Alinhado com AD/Chega/IL na lei da nacionalidade e reforma laboral, é nódoa que o remorso e a penitência não apagam, e a coerência e a defesa dos trabalhadores não são virtudes eclesiásticas.
O Patriarca é um veículo litúrgico em rota de colisão com a Constituição e a decência.
E que tal a Igreja Católica Apostólica Romana e todas as outras igrejas pagarem impostos, como qualquer cidadão? Muito provavelmente a sociedade portuguesa sairia da letargia que a consome, quer em termos de desigualdade, quer em termos de corrupção. Entende?
A posição do patriarcado faz-me pensar nos múltiplos servos que a Igreja Católica Apostólica Romana possui. Não quero falar de escravos, obviamente, e muito menos dos Borgias e muito menos da Inquisição e outros que tais.
