Mais um abalo na estrutura da Igreja Católica Apostólica Romana se anuncia.
Agora não tem a ver com a mudança do "palácio" de Roma para Avinhão, França, ou outra terra qualquer.
Nem o tal "Cisma" se reduziu à obediência, sempre servil do papado a um rei, Filipe, de cognome "O Belo".
Hahahah, estes franceses e a mania das grandezas, já dizia o Obélix, referindo-se aos romanos, mas aplica-se a todos os que se julgam os "maiores".
Mas talvez não vos tenham dito na escola: omite-se sempre o mais importante, que o tal "Cisma", que não foi mais do que a confirmação da fragilização e subserviência do poder papal aos reis, abriu a porta ao Protestantismo. Isso mesmo, Lutero aproveitou a brecha e instalou a cisão completa na Igreja Católica Apostólica Romana.
Agora os sinais seguem o caminho da direita populista, em voga e imposta às sociedades.
Os ultraconservadores, ao contrário das ideias de Lutero, rompem com o Vaticano no regresso ao que de mais retrógado existiu na prática papal, ao longo dos séculos. Segue o rito romano tradicional, missa em latim, por exemplo, e opõe-se às reformas do Concílio Vaticano II.
A igreja de Lefebvre, em desobediência às ordens do atual Papa, Leão XIV, vai ordenar bispos.
A cisão está aberta.
Depois da praga dos evangélicos, a Igreja Católica Apostólica Romana enfrenta uma cisão bem profunda.
Razão tem Nietzsche quando afirma na sua magistral obra "O Anticristo" que Jesus foi o único cristão verdadeiro, cuja essência era viver o amor no presente.
"Deus está morto" não se refere à morte da divindade, dado que Nietzsche era ateu. O que ele quis dizer foi que, com o avanço da ciência e da tecnologia, aquela ideia medieval de que Deus era a resposta para tudo estava morta.
Estudem.
Agora não tem a ver com a mudança do "palácio" de Roma para Avinhão, França, ou outra terra qualquer.
Nem o tal "Cisma" se reduziu à obediência, sempre servil do papado a um rei, Filipe, de cognome "O Belo".
Hahahah, estes franceses e a mania das grandezas, já dizia o Obélix, referindo-se aos romanos, mas aplica-se a todos os que se julgam os "maiores".
Mas talvez não vos tenham dito na escola: omite-se sempre o mais importante, que o tal "Cisma", que não foi mais do que a confirmação da fragilização e subserviência do poder papal aos reis, abriu a porta ao Protestantismo. Isso mesmo, Lutero aproveitou a brecha e instalou a cisão completa na Igreja Católica Apostólica Romana.
Agora os sinais seguem o caminho da direita populista, em voga e imposta às sociedades.
Os ultraconservadores, ao contrário das ideias de Lutero, rompem com o Vaticano no regresso ao que de mais retrógado existiu na prática papal, ao longo dos séculos. Segue o rito romano tradicional, missa em latim, por exemplo, e opõe-se às reformas do Concílio Vaticano II.
A igreja de Lefebvre, em desobediência às ordens do atual Papa, Leão XIV, vai ordenar bispos.
A cisão está aberta.
Depois da praga dos evangélicos, a Igreja Católica Apostólica Romana enfrenta uma cisão bem profunda.
Razão tem Nietzsche quando afirma na sua magistral obra "O Anticristo" que Jesus foi o único cristão verdadeiro, cuja essência era viver o amor no presente.
"Deus está morto" não se refere à morte da divindade, dado que Nietzsche era ateu. O que ele quis dizer foi que, com o avanço da ciência e da tecnologia, aquela ideia medieval de que Deus era a resposta para tudo estava morta.
Estudem.
