País purista a prosear bonito, a versejar tão chique e tão pudico, enquanto a língua portuguesa se vai rindo, galhofeira, comigo - Alexandre O'Neil
E o povo, na sua ingenuidade, vai acreditando nas crendices da canalha. Tudo se faz em prol do bem-estar da comunidade. Qual delas?
Só podia — a deles.
Um dia a justiça dirá, alegremente, "arquive-se" por falta de meios.