Uma justiça vergonhosa.
Perdões, prescrições, medos, atrasos e mais atrasos, aceitar que uma ministra lhe dê ordens?
Nojo.
O procurador que se demita.
Uma justiça vergonhosa.
Perdões, prescrições, medos, atrasos e mais atrasos, aceitar que uma ministra lhe dê ordens?
Nojo.
O procurador que se demita.
Portugal é um país do oitavo mundo.
Parece que estamos na América Latina.
Só faltam as bandeirinhas. Não sei se foram da autoria de um labrego que veio «sacar» milhões a Portugal ou se terão sido do convencido Marcelo, o escorpião.
Os problemas dos portugueses podem ser escamoteados por uma zanga entre um bronco treinador de futebol e um convencido e mal-educado que dá pontapés numa bola?
Estou a ouvir uns parolos dizerem que os portugueses «devem» muito ao senhor dos pontapés. Isto é um ultraje.
Eu nunca beneficiei EM NADA com o dito cujo.
Já todos percebemos que precisam do dinheiro, da presença e só da presença do «amuadinho».
Tudo isto o Montenegro agradece, pois, enquanto a palhaçada continuar, os problemas dos portugueses vão continuar ou mesmo agravar-se.
Já desliguei todos os canais do lixo de Portugal. Não quero em nada contribuir para esta palhaçada.
Até imagens do avião privado do «cometa» estão a aparecer nos canais do lixo. Tipo Pai Natal ou do Papa.
Isto é vergonhoso.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) vai passar a divulgar informação sobre o tipo de senhorios.
Interessante!
A quem interessa? Ao governo?
E a informação sobre inquilinos? Não vos interessa, claro que não.
Para já se confirmou algo que já se suspeitava.
Um quinto dos novos contratos de arrendamento tem empresas como senhorio. Em Lisboa já é de 30%.
Ou seja, para todo o mal, vai crescendo o domínio empresarial no arrendamento. E, consequentemente, os escritórios de advogados mais eficazes a despejar inquilinos, a negociar rendas e tudo mais que seja nefasto para os inquilinos.
Os dados do INE são mais que úteis para os senhorios verem crescer a bolha.
O estouro imobiliário vai ser arrasador. Aumento de casas para arrendar? Nada disso. Cada vez menos casas para arrendamento e a preços exorbitantes. Os portugueses não têm salários para arrendar casas. Os reformados estrangeiros, com reformas douradas, continuarão a comprar casas bem mais baratas que nos países de origem.
Barracas, tendas e cidadãos a viverem debaixo da ponte serão muitos.
Sem qualquer anúncio, o executivo da Câmara da Guarda deliberou por termo ao “Projeto De Teatro Na Escola”.
Razão apontada: falta de verba.
Quando as despesas crescem exponencialmente e as receitas não acompanham, é certo e sabido que a cultura, toda ela, sofre sérios cortes ou desaparece.
O teatro desempenha um papel fundamental no desenvolvimento integral de crianças e jovens, sendo uma ferramenta pedagógica poderosa. A sua inclusão nos planos curriculares traz benefícios profundos a nível emocional, social e cognitivo.
Mas isso nada interessa aos poderes instalados.
Interessa-lhes mais proteger o desporto e fornecer-lhe todos os meios e equipamentos.
A cultura não ganha eleições. E as aprendizagens deficientes aumentam e alimentam os idiotas, tão úteis na hora de votar.
A dependência do homem do balde é crucial para as bajulações e ganhos eleitorais.
Esta coisa de se fazer uma geminação com uma terrinha algures na Argentina é um fartote.
O executivo camarário foi a Marcos Paz, Argentina, celebrar um protocolo de geminação.
O fotógrafo oficial não foi?
A delegação da Guarda, diz-se, foi constituída por 2 ou 3 elementos.
Só?
As geminações são sempre motivo de algazarra, festa e fotografias, mas desta vez houve recato. Devem estar a revelar as fotos.
Descobri que há em Marcos Paz uma locomotiva numa praça. Pelo menos já é algo em comum.
Alexandre O'Neill publicava em 1960 o livro "Abandono", que incluía o "Poema Pouco Original do Medo".
O poema retrata a atmosfera sufocante de vigilância, censura e repressão da PIDE, em que a paranoia e o medo se entranham no quotidiano de todas as classes sociais.
Ora, hodiernamente certa comunicação social afeta aos poderes instalados, os generais, brigadeiros e coronéis ávidos de sangue, e ainda os das célebres batalhas navais inventam ataques dos russos à Espanha, França e Alemanha. A paranoia do medo, que O'Neil falava noutro contexto, surge também noutras classes sociais que já imaginam encabuzados e carrinhas paradas junto a bases militares como potenciais ataques a essas estruturas. Nada é encontrado, mas o pânico alastra-se.
Até os serviços secretos, que de secretos só parecem ter o nome, dão a conhecer ataques iminentes. Onde metem o secretismo que, em princípio, devia ser apanágio dos tais serviços?
A sempre secreta CIA anuncia tais ataques. Os serviços «secretos» ingleses anunciam que a Rússia, apesar das tais ameaças, dizem que a Rússia está sem «chips» e vai tirá-los de todos os eletrodomésticos para fabricar armas. Em que ficamos? Têm armas ou não têm?
Já se percebeu, e o discurso da dona da União Europeia, que ninguém elegeu, além da quadrilha que a acompanha, já veio meter mais medo aos pobres cidadãos europeus.
Não lhes bastava a crise energética, o desemprego, a inflação, a dívida dos estados e tantos outros graves problemas; ainda têm que ouvir uma lamúria cretina da «patroa» a avisar que vêm aí os russos!
Tudo serve para agitar as águas para parecerem mais profundas e, desta forma, justificar os milhões gastos em armamento em detrimento dos apoios sociais e combate à crise.
A forma de atuarem já é conhecida.
Nada a enganar,
Para Camus, a inteligência suprema reside na solidariedade e na resistência, e não no domínio. O verdadeiro herói camusiano não é o criminoso que domina a sociedade, mas sim o Dr. Rieux (da obra A Peste), que usa a sua inteligência de forma silenciosa para combater o sofrimento humano, sem querer mandar em ninguém.
Leiam-se, compreendam-se e estudem-se as metáforas.
Se houver capacidade para tal, obviamente.
Com esta metáfora, Aristóteles defendia que a educação e o conhecimento transformam profundamente o ser humano, permitindo-lhe viver de forma plena, consciente e racional, enquanto a ignorância limitaria a existência a um estado de mera sobrevivência.
Li isto e não podia ficar indiferente.
Acontece em Portugal, neste caso em Faro. Mas podia ser noutro qualquer ponto deste país miseravelmente maltratado.
Transcrevo:
"Hoje, por razões pessoais, dirigi-me mais uma vez ao Hospital Distrital de Faro!
Não pude ficar indiferente a este cenário e dirigi-me ao homem da fotografia, se vivia ali! Disse-me que sim, há cerca de dois anos, com uma companheira diabética e invisuall! Perguntei-lhe por que não tentava arranjar uma solução, contactando alguma entidade que pudesse resolver a situação!
Informou-me que entidades oficiais, nomeadamente a Câmara Municipal de Faro, a Segurança Social e outras entidades, já tinham sido contactadas e nada tinha acontecido!
Quando chove, tentam usar a entrada do hospital para se abrigarem, mas são escorraçados pela segurança, para não dar má imagem…
Num país onde a Constituição consagra o direito à habitação, onde o Estado social foi uma das grandes conquistas do 25 de Abril, é intolerável sermos confrontados com imagens destas!
Num país em que se gastam 175.000 € em eventos de inauguração de uma escola!
E vivemos em democracia…."
António Almeida Pires.
Uma empresa portuguesa, a Mariculture Systems Portugal, acaba de conseguir uma coisa inédita: vai explorar o primeiro grande projeto de aquicultura offshore licenciado em Portugal.
A Mariculture Systems Portugal pertence à Mariculture Systems Ltd. Israelita.
A tecnologia utilizada no projeto Coralis foi desenvolvida pela empresa-mãe israelita e é tecnologia proprietária e patenteada. Não estamos a falar apenas de alguém que vem criar peixe numa gaiola ao largo do Algarve. Estamos a falar de um sistema tecnológico de aquicultura offshore, totalmente automatizado e monitorizado.
Aquilo que é apresentado como um contributo para a soberania alimentar portuguesa poderá, afinal, produzir peixe em águas portuguesas, por meio de uma empresa local pertencente a uma empresa israelita, utilizando tecnologia israelita patenteada, para depois ser comercializado por meio de uma empresa dos Países Baixos.
Por detrás desta operação está Fausto Brito e Abreu, atualmente Deputy CEO da Mariculture Systems Portugal. O nome talvez não diga muito à maioria das pessoas, mas a carreira diz. Antes de passar para esta empresa privada, teve funções públicas diretamente relacionadas com o mar. Foi secretário regional do Mar dos Açores, trabalhou na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia e teve responsabilidades ligadas à política marítima portuguesa.
Mais um processo para vender o território português ao estrangeiro e, pior, aos assassinos de Israel, com o conluio de alguém que teve responsabilidades governamentais. Um nojo de governo.
Maricarmen poderá voltar para casa: oito anos de contrato e uma renda semelhante aos 500 euros que pagava antes.
Cinco dias depois de vê-la sair de maca da casa onde viveu sete décadas, os representantes de Maricarmen e Urbagestão chegaram a um acordo para que ela pudesse voltar. Após mais de quatro horas de negociação com mediação da EMVS, o pacto prevê um contrato de oito anos e uma renda que não excederá 30% da sua receita, cerca do valor que vinha pagando antes do despejo. Ainda falta que a própria Maricarmen, internada no Gregório Marañón, dê o seu acordo definitivo.
A reunião reuniu sua advogada, familiares, Sindicato dos Inquilinos, representantes da Urbagestão e técnicos municipais. Antes de entrar, a defesa tinha deixado claro o objetivo: que Maricarmen pudesse voltar para a mesma casa e em condições assumíveis. A empresa tinha apresentado anteriormente outras fórmulas que não foram bem-sucedidas; desta vez o acordo permite o seu retorno imediato quando receber a alta e o ratificar.
Foram precisos milhares de pessoas na rua, um acampamento ao sol, manchetes internacionais e um decreto batizado com seu nome.
O que parecia impossível na quarta-feira apareceu negociado na segunda.
Às vezes falta moradia.
E outras vezes, o custo político de expulsar alguém é maior do que o de deixá-la viver.
Lutar é preciso e urgente.
A propósito da frase «elegante mesmo é saber pronunciar estes verbos», lembrei-me da célebre história que o talentoso escritor da língua portuguesa, Ariano Suassuna, contava sobre o que o tal «senso comum» diz ser cultura.
O caso aconteceu no Rio de Janeiro, num jantar na casa de um casal abastado, logo após Suassuna tomar posse na Academia Brasileira de Letras.
Durante a conversa, a anfitriã da casa virou-se para ele e perguntou, com enorme intimidade: "O senhor, naturalmente, já foi à Disney, não é?"
Sem entender bem a abreviação, o escritor paraibano perguntou: "Já foi aonde?", ao que ela repetiu: "À Disney". Quando ele percebeu que ela falava da Disneylândia, respondeu que nunca tinha ido.
A reação da senhora foi de um choque absoluto. Segundo as palavras do próprio Ariano.
Diante disso, Suassuna concluiu, de forma genial, que aquela senhora "dividia a humanidade em duas categorias: quem foi à Disney e quem não foi".
Para a elite dita social, a discussão não é sobre o nível intelectual das pessoas, mas sim sobre o nível económico.
O escritor Walter Hugo Mãe tem um livro que aconselho vivamente: o século dos imbecis.
Mas voltemos à conjugação de certos verbos.
Aprenda-se.
Excelente resumo. Devia ser aprendido, compreendido, partilhado e estudado em todos os cursos de formação inicial de professores.
A contribuição de cada um dos principais pensadores para a Psicopedagogia.
Aprenda-se.
Seria de todo conveniente pesquisar e estudar aprofundadamente as teorias enunciadas.
Se não vos der muito trabalho, evidentemente.
O caso das gémeas e a acusação deduzida pelo Ministério Público revelam o quão podre está a justiça em Portugal.
Não houve a coragem de chamar à coação Marcelo Rebelo de Sousa.
Hipocritamente, a excelência vem dizer, como já é hábito, vulgaridades para se esconder e passar entre os pingos da chuva. Recebeu o e-mail do filho e deu seguimento ao processo. Começou por fazer aquela cara de «inocente nojento», dizendo que não se lembrava de e-mail nenhum. Com a investigação e os factos a provarem o contrário, convoca os jornalistas para aquela patética declaração numa sala vazia, despida e fria. O cenário quis iludir, como aprendeu com o Salazar, com quem trocava bilhetes, e com o padrinho, o Marcelo das conversas da treta «em família», e com o sistema que serviu e se serviu - as ditaduras salazarista e marcelista.
O Sales deu seguimento ao pedido do Marcelo. Sales precisava de Marcelo e Costa, o seu «chefinho», ainda precisava mais.
A teia estava montada.
Em 14 dias, repito, 14 dias, é concedida naturalização às gémeas para poderem receber o remédio e o tratamento. Lembrar que, na altura, a obtenção da nacionalidade demorava, no mínimo, um ano. Hoje demora mais de 4 anos. Isto, se não houver dinheiro por baixo da mesa.
Mas isso passou ao lado da acusação do Ministério Público. Pudera, nos media mundiais, era mais uma vez mostrada com toda a clareza como funcionam os serviços públicos em Portugal: com cunhas e corrupção.
Bandalhos.
E o ridículo da acusação do Ministério Público atinge o clímax com a acusação de a mãe das gémeas ter usurpado o Estado português com a aquisição de cadeiras que, por sinal, já tinha outras semelhantes.
Nojo. Só um meio para dizer que houve acusação.
Quando um professor de direito, pai do Doutor Nuno, vem falar que ninguém está acima da lei; que a lei deve ser igual para todos; que tem de haver independência na aplicação da lei, Marcelo está a chamar de acéfalos os portugueses. Não te admito no que me diz respeito.
Tu estiveste sempre acima da lei, não é só neste caso; «a lei deve ser igual para todos», pois só que há uns mais iguais que outros; e falar de independência dos poderes é retórica podre, suja e desonesta, réplica perfeita da célebre e asquerosa frase «à justiça o que é da justiça».
Tenho nojo.
Já nem falo das múltiplas crianças que não tiveram direito, o dinheiro não é elástico como quer fazer crer um quadrúpede, que ficaram sem tratamento e mesmo sem cadeiras.
Estamos no esgoto com frascos de "tabu" despejados a litro.
Lavem-se com palha de aço.
E, para o caso ser mais pérfido, tivemos uma ministra da justiça vir dizer que o processo das gémeas tem de ser célere.
Desde quando uma ministra interfere na justiça?
Já disse o mesmo sobre o alegado atentado ao gabinete do Ventura? Do incêndio na sede do partido fascista em Évora? E de tantos outros casos por este país? Olhe, por exemplo, aqui pela Guarda.
Não seja esdrúxula.
Primeira Lei de Newton: Lei da Inércia - um objeto em movimento continuará a mover-se para sempre em linha reta e com velocidade constante, a menos que uma força externa atue sobre ele.
Logo, a força nem sempre move as coisas rapidamente...
Às vezes, simplesmente as mantém em movimento. ”
A canalha do Observador devia estudar. O que o escritor Eduardo Galeano escreveu é verdade.
Desde o pó branco que vicia, o açúcar, passando pelo café, e o ouro, quem ganhou foi o país colonizador, Portugal, e deixou buracos no Brasil. Roubos e mais roubos de toda a espécie. Até o bispo Sardinha roubou, mas teve azar: foi servido numa refeição antropofágica.
Já nem falo nos 5 milhões de escravizados.
E se não sabem, que estudem, seus acéfalos. Construíram-se templos; o de Mafra é um dos muitos.
E a industrialização da Inglaterra dá-se com o Brasil a pagar a dívida de Portugal à Inglaterra, a juntar a empréstimos que o Brasil teve de contrair para pagar 2 milhões de libras esterlinas que ficou obrigado a pagar pela independência.
Curiosamente, o Tratado que deu a independência ao Brasil chama-se Tratado de Paz, Amizade e Aliança, declarado em 1825. Hipocrisia até no nome.
Estudem, seus idiotas.
"Vender a casa de uma vida com 40% de desconto???"
A agiotagem e outros que tais chamam-lhe "SOLUÇÃO PARA A REFORMA"!
E como se produz a "golpada"?
Um reformado que trabalhou 40 ou 50 anos para pagar a sua casa é «convidado» a vendê-la por 60% do seu valor, para «garantir» uma reforma menos miserável.
QUE BRUTO NEGÓCIO PARA A CANALHA, EM ESPECIAL PARA OS ESPECULADORES.
A vigarice dos agiotas com os altos patrocínios da Maria Luís Albuquerque. Que gatunagem.
O ambiente deve ser cuidado; se não há competência para o fazer, demitam-se.
Hoje encontrei mais uma vez o tal "espelho de água", no Parque Urbano do Rio Diz, na Guarda, cheio de algas que podem, como já o referi, promover a proliferação rápida de microrganismos perigosos, atrair pragas e, consequentemente, criar sérios riscos para a saúde pública e o ambiente.
Enviei e-mail que transcrevo ao senhor presidente da Câmara da Guarda e com conhecimento ao Delegado de Saúde da Guarda,
e ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR,
BASTA DE TANTA DESCONSIDERAÇÃO.
Alguém tem de pôr fim a este estado de abandono do parque e do desleixo a que votam os cidadãos.
BASTA.
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Guarda,
Exmo(a). Senhor(a) Delegado(a) de Saúde da Guarda,
Exmos. Senhores do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR,
O meu nome é Jorge Noutel e venho, por este meio, apresentar uma denúncia urgente relativa ao estado de total insalubridade e abandono em que se encontra o espelho de água localizado no Parque Urbano do Rio Diz, nesta cidade.
Para ilustrar com total fidelidade a gravidade da situação, anexo a este e-mail fotografias que tirei pessoalmente no dia de hoje. Como é visível nas imagens, o local apresenta atualmente uma água completamente imunda, estagnada, escura e com uma proliferação massiva de algas à superfície.
Este cenário reúne as condições biológicas ideais para o desenvolvimento de microrganismos patogénicos e para a proliferação descontrolada de insetos vetores de doenças (nomeadamente mosquitos), representando um risco biológico e de saúde pública muito grave para as centenas de cidadãos que utilizam diariamente o parque para caminhadas e lazer.
A presença de águas paradas e poluídas nestas condições, em plena zona urbana de lazer e sujeitas a temperaturas propícias ao desenvolvimento bacteriano, viola as mais elementares normas de higiene urbana e segurança ambiental.
Face ao exposto, solicito a intervenção urgente e coordenada de Vossas Excelências para que:
Seja realizada uma vistoria técnica de saúde pública e de fiscalização ambiental ao local;
Se proceda à aspiração, limpeza, desinfecção e tratamento imediato da água, ou ao esvaziamento controlado do espelho de água, eliminando o foco de contaminação na sua origem.
Na expectativa de uma atuação célere em prol da saúde e bem-estar da comunidade, manifesto a minha total disponibilidade para colaborar.
Com os meus melhores cumprimentos,
Jorge Noutel.
O riacho que atravessa o Parque Urbano do Rio Diz está seco.
Junto ao parque, prioritariamente para as crianças, não tem água. A pouca que por lá existe deve resultar de "desperdícios". Logo propícia ao desenvolvimento e proliferação de microrganismos patogénicos e insetos, representando sérios riscos para a saúde pública e o meio ambiente.
Proliferação de mosquitos propícia para o desenvolvimento de larvas de insetos, suscetível ao desenvolvimento de bactérias, tipo Legionella, transmissão de doenças hídricas, facilitando a propagação de infecções como leptospirose (por meio do contato com água contaminada por urina de roedores), hepatite A, cólera e diarreias.
Desta forma, verifica-se a degradação ambiental: a água perde oxigénio rapidamente, tornando-se eutrófica (com excesso de nutrientes), o que promove o crescimento de algas, fungos e biofilmes tóxicos. Exemplo: o tal "espelho de água".
Tudo o que foi dito aplica-se na íntegra ao estado lastimável em que se encontra o célebre "espelho de água".
Um nojo.
Manifestamente contra este tipo de desenvolvimento.
Manifestamo-nos, temos esse direito, e nunca o deixaremos de fazer, incomode ou não o senhor feudal e restante séquito.
Exige-se uma limpeza séria ao riacho e ao dito espelho.
Não há autoridades que tomem conta do caso?
Por onde andam?
Podem ser acusadas de negligência, sabiam?
Ainda ontem, sexta-feira, um carro da polícia esteve junto ao parque de cães e cadelas. Nem se dignaram a sair da viatura,
Para fechar o turno?
O «atleta» que tem transporte gratuito de casa para o ginásio e vice-versa, em carros topo de gama, e ainda tem todos os equipamentos pagos pelos contribuintes, não aprende o que é civismo. Não lhe ensinam na escola nem no meio familiar.
Deixar uma embalagem na borda de um cesto do lixo e deitar um saco de plástico para o chão é próprio de quem não respeita o ambiente natural. O mesmo ambiente natural que lhe proporciona o treino.
Que lhe ensinem e aprenda as regras básicas de higiene. Já que a de usar uma t-shirt não a conhece.
Desporto também é educação.
Esta é a forma mais fácil de explicar aos eunucos, parasitas, néscios e inócuos como o executivo camarário trata os guardenses.
Desde maio que este andaime está junto ao mural.
Não há funcionários para o retirar?
Será que ainda não o pagaram ao Desy CXXIII e é uma forma de pressionar?
Já sabemos que explicações nunca vão a existir.
Oh, D. Sancho, já que tens a espada na mão, atira com o andaime para o chão.
Mais uma a favor dos que estão contra o «tal» desenvolvimento.
O gamanço.
Moedas/PSD/CDS/IL+CH (e abstenção do PS) atribuem à Associação de Turismo de Lisboa, dirigida pelo seu ex-chefe de gabinete, 26M€ de recursos públicos para "a promoção do turismo em Lisboa".
Leram bem? 26 MILHÕES de euros, mas as crianças podem ficar sem apoios.
O presidente da direção da Associação Turismo de Lisboa é Carlos Moedas, por inerência do cargo de presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
E os restantes membros são:
Presidente Adjunto: José Luís Arnaut.
Diretor-Geral: António Valle.
Que ramalhete.
Um documentário imperdível sobre as relações entre as igrejas e o poder.
Esqueçam por momentos os nomes e lembrem-se dos da vossa santa terrinha.
Tantos, mas tantos exemplos, mesmo cá em Portugal.
E não se julgue que o assunto diz só respeito aos evangélicos. Nada disso. A Santa Madre Igreja Católica, riquíssima, usa e abusa de esquemas idênticos.
Banco Ambrosiano não vos diz nada?
Mas há mais e muito mais.
Imperdível.
Acrescentar que o Instagram tentou proibir a exibição do documentário. Só que houve tanto protesto que os sicários quebraram.
Por que lutamos e defendemos o desenvolvimento sério da Guarda. Não somos nem nunca seremos inócuos. Sempre fomos e continuaremos a ser interventivos o quanto baste pelo desenvolvimento sério do concelho da Guarda, a todos os níveis.
Por que não fingimos que fazemos em prol de interesses obscuros.,dou a conhecer uma informação feita ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas sobre um castanheiro com uma história, provavelmente enorme e tão mal tratado pela Câmara da Guarda:
Exmo.(a) Senhor(a) Presidente do Conselho Diretivo do ICNF,
Ao abrigo do disposto na Lei n.º 53/2012, de 5 de setembro, venho por este meio submeter uma Proposta Urgente de Classificação de Interesse Público para um exemplar isolado de Carvalho (Quercus sp.) de dimensões monumentais e excecionais, localizado no concelho da Guarda.
Mais se requer a intervenção urgente deste Instituto face às ameaças severas à sobrevivência da árvore provocadas por intervenções recentes da autarquia local.
1. Ficha Técnica e Localização do Exemplar:
Espécie: Carvalho (Quercus sp.) – exemplar de folha frondosa com produção abundante de bolota.
Localização: Parque Urbano do Rio Diz, Freguesia da Guarda.
Coordenadas Geográficas (WGS84): Latitude 40.547729 | Longitude -7.245755
Proprietário/Gestor do Terreno: Município da Guarda.
2. Fundamentação e Critérios de Classificação (Artigo 3.º da Lei n.º 53/2012):
Critério Dendrométrico e Idade: O exemplar apresenta um perímetro de tronco absolutamente extraordinário de 12 metros, medido a 1,30 metros do solo (PAP). Com base nos ritmos de crescimento da espécie, estima-se que a árvore tenha entre 700 e mais de 1000 anos de idade, constituindo uma das árvores mais antigas e raras da Beira Interior e do país.
Critério de Raridade e Vitalidade: Apesar da sua idade milenar, a árvore exibe um excelente vigor biológico e uma copa frondosa, integrando-se na vivência da comunidade local que ali recolhe as suas bolotas.
3. Denúncia de Ameaça Imediata e Pedido de Salvaguarda:
O exemplar encontra-se sob grave risco de declínio irreversível devido a intervenções urbanísticas inadequadas promovidas pela Câmara Municipal da Guarda:
Compactação do Solo: Foi construída uma pista de bicicletas colada à base do tronco, afetando drasticamente o sistema radicular e a oxigenação das raízes na projeção da copa.
Competição Excessiva: Foram plantados pinheiros e outras espécies arbóreas a escassos centímetros do carvalho, provocando uma competição artificial e prejudicial por luz, água e nutrientes.
Considerando que o Artigo 5.º da referida lei prevê que a abertura do procedimento de classificação determina, de imediato, a proibição de qualquer intervenção que possa prejudicar o arvoredo, solicito a imediata abertura do processo e a consequente notificação do Município da Guarda para suspender ações nocivas na zona de proteção da árvore.
Em anexo, envio as fotografias que comprovam a monumentalidade do tronco e a gravidade das infraestruturas edificadas junto ao mesmo.
Fico a aguardar a confirmação da receção deste pedido e a indicação do número do processo de classificação atribuído.
Melhores cumprimentos.
As fotografias dizem tudo aos tais do «desenvolvimento inadequado».
Desenvolver é também cuidar do ambiente e do património.
O regresso do Estado Novo.
Mansamente...
E a moda já pegou.
Cá pela Guarda também houve bênção. Retrocesso civilizacional.
Também é ser-se contra o desenvolvimento?
"Montenegro foi abanar o badalo a Wall Street enquanto os portugueses sentem o fundo da carteira. O Rangel aproveitou para tirar fotos ao badalo do chefe..."
Cabreiro podes ficar em total tranquilidade.
A «tua» polícia a investigar em causa própria.
Tranquilidade absoluta.
Nem arguidos há.
O que eles querem é vender jornais, Cabreiro.
Escutas ilegais? A Judiciária nunca fez isso, não é, Cabreiro?
E diz o «poucochinho» ao Papa que, em Portugal, os ordenados de muitos portugueses não «esticam» até ao fim do mês. Esticar?
És um «poucochinho vergonhoso». Não é «esticar». Aprende a falar em condições. Devias dizer que os ordenados em Portugal são miseráveis. Isso, sim. Mas só para alguns.
Devias falar da corrupção que alastra. Não interessa? Só interessa falar de coisas que criem impacto, bem sabemos.
«Poucochinho» basta para não criares atritos com o Montenegro.
Percebemos.
E a obra já está pronta.
Como se pode construir um Centro de Saúde em terreno privado com todas as licenças?
Cada vez acredito mais que os gabinetes de urbanismo das câmaras municipais são o maior dos antros de corrupção do país.
Quem o disse foi alguém que trabalhou junto a um desses gabinetes na Câmara do Porto. Lembram-se?
Uma notícia estapafúrdia. Nada a estranhar de quem a publica.
Desde quando o computador de alguém a ser investigado é «caçado»?
Seja o personagem quem for.
O Ministério Público faz «buscas» na Polícia Judiciária.
Todos são suscetíveis de serem investigados, ou há canalha que está acima da lei?
Diz a notícia, para chamariz do «povinho», que «caçaram» o computador do diretor da instituição.
Não é natural?
Do que deviam anunciar é que a Judiciária está a investigar-se. Juiz em causa própria?
Juiz não. Pois anunciaram que não há arguidos.
Ahahahahah!
Este Portugal é a representação perfeita de uma rábula da pior qualidade.
A notícia não é completamente verdadeira. A Solverde não exige 3 milhões ao Turismo de Portugal; exige 15,5 milhões de euros ao Estado português, por meio de um litígio judicial com aquela entidade.
É esse o valor correto.
Os valores exigidos ao Estado dizem respeito, segundo a Solverde, a montantes pagos em excesso entre 2012 e 2014, decorrentes de contrapartidas mínimas anuais.
A Solverde argumenta ter pago mais de 44 milhões de euros quando, pelas regras da quebra de receitas da crise da altura, deveria ter pago apenas cerca de 28,3 milhões.
Em janeiro de 2025, o Supremo Tribunal Administrativo recuou numa decisão anterior favorável à empresa.
Mas, em março de 2025, perante a decisão desfavorável, a Solverde avançou com um recurso para o Tribunal Constitucional, de forma a tentar reaver a totalidade do montante.
Mas, se quiserem, e deveriam querer saber mais sobre o caso, perguntem ao Montenegro. Ele sabe tudo.
A escola, inaugurada com direito a bênção e aos sinais da cruz mais ridículos que se conhecem, demorou 50 anos a ser construída e não tem pavilhão gimnodesportivo nem laboratórios...
Para além dos figurantes já conhecidos e repetidos, teve seis horas de DJ, três artistas, um coreógrafo, uma equipe de decoração, três telas, uma delas com 56 metros quadrados, uma passarela e seguranças.
Custo da inauguração? Uma ninharia para o nível de vida dos portugueses.
É fartar, canalha.
Mais de um século depois, a frase continua a ser lembrada porque descreve um sentimento bastante universal: quando comportamentos desonestos parecem ser recompensados repetidamente, a própria ideia de agir corretamente pode parecer inútil.
Rui Barbosa transformou essa percepção numa das passagens mais conhecidas de toda a sua obra política.
Aprenda-se.
Aquilo que nunca te disseram na escola.
Esconderam tais factos. Como escondem ainda hoje.
"A guilhotina costuma ser lembrada como símbolo da Revolução Francesa, mas a sua história atravessou quase dois séculos.
Criada para aplicar o mesmo método de execução aos condenados, independentemente da classe social, ela foi apresentada como uma forma mais rápida e menos dolorosa de cumprir a pena de morte. Apesar do nome, Joseph-Ignace Guillotin não inventou a máquina: ele defendeu a adoção de um método único de execução.
Durante o período do Terror, o uso frequente da guilhotina transformou o instrumento num símbolo da violência revolucionária. Mas o dado que mais surpreende vem depois: a última execução por guilhotina na França aconteceu em 1977, poucos meses depois do lançamento do primeiro filme de Star Wars. A pena de morte só seria abolida no país em 1981."
Às vezes, aquilo que parece pertencer a um passado muito distante está bem mais próximo de nós.
Mas isso não nos dizem na escola.
"E a terra de Israel nos foi entregue porque devemos cumprir aqui uma missão, porque temos uma santidade, não somos como todos os outros, por isso as leis que se aplicam a todo o mundo não se podem aplicar a nós."
Hanoch Milwidsky, político sionista do partido Likud de Netanyahu, afirma que os sionistas estão acima das leis e que não devem ser julgados por seus crimes porque são seres com "santidade".
Jamais verás esses fanáticos religiosos sionistas retratados na imprensa ou TV ocidentais, porque isso estraga o relato de vítima deles.
Preciso dizer mais alguma coisa?
Vai fazer dois meses do alegado assalto ao gabinete do partido CH, mais concretamente ao do Ventura.
Passados dois dias, o Ministério Público anunciou a instauração de um inquérito com o DIAP e Polícia Judiciária.
Até hoje, dia 22 de setembro de 2026, nem uma palavra, nem uma justificação.
Os do CH fogem do tema. Arranjam mil e uma desculpas para não falarem do assalto.
Como não sou de intrigas, isto tem mãozinha da reação.
Cheira-me que houve acordo para ficar tudo em águas de bacalhau.
O Neves já usou a mesma estratégia em outras circunstâncias. Mandou calar. Preciso repetir?