Milhões de euros em subsídios de emergência que estavam previstos para famílias afetadas por incêndios e cheias entre 2022 e 2025 ficaram por entregar aos beneficiários.
Dizem, para aliviar a porca das consciências, que as causas estão em atrasos burocráticos e falhas na regulamentação pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social.
Lembrar que os apoios destinavam-se, em parte, à alimentação e alojamento.
Mas apoios, por exemplo, a governantes com casas em Lisboa, mas que pediram subsídios de alojamento, não houve, não há, atrasos burocráticos.
Na hora.
Que nojo de governança.
