A dita "Justiça" em Portugal está podre e cheira muito mal.
Tribunal ainda está a decidir uma inconstitucionalidade relacionada com o sorteio de uma relatora, a juíza conselheira Teresa de Almeida, que, entretanto, se jubilou há mais de um ano.Entretanto, os autos do processo do Banco Português de Negócios (BPN) estão à espera de uma decisão no Tribunal Constitucional há cerca de dois anos e quatro meses, devido a uma alegada inconstitucionalidade da rejeição de um incidente de recusa da juíza conselheira — processo que foi classificado como urgente.
Tão urgente que, quase dois anos depois, o Tribunal Constitucional recusou liminarmente o recurso e ainda demorou seis meses a reformar as custas do processo.
Se o caso fosse com um pobre cidadão, há muito estaria resolvido.
O caso Sócrates parado ou a andar para trás. Para trás, mija a burra!
Perdoaram uma multa aos «pobres» banqueiros.
E agora mais e mais prescrições.
Irra, cheira mesmo muito mal.
Já nem falo de processos sem que seja dado a conhecer aos interessados o número deles e nem notifiquem os queixosos das decisões judiciais.
Mas, se for para serem anunciados em pasquins e canais do lixo, tudo na hora.
