A incompetência, a mentira, a falta de honestidade, a acefalia total reinam no Governo do Montenegro, e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação não foge ao descalabro total.
Finalmente o capataz do ministério, Fernando Alexandre, o tal que uma besta disse ser "alguém" com qualidades, vem, por meio de uma nota à comunicação social, nem coragem há para o dizerem em direto e a cores, a «sua» versão sobre a pergunta copiada de um caderno de exercícios, anteriormente publicada e difundida.
Numa nota à comunicação social, o ministro vem anunciar, claramente e sem rodeios, um parecer como sendo do Conselho Científico do Eduqa.
Ora, o assunto da cópia da pergunta nem tinha sido objeto de análise na reunião do Conselho Científico.
Aldrabice total.
Imagine-se o espanto de um dos elementos do Conselho Científico do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa) ao saber pela rádio, do parecer enviado na sexta-feira, dia 19, pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação às redações.
O documento defendia que o exame, que mais de 76 mil alunos haviam feito dias antes, não violava "o princípio da equidade". O senhor Fernando Alexandre falava em nome do Conselho Científico quando o parecer foi feito à revelia de conselheiros científicos do Eduqa.
"Os membros do Conselho Científico do Eduqa estão obrigados ao sigilo, mas eu não tenho de responder por um parecer que desconhecia", diz um elemento do Conselho.
Felizmente ainda há gente com seriedade e dever de responsabilidade, não é, Filinto?
Este mesmo elemento alerta para alguns aspectos que lhe parecem "estranhos": qualquer parecer — "veja-se os do Conselho Nacional de Educação, por exemplo" — é claro sobre em que dia se realizou a reunião dos conselheiros para debater o seu conteúdo; neste, "não há nada disso".
Brilhante, senhor Pedro Alexandre.
MENTE-SE DESCARADAMENTE!
Nada a estranhar, a coleguinha do governo, uma tal mulher de um Ramalho que vai receber milhões, MENTIU em plena Assembleia da República, como aliás o fazem muita da canalha eleita ou nomeada.
Lembrar que o Eduqa é constituído por 33 representantes de diversas associações de professores e sociedades científicas, ligadas às diferentes disciplinas sujeitas a exame nacional final.
E, espanto dos espantos, o parecer em causa sobre exame de Português foi feito à revelia de conselheiros científicos do Eduqa.
O parecer em causa está assinado pela presidente do Conselho Científico do Eduqa, Ana Cristina Cortesão Casimiro, da Associação de Professores de Geografia.
De Geografia???? Tem tudo a ver com copianços de exercícios numa prova de Português. "Equidade"? Qual? Onde? Entendido.
Mas, para além da falta de rigor e seriedade ao dizer-se que não houve violação do "princípio da equidade" entre os mais de 76 mil alunos que realizaram o exame de Português, o que é uma perfeita aldrabice, há ainda a registar milhares de provas por avaliar (???). E as falhas na tal plataforma digital, invenção do senhor Pedro Alexandre, sucedem-se a cada instante.
Um total descalabro. Nada a estranhar, dada a idiotice total que reina no governo.
Dizer-se que os exames e as provas correm bem é próprio de um lambe-cus.
Entretem-te com os pontapés nas canelas, que eles tratam da tua vidinha. Quando souberes que, por umas décimas, não entraste no curso que pretendias, mas que um teu colega, só porque teve acesso a uma pergunta do exame, entrou no curso que pretendia. Então irás ficar revoltado.
Tarde demais. Como sempre, os que têm acesso a tudo e a explicadores vão guindar-se, com aldrabices, ao estrelato, e filho de pobre continuará pobre.
Lembra-te disto, se conseguires compreender, claro.
