quinta-feira, junho 18, 2026

Aprendizagens?

E assim vai a aprendizagem nas escolas em Portugal, de má a péssima.
Agora soube-se que uma pergunta do exame de Português foi copiada de um livro de exercícios de apoio de uma editora.
Que capacidade vai naquela gente nomeada por um ministro incompetente para elaborar provas de exame.
Compreende-se facilmente a cópia e as nomeações.
"Quem elaborou o exame não teve o cuidado de verificar se a leitura do cartoon já estava presente num manual de apoio. Quem estudou pelo manual parte em vantagem em relação aos outros alunos”, refere António Carlos Cortez, professor e escritor.
Tanto na prova como no livro de exercícios, o limite de palavras é o mesmo. Também iguais são os três pontos pedidos na análise.
Preciso acrescentar mais alguma coisa?
Mas não era isso que o ministério queria?
Mas há mais críticas.
Acompanhamos as críticas à prova feitas pela Associação de Professores de Português, que criticou o excesso de respostas de escolha múltipla. Num exame que devia ser de Língua e Cultura Portuguesa e não apenas de Português, mas isso a choldra não reformula conteúdos nem contextos, não sabe.
Colocar respostas de escolha múltipla é de uma cretinice e idiotice completa.
Acompanhamos o professor e escritor António Carlos Cortez quando diz com propriedade: “Pergunto-me: este tipo de exames facilitistas e primários está a preparar os nossos alunos para serem universitários? Não está. E não admira que, na universidade, sejamos um dos países em que os estudantes mais consomem antidepressivos no primeiro ano. É quando percebem que não têm as competências necessárias.”