O PSD também veio a terreno falar do caso Rita Figueiredo e, nomeadamente, responder à moção sobre o caso.
O deputado Júlio Santos, penso ser este o seu nome, dado que o presidente da Assembleia Municipal insiste em chamar os deputados sem dizer os respetivos nomes, teve uma intervenção anedótica.
Começou por faltar à verdade quando disse que o caso já tinha sido arquivado.
Falso.
O que foi arquivado foi um outro caso anterior a este.
Depois, sugerir que a sua intervenção seja dada a conhecer ao líder do partido com quem têm celebrado acordos de toda a ordem. Talvez gostasse de saber como é tratado um seu deputado numa Assembleia Municipal da Guarda.
Por fim, lembrar ao senhor deputado e, principalmente, ao presidente da Assembleia Municipal a diferença entre "declaração de voto" e "declaração política".
Não senhor presidente, usando as suas próprias palavras, «"declaração de voto" é dizer a razão por que se votou contra uma moção». É só ser-se coerente com o que se diz e se faz.
Ao palestrante em causa só faltou dizer que a nomeação de Rita Figueiredo foi da responsabilidade do governo de Montenegro.
Esquecimento imperdoável, senhor deputado.