"A transparência política é o princípio democrático que exige que as ações, decisões e finanças dos governantes e instituições públicas sejam abertas e acessíveis ao escrutínio público. O seu objetivo central é prevenir a corrupção, promover a responsabilização dos políticos e capacitar os cidadãos para participarem de forma informada na vida cívica".
Onde estão as atas? Na página da câmara? Não existem. Apenas anúncios e propaganda do executivo.
Falar no final das reuniões e deixar a "comunicação social local" estar presente é o bastante?
E os filtros?
Não admitir lições de transparência é sinal de arrogância e prepotência. Todos os eleitos têm o dever de aprender e melhorar o seu relacionamento com quem os elegeu.
Tão difícil perceber?
"Todas as pessoas que o desejem podem assistir às reuniões do executivo quando são públicas". Mais areia para os olhos dos guardenses. Quer que faltem ao trabalho?
Façam como o Lutero, publiquem as atas nas portas das Igrejas.
Basta publicar as deliberações do executivo e acham que a democracia está cumprida?
Voltar ao tema dos custos é mais conversa da treta. Gastam-se milhares em festas, festanças que com toda a certeza algum dinheiro se conseguiria para as transmissões das reuniões do executivo.
Justificar que em oito anos nunca se falou na transmissão das reuniões é um argumento falacioso. Pelo mesmo raciocínio ainda hoje a informação era privilégio de uma elite.
Atualizem-se.
Sabe, é que se não houvesse transmissão não se conhecia o comportamento indecoroso, no mínimo, da senhora sua apoiante, da "digníssima mesa", a enviar e receber mensagens.
Mas isso nem o ilustre presidente da assembleia deu conta ou se deu não lhe chamou à atenção pelo menos no respeito por quem a elegeu.