Em fevereiro, o advogado António Garcia Pereira reforçou o pedido ao Ministério Público para que acione os mecanismos legais para extinguir o Chega, por considerar que o partido de André Ventura viola a Constituição.
E agora, com pendentes ou sem eles, sabe-se que algo foi decidido entre o Ministério Público e o Tribunal Constitucional.
O quê?
Segredo.
O que se sabe é que as dificuldades são muitas e variadas.
Agora ficou-se a saber que o Ministério Público ainda não publicou os relatórios de auditoria e controlo do Plano de Recuperação e Resiliência referentes aos sétimo, oitavo e nono pedidos de pagamento.
Dificuldades de que ordem? Expliquem.
Dizer que os relatórios estão repletos de polémicas.
Por exemplo, só um exemplo, há muitos mais: no relatório referente ao quinto pedido de pagamento, além de apontar o dedo à Inspeção Geral de Finanças por não ter “concluído qualquer auditoria” aos sistemas de controlo interno do PRR, acusa a entidade liderada por António Ferreira dos Santos e a Comissão de Auditoria e Controlo, onde está também a presidente da AD&C, Cláudia Joaquim, de “obstaculizar” o seu trabalho de prevenção criminal, por não ter tido acesso a toda a documentação solicitada.
Estranha-se tal facto? NADA. Estamos em Portugal, não se esqueçam.
