar de felicidade."



Prémio para quem rouba!

O sócio-fundador da Spinumviva promove a fraude à segurança social.
Desonestidade e cumplicidade com a trapaça.



Servilismo

Há coisas que me fazem muita confusão. Uma delas é ser-se tão servil.
Como dizia a minha avó: "Quanto mais se abaixa, mais se vê o rabo"!



Os eternos problemas da linha férrea da Beira Baixa.

Ontem gastaram-se 3,2 milhões de euros em obras de beneficiação no troço Abrantes e Rodão.
Mas, já antes e durante cerca de 12 anos encerrado para obras de modernização e eletrificação, o troço da Linha da Beira Baixa entre a Guarda e a Covilhã voltou a receber comboios em maio de 2021. Foram gastos mais de 90 milhões de euros. Agora anunciam-se mais obras na Linha da Beira Baixa, focadas na estabilização de taludes entre Belver e Barca da Amieira, orçadas em 7 milhões de euros. Outros investimentos incluem 2,2 milhões de euros para a eliminação de uma passagem de nível e obras de manutenção em pontes metálicas, visando a segurança da via. E as obras terão um prazo de 1 050 dias. O somatório dos gastos é astronómico e o tempo sem circulação ferroviária é enorme. Quem é prejudicado com tanta obra? Os cidadãos, na sua maioria idosos, que vão resistindo heroicamente ao despovoamento resultante do desinvestimento na região. Quem beneficia? Desde logo, as empresas de construção, melhoramento e manutenção da linha e os transportes rodoviários privados. Lucros aos milhões. Até quando continuará o gasto? Um verdadeiro maná para muita canalha. Os interesses são muitos e de há muito.



O fim do Serviço Nacional de Saúde.

Segundo o jornal "Público", dez unidades locais de saúde e dois institutos de oncologia começaram o ano a assumir despesas sem fundos disponíveis, numa violação da Lei dos Compromissos e Pagamentos em Atraso que não se via com esta dimensão há quase uma década.
Ou seja, mais uma das muitas ilegalidades que se vão cometendo por governantes neste Portugal.
Apesar de o Ministério da Saúde desvalorizar a situação, como acontece em muitos outros casos da vida em Portugal, considerando-a comum no início de cada exercício orçamental, os gestores hospitalares apontam para causas mais estruturais: orçamentos insuficientes e alterações recentes às regras de cálculo dos fundos disponíveis.
Como já o referimos há algum tempo, a lei em causa impede entidades públicas de assumirem encargos — como contratos para medicamentos ou serviços — sem cobertura financeira. Logo, medicamentos e exames exteriores às Unidades de Saúde estão em causa. Quem sofre é o cidadão de médios e baixos rendimentos que não pode utilizar o privado por razões financeiras.
E o cenário poderá agravar-se ainda mais com o aumento dos custos com bens e serviços, impulsionado pela inflação e pela guerra no Irão.



Gatunos

E cá está mais uma forma bem camuflada, como convém, de roubar os consumidores.
Podem fazer o pino, contorcer-se dentro de uma pipa, iludir as serpentes do deserto e cantar a cançoneta da cigarra, que o objetivo último desta "treta" do «Volta» é arrecadar mais uns cêntimos, que mais tarde serão uns milhões para as empresas. O mesmo de sempre. Podem adornar a aldrabice da forma mais hábil, ágil e ranhososa que quiserem; isto é roubar. A partir desta sexta-feira, garrafas e latas, de plástico, metal e alumínio, inferiores a 3 litros – identificadas com o símbolo volta – "passam a integrar um sistema de reciclagem dedicado". Atente-se à linguagem: "garrafas e latas, de plástico, metal e alumínio, inferiores a 3 litros – identificadas com o símbolo volta – desde que contenham o símbolo volta e o código de barras legível. Devem igualmente estar intactas, vazias e completas (com tampa incluída no caso das garrafas). Se algum destes critérios não for cumprido, a embalagem não é aceite e o valor de depósito não é reembolsado. Querem melhor explicação? Mas há mais. As embalagens "volta" que sejam adquiridas em cafés, restaurantes, bares, discotecas, unidades hoteleiras e outros estabelecimentos similares podem ainda ser devolvidas nestes locais, mediante apresentação do comprovativo de compra, «se solicitado». Estes estabelecimentos só são obrigados a receber as embalagens de bebidas adquiridas e consumidas nos respetivos espaços, ou seja, em supermercados e hipermercados. Percebido? Talvez não! É que os tais 10 cêntimos são para serem consumidos nos hipermercados e supermercados. Ide enganar a vossa tia, que era nova e já o queria. A roubalheira continua e ainda vos chamam de idiotas.



quinta-feira, abril 09, 2026

Adriano Correia de Oliveira

Neste dia 9 de abril de 1942, nascia, no Porto, Adriano Correia de Oliveira. Músico português, dotado de um timbre único, intérprete da canção de Coimbra e cantor de intervenção, nunca se desmarcou dos seus ideais antifascistas. Cantou para o povo, para os trabalhadores, pela liberdade e pela democracia.
Nunca te esqueceremos, Adriano.



O Fisco vai tributar compensações a vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica.

Absolutamente ridículo.
Ainda diz o primeiro-ministro, Montenegro, que o governo não agrava impostos. Isto pode não ser um agravamento, mas é em todo um "absurdo inqualificável". Os pagamentos, que totalizam mais de 1,6 milhão de euros, variam entre 9 mil e 45 mil euros por vítima e enquadram-se na categoria G – Incrementos patrimoniais do IRS, mas não cumprem os critérios legais de isenção. Ou seja, estão sujeitas à tributação em sede de IRS, de acordo com a legislação fiscal em vigor. E, pela legislação em vigor que o Fisco invoca, as vítimas dos abusos sexuais podem ver as indemnizações a serem reduzidas para metade. Não bastou às vítimas sofrerem todo o tipo de danos. Ainda vão ter de pagar imposto por uma compensação que em nada recupera qualquer dano causado. Lamentável.



A direita woke

 


Página da Câmara Municipal da Guarda em serviços mínimos

Ao fim de dois meses, a página da Câmara Municipal da Guarda é um resumo de resumos e muita propaganda. Algo semelhante aos resumos que os alunos(??) usam para falsificar a leitura integral de uma obra.
É só abrirem a página e a informação é escassa. Os munícipes não têm direito a saber o que de facto acontece na câmara. Há uma página no Facebook que tem o regedor nas suas visitas ao condado e aos cumprimentos a outros senhores feudais. E já se sabe que quem entrar no Facebook da câmara tem de estar devidamente identificado. Aquilo que chamam de "acessos rápidos" é um vazio e, pior, fora de prazo. Em "Documentos", só funciona Executivo - Editais/Documentos. Deliberações da Reunião de Câmara, só antes de 2021; Editais? Para encher chouriças. Regulamentos? Mais que muitos para confundir; Fundos comunitários — só um e basta! Reabilitação da Av. Dr. Francisco Sá Carneiro - 2.ª Fase; Educação; Cultura; Ambiente; Urbanismo; Ação Social; Proteção Civil nada funciona. Não há NADA. E já se passaram dois meses. Irra, os funcionários, que nas palavras do regedor nem dormem a tratar da parte informática, devem estar no hospital. Mas visitas de cumprimentos, faz o regedor. E saber como funciona a parte informática nos outros concelhos não lhe interessa?



As visitas.

O presidente da câmara da Guarda andou a apresentar cumprimentos a outros colegas da chamada "área de baixa densidade populacional" de Portugal, mais concretamente de Bragança e Vila Real.
Curiosamente, mas só curiosamente, evidentemente, o senhor presidente da câmara de Vila Real tem o sobrenome de Favaios. Sugestivo! Diz-se que a excelência, para além dos cumprimentos, analisou vários assuntos de interesse comum e temas da atualidade política, bem como os desafios que os territórios enfrentam e as perspetivas de desenvolvimento económico para o futuro próximo. Deve ter sido estafante o périplo. Sempre a mesma ordem de trabalhos; imagino o cansaço da excelência e respetiva comitiva. Aproveitou e foi à sua santa terrinha? Quanto custaram aos munícipes da Guarda os cumprimentos e a conversa? Uma sugestão ao senhor presidente. Faça como o Isaltino, de Oeiras: elabore um cardápio de restaurantes e hotéis por onde vai andando. Com a publicidade feita, muito provavelmente muitas obras terão o seu começo e términus cá pela Guarda, se entender, obviamente, que o dinheiro arrecadado é um investimento municipal e não individual. A revista "Viver a Guarda" ficará ainda mais repleta das suas fotografias e viagens e terá a lista de restaurantes e hotéis por onde vai «passando». Seria de certeza mais motivadora para quem vai vendo a revista com um aspecto gráfico que deve sair bem caro aos contribuintes. Já agora, uma observação, se me permite, senhor presidente: quando vai ter a gentileza de anunciar o número de exemplares da revista? É que nunca aparece tal referência. Tem alguma explicação? Pois! Falta de espaço; são tantas as fotos de sua excelência. O sempre repetido "Calimero" e as obras...