sábado, setembro 26, 2026

Um nojo

O riacho que atravessa o Parque Urbano do Rio Diz está seco.

Junto ao parque, prioritariamente para as crianças, não tem água. A pouca que por lá existe deve resultar de "desperdícios". Logo propícia ao desenvolvimento e proliferação de microrganismos patogénicos e insetos, representando sérios riscos para a saúde pública e o meio ambiente.

Proliferação de mosquitos propícia para o desenvolvimento de larvas de insetos, suscetível ao desenvolvimento de bactérias, tipo Legionella, transmissão de doenças hídricas, facilitando a propagação de infecções como leptospirose (por meio do contato com água contaminada por urina de roedores), hepatite A, cólera e diarreias.

Desta forma, verifica-se a degradação ambiental: a água perde oxigénio rapidamente, tornando-se eutrófica (com excesso de nutrientes), o que promove o crescimento de algas, fungos e biofilmes tóxicos. Exemplo: o tal "espelho de água".

Tudo o que foi dito aplica-se na íntegra ao estado lastimável em que se encontra o célebre "espelho de água".

Um nojo.

Manifestamente contra este tipo de desenvolvimento. 

Manifestamo-nos, temos esse direito, e nunca o deixaremos de fazer, incomode ou não o senhor feudal e restante séquito.

Exige-se uma limpeza séria ao riacho e ao dito espelho.

Não há autoridades que tomem conta do caso?

Por onde andam?

Podem ser acusadas de negligência, sabiam?

Ainda ontem, sexta-feira, um carro da polícia esteve junto ao parque de cães e cadelas. Nem se dignaram a sair da viatura,

Para fechar o turno?