sexta-feira, maio 22, 2026

Só o capacete?

 

Acéfalos!
Querem o uso do capacete nas trotinetas, muito bem.
E o seguro obrigatório?
Caiu por imposição das empresas quer das que as vendem como das que as alugam que têm negociatas com os municípios.
 

 

O fim da Escola Pública

Aí vem mais um assalto da quadrilha à Escola Pública!
Há que correr com esta gente!
Se não corrermos com eles, não se duvide que eles vão destruir a Escola Pública.
 

 

Na educação, algumas coisas dão uma forte sensação de aprendizagem:

 


Tudo que é sólido e estável se desmancha no ar.

 

O sociólogo Ricardo Antunes discute as profundas transformações no mundo do trabalho, marcadas pela crise estrutural do capitalismo e pelo avanço da tecnologia.
Uma reflexão importante.
 

 

Desenho de Onofre Varela:

 


O governo está a tentar arruinar completamente o nosso mercado imobiliário.

 


Os canais do lixo e os pasquins no seu pior.

 


Ferrovia que futuro?

Para os que falam tanto de ferrovia e acreditam no Pai Natal, seria bom que analisassem a situação.
 

 

Para que quem não sabe, aprenda.

"A transparência política é o princípio democrático que exige que as ações, decisões e finanças dos governantes e instituições públicas sejam abertas e acessíveis ao escrutínio público. O seu objetivo central é prevenir a corrupção, promover a responsabilização dos políticos e capacitar os cidadãos para participarem de forma informada na vida cívica".
Onde estão as atas? Na página da câmara? Não existem. Apenas anúncios e propaganda do executivo.
Falar no final das reuniões e deixar a "comunicação social local" estar presente é o bastante?
E os filtros?
Não admitir lições de transparência é sinal de arrogância e prepotência. Todos os eleitos têm o dever de aprender e melhorar o seu relacionamento com quem os elegeu.
Tão difícil perceber?
"Todas as pessoas que o desejem podem assistir às reuniões do executivo quando são públicas". Mais areia para os olhos dos guardenses. Quer que faltem ao trabalho?
Façam como o Lutero, publiquem as atas nas portas das Igrejas.
Basta publicar as deliberações do executivo e acham que a democracia está cumprida?
Voltar ao tema dos custos é mais conversa da treta. Gastam-se milhares em festas, festanças que com toda a certeza algum dinheiro se conseguiria para as transmissões das reuniões do executivo.
Justificar que em oito anos nunca se falou na transmissão das reuniões é um argumento falacioso. Pelo mesmo raciocínio ainda hoje a informação era privilégio de uma elite.
Atualizem-se.
Sabe, é que se não houvesse transmissão não se conhecia o comportamento indecoroso, no mínimo, da senhora sua apoiante, da "digníssima mesa", a enviar e receber mensagens.
Mas isso nem o ilustre presidente da assembleia deu conta ou se deu não lhe chamou à atenção pelo menos no respeito por quem a elegeu.
 

 

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 abril 2026 - as linhas.

 

Não, não se tratou de linhas de coser, nada disso. Falou-se de ferrovia. Linha da Beira Alta e Linha da Beira Baixa.
Então e não fala do estado degradante em que se encontram as rodovias do concelho? Pois, como diz o seu colega " o senhor presidente fala do quer, e do que não quer, não fala". Claro, fale à vontade do que quer. A casa é sua, então.
Dizer-se que a Linha da Beira Baixa, principalmente o troço entre a Guarda e a Covilhã, esteve encerrada durante dez anos e não dizer quem beneficiou com tal situação é faltar à verdade é não ser sério na análise. Quem lucrou foram as empresas de transportes de passageiros, dos tais alunos do ensino superior de que fala.
A opção, por conveniência dos mesmos de sempre, era a rodovia.
Solidário com as populações e concelhos mais afetadas, com novo encerramento da Linha da Beira Baixa?
Solidariedade, pois.
Refere o senhor presidente que a Linha da Beira Baixa teve obras que terminaram há cerca de 5 anos.
"E não se admite que passado tão pouco já haja necessidade de uma nova obra com tanta envergadura" disse o senhor presidente.
Pois é, mas vossa excelência omite, propositadamente ou talvez por esquecimento tanta obra da sua responsabilidade que não precisaram de 5 anos para irem abaixo.
Lembro-lhe algumas, só algumas.
Caso da "aposta ganha" do recinto de areia para o voleibol de praia. Transformado num lamaçal e num nabal quando chove. Um campo sem qualquer utilidade presentemente,
O pavilhão da escola da Sé, a quem o senhor chama pavilhão municipal, com defeitos de construção a todos os títulos, colunas colocadas para impossibilitar a visão completa do recinto desportivo, das marcações no chão que nunca ficaram conforme o que é exigido e, imagine-se a sofrer inundações no último inverno. Impossibilitando a utilização do recinto nas aulas de educação física. Talvez barcos, gaivotas e outros meios aquáticos fossem mais adequados. E pouco mais de um ano após a inauguração.
Bem sei, celebrou-se um acordo entre agrupamentos para situações de calamidade, disse-o a excelência. Uma semana ficará uma escola sede de prevenção, noutra semana a outra sede de agrupamento.
Ridículo.
Prevenção para ceder instalações? Há espaço para tantos alunos?
E lá vem o choradinho em dó menor. "Se fosse na linha do norte ou na A1 será que ia demorar tanto tempo". O senhor faz-se de vítima para esconder os problemas estruturais que os políticos como o senhor não resolvem. Quer comparar o incomparável? Onde está grande parte da população? E as empresas que geram riqueza para o país? Basta de demagogia. Já pensou a razão pela qual as regiões de baixa densidade populacional não contam para o poder central. Pois, não quer responder, pois tem a sua culpa na situação que se vive, como todos os que foram a ocupar sucessivamente o poder autárquico e as cadeiras do parlamento. Os tais representantes, deles, obviamente. Depois lamentam-se.
E, voltou a falar da alta velocidade. Mais e mais areia para os olhos dos guardenses. Pode sonhar, ninguém o impede. Pode até priorizar. Pode, claro! Sonhe alto.
Mas não ressone acorda os vizinhos.
Ligação a Espanha e por que não a Paris de França, ou Berlim, ou Roma, para visitar o Papa?
Um chorrilho de intenções e como diria o meu professor de filosofia, “palha só de Abrantes”.
 

 

quinta-feira, maio 21, 2026

Gatunos sempre.

À elite gatuna da Europa não lhes bastou delapidar, ontem como hoje, as riquezas materiais de África, como fazendo dos povos nativos escravos transportados para outras regiões como mão de obra barata. Ainda tiveram a ousadia, desfaçatez, ignóbil sobranceria própria de quem se julga donos do mundo, dividir com régua e esquadro a África. Separaram tribos, culturas e criaram conflitos que resultaram não só em guerras terríveis como deram a ganhar mais e mais lucros para os hipócritas construtores do novo mapa de África, com a venda de armas. Mas isto não vos dizem nas escolas. Só vos falam no mapa cor-de-rosa, um embuste, mais um.
 

 

Professores em luta

 

Em Espanha, como em Portugal, os professores reivindicam melhores condições de trabalho.
Em defesa da Escola Pública democrática, com gestão participada dos seus intervenientes, menos burocracia, contra uma municipalização idiota comandada por interesses eleitoralistas privilegiando os amigalhaços com contratos milionários.
 

 

Criminosos

Os criminosos e donos do mundo apoiados por idiotas e assassinos humilham cidadãos que o único crime que cometeram foi oferecer ajuda a um povo alvo do maior genocídio do século.
 

 

O que não nos dizem nas escolas.

 
O ocidente nunca pode ser considerado o único centro do conhecimento.
Há e houve muitos outros.
A história da ciência guarda segredos que desafiam o que aprendemos na escola. Cerca de mil anos antes de Charles Darwin, o polímata iraquiano Al-Jahiz já descrevia mecanismos modernos de adaptação e sobrevivência. Na sua obra monumental, O Livro dos Animais, escrita no século IX, ele detalhou como as espécies se transformam ao longo do tempo, antecipando conceitos fundamentais da biologia evolutiva muito antes da era moderna.
Al-Jahiz identificou a luta pela existência, observando que os animais competem constantemente por recursos e pela hipótese de se reproduzir. Ele compreendeu que fatores ambientais forçam os seres vivos a desenvolver novas características para sobreviver, transmitindo esses traços às gerações futuras. Essa visão pioneira revela que a Idade de Ouro do Islão já debatia com profundidade como o meio ambiente molda a vida.
 

 

Uns aliados covardes.

 

E se Hitler invadisse Portugal Salazar iria fugir para o Brasil como o fez o rei "merdoso" D. João VI? O único monarca europeu a fugir para outro continente deixando um povo entregue aos gatunos ingleses e aos assassinos franceses.
Uma neutralidade que podia ter originado uma tragédia. Os tais "aliados" sempre utilizaram Portugal para o explorar. Estude-se.
 

 

Quem puder não falte!

 


Por onde anda o senhor "recuperador"?

 

O descalabro total. As ajudas não existem. Os meios de comunicação, linhas de telefone, redes móveis ainda por funcionar. Mas os cidadãos a cada mês a pagarem às operadoras um serviço que não têm. Eletricidade ainda não existe na totalidade atingida pelas intempéries. Habitações destruídas. Empresas fechadas. Roubos, e desfalques mais que muitos.
Alguém, por um acaso, mas só por um acaso ouviu falar do magnânimo, insubstituível senhor Paulo Fernandes, ex-autarca do Fundão, nomeado pelo governo do Montenegro para liderar a "Estrutura de Missão" encarregada de recuperar as zonas afetadas pela depressão Kristin? Num país civilizado, onde a transparência, a frontalidade e a lei fosse apanágio dos governantes e nomeados já devia a estar a dizer aos contribuintes tudo o que fez e o que não fez. E quanto já gastou, pessoalmente ou em prol da tal recuperação anunciada.
Ou será que está a tentar resolver uma dívida que a autarquia do Fundão, sob a sua batuta de autarca exemplar, por isso logo nomeado, tem para com as Águas do Vale do Tejo no valor de 47 milhões de euros?
Por tal trabalho tão meritório foi logo nomeado, bem de ver.
O modelo de autarca que hipotecou para longo tempo a vida dos munícipes.
Brilhante!
Uma condecoração e JÁ.
 

 

quarta-feira, maio 20, 2026

O existencialismo

O existencialismo é uma corrente filosófica que explora a liberdade, a responsabilidade e o absurdo da vida. Filósofos como Jean-Paul Sartre, Albert Camus, Søren Kierkegaard e Friedrich Nietzsche refletiram sobre a angústia, a identidade e o propósito humano.
 

 

Byung-Chul Han

 

Byung-Chul Han é um filósofo e ensaísta sul-coreano, nascido em 1959 em Seul, que construiu a sua carreira académica principalmente na Alemanha.
É considerado um dos pensadores contemporâneos mais influentes, conhecido por analisar criticamente a sociedade atual — especialmente o impacto do capitalismo, da tecnologia e das redes sociais sobre a vida humana.
 

 
 
 

E será que a canalha percebeu? Tenho muitas dúvidas.

 


Para ajudar...

Um ladrão é um indivíduo que comete furtos ou roubos, apoderando-se de bens alheios sem permissão. 
O termo também é amplamente utilizado como adjetivo para classificar pessoas desonestas ou que agem com má-fé. 
 

 

Aprender

 


Impressiona!

 


Ponto de vista

A transição democrática e a posterior integração europeia foram celebradas como a garantia de um futuro melhor para a sociedade portuguesa. Era a narrativa de um Portugal europeu: um país periférico, mas em aproximação lenta ao conforto das economias centrais.         
Não era a promessa de um país de ricos, mas uma vida com previsibilidade. Possibilidade de emprego estável, crédito acessível, uma casa comprada a, prestações e a convicção de que os filhos viveriam melhor. 
Hoje, esse horizonte está a deteriorar-se sem manifestações históricas nem bancarrotas declaradas. O colapso não chegou com estrondo, mas em rendas incomportáveis, numa crise ímpar de habitação, em salários que evaporam antes do fim do mês e numa sensação coletiva de sobrevivência vegetativa permanente. Ainda assim, o mais inquietante é não parecer um colapso porque acontece devagar. 
Portugal apresenta hoje vários indicadores macroeconómicos positivos. O Produto Interno Bruto cresceu, o turismo bate recordes e o desemprego mantém-se relativamente baixo. O discurso político insiste na ideia de recuperação e estabilidade económica. "O país está melhor, mas os portugueses é que não" diz tudo sobre o que é a vida dos portugueses. 
Milhões de portugueses vivem numa economia em que os preços se aproximaram da Europa rica, mas os salários continuam presos à periferia europeia. Portugal europeizou os preços antes de europeizar os rendimentos. Essa diferença tornou-se o eixo central da crise social portuguesa. 
Depois existe a armadilha salarial, que se traduz em trabalhar mais para viver pior. Isto significa que praticamente um em cada dez trabalhadores portugueses tem rendimentos inferiores ao limiar considerado de pobreza. O dado é particularmente relevante porque desmonta uma ideia historicamente associada de que ter emprego garantia estabilidade económica. Em Portugal, já não garante. O fenómeno dos chamados “trabalhadores pobres” tornou-se estrutural — pessoas com emprego, salário e, em muitos casos, qualificações superiores, mas incapazes de assegurar habitação, poupança ou margem financeira no final do mês. 
Os dados revelam uma realidade particularmente incómoda para a narrativa de progresso económico português. Em 2003, a taxa de risco de pobreza entre trabalhadores empregados situava-se nos 12%. Duas décadas depois — após crescimento do turismo, entrada massiva de investimento estrangeiro, expansão do ensino superior e sucessivos discursos de modernização económica — o indicador continua próximo dos 9%. 
Outro dado que ajuda a compreender a asfixia social vivida em Portugal diz respeito à habitação. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema habitacional em Portugal. Entre 2015 e 2025, o preço das casas disparou cerca de 169%, segundo o Eurostat. Já os salários cresceram pouco mais de 40%, segundo o Instituto Nacional de Estatística. Em termos práticos, a habitação valorizou quase quatro vezes mais do que os rendimentos do trabalho. Ao mesmo tempo, os novos contratos de arrendamento registaram aumentos superiores a 10%. 
Nas últimas décadas, Portugal abriu-se de forma agressiva ao investimento externo no setor da habitação. Programas como os vistos "gold" canalizaram milhares de milhões de euros para o imobiliário. Esta transformação alterou profundamente a lógica do mercado habitacional português. A habitação deixou de funcionar apenas como necessidade social para passar também a funcionar como ativo financeiro internacional como o refere a própria Comissão Europeia. O resultado é uma contradição cada vez mais evidente: trabalhadores qualificados, empregados a tempo inteiro, encontram-se incapazes de viver nas cidades onde trabalham. 
Talvez a dimensão mais perigosa desta crise seja invisível nas estatísticas. Durante décadas, os portugueses toleraram dificuldades porque acreditavam ser possível um futuro melhor. Existia a ideia de que o esforço compensava a médio prazo. Hoje, essa crença está a desaparecer. Cada vez mais jovens acreditam que viverão pior do que os pais. 
Algo muito grave numa democracia com apenas 52 anos de existência e com um populismo exacerbado em franco crescimento. Quando uma sociedade perde a segurança económica, cresce inevitavelmente a frustração, a desconfiança institucional e a sensação de injustiça estrutural. 
É precisamente isso que começa a emergir em Portugal. E a descrença no tal futuro melhor é espelhado em 54% da população ter a convicção que as suas futuras reformas não permitirão sequer vegetar, como acontece com os salários de hoje. 
A perceção dominante deixou de ser ‘trabalhar para crescer’. Passou a ser ‘trabalhar para não cair’. Neste contexto, a ideia de progresso linear — trabalhar hoje para viver melhor amanhã — está a perder consistência. O que antes era uma expectativa estrutural da sociedade em geral transforma-se progressivamente numa incerteza. 
Um país pode suportar pobreza, austeridade e crises temporárias. O que dificilmente sustenta é a erosão da confiança no futuro. Tendo isso em conta, Portugal entrou numa zona periclitante: um território onde milhões de pessoas continuam a trabalhar, a pagar impostos, mas deixaram de acreditar que isso será suficiente para construir uma vida com sacrifício, mas com um futuro de progresso.
Tenham uma excelente semana.
 

 

Catarina Eufémia

Lembrar um crime horrendo praticado por um GNR com três tiros quase à queima-roupa, pelas costas, matando Catarina Eufémia com apenas 26 anos. 
Lembrar que o agente da GNR foi agraciado com a ordem de Avis, grau Cavaleiro em 27 de setembro de 1958. 
Os criminosos em Portugal são sempre agraciados. 
Símbolo de resistência. 
Símbolo de povo que luta. 
Símbolo do antifascismo. 
Símbolo da revolução. 
Catarina Eufémia, assassinada a tiro a 19 de maio de 1954, enquanto participava numa manifestação por melhores condições de trabalho. 
Para nunca esquecer. 
Fascismo nunca mais.

 

 

Bebedeiras e fuga.

Mas quem se pode admirar de tal notícia? Se a "brigada" fizesse mais e melhor fiscalização muitos mais eram caçados. 
Então quando há festas, festanças e porcos no espeto com muita cerveja e vinho era vê-los a ficarem sem carta de condução e os célebres pontos a caírem. 
Mas têm o motorista que os conduz a casa, ou as costas bem protegidas. 
Fugir à GNR? Se conseguem escapulir por todos os crimes não haviam de fugir à GNR?
 

 

É fartar vilanagem.

Mais um caso a caminho da prescrição e com as célebres condecorações ao peito. 
O país das medalhas e outras condecorações ao peito. Lembrar que só este caso tem 122 arguidos. 
Ahahahahah! 
É fartar vilanagem.
 

 

Corrupção

Mas alguém tem dúvidas que vão aumentar desmesuradamente as corrupções. 
Deixai de ser hipócritas. 
Já não há pachorra para vos aturar.
 

 

O país está melhor?

Mais um dado, que devia envergonhar os poderes instalados, e bem instalados. 
Estes horrores não os fazem envergonhar, pelo contrário só pensam como encher mais e mais a pança e as carteiras. Diz-se que UMA EM CADA 20 crianças não comeu por falta de dinheiro. 
E todas as outras que comem o pão que o diabo amassou e que apenas serve para enganar a fome? 
Corja de assassinos. Sois uns nojentos. 
Continuai a votar neles e um dia estais ainda pior.
 

 

Web Summit

Reembolsos dos fundos europeus usados outra vez para pagar Web Summit.
Desta vez são 3,88 milhões de euros.
Uma brutalidade.
 

 

E os outros?

Já estão abertas as candidaturas, para alguns proprietários dos terrenos que sofreram com as intempéries do designado "comboio de tempestades".
Mas atenção o apoio entre 1 000 e 1 500 euros por hectare de terreno, diz respeito e apenas à remoção de árvores derrubadas. “Esse incentivo pretende acelerar a retirada da madeira. Não é [pela] perda de rendimentos, não é auxílio de produção, é um incentivo para que os privados façam aquilo que já é da sua responsabilidade, tirar de lá a madeira”, acentua Paulo Farinha Luís, diretor regional do Centro do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.
Resta saber onde é que os proprietários vão encontrar mão de obra para realizar tais limpezas.
Dos 68 municípios, onde foi decretado estado de calamidade, foram identificados 26 como sendo aqueles onde o impacto é mais significativo. A dotação do apoio estatal atinge 40 milhões de euros, que serão entregues e geridos pelos municípios.
Perfeito.
Lembrar que dos 68 municípios, onde foi decretado estado de calamidade, foram identificados 26 como sendo aqueles onde o impacto é mais significativo.
Mas o Governo já proferiu despacho de aceitação para cinco dos 26 municípios: Ourém, Porto de Mós, Tomar, Batalha e Leiria.
E os restantes 21 municípios?
Para as calendas gregas.
 

 

Por favor, não gozem com os cidadãos.

Ao fim de 16 anos de ter acontecido o homicídio de Rosalina Ribeiro é que vão dar início ao julgamento?
E o homicídio aconteceu no Brasil era lá que devia ser o julgamento. Mas isso não interessava a ninguém.
Mais um exemplo de que a justiça não funciona, para os poderosos, em Portugal.
Triste figura.
E ainda nos vendem a ideia que a "justiça" é cega.
Deixem de mentir, estamos fartos de ser ludibriados.
Já se conhece, sem qualquer mínima dúvida, o desfecho do caso.
 

 

Mais um crime de Israel.

E, mais uma vez o governo português, baixou as calças aos poderosos.
Não chamou o embaixador de Israel, em Portugal, a exigir explicações pela detenção dos portugueses. Para saber qual era e é a situação deles. Para se disponibilizar a ajudar os cidadãos detidos em águas internacionais, nem sequer são águas ocupadas pela corja israelita.
Calados, caladinhos e "bardamerda".
Nas Lajes, sem que o Trump tenha pedido algo, logo se colocou o território nacional ao serviço da canalha assassina dos Estados Unidos da América do Norte.
Sois uns seres submissos sem coluna vertebral.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros português afirmou que está a seguir o caso e as embaixadas portuguesas em Telavive, Nicósia e Ancara estão preparadas para prestar todo o apoio consular aos cidadãos nacionais.
Seguir com binóculos? Embaixadas preparadas?
Não sejam ridículos há vidas em perigo, seus invertebrados.
 

 

terça-feira, maio 19, 2026

Mais um empurrão e vai abaixo.


 

Tesourinhos da Assembleia Municipal da Guarda, 29 de abril de 2026 - o caso Gisela, em formato a "Caverna" de Platão.

Depois do período, que segundo o líder parlamentar dos partidos que apoiam o presidente Sérgio Costa nada se delibera, apenas há conversa da treta. O senhor presidente da Assembleia Municipal dá a palavra ao seu correligionário presidente da câmara para responder, se assim o entender, às perguntas dos senhores deputados. No entendimento da mesa responde se quiser. Se não quiser não responde diz o senhor Presidente da Assembleia Municipal. Decididamente todos os senhores deputados deviam ler e estudar a legislação sobre assembleias municipais. Evitavam cenas tristes e ridículas. O senhor presidente da câmara começa a sua intervenção pelo caso Gisela trazido à Assembleia Municipal pela própria funcionária que se sente injustiçada há longos anos. Atente-se na postura do senhor presidente da câmara quando inicia o tema Gisela. Apertando os punhos da camisa, numa atitude pouco ou nada usual na excelência. Basta estudar um pouco o que diz o psicólogo Paul Ekman sobre emoções e perceber que elas são biológicas e universais. E seguindo o que se diz na psicologia "mexer nos botões de punho é considerado um gesto de linguagem corporal que, na maioria das vezes, reflete nervosismo, ansiedade ou insegurança. Este tipo de ação funciona muitas vezes como um mecanismo de defesa, inconsciente para aliviar a tensão em momentos de desconforto". Será o caso? Por outro lado, pedir uma certidão do que foi dito para abrir um inquérito é areia para os olhos dos guardenses. Devia saber que compete à Assembleia Municipal fiscalizar a atividade da câmara. Lembrar que o caso começou ainda o senhor era responsável do SMAS e continuou sem qualquer desenvolvimento durante os quatro anos do seu primeiro mandato como presidente da câmara mais o ano já decorrido neste segundo mandato. Inquérito em causa própria é transparência? Legalidade? Frontalidade? O que devia ser feito era a constituição de um grupo de deputados que devia realizar o tal dito inquérito. Importa dizer que a Assembleia Municipal funciona como o órgão que escrutina o executivo municipal. Por fim para quando o resultado do inquérito? Será dado a conhecer à assembleia municipal? E aos munícipes? É o doa a quem doer?
 

 

Festa e festança de cagança

Começam os preparativos para se receber com limpeza e asseio os participantes na famigerada festança do "ativamente" pelo menos no que ao Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, diz respeito. Mais uma iniciativa da sociedade dos "sapatilhas" & "tamancos". Durante os outros dias do ano o parque está em completo desleixo. Querem lá saber da qualidade do ar, da biodiversidade ou da relva do parque. Um total e completo desrespeito pelos frequentadores assíduos daquele espaço. Quando há festa e festança com cagança não faltam trabalhadores da empresa contratada a limpar alguma parte do parque. Sim, não se limpa a totalidade do parque. Nada disso. Só onde os "sapatilhas e tamancos" atuarem.
 



 

As moscas continuam a assaltar o pote

E a distribuição dos milhões a certas empresas continua a ritmo acelerado. As empreitadas ferroviárias empurram encargos do Estado para uma escalada milionária. É fartar vilanagem. Já nas estradas a BRISA pede mais mil milhões de euros. Portugal está melhor? Obviamente para certas famílias.
 

 

Os aldrabões de sempre.

Em março deste ano havia 1,6 milhões de residentes sem médico de família e novos utentes não paravam de se registar. A solução dos centros de saúde serem "entregues" aos privados e ao "social" não resultou, como era de prever. Só os acéfalos acreditam que o mercado resolve tudo. Se a meta era em março de dar médico de família a 360 mil utentes, em 2025, agora os "espertos da vida boa" já vêm dizer que a meta é dar médico a 60 mil utentes! Esta canalha anda a brincar com os portugueses. "Portugal está melhor"? Deixa de dizer disparates. Uns quantos, sim, nunca estiveram tão bem.
 

 

sábado, maio 16, 2026

Para pensar...

"Em 2025, o Serviço Nacional de Saúde gastou cerca de 250 milhões de euros com a contratação de médicos tarefeiros, a maioria para assegurar as escalas das urgências, um aumento de 17,3% em relação a 2024."
E ainda falam da revitalização do Serviço Nacional de Saúde?
Seguramente mais um retrocesso civilizacional.
O Serviço Nacional de Saúde será, como eram os hospitais no tempo da ditadura, para ajudar a morrer os cidadãos.
Apenas e tão só.
Os ricos continuam a ir, como naquele tempo, para o privado.



Morreu o arquiteto, pintor, ilustrador e cartoonista João Abel Manta.

 Figura ímpar da nossa cultura. Filho de um ilustre pintor de Gouveia, Abel Manta.
João Abel Manta manteve sempre uma ligação afetiva e cultural ao concelho de Gouveia e ao legado artístico do pai. O artista teve um papel determinante na valorização do Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta, através da doação de obras ao município em 1985 e 2001, contribuindo para o enriquecimento e afirmação daquele espaço museológico como uma referência nacional da arte moderna e contemporânea portuguesa. João Abel Manta ficou conhecido por obras emblemáticas do pré e do pós-25 de Abril usando o desenho como forma de intervenção política e crítica social. Os seus cartoons publicados em jornais como o Diário de Lisboa e o Diário de Notícias tornaram-se símbolos da luta contra a ditadura e do entusiasmo revolucionário após o 25 de Abril. O seu estilo combinava humor mordaz, referências culturais e comentário político. Durante o Estado Novo foi alvo da censura e chegou a ser preso pela PIDE em 1948 devido à sua ligação ao MUD Juvenil. Em 1972 enfrentou ainda um processo judicial por um cartoon satírico publicado no suplemento A Mosca, do Diário de Lisboa, acabando absolvido. Após o 25 de Abril produziu intensamente cartoons e cartazes revolucionários, mas acabou desiludido com o rumo político pós-1975. Participou em projetos marcantes como os prédios da Avenida Infante Santo, a sede da Associação Académica de Coimbra, os desenhos das tapeçarias da Fundação Gulbenkian, o mural de azulejos da Avenida Calouste Gulbenkian, o pavimento da Praça dos Restauradores, em Lisboa, ilustrações para A Cartilha do Marialva e Dinossauro Excelentíssimo. É justamente considerado “o cartoonista da Revolução” e bem considerado. O melhor contributo que se pode prestar quer à obra do pai Abel Manta e do filho é visitar o museu em Gouveia. À família, apresento minhas mais sinceras condolências.





Fechar os olhos

A alteração do montante a que o Tribunal de Contas vai fiscalizar os contratos públicos é mais uma forma de ROUBAR o erário público.
Diz a canalha que há muita burocracia na aprovação das "obras". Voltamos aos projetos das "casinhas" do Sócrates aqui pela Guarda. Sempre no rumo certo: mercandejar. Fechem ainda mais os olhos, que os vigaristas e corruptos agradecem.



Coincidências, obviamente.

Um ex-cambista, de Vilar Formoso, nos tempos áureos do franco francês, franco suíço, da peseta e do marco, assim que o negócio acabou, com a moeda única, mudou-se para terras da Ribeinha. Tornou-se sócio, maioritário(??), de uma empresa de carros, topo de gama, que noutros tempos era privilégio de empreiteiros, mas hoje, pelo menos aqui pela Guarda, são conduzidos, em grande número, por damas de donos de poços de petróleo que vão existindo na cidade e concelho e pelos "sapatilhas".
Mas a ambição aumentou e partiu para a política. Para já integrou as listas do presidente da câmara da Guarda, Sérgio Costa. E agora é empreiteiro. Tem em construção, passe a publicidade, um empreendimento ali perto da rotunda da nunca esquecida "Ti Joaquina". Só coincidências, obviamente.







Semana académica na Guarda? Já era!

Segundo o que é dado a conhecer pelos próprios elementos que constituem a Associação Académica da Guarda, este ano não deverá haver semana académica.
Dizem os elementos da associação que a razão de não existir a semana académica resulta da existência de uma dívida de 100 mil euros que se acumulou dos anos anteriores. E não denunciam o caso às autoridades? Pois, muita máquina de lavagem. Se esta gente se habitua a dar desfalques desta ordem de grandeza, imagine-se um dia quando estiverem donos e senhores do erário público. Alguém se pode admirar do que vai acontecendo por Portugal com aprendizagens destas? Bem sei que há autonomias face aos órgãos diretivos, mas é o dinheiro dos contribuintes que está em causa. Exigia-se responsabilidade a todos. Como dizia o outro, quando se denunciaram roubos bem evidentes: "Com amigos destes, não precisam de ter inimigos". Hoje acho piada ao folclore de então e às sucessivas vigarices e apadrinhamentos em múltiplas atividades, mesmo curriculares. Máquinas de lavar dinheiro e muito brandy, pois então. (Foto Jornal "O Interior").