No dia 6 de junho de 2026, tiveram lugar na Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda, umas Jornadas da Pastoral da Saúde.
Essas jornadas assumiram-se, segundo a propaganda oficial, como “uma iniciativa dedicada à reflexão, formação e sensibilização para o cuidado humano, espiritual e pastoral no contexto da saúde”.
As jornadas “reuniram profissionais de saúde, agentes pastorais, voluntários, cuidadores, ministros extraordinários da comunhão e todos os interessados nesta área da pastoral da Igreja”, segundo é relatado.
E, pelo que é dado constatar pela foto, lá estiveram o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, e a presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda.
Em nome individual ou em nome das instituições? Resta saber.
Mas como disse um primeiro-ministro, um ministro esteja onde estiver nunca deixa de ser ministro. Pois é!
Lembrar que os dois são subscritores de um "protocolo", em análise judicial, que está no centro da polémica pública da vinda da Dra. Rita Figueiredo para a Unidade Local de Saúde da Guarda em 2022. Polémica essa que traz a digníssima senhora envolvida em diversos inquéritos judiciais por suspeita da prática de crimes vários, entre os quais o de fraude.
Será que a "pastoral" também envolveu o recrutamento de um padre, a tempo inteiro, pedido feito ao bispo da diocese local, para atuar como capelão nos hospitais e unidades de saúde da região?
Esta gente não sabe, não estudou, que o Estado português é um Estado laico?
Assim vamos indo, aqui pela Guarda...
E, pelo que é dado constatar pela foto, lá estiveram o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, e a presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde da Guarda.
Em nome individual ou em nome das instituições? Resta saber.
Mas como disse um primeiro-ministro, um ministro esteja onde estiver nunca deixa de ser ministro. Pois é!
Lembrar que os dois são subscritores de um "protocolo", em análise judicial, que está no centro da polémica pública da vinda da Dra. Rita Figueiredo para a Unidade Local de Saúde da Guarda em 2022. Polémica essa que traz a digníssima senhora envolvida em diversos inquéritos judiciais por suspeita da prática de crimes vários, entre os quais o de fraude.
Será que a "pastoral" também envolveu o recrutamento de um padre, a tempo inteiro, pedido feito ao bispo da diocese local, para atuar como capelão nos hospitais e unidades de saúde da região?
Esta gente não sabe, não estudou, que o Estado português é um Estado laico?
Assim vamos indo, aqui pela Guarda...
