O riacho que atravessa o Parque Urbano do Rio Diz está seco.
Junto ao parque, prioritariamente para as crianças, não tem água. A pouca que por lá existe deve resultar de "desperdícios". Logo propícia ao desenvolvimento e proliferação de microrganismos patogénicos e insetos, representando sérios riscos para a saúde pública e o meio ambiente.
Proliferação de mosquitos propícia para o desenvolvimento de larvas de insetos, suscetível ao desenvolvimento de bactérias, tipo Legionella, transmissão de doenças hídricas, facilitando a propagação de infecções como leptospirose (por meio do contato com água contaminada por urina de roedores), hepatite A, cólera e diarreias.
Desta forma, verifica-se a degradação ambiental: a água perde oxigénio rapidamente, tornando-se eutrófica (com excesso de nutrientes), o que promove o crescimento de algas, fungos e biofilmes tóxicos. Exemplo: o tal "espelho de água".
Tudo o que foi dito aplica-se na íntegra ao estado lastimável em que se encontra o célebre "espelho de água".
Um nojo.
Manifestamente contra este tipo de desenvolvimento.
Manifestamo-nos, temos esse direito, e nunca o deixaremos de fazer, incomode ou não o senhor feudal e restante séquito.
Exige-se uma limpeza séria ao riacho e ao dito espelho.
Não há autoridades que tomem conta do caso?
Por onde andam?
Podem ser acusadas de negligência, sabiam?
Ainda ontem, sexta-feira, um carro da polícia esteve junto ao parque de cães e cadelas. Nem se dignaram a sair da viatura,
Para fechar o turno?

