Enquanto em algumas escolas há dinheiro para contratar espetáculos indignos para crianças e jovens, noutras recorre-se a empréstimos para sobreviver.
Escolas cuja educação é feita com difusão de eventos de índole pornográfica não têm falta de dinheiro, em outras, com objetivos bem mais consentâneos com a função de educar em civilidade, faltam os recursos.
