segunda-feira, outubro 05, 2026

Nojenta governança

Milhões de euros em subsídios de emergência que estavam previstos para famílias afetadas por incêndios e cheias entre 2022 e 2025 ficaram por entregar aos beneficiários.

Dizem, para aliviar a porca das consciências, que as causas estão em atrasos burocráticos e falhas na regulamentação pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social. 

Lembrar que os apoios destinavam-se, em parte, à alimentação e alojamento.

Mas apoios, por exemplo, a governantes com casas em Lisboa, mas que pediram subsídios de alojamento, não houve, não há, atrasos burocráticos.

Na hora.

Que nojo de governança.