O povo português é conduzido pela mão, como se de um infantil se tratasse, a caminho de uma caverna, pior do que a de Platão.
Os canais do lixo, ao seguirem a seleção dos amigos do outro, amigo do pedófilo, desde Lisboa a Miami, estão a passar-vos um atestado de menoridade em direto e a cores.
Simulações do espaço aéreo assinalando o avião dos felizardos e arrogantes seres que vos entretêm com pontapés na bola e comem do melhor e gozam os reais prazeres da vida enquanto tu és explorado, é nojento.
Pior, se de pior se pode falar, é participarem num torneio organizado por um demente assessorado por canalha ranhosa. Toda ela.
No fim vão rir-se da vossa contínua estupidez.
Entradas para o "coliseu" pagas a peso do ouro.
Qual trabalhador consegue pagar tais exorbitâncias?
Como lamentava Eduardo Galeano: "a história do futebol moderno é uma transição triste da alegria pura para o negócio corporativo."
Negócio que esconde as tristes realidades dos povos.
Ao menos leiam a obra "Futebol ao Sol e à Sombra" de Eduardo Galeano e tentem compreender, em resumo alargado, o século XX, passando em revista as vitórias e derrotas da humanidade, o pé-em-riste dos poderosos, os negócios apanhados em fora-de-jogo e a desforra dos povos que lutam pela manutenção.
Ao menos a leitura e mandem às urtigas comentadores, papagaios, macacos de imitação e covardia feita de muito dinheiro.
Os canais do lixo, ao seguirem a seleção dos amigos do outro, amigo do pedófilo, desde Lisboa a Miami, estão a passar-vos um atestado de menoridade em direto e a cores.
Simulações do espaço aéreo assinalando o avião dos felizardos e arrogantes seres que vos entretêm com pontapés na bola e comem do melhor e gozam os reais prazeres da vida enquanto tu és explorado, é nojento.
Pior, se de pior se pode falar, é participarem num torneio organizado por um demente assessorado por canalha ranhosa. Toda ela.
No fim vão rir-se da vossa contínua estupidez.
Entradas para o "coliseu" pagas a peso do ouro.
Qual trabalhador consegue pagar tais exorbitâncias?
Como lamentava Eduardo Galeano: "a história do futebol moderno é uma transição triste da alegria pura para o negócio corporativo."
Negócio que esconde as tristes realidades dos povos.
Ao menos leiam a obra "Futebol ao Sol e à Sombra" de Eduardo Galeano e tentem compreender, em resumo alargado, o século XX, passando em revista as vitórias e derrotas da humanidade, o pé-em-riste dos poderosos, os negócios apanhados em fora-de-jogo e a desforra dos povos que lutam pela manutenção.
Ao menos a leitura e mandem às urtigas comentadores, papagaios, macacos de imitação e covardia feita de muito dinheiro.
