Esta gente que se alconderou nos píncaros da montureira deve pensar que somos todos acéfalos.
Quando é que compraram o petróleo que hoje se vende nos postos de combustíveis?Ainda não havia guerra, os preços estavam estáveis.
O mesmo se passa com o gás.
Quando, em tempos idos, havia uma baixa do crude, quando e como é que se registava essa descida nos preços dos combustíveis? A longo prazo e a preços muito menores do que os registados na origem.
Até inventaram, os pensadores da desgraça não se cansam de nos azucrinar a vida, o ISP, Imposto sobre Produtos Petrolíferos. Diziam os «espertos» que era um imposto tipo almofada para eventuais oscilações do preço do crude. Ou seja, para além do IVA ainda nos obrigaram a pagar o tal ISP. Uma duplicação de impostos comum cá pelo país, mas que nem uma «comichão europeia» consegue pôr cobro.
Agora, com os novos e pesados aumentos, o IVA e o ISP estão a crescer.
Esquece-se que, se os preços dos combustíveis forem muito elevados, os portugueses encostarão o carro e aumentarão o número de utentes nos degradados transportes públicos. E lá se vai a receita dos impostos.
Mas cuidado que o aumento dos combustíveis vai desencadear um aumento da inflação com consequências gravíssimas para a bolha de superávit orçamental com impacto na dívida.
O fim das ilusões e das promessas eleitorais com obras megalomaníacas.
A crise aproxima-se.
