Na última publicação falei da falta de condições para um qualquer cidadão, com mobilidade reduzida, se deslocar a uma praia.
Pois agora imaginem um mini autocarro aqui pela Guarda, com exíguas condições para transportar cidadãos, ter que transportar alguém com mobilidade reduzida.
Não pode fazê-lo.
Se até o pneu sobressalente está dentro do habitáculo, como admitir uma pessoa com mobilidade reduzida a ser transportada?
Só me resta fazer queixa a quem de direito.
Se, por um acaso, obtiver resposta, obviamente.
É que «isto» anda tudo ligado.
