Não é um ministro, apenas o candidato a pior ministro desde a Revolução de Abril.
É um governo.
Venha o diabo e escolha o mais incompetente.
Ontem, um Alexandre dizia que estava encontrada uma solução para diluir o número de alunos sem professor.
A solução abjeta apresentada foi aumentar o número de alunos por turma.
Mas a solução só resolve uma ínfima parte do grave problema que assola aquilo a que pomposamente chamam educação.
Alunos sem professor? Nem o ministério sabe. Continua sem saber. Incompetentes. Nem os sumários enviados para o ministério encontraram o número.
Mas há ainda situações que arrasam por completo a situação escolar em Portugal.
As aulas do ensino especial ainda nem começaram.
Para os que desconhecem o trabalho das escolas, dizer que ensino especial é uma modalidade de educação criada para apoiar alunos com necessidades educativas específicas e promover a sua aprendizagem. É um trabalho desenvolvido por professores especializados na área, por técnicos e, por vezes, por trabalhadores de ação educativa com formação.
Este ensino destina-se a crianças e jovens que apresentam dificuldades prolongadas ou permanentes.
Inclui estudantes com:
- Deficiências físicas, motoras, visuais ou auditivas;
- Perturbações do desenvolvimento;
- Dificuldades severas de aprendizagem, comunicação ou interação social;
- Altas habilidades ou superdotação.
Ora, o acompanhamento familiar é importante para todo e qualquer aluno e muito em particular para estes alunos.
O que fez o ministério do Alexandre? Colocou uma aluna deste grupo numa escola a 300 km do seu agregado familiar.
Isto é um crime que lesa os direitos fundamentais de um cidadão.
Mas, como os ministros, deputados e outros poderosos têm subsídios para habitação, querem lá eles saber dos necessitados.
Um nojo.
