Marco Serronha é vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa e tem púlpito no comentário televisivo.
Portugal não pode ter na Cruz Vermelha alguém que advogue o lançamento de 3 bombas atómicas sobre o Irão, pelo que a pessoa em questão devia ser exonerada por despacho do primeiro-ministro e inclusive levada à barra do tribunal internacional.
Ao que se chegou neste país.
Intolerante e inadmissível.
