Quando da vinda para Portugal de muitos ditos "retornados" das chamadas províncias ultramarinas, muitas habilitações levantaram dúvidas.
Um simples e genérico documento bastava para testar que alguém era licenciado.
Mormente entre médicos e professores, a «coisa» foi muito comentada.
Outras licenciaturas até chegaram a ser forjadas nas instituições abandonadas, sem funcionários legitimados e apenas com o selo branco a trabalhar em prol da mentira e da falsidade.
Depois vieram as universidades privadas. Quem queria um diploma só tinha que o pagar. O lucro é e será sempre o objetivo do privado.
Quem se pode admirar da falsidade de certas habilitações?
São tantas e aumentam a cada segundo.
