quarta-feira, maio 27, 2026

Diretiva europeia impõe novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores - Parte I

Para não tornar a publicação muito extensa, já sei que há poucos que a leem vou fazer várias publicações sobre o tema.
Pode ser que se interessem pelo assunto.
Quando surge no horizonte uma diretiva europeia contra os trabalhadores, os partidos da direita e extrema-direita apressam-se a apresentar propostas e mais propostas para a transpor para a legislação portuguesa. Quando os interesses visados são direitos do povo, há casos que preferem pagar multas e mais multas, os cidadãos é que as pagam, obviamente! Mas legislação transposta nem a vês.
Agora surgiu uma diretiva europeia sobre transparência salarial. Para os eunucos que não sabem o que é transparência, e neste caso salarial eu resumo. Já que de resumos gostam eles. O estudo é mais facilitado para quem é idiota.
Começar por dizer que a partir de 7 de junho, entra em contagem decrescente uma das mudanças mais profundas na forma como as empresas comunicam remunerações e estruturam políticas salariais na União Europeia.
A diretiva europeia da transparência salarial (ainda por transpor para a legislação portuguesa, mas querem aprovar o pacote laboral) promete transformar o acesso à informação sobre salários, impondo novas obrigações às empresas e novos direitos aos trabalhadores.
O objetivo central da diretiva é reduzir as desigualdades salariais entre homens e mulheres e reforçar o princípio de salário igual para trabalho igual ou de valor equivalente, mediante maior transparência e mecanismos de fiscalização mais apertados.
Novamente a transparência. Agora é ir aprender o que é transparência.
(Continua).