Hoje apresento-vos um verme com o nome Bernaretrete.
Isso mesmo. Quando foi parida, de tão feia, os familiares logo a batizaram com esse nome. E, pela vida fora, fez jus ao nome.
Viveu na casa dos pais com uma irmã enquanto estudava, ou fingia que estudava, graças ao dinheiro que os pais lhes davam, resultado de serviçais pela Europa. Por cá, a Bernaretrete e irmã organizavam bacanais, festas com consumo de substâncias ilícitas, e rara era a noite em que, devido ao barulho, os vizinhos não tivessem que chamar a polícia. Mas, como diz o ditado, cães, cadelas e lobos comem todos!
A Bernaretrete tem muitas outras facetas de vil verme. É racista. Detesta imigrantes. Impõe, com o apoio de uma quadrilha que, a seu tempo, iremos desvendando, normas inconstitucionais. Julgam-se donos de tudo. Implicam com convívios, mas o barulho maior é dos cães e cadelas que ladram todo o dia e noite e conspurcam todos os espaços. Fazem ameaças em atas com referência a valores da moral dos poderosos e ditadores, mas que a quadrilha, como exemplar de movimentos de extrema-direita, fascista, não os pratica na sua conduta. Uns ranhosos. Aprendei com os que implicais o que é limpeza, o que é civismo. Hastear uma bandeira, mesmo em frente à habitação dos imigrantes, é um ato de puro racismo provocatório. Quando os teus pais andavam a pedinchar pela Europa, alguém lhes colocou uma bandeira em frente ao bidon onde viviam. És uma retrete.
A Bernaretrete assina os vómitos das cloacas dos nojentos com o cargo de "Zeladora da Moral".
O sempre útil para a quadrilha, a "Bem da Moral".
Cuidado, os ditadores caem dos pedestais com muita facilidade.
Em breve, novos episódios com outros e outras mandantes do campo de concentração.
