E a peixeirada continua...
Só que tudo ficará na lota.
Alguém, no seu perfeito juízo, acredita que haverá, algum dia, uma decisão judicial sobre o que vão dizendo as catatuas?
Desenganem-se.
Só papaguear para distrair a capoeira.
O Carrilho, curiosamente com o mesmo apelido de um outro, vem dizer que o Neves, alçado a ministro pelo Montenegro, sabe-se bem as razões, lhe sugeriu a adjudicação de obras em postos da GNR e esquadras da PSP por ajuste direto e com contratos secretos. Alguns desses ajustes poderiam ser atribuídos a empresas com as quais tinha trabalhado na Polícia Judiciária, entre elas a «famosa» "Construbarcelos", do empreiteiro amigo do Neves, do atrelado, da vivenda no Alentejo e tantas outras trapalhadas.
Mas, estranhamente, ou talvez não, ninguém fala da obra do «amigo» do Neves no edifício da Polícia Judiciária, na Guarda. Que já foi dito, ultrapassou largamente o orçamento inicial.
Mas tudo calado e bardamerda.
Ajustes diretos? É o que há de mais e bem lucrativo.
