A estrutura de gestores das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) em Portugal, que inclui os 5 presidentes ("primeiros-ministros regionais") e 32 vice-presidentes nomeados, tem um custo total estimado em cerca de 17 milhões de euros.
Lembrar que as CCDR são institutos públicos de regime especial e âmbito regional, integrados na administração indireta do Estado, com foco no desenvolvimento regional e gestão de fundos europeus.
Entendido?
Tudo entendido. Agora é que vai ser desenvolvimento e aplicação dos fundos, em barda.
Mais uns belos tachos para a vianda do «homem do balde»!
E os tais 17 milhões de euros apenas se referem aos 6 800 euros mensais que os «tachistas» recebem, mas há que juntar ajudas de custo quando deslocados em serviço, com valores que podem situar-se em torno de 72,65€ por dia.
E despesas de representação não há?
Que praia mais paradisíaca.
Lembre-se de que, em Portugal, há cerca de dois milhões de cidadãos em situações de pobreza ou exclusão social.
Sinto uma revolta enorme. Isto abre as portas, portões e janelas à extrema direita.
É isso que quereis? Bem me parecia.
