A maratona parlamentar, ao nível da reunião da Comissão de Trabalho, terminou pelas 21h, com a aprovação das alterações à proposta de lei para a criação da Prestação Social Única.
Parabéns aos vendidos do costume.
Aos que se estão nas tintas para os pobres. Para os que atiram pobres contra pobres. Para todos os que, como as moscas, acham que a merda é melhor que mel.
Parabéns, hipócritas.
"E com palavras e bolos se enganam os tolos".
Diz a canalha ranhosa que a Prestação Social Única é uma prestação mensal com vista a assegurar ao titular e ao respetivo agregado familiar os recursos que contribuam para a satisfação das suas “necessidades mínimas”.
Uma, mais uma MENTIRA DESCARADA.
Só vão ter acesso à esmola os cidadãos com um período mínimo de residência legal em território nacional de um ano para nacionais de Estados que não integrem a União Europeia ou o Espaço Económico (nem tenham celebrado acordo de livre circulação com a UE).
Depois fixou-se “um limite máximo de 32 227,80 €. ao valor global do património mobiliário igual aos bens móveis sujeitos a registo do requerente e do respetivo agregado familiar”.
Os deputados eleitos da comissão de Trabalho concordaram com a possibilidade de o Governo estabelecer que “o direito à esmola depende, designadamente, para os cidadãos adultos em idade ativa, da inscrição em centro de emprego, da disponibilidade para formação profissional ou educação, da disponibilidade para o trabalho em emprego conveniente ou exercício de atividades de solidariedade social, em termos adaptados às condições do beneficiário e do agregado familiar“.
Ou seja, trabalham todas as horas que forem exigidas, sem quaisquer condições, e segundo o horário que a entidade quiser.
Trabalho escravo.
Para amenizar o seu voto o PS, como sempre, vem deturpar o que foi aprovado.
O PSD diz, e será o que vai ficar no decreto-lei, que o trabalho social seja obrigatório. O ilusório PS diz que é facultativo. Ide enganar a vossa tia.
É falso dizer-se que os bufos que acusem outros pobres vão cair.
O PSD tem lá escrito, e o PS concordou, que haverá reforço dos “mecanismos adequados de combate à fraude, abuso ou acesso indevido à Prestação Social Única”, sem detalhar do que se trata.
Entendido?
E, mais uma vez, a dona Rosário Palma Ramalho, esposa do beneficiário dos milhões que a venda do Novo Banco vai render, não disse uma única palavra sobre o valor da Prestação Única Social.
Segredo!
Como sempre o engano é a arma mais segura para a elite. Com toda a certeza não irá ser igual aos milhões que o marido vai receber pelo Novo Banco. Com toda a certeza.
Parabéns aos vendidos do costume.
Aos que se estão nas tintas para os pobres. Para os que atiram pobres contra pobres. Para todos os que, como as moscas, acham que a merda é melhor que mel.
Parabéns, hipócritas.
"E com palavras e bolos se enganam os tolos".
Diz a canalha ranhosa que a Prestação Social Única é uma prestação mensal com vista a assegurar ao titular e ao respetivo agregado familiar os recursos que contribuam para a satisfação das suas “necessidades mínimas”.
Uma, mais uma MENTIRA DESCARADA.
Só vão ter acesso à esmola os cidadãos com um período mínimo de residência legal em território nacional de um ano para nacionais de Estados que não integrem a União Europeia ou o Espaço Económico (nem tenham celebrado acordo de livre circulação com a UE).
Depois fixou-se “um limite máximo de 32 227,80 €. ao valor global do património mobiliário igual aos bens móveis sujeitos a registo do requerente e do respetivo agregado familiar”.
Os deputados eleitos da comissão de Trabalho concordaram com a possibilidade de o Governo estabelecer que “o direito à esmola depende, designadamente, para os cidadãos adultos em idade ativa, da inscrição em centro de emprego, da disponibilidade para formação profissional ou educação, da disponibilidade para o trabalho em emprego conveniente ou exercício de atividades de solidariedade social, em termos adaptados às condições do beneficiário e do agregado familiar“.
Ou seja, trabalham todas as horas que forem exigidas, sem quaisquer condições, e segundo o horário que a entidade quiser.
Trabalho escravo.
Para amenizar o seu voto o PS, como sempre, vem deturpar o que foi aprovado.
O PSD diz, e será o que vai ficar no decreto-lei, que o trabalho social seja obrigatório. O ilusório PS diz que é facultativo. Ide enganar a vossa tia.
É falso dizer-se que os bufos que acusem outros pobres vão cair.
O PSD tem lá escrito, e o PS concordou, que haverá reforço dos “mecanismos adequados de combate à fraude, abuso ou acesso indevido à Prestação Social Única”, sem detalhar do que se trata.
Entendido?
E, mais uma vez, a dona Rosário Palma Ramalho, esposa do beneficiário dos milhões que a venda do Novo Banco vai render, não disse uma única palavra sobre o valor da Prestação Única Social.
Segredo!
Como sempre o engano é a arma mais segura para a elite. Com toda a certeza não irá ser igual aos milhões que o marido vai receber pelo Novo Banco. Com toda a certeza.
