Enquanto o marketing das gigantes da tecnologia nos vende inovação e design, a realidade por trás da produção é brutal. Estamos a falar do leste da República Democrática do Congo, responsável por mais de 70% do cobalto extraído no mundo, o componente essencial para baterias de smartphones, notebooks e carros elétricos.
Mas o que acontece lá não é "cadeia de suprimentos". É exploração pura.
Milhares de trabalhadores vivem em condições análogas à escravidão, arriscando as suas vidas diariamente nas minas, por menos de 2 dólares por dia.
O que é ainda mais chocante: estima-se que existam cerca de 40 mil crianças inseridas nesse ciclo, quebrando pedras para que as multinacionais mantenham o ciclo de consumo desenfreado do Ocidente, incluindo o lançamento anual de novos modelos de iPhone.
A engrenagem do capitalismo, que não nos ensinam nas escolas, é mantida por esse nível de sofrimento humano.
A estrutura de poder por trás disso é densa. A maior mina de cobalto da região, que depende dessa mão de obra, é operada por figuras que não são apenas gestores, mas agentes com conexões profundas com o aparato de inteligência de Israel (Mossad) e residentes em Tel Aviv.
Podes continuar a cumprimentá-los e a saudá-los.
Esta é a face oculta do "progresso", do capitalismo e da hipocrisia.
É urgente denunciar.