Em Portugal, as famílias mais ricas têm até 17 vezes mais disponibilidade para o consumo do que as pobres.
As desigualdades acentuaram-se.Em 2022, 26% dos agregados gastavam mais do que recebiam.
Nas famílias mais pobres, esta proporção é significativamente mais alta, atingindo os 60%, enquanto nas mais ricas é de apenas 8%.
Entre 2015 e 2022, o rendimento discricionário médio em Portugal aumentou, ou seja, aumentou mais do que o custo das despesas essenciais.
Mas lembro que se fala de média. Logo, uma variável estatística enganadora e falaciosa.
Da análise dos dados, conclui-se que, se houve uma melhoria da média nacional, esse facto não elimina as situações de maior fragilidade económica. O que mostra a falácia da variável estatística que serviu de base ao estudo.
Agradeçam aos governos do Costa e do Montenegro.
Os portugueses a definharem dia após dia.
Só os gatunos, corruptos e a elite parasitária vão aumentando a riqueza.
Depois admiram-se de a extrema direita crescer.
Idiotas.
