A 13 de abril de 1919, os soldados colonialistas britânicos mataram mais de 1 500 indianos.
O general britânico Reginald Dyer, sem aviso prévio, ordenou às suas tropas que atirassem indiscriminadamente contra os civis durante 10 minutos sem descanso. Civis que se encontravam num jardim a festejar um dia festivo — o Fim do Ano.
Com todas as saídas bloqueadas; as pessoas fugiam aterrorizadas diante dos tiros; dezenas foram esmagadas na fuga e pelo menos 120 morreram ao cair em poços de água que cercavam o jardim... foi um dos piores massacres coloniais.
O general britânico Reginald Dyer, o autor do massacre, longe de sentir arrependimento, vangloriou-se disso, dizendo:
"Alguns indianos rastejam de bruços diante de seus deuses. Eu queria que soubessem que um britânico é tão sagrado quanto seu deus hindu e, portanto, também têm que rastejar diante dele."
Tudo ficou na impunidade, como sempre, nem mesmo o Reino Unido se desculpou jamais perante a Índia por massacrar mais de 1500 pessoas numa só tarde.
O Ocidente é o mestre do genocídio... mas hoje permite-se dar lições de direitos humanos e democracia ao resto do planeta e, em outros casos, é submisso às ordens de um pedófilo.