Numa cerimónia de juramento de bandeira realizada no Centro de Formação de Portalegre, com a presença do ministro Neves, que foi diretor da judiciária, um militar disparou para o ar.
Logo de seguida, em comunicado da instituição, diz-se que o militar em causa sofre de perturbações do foro psicológico.
Muito interessante mesmo.
E mantém-se um tal cidadão na instituição? Uma instituição militar? E logo a trabalhar em situação de formação de novos elementos?
Estranho? Neste país, já nada é estranho.
O anormal é mesmo normal.
A GNR não esclareceu se o militar foi ou não detido.
Já o Neves, ministro, calou e "remeteu quaisquer esclarecimentos para a GNR".
A Bem da Nação.
Logo de seguida, em comunicado da instituição, diz-se que o militar em causa sofre de perturbações do foro psicológico.
Muito interessante mesmo.
E mantém-se um tal cidadão na instituição? Uma instituição militar? E logo a trabalhar em situação de formação de novos elementos?
Estranho? Neste país, já nada é estranho.
O anormal é mesmo normal.
A GNR não esclareceu se o militar foi ou não detido.
Já o Neves, ministro, calou e "remeteu quaisquer esclarecimentos para a GNR".
A Bem da Nação.
