quinta-feira, outubro 08, 2026

Detesto fardas

 Nem humanidade têm.

Um capanga com um uniforme da polícia não pode ser polícia.

A bater num cidadão deficiente numa cadeira de rodas. Isto não é um incidente. 

É barbárie ranhosa.

É covardia. Só se metem com os fracos e os frágeis.

Metem nojo.

Chamam a isto de "segurança"?

É covardia com um uniforme.

Concordo e concordarei sempre com o escritor de língua portuguesa, Luís Stau Monteiro, que afirmou "detestar fardas". Também eu, Stau Monteiro.

Já não sabeis quem foi Stau Monteiro; assim vai o ensino em Portugal.

Deixo-vos a lembrança de algumas obras: "Um Homem não Chora", "Angústia para o jantar" e "Felizmente há luar", entre outras. Para além da celebérrima "Guidinha".

Aprendei, iletrados e imbecis, e ensinai se souberdes, obviamente.