Uma manhã surgiu num trilho do Parque Urbano do rio Diz, na Guarda, uma máquina para limpeza das copas das árvores.
Suponho.
Quatro funcionários para fazer o serviço.
Só um no cimo da grua para limpar a copa da árvore. Os outros no solo a «fiscalizarem».
O habitual.
Mas espanto dos espantos.
Só limparam uma árvore.
E deixaram ramos espalhados pelo trilho.
Para a próxima, limpem mais algumas árvores e o que sujam.

