sexta-feira, abril 20, 2007

Inglês técnico


Segundo os últimos desenvolvimentos da «novela» «O Canudo», a prova de inglês técnico, do sr. Sócrates, foi realizada por zÉzÉ Camarinha.

Segundo fontes próximas do gabinete de imprensa de Camarinha, a prova teria sido realizada em Agosto, no Algarve, aquando de uma ida a banhos, por aquelas paragens, do sr. Sócrates.

Entre um mergulho e uma «francesinha» tudo teria sido acordado.

Mais um «tabu» foi desvendado!
A não perder «cenas» dos próximos capítulos.

quarta-feira, abril 18, 2007

A prova


Afinal quem disse que era mentira?

terça-feira, abril 17, 2007

E os outros....



Funcionários do Município de Coimbra suspeitos de favorecimentos.


Segundo o Jornal Notícias [link] vários funcionários do Departamento de Urbanismo da Câmara de Coimbra estão a ser investigados pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) por suspeita de favorecimento de empreiteiros/munícipes em processos de licenciamento de obras cujos projectos foram elaborados ou assinados pelos suspeitos enquanto profissionais liberais.
Será que a investigação vai apurar alguma coisa?

Diário

O Diário de Notícias(DN), propriedade dos irmãos «Oliveirinhas», contratou para director um tal João Marcelino.
Ex-director do Correio da Manhã, Marcelino iniciou de imediato a limpeza de uns quantos cronistas, Ruben Carvalho, Joana Amaral Dias, Medeiros Ferreira e Sarsfield Cabral.
Decididamente, começo a pensar se haverá algum jornal que ainda mereça confiança.
Fico-me pela blogosfera.
Ainda e sempre serei eu a decidir o «que» ler mas principalmente «quem» ler.

segunda-feira, abril 16, 2007

Dois pesos....duas medidas


Ainda sobre o Acórdão "Sporting vs.Público"


Diz o STJ que «é irrelevante que o facto divulgado seja ou não seja verídico(neste caso até era), para que se verifique a ilicitude a que se reporta este normativo, desde que, dada a sua estrutura e o circunstancialismo envolvente, seja susceptível de afectar o crédito ou a reputação do visado», pelo que «ofende ilícita e culposamente o crédito e o bom-nome do clube de futebol, que disputa a liderança da primeira liga, sujeitando os seus autores a indemnização por danos não patrimoniais, a publicação, em jornal diário citadino conceituado e de grande tiragem, da notícia de que resulta não ser o visado cumpridor das suas obrigações fiscais e a conduta dos dirigentes ser passível de integrar o crime de abuso de confiança fiscal».

Ora se assim é, por que espera o Ministério Público e a Judiciária para irem buscar o Teixeira dos Santos pelos fundilhos? É que na situação do Sporting Clube de Portugal estão centenas de contribuintes que constam da lista de maus pagadores no site das Finanças...

Ou para o Supremo há dois pesos e duas medidas?

Bem de ver...está claro!!!!!

quarta-feira, abril 11, 2007

Homenagem a Zeca Afonso na Guarda


Ampliar a imagem para consultar o programa da homenagem.

terça-feira, abril 10, 2007

O Canudo em Fotografias

Como uma imagem vale mais que Mil palavras, aqui fica um conjunto de fotograficas retiradas daqui, que ilustram bem o «CANUDO»!!!!



Ò povo nem tu sonhas,
Ai o Gago não mata,
Ai ’té lava diplomas,
Ai põe-nos cor de prata.
Três diplomas,
um bacharel,
Sete exames,
um Doutor,
Três notinhas no papel,
Que o freguês é um Senhor.
Engenheiro, sorridente,
Engenheiro que o curso aldrabou,
Universidade, Independente,
Povinho que o Sócrates enganou.
Um curso de engenheiro,
Vê lá bem tão lavadinho,
Influências ou dinheiro,
Vê lá bem, está aprovadinho.
Já está em marcha o plano de acção de salvamento a Sócrates.
Todos os meios operacionais de prevenção e o Centro de Proteção ao Governo com a estratégia planeada e a acção delineada:
1.º - A Universidade Independente já era.
2.º - O ministro do Ensino Superior já iniciou o plano Nacional de limpeza.
Afirmou o putativo ministro, que o percurso académico do primeiro-ministro «é um caso de certa maneira exemplar» que «devia encher de regozijo» o país.
O que é isso de «certa maneira exemplar»? Esclareça sr. ministro.
O «regozijo» que fala é para esquecermos os inquéritos e as avaliações do seu «ministério» às universidades?
Falta o «chefe» falar!!!
3.º - Que fale......

Uivos Ministeriais


A ministra da Educação no seu melhor.

Parece que Maria de Lurdes Rodrigues, foi um bocado mal criada quando recentemente, durante um discurso, apupou ao microfone em lânguidos e sonoros uivos um grupo de jovens alunos que a apupava a si.

Assim se vê a qualidade da nossa governação.

O vídeo da coisa pode ser visto em vários blogs como aqui no "A Sinistra Ministra".

segunda-feira, abril 09, 2007

Corrupção: o folhetim continua


Os agentes da PSP detidos no ano passado pela própria PSP, por envolvimento em tráfico de armas, não só as vendiam a elementos criminosos como ainda lhes conseguiam licenças para uso e porte de arma.
Curiosamente, várias das armas transaccionadas pelos agentes eram adaptadas ou tinham os números de série rasurados, subterfúgios usados para a prática de crimes, no sentido de reduzir vestígios, segundo fontes policiais adiantaram a um jornal diário [link].
Mas, os casos sucedem-se nas forças policiais.
Moita Flores, veio dizer, num depoimento a um jornal, que ao serviço da PJ, fumou droga apreendida por aquela instituição.
«Oh da Guarda»!!! grita-se, mas ninguém parece ouvir.

Especialistas acusam ministra de deixar 70 mil alunos fora do ensino especial


O Ministério da Educação (ME) está a deixar de lado mais de 70 mil alunos com necessidades educativas especiais (NEE), alerta o professor catedrático e investigador em Educação Especial, Luís de Miranda Correia. [link]
A opção do ME resulta da adopção de um critério de identificação de alunos com NEE a partir da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), criada especificamente para a Saúde.
Uma postura, garante a comunidade académica, que é errada.
Luís Miranda Correia pediu mesmo pareceres a dois especialistas americanos, que garantem que a utilização do CIF na educação pode ser um erro "trágico".
A tragédia é de facto estas crianças serem apenas e tão só filhos de um Deus menor, num País onde a acefalia é lei.

domingo, abril 08, 2007

O Estado das coisas.....


Chegam hoje a Portugal dois jovens portugueses que estavam detidos em Marrocos acusados de tráfico de droga, por terem sido apanhados na fronteira de Ceuta com 12 quilos de haxixe. Os indivíduos são conhecidos por fazer parte da claque dos SuperDragões e tinham sido condenados a 20 meses de cadeia, num julgamento sumário em Novembro do ano passado.De acordo com fonte conhecedora do caso, a libertação dos dois jovens foi decretada após um perdão concedido na sequência do aniversário da rainha de Marrocos. Todos os detidos estrangeiros foram indultados em um ano de cadeia, o que permitiu aos portugueses regressar a Portugal. A libertação dos dois indivíduos e consequente regresso a Portugal poderão ter implicações na investigação sobre as agressões de que foi alvo, em Janeiro de 2005, Ricardo Bexiga, o ex-vereador do PS de Gondomar.
No depoimento de Carolina Salgado à equipa de coordenação do processo Apito Dourado, a ex-companheira de Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do F. C. Porto, terá apontado aqueles dois indivíduos - que na altura já estavam detidos em Marrocos - como incluídos no lote de possíveis suspeitos, na concretização das agressões a Bexiga no parque da Alfândega do Porto. Carolina Salgado disse ainda ter pedido a Fernando Madureira, líder dos SuperDragões, para contratar os agressores. Acusação que este desmentiu, quando interrogado pela PJ.

Resta saber se a PJ vai ou não encontrar e, interrogar os presumíveis implicados nas agressões a Bexiga.
É que, ficámos a saber que num processo de falsificação de um BI, a PJ demorou mais de um ano a encontrar a presumível falsificadora, quando um órgão de comunicação social demorou «apenas» três (3) dias.
Assustador!!!!
Depois, admiram-se das péssimas análises, de que são alvo as forças policiais portuguesas por parte de instituições internacionais.
Depois admiramo-nos como tantos processos são arquivados por falta de provas, prescrevem e tudo mais que fazem de Portugal um paraíso para toda a espécie de crime!!!
Pois é…..INCOMPETÊNCIA.

A CGD continua a surpreender ou talvez não!!!!

Português foi para Miami para não denunciar desvio bancário de 2 milhões .

Arquivar? ou JULGAR?


Segundo um jornal diário [link], as escutas do processo Apito Dourado não revelam apenas esquemas de eventual corrupção no futebol.

Mais do que isso, no caso concreto de um dos principais visados, Valentim Loureiro, são demonstrativas da existência de uma complexa teia de cumplicidades e troca de favores envolvendo o futebol e a política ao mais alto nível da governação.

Isto tanto nas questões mais insignificantes, como em grandes negócios.

O jornal revela o teor de exemplos de várias conversas transcritas por serem consideradas, pela Polícia Judiciária, Ministério Público e juíza de instrução, como relevantes.

Algumas das escutas, como as de José Luís Arnaut, ex-ministro-adjunto de Durão Barroso, foram incorporadas em processos (caso Sousa Cintra) autónomos e já arquivados.

Outras conversas, nomeadamente com Mesquita Machado, autarca de Braga, não tiveram aparentemente qualquer sequência.

Tanto o major como os restantes arguidos recorreram para a Relação do Porto com o objectivo de anular este núcleo fundamental de provas.

Ministro-adjunto do primeiro-ministro Durão Barroso, José Luís Arnaut teve em Dezembro de 2003 uma conversa com Valentim sobre um alegado empréstimo da Caixa Geral de Depósitos a Sousa Cintra, ex-líder do Sporting.

"Primeiro que tudo, tenho muita estima por ele, segundo... não fiz mais do que a minha obrigação... em terceiro lugar, era um pedido seu, pronto!", disse Arnaut ao major.

Esta escuta fez parte de uma certidão que envolvia Cintra e foi arquivada.

Valentim discutiu com o líder do Guimarães, Pimenta Machado, sobre a forma como aquele clube conseguiu nada gastar nas obras do estádio no Euro-2004.

Na altura, a polémica teve a ver com o facto de o estádio ter sido vendido ao clube mas estar registado em nome da autarquia. "O que a Câmara fez, na pureza das coisas, é uma burla, isso é uma burla, é indiscutível! Agora vou ser eu, que fui o beneficiado, a denunciar isso?", perguntou ao major.

O autarca de Braga falava com Valentim sobre os árbitros do clube local. "Sim, mas convinha era um homem... que fosse sério, pá...", disse Mesquita Machado, em Março de 2004. "Eu vou falar ao gajo de que você me falou e tal, preocupado...", anuiu o major.

O político fez ainda referência a pagamentos do Nacional ao Amadora para ganhar ao Braga. "Ó pá, se o dinheiro ganhasse, os mancos já eram campeões", retorquiu-lhe o major.

Secretário de Estado da Administração Local e dirigente do PSD, Miguel Relvas era frequente alvo de pedidos. Há conversas sobre o caso de uma moradia ilegal de Sousa Cintra; para aprovar um plano de reequilíbrio de finanças no Marco; e sobre uma ETAR em Gondomar, para a qual um ministro prometera em público um financiamento irregular. "Atenção que eu só pago 10%! [...] Eu quero lá saber da lei! Contorna a lei!", diz o major. "Mas eu não posso contornar a lei", retorquiu Relvas.

Secretário de Estado do Desporto e hoje presidente da Liga, Hermínio Loureiro foi abordado por Valentim para apressar um parecer do Conselho Superior do Desporto a favor de alterar o figurino das ligas. O major teve receio de pressões sobre Durão e Arnaut. "É pá, eu só vou ter de falar com o ministro, mais nada, porque se você me está a dizer isso é porque pode às vezes alguém lhe ter dito alguma coisa, mas a gente esta semana trata disso, esteja descansado".

Secretário de Estado das Obras Públicas e ex-vereador da Câmara de Gondomar, Jorge Costa conversou com Valentim sobre a adjudicação da EN 222, em Gaia.

Ao telemóvel do major, o ex-governante falou ainda com o filho, João Loureiro, sobre a hipótese de o Boavista ficar com os terrenos do INATEL, do Estado, com vista a, com a ajuda da autarquia, vendê-los para pagar o novo Estádio do Bessa.

Juiz no Supremo, António Mortágua teve a 13 de Fevereiro de 2004 uma longa conversa sobre o clima de suspeição no futebol.

Valentim queixou-se de os jornais empolarem declarações de Maria José Morgado numa palestra. "Pois, ela nunca concretiza! Eu... eu ouvi coisas piores do marido da gaja [Saldanha Sanches], na televisão quando falou de si (...e do compadrio)! [...] os grandes responsáveis pela corrupção [...] que eram dois nomes Gilberto Madail e Valentim Loureiro!", disse o juiz.

Presidente da Câmara do Marco falou com Valentim sobre o célebre episódio da invasão de campo, durante o jogo Marco-Santa Clara, a 29 de Fevereiro de 2004.

O estádio ficou interdito e havia que escolher campo alternativo. "Digo eu, que é... distribuído hoje às duas e qualquer coisa, era preciso dar um toque ao Cunha Leal... Eu queria jogar no Penafiel!...", disse Avelino Ferreira Torres. "Ah, pronto! É onde quiser!...", respondeu o major.

Face a tudo quanto se passou e passa(?) pergunta-se, qual o destino do processo?
É que já lá vai muito tempo e.........NADA!
Só mesmo intenções e, de intenções em intenções uns quantos vão-se «governando».
Até quando?

sexta-feira, abril 06, 2007

Palavra e pedra que se soltam não têm volta


Começa a pecar por tardia, a justificação de Sócrates.
Não custava nada… era só chamar os senhores jornalistas, e não pressionar os directores de informação e, dizer exactamente como correu a sua licenciatura.

Fácil, não?

É que notícias como esta, aqui trancrita, não ajudam em nada, só confundem.
Estudo diz que não houve nenhum diplomado no curso de Sócrates em 1996.

Um estudo do Ministério do Ensino Superior revela que em 1996 não houve nenhum aluno diplomado em Engenharia Civil, pela Universidade Independente (UnI).
Este dado contraria os documentos, apresentados ao PÚBLICO como fazendo prova da licenciatura do primeiro-ministro, que indicavam que José Sócrates havia concluído o curso no dia 8 de Setembro de 1996.
Em declarações ao PÚBLICO, o assessor de imprensa do primeiro-ministro, Luís Bernardo, reafirmou que “o primeiro-ministro acabou a licenciatura em 1996”, remetendo qualquer explicação sobre o resultado do estudo para a UnI. “Isso não é um problema do primeiro-ministro.
A questão terá de ser colocada à UnI e ao Ministério do Ensino Superior.”Contactado pelo PÚBLICO, o reitor da UnI à época, Luís Arouca, recusou-se a dar qualquer esclarecimento. “Estou em completo black out relativamente a esse assunto”, disse.
De acordo com o levantamento estatístico Diplomados (1993/2002), elaborado em 2004 pelo Observatório da Ciência e do Ensino Superior (OCES), só se licenciaram na UnI, no ano de 1996, alunos dos cursos de Ciências da Comunicação (67) e de Relações Internacionais (25).
A razão pela qual a maioria dos cursos ainda não tinha qualquer licenciado, nesse período, deve-se ao facto de a UnI ter começado a funcionar em 1994/95.
Na página 177 do documento do OCES pode ler-se que, para o curso de Engenharia Civil, os primeiros diplomados só surgem em 1997/98 — e são sete. Este número coincide com o valor apresentado num relatório de avaliação externa do curso de Engenharia Civil da UnI, elaborado por uma comissão independente. A pista sobre este levantamento foi dada por um leitor anónimo do blogue Do Portugal Profundo, cujo autor, António Balbino Caldeira, tem levantado, desde 2005, dúvidas sobre o currículo académico de José Sócrates.
Os dados do documento (disponível no site da OCES) têm por base, como é escrito na introdução, “a resposta dos estabelecimentos de ensino superior ao inquérito estatístico anual realizado pelo OCES” — um organismo pertencente ao Ministério da Tecnologia, Ciência e Ensino Superior.
Em declarações ao PÚBLICO, há três semanas, o primeiro-ministro, o antigo reitor da instituição e o então director do departamento de Engenharia Civil garantiram que, logo em 1996, quando o curso tinha apenas dois anos, houve alunos, transferidos de outras instituições, a frequentar cadeiras dos terceiro e quinto anos da licenciatura em Engenharia Civil, entre os quais estava o próprio José Sócrates.
Esta versão foi contudo contrariada, na mesma altura, pelo director da Faculdade de Engenharia e vice-reitor, Eurico Calado.
Este professor afirmou que em 1996 só funcionaram aulas dos primeiro e segundo anos do curso de Engenharia Civil.
Quem deu as aulas?
Esta não é, no entanto, a única contradição que subsiste relativamente à licenciatura de José Sócrates.
Permanece pouco claro quem leccionou as cinco disciplinas que o actual primeiro-ministro terá concluído naquela instituição.
O director à época do departamento de Engenharia Civil, António José Morais, afirmara ao PÚBLICO (ver edição de 22 de Março) que fora responsável por quatro dessas cadeiras, todas na área das estruturas.
O ex-reitor Luís Arouca, por sua vez, acrescentara que Fernando Guterres dera algumas dessas aulas práticas.
No “Expresso” da semana passada, por sua vez, António José Morais citou um outro docente, “o monitor Silvino Alves”, que também terá leccionado essas cadeiras.
Sucede que num currículo exaustivo de António José Morais, o docente apenas refere ter leccionado, em 1996, na UnI, as disciplinas de Betão Armado e Pré-Esforçado e Teoria das Estruturas.
A primeira cadeira terá sido concluída por José Sócrates, mas a segunda não aparece sequer no plano curricular do curso.
De fora ficam, assim, três cadeiras que António José Morais dissera ter ministrado a José Sócrates nesse período: Análise de Estruturas (3º ano), Projecto e Dissertação (5º ano) e Estruturas Especiais (5º ano). No mesmo currículo, com 43 páginas, António José Morais indica que só leccionou a cadeira de Projecto, em 1997, ou seja, quando José Sócrates já teria a licenciatura finalizada.
Questionado por e-mail sobre estas contradições e sobre as aulas dadas pelo “monitor Silvino Alves”, António José Morais manteve que leccionou as quatro disciplinas de estruturas e que, “em todas”, teve “mais que um aluno”, acabando por concluir: “Desconheço que versão de currículo viu”.
Acrescentaria depois que “Teoria é o mesmo que Análise”.
A explicação do Governo

O gabinete do ministro do Ensino Superior, contactado pelo PÚBLICO, afirmou que os dados do relatório do OCES quanto ao número anual de licenciados não incluem, “para qualquer dos cursos, os alunos que, tendo ingressado por transferência, tenham concluído a licenciatura através de um plano de estudos fixado na sequência de um processo de equivalência”.
Este critério não está, contudo, explicado no relatório — antes pelo contrário.
Na introdução do documento, onde se explica o âmbito do estudo, concretiza-se que as estatísticas se referem “ao grau de licenciado, obtido através de diferentes percursos académicos”.
A explicação do Ministério do Ensino Superior parece também ser contraditória com o facto de, na própria UnI, nos cursos de Ciências da Comunicação e Relações Internacionais, serem indicados no relatório como diplomados, logo em 1996, dezenas de alunos que ali ingressaram por transferência.
A confusão da licenciatura, o MBA, pós-graduação ou mestrado ou seja lá o que for mesmo que seja o diploma da 4.ª classe devem ser esclarecidos.
Para confusão já basta!!!!