terça-feira, julho 14, 2026

Funcionários a mais

A prova de que a direita tem toda a razão. 
Temos mesmo funcionários públicos a mais. 
Mas de certeza que o Luís consegue cortar isto para metade.
Metade?
Um único é o melhor.



Serviço público

Pacheco Pereira sabe bem que nenhum governante tem a noção de serviço público. 
Os interesses são outros, Pacheco Pereira.
Se houvesse noção de serviço público, muita canalha ia pelo esgoto.



O esquema de sempre

Essa prática chama-se esquema de proteção e foi um dos pilares financeiros da Máfia nos EUA durante a maior parte do século XX. Tratava-se de um sistema clássico de extorsão mafiosa, disfarçado de serviço de segurança para negócios e comerciantes.
Curiosamente, os portugueses, com o sanguinário Afonso de Albuquerque ao comando, da segunda vez que conseguiram tomar conta do mesmo estreito, impuseram taxas aos que por ali passavam. Nada a estranhar.



Magistral poema de Jorge Luís Borges.

Há poemas que não falam do passado. 
Falam daquilo que continua vivo dentro de nós.




O espaço tridimensional.

 


Os merdas.

 


Aviso bem sério.

 


Pergunta-se.

 


Mais um estado para o reino do pedófilo.

 


As garrafas sabem nadar?

Parque Urbano do Rio Diz, Guarda.



Nojeira.

Podem não acreditar, mas as fotos são verdadeiras e são do chamado "espelho de água", no Parque Urbano do Rio Diz.




As obras no imóvel do Luís, o Neves.
Segundo palavras do ministro Neves, que também é Luís, foram apenas um tanque, três paredes, uma casa de banho e um alpendre.
Mas as imagens não enganam, senhor Neves.
Notar que a construção da piscina, bem como de outras obras, não foi comunicada à Câmara de Odemira, que não recebeu qualquer processo de licenciamento para a obra.
Mas há mais.
Consta que o empreiteiro em causa, da longínqua Barcelos, continua a realizar obras noutro empreendimento do senhor ministro e ex-diretor da Polícia Judiciária e foi recebido com pompa e circunstância pelo atual presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, por quem tece elevadíssimos louvores.
O senhor ministro Luís continua a recusar-se a mostrar as faturas.
Algo semelhante ao caso Spinumviva.



Obras

O Neves, que por acaso também é Luís, parece ter entrado num caso em tudo semelhante ao Spinumviva.
O Luís, mas de apelido Neves, ministro da Administração Interna e ex-diretor da Polícia Judiciária, tinha contratado para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na Polícia Judiciária quando o Neves era diretor nacional.
Segundo o Neves, umas obras pequenas, as do seu imóvel em Odemira. Coisas de pequena monta, 20 mil euros, 25, 30 mil, à volta disso, dizia o ministro.
As obras são três paredes, uma casa de banho com sete metros quadrados, um alpendre e um tanque que foi feito. É disto que estamos a falar, acrescentava o ministro Neves.
Uma empresa de Barcelos deslocar-se a Odemira para realizar obras tão pequenas?
Pode-se argumentar que a empresa de Barcelos ganhou vários concursos públicos, todos para a Polícia Judiciária. 
Assim como se pode dizer que a empresa de Barcelos tem processos em tribunal por dívidas a fornecedores e outros processos.



Tu a falar de exames?

Ahahahah! 
Oh Miguel Relvas, vai pentear macacos. 
Há gente que não tem nenhum pudor. 
Tu falas de exames? Só faltam o Sócrates e outros que tais, que nem uma folha A6 conseguia conter tanto malandro.
Vai bugiar