segunda-feira, janeiro 18, 2021

Deixem-se de tretas

 A medicina que está a ser praticada no SNS é de catástrofe.

Qual o risco de qualquer uma destas pessoas contrair Covid?

Transportes públicos em Lisboa. 
Apreciação oficial: Não existe qualquer risco.
A culpa é das portuguesas e dos portugueses.



Qual o risco de qualquer uma destas pessoas contrair Covid?

Para votar na Cidade Universitária em Lisboa. 
Não só não existe qualquer risco como é um SUCESSO no dizer do ministro Cabrita.
Uma alegria.
A culpa é das portuguesas e dos portugueses.



Qual o risco de qualquer uma destas pessoas contrair Covid?

Fila para centro de saúde.
Apreciação oficial: Não existe risco.
A culpa é das portuguesas e portugueses.
Cretinos.



Fascismo à moda antiga.

Agora que venham todos os polígrafos que quiserem, todas as ideias e mais algumas escritas e limpas ao cu para combater esta corja de fachos, que se fez um jantar comício sem condições de isolamento e com saudações fascistas.
Digam que foi tudo falso cambada de acéfalos.
Durante o repasto a comunicação social, que andou este tempo todo com o Ventas ao colo, é vaiada e o carro de reportagem da RTP é vandalizado.
Contem isso, tenham coragem não se acovardem. 

Medidas para o postigo

Mais uma palhaçada de medidas.
Costa tenta remediar as meias (doses) com doses pequenas.
Como no «O Leopardo» finge-se que se alterou alguma coisa para que tudo fique na mesma.
E depois as medidas idiotas.
A pior de todas.
A presença nos jardins. 
É possível ir ao jardim, mas não se pode permanecer. 
Isto é, vou passear duas horas para um jardim, mas se não me sentar num banco isso significa que não permaneci. 
Não tenho o direito a permanecer.
Para Costa o perigo de contágio está nos que se sentam e não nos que fazem corrida e passam a meio metro dos outros, mandando perdigotos em todas as direções. Esses não contagiam.
São proibidas as vendas ao postigo. Desde cuecas a meias passando por café tudo fora dos postigos.
São proibidas todas as campanhas de saldos, promoções e liquidações que promovam a deslocação ou concentração de pessoas. 
Mas as lojas não estavam fechadas? 
Ou eram saldos, promoções e liquidações aos postigos?
No fim destas medidas ridículas vem a conclusão de que tudo depende de nós próprios, isto é, se alguma coisa correr mal a culpa é dos portugueses. 
Na primeira onda foi o milagre. 
E até se arranjaram heróis, heroínas e personalidades do ano, na segunda e terceira vagas arranjam-se culpados. 
Em vez de medidas a sério arranjam-se culpados e inventam-se sobressaltos cívicos.
O avanço dos medíocres é assustador.
Só faltou mesmo a «alegria» do outro.



Queixas aumentam e regulador está quedo e mudo.

 

Elétricas fecham 2020 com reclamações de clientes em alta. Goldenergy dispara 157%


O aumento é constante.

 Portugal com novo recorde de óbitos diários. 

Mais 167 mortos e 6.702 infetados em 24 horas.




O «padrinho» do nojo é o Rio?

 Ventura chama “cobarde” a Marcelo e pede intervenção de Rio.



No século XXI morre-se em casa

No século XXI como pode haver tal retrocesso civilizacional?
Dois homens, pai e filho, com 72 e 42 anos, foram encontrados mortos, no domingo, no interior da sua habitação, na Damaia. Ambos estavam infetados com COVID-19.



Mais um record pelos piores motivos

Portugal é hoje o país do mundo com maior número de novos casos de infeção pelo novo coronavírus por milhão de habitantes.
E ainda há quem fale de alegria.




OMS: Distribuição de vacinas põe mundo à beira de catástrofe moral

Que não se duvide.
A vacina é um negócio. Até por cá os prazos não são cumpridos. É às mijinhas. 
Que diz, e principalmente faz, um tal de Guterres?
NADA.
Avança para nova candidatura, pois então.
Imbecis não faltam.



Mais uma falsidade governativa

Anunciam-se, com pompa e circunstância, apoios à pobreza energética.
Milhões e milhões de euros. Falam de milhões como o burro da Zefa falava de cagalhões.
Agora soube-se, que só num bairro de Lisboa, Alfama, seriam precisos 45 milhões de euros para ter casas quentes.
Lembrar que Portugal é o 4.º país europeu com maior nível de pobreza energética.
Imbecis.
É como a promessa de tirar da rua os sem abrigo.



História de vida - Frida Kahlo