Hoje, véspera do Dia do Trabalhador — não é do colaborador, como por aí se diz e faz acreditar —, trago-vos a intervenção da Gisela Valente, uma funcionária da Câmara da Guarda, não sei se ainda o é, que foi vítima de assédio laboral.
Ouçam até ao fim a intervenção da trabalhadora, por favor.
Ouçam com atenção as acusações graves que a Gisela profere também em relação ao comportamento do presidente da câmara.
A funcionária pede uma coisa tão simples - JUSTIÇA.
Face às acusações de que foi alvo e aos vários pedidos de esclarecimento, o presidente da câmara limitou-se a pedir ao presidente da Assembleia Municipal uma certidão da acta da reunião para que, e passo a citar: «possa abrir, no mais curto espaço de tempo, um inquérito perante aquilo que foi referido».
Que foi referido pela Gisela.
Ouçam, por favor, o depoimento da Gisela.
Grave, muito grave em pleno século XXI.