sexta-feira, julho 24, 2026

Pensar...

 


Podia acumular o Ministério da Agricultura e ser o representante dos latifundiários.



Roubo

Estamos a atingir um nível de sobrevivência lastimável.
Quem vai conseguir sobreviver?
Só a elite.
Mas dinheiro para fragatas e festanças não falta.
Que país miserável 
GELO 0,25
RODELA DE LIMÃO 0,30 
AQUECER O LANCHE MISTO 0,25.
Quem vai sobreviver?



Perigo

À atenção de todos, pais, acompanhantes de crianças, adolescentes e idosos, que existe um poço com alguma profundidade sem qualquer proteção junto da vedação das festas.
Ter muita atenção.





Mais vandalismo

Já que falamos de vandalismo, o que dizer de uma tábua de grandes dimensões atirada para o riacho, com pouca ou nenhuma água, bem junto à vedação das "festas"?
Há muito vandalismo, mesmo muito.




Incongruências

A página do municípo da Guarda apresenta imagens de falta de civismo por parte de cidadãos no parque de merendas do Parque Urbano do Rio Diz.
Com a devida referênccia reproduzimos aqui e agora as tais fotos.
É manifesto que somos contra todo e qualquer comportamento indecoroso que prejudique o ambiente e, em epecial o natural.
Mas lembramos ao município que o Parque Urbano do Rio Diz está sem segurança desde as 19h até às 00h por ordens superiores.
O segurança que devia estar de serviço no parque foi destacado para o Centro Apostólico da Guarda, nesse intervalo de tempo.
Já aqui o referimos.
Logo escusam de se armar em anjinhos e desculparem-se apenas com o vandalismo que vai a existir no parque. A educação de certa gente não é nenhuma, todos o sabemos.
Sem segurança o vandalismo é mais suscetível de acontecer.







Assembleia Municipal da Guarda, 26 de junho 2026 - parte II

Mas achavam que eu ia perder a oportunidade de falar da Assembleia Municipal da Guarda, realizada em 26 de junho de 2026? 
Nunca.
Como os casos nacionais nojentos, produzidos pela canalha governativa, são mais que muitos, e os locais não lhe ficam atrás na bestialidade, é difícil encontrar tempo para falar de todos.
Como continuamos sem documentos da Assembleia Municipal, seguimos a linha do tempo marcada pelas intervenções.
No período destinado ao "público" houve duas intervenções que, pela sua oportunidade e acuidade, devem merecer a atenção de todos os munícipes, pelo menos dos que se preocupam com a vida cívica do concelho e não bajulam a canalha.
Uma intervenção do arquiteto Aragão e outra da enfermeira Cremilda.
Hoje falarei, para não alongar muito o texto, já sei que, se for muito longo, poucos o vão ler, sobre o que o arquiteto Aragão disse sobre o celebérrimo "Plano de Urbanização do Carboeiro".
Em próxima publicação, falarei da importante intervenção da enfermeira Cremilda. 
Dizer que tenho que felicitar o senhor arquiteto pela sua intervenção, que aqui vos deixo.
A comparação com o projeto falhado do Centro Histórico da Guarda é bem reveladora de que uma coisa são as promessas e outra são os objetivos nunca alcançados. 
A cidade da Guarda é um dos muitos exemplos nacionais de uma cidade adiada.
A intervenção do senhor arquiteto devia ter sido acompanhada por um conjunto de diapositivos que, infelizmente, por razões de incompetência técnica, não foram dados a visualizar. Ainda não sabem, ou não querem que os munícipes conheçam a real situação do concelho com a apresentação da totalidade dos documentos.
Já estamos habituados.
Lembrar que o Plano de Urbanização em causa engloba:
- Ligação Rodoviária: nova ligação viária (Variante da Ti'Jaquina) entre a rotunda dos F's no centro da cidade da Guarda e a VICEG;
- Expansão Urbana: estrutura o território atravessado pela nova estrada, promovendo a expansão de áreas urbanas contíguas aos bairros envolventes da Luz, Pinheiro, Póvoa do Mileu e Senhora dos Remédios;
- Desenvolvimento Económico: permite duplicar a área de ampliação do parque industrial e consolidar zonas de atividade económica a curto prazo.
Ora, com estes objetivos gerais definidos, muito há a dizer, principalmente quando definidos os objetivos comportamentais.
E a comparação com o que se passou com o Centro Histórico cabe na perfeição no âmbito de dois, mas há mais, condicionalismos próprios de uma cidade como a Guarda, diria mesmo em Portugal: a especulação e a corrupção.
É só estar atento ao que vai acontecendo e olhando com olhos de ver e não de bajulação.
Sobre certos aspectos, mais técnicos e não só, mas também, o arquiteto Aragão aflorou-os dentro do pouco tempo que lhe é dado pelo celebérrimo regimento da Assembleia Municipal.
Acredito que, dos que o ouviram, muito poucos perceberam a sua intervenção, ou fizeram orelhas moucas, o habitual.
Por fim, um pequeno reparo, senhor arquiteto. 
Já não há escolas industriais e comerciais, assim como não existem liceus. Há muita canalha, não é o seu caso porque é um cidadão inteligente e conhecedor, que gosta ainda de falar de liceu, como forma de elitismo. Não sabem, ou não querem entender, que essa diferenciação há muito que, felizmente, acabou.
Mas, face ao que vai acontecendo, nada é de estranhar.
Grato pela oportunidade do tema e que as suas palavras, pelo menos, abalem consciências, senhor arquiteto Aragão. 






quinta-feira, julho 23, 2026

Árvores a secarem

A poucos metros de um espaço que está a ser vedado para a "festança", as árvores morrem por falta de água.
Arre, não aprendem.
Todos os anos, no mesmo sítio, toda e qualquer árvore ali plantada seca.
Não aprendem. Calhaus com dois olhos. 






Vandalismo à espera

Acham que as barreiras irão impedir o vandalismo sobre os equipamentos?
Se os vândalos quiserem, não são as barreiras que os impedem de destruir.
Podem começar a "passar" o cheque à empresa «amiga» que já tem o material pronto.
Por que não usam o espaço do empreiteiro de Barcelos?
Amigo do amigo é amigo.




quarta-feira, julho 22, 2026

Calado

"Está tudo bem. Não se passa nada, é só boicote."
Não é Bugalho?



O do cinzeiro

E quem é o presidente da Águas de Portugal?
Esse mesmo, o Macário Correia.
Para além de outros atributos execráveis, disse a célebre frase do cinzeiro.
«Beijar uma mulher que fuma é como lamber um cinzeiro».
Decididamente a merdocracia está no topo dos poderes, todos eles.




A canalha destesta a verdade e os pobres.

 


Para pensar...

 


O canal do lixo

Hoje em dia há escassez na saúde, educação, habitação...
Mas, há uns anos atrás, o problema era outro.
Lembram-se?
E a culpa era do almirante...