Mas achavam que eu ia perder a oportunidade de falar da Assembleia Municipal da Guarda, realizada em 26 de junho de 2026?
Nunca.
Como os casos nacionais nojentos, produzidos pela canalha governativa, são mais que muitos, e os locais não lhe ficam atrás na bestialidade, é difícil encontrar tempo para falar de todos.
Como continuamos sem documentos da Assembleia Municipal, seguimos a linha do tempo marcada pelas intervenções.
No período destinado ao "público" houve duas intervenções que, pela sua oportunidade e acuidade, devem merecer a atenção de todos os munícipes, pelo menos dos que se preocupam com a vida cívica do concelho e não bajulam a canalha.
Uma intervenção do arquiteto Aragão e outra da enfermeira Cremilda.
Hoje falarei, para não alongar muito o texto, já sei que, se for muito longo, poucos o vão ler, sobre o que o arquiteto Aragão disse sobre o celebérrimo "Plano de Urbanização do Carboeiro".
Em próxima publicação, falarei da importante intervenção da enfermeira Cremilda.
Dizer que tenho que felicitar o senhor arquiteto pela sua intervenção, que aqui vos deixo.
A comparação com o projeto falhado do Centro Histórico da Guarda é bem reveladora de que uma coisa são as promessas e outra são os objetivos nunca alcançados.
A cidade da Guarda é um dos muitos exemplos nacionais de uma cidade adiada.
A intervenção do senhor arquiteto devia ter sido acompanhada por um conjunto de diapositivos que, infelizmente, por razões de incompetência técnica, não foram dados a visualizar. Ainda não sabem, ou não querem que os munícipes conheçam a real situação do concelho com a apresentação da totalidade dos documentos.
Já estamos habituados.
Lembrar que o Plano de Urbanização em causa engloba:
- Ligação Rodoviária: nova ligação viária (Variante da Ti'Jaquina) entre a rotunda dos F's no centro da cidade da Guarda e a VICEG;
- Expansão Urbana: estrutura o território atravessado pela nova estrada, promovendo a expansão de áreas urbanas contíguas aos bairros envolventes da Luz, Pinheiro, Póvoa do Mileu e Senhora dos Remédios;
- Desenvolvimento Económico: permite duplicar a área de ampliação do parque industrial e consolidar zonas de atividade económica a curto prazo.
Ora, com estes objetivos gerais definidos, muito há a dizer, principalmente quando definidos os objetivos comportamentais.
E a comparação com o que se passou com o Centro Histórico cabe na perfeição no âmbito de dois, mas há mais, condicionalismos próprios de uma cidade como a Guarda, diria mesmo em Portugal: a especulação e a corrupção.
É só estar atento ao que vai acontecendo e olhando com olhos de ver e não de bajulação.
Sobre certos aspectos, mais técnicos e não só, mas também, o arquiteto Aragão aflorou-os dentro do pouco tempo que lhe é dado pelo celebérrimo regimento da Assembleia Municipal.
Acredito que, dos que o ouviram, muito poucos perceberam a sua intervenção, ou fizeram orelhas moucas, o habitual.
Por fim, um pequeno reparo, senhor arquiteto.
Já não há escolas industriais e comerciais, assim como não existem liceus. Há muita canalha, não é o seu caso porque é um cidadão inteligente e conhecedor, que gosta ainda de falar de liceu, como forma de elitismo. Não sabem, ou não querem entender, que essa diferenciação há muito que, felizmente, acabou.
Mas, face ao que vai acontecendo, nada é de estranhar.
Grato pela oportunidade do tema e que as suas palavras, pelo menos, abalem consciências, senhor arquiteto Aragão.
Nunca.
Como os casos nacionais nojentos, produzidos pela canalha governativa, são mais que muitos, e os locais não lhe ficam atrás na bestialidade, é difícil encontrar tempo para falar de todos.
Como continuamos sem documentos da Assembleia Municipal, seguimos a linha do tempo marcada pelas intervenções.
No período destinado ao "público" houve duas intervenções que, pela sua oportunidade e acuidade, devem merecer a atenção de todos os munícipes, pelo menos dos que se preocupam com a vida cívica do concelho e não bajulam a canalha.
Uma intervenção do arquiteto Aragão e outra da enfermeira Cremilda.
Hoje falarei, para não alongar muito o texto, já sei que, se for muito longo, poucos o vão ler, sobre o que o arquiteto Aragão disse sobre o celebérrimo "Plano de Urbanização do Carboeiro".
Em próxima publicação, falarei da importante intervenção da enfermeira Cremilda.
Dizer que tenho que felicitar o senhor arquiteto pela sua intervenção, que aqui vos deixo.
A comparação com o projeto falhado do Centro Histórico da Guarda é bem reveladora de que uma coisa são as promessas e outra são os objetivos nunca alcançados.
A cidade da Guarda é um dos muitos exemplos nacionais de uma cidade adiada.
A intervenção do senhor arquiteto devia ter sido acompanhada por um conjunto de diapositivos que, infelizmente, por razões de incompetência técnica, não foram dados a visualizar. Ainda não sabem, ou não querem que os munícipes conheçam a real situação do concelho com a apresentação da totalidade dos documentos.
Já estamos habituados.
Lembrar que o Plano de Urbanização em causa engloba:
- Ligação Rodoviária: nova ligação viária (Variante da Ti'Jaquina) entre a rotunda dos F's no centro da cidade da Guarda e a VICEG;
- Expansão Urbana: estrutura o território atravessado pela nova estrada, promovendo a expansão de áreas urbanas contíguas aos bairros envolventes da Luz, Pinheiro, Póvoa do Mileu e Senhora dos Remédios;
- Desenvolvimento Económico: permite duplicar a área de ampliação do parque industrial e consolidar zonas de atividade económica a curto prazo.
Ora, com estes objetivos gerais definidos, muito há a dizer, principalmente quando definidos os objetivos comportamentais.
E a comparação com o que se passou com o Centro Histórico cabe na perfeição no âmbito de dois, mas há mais, condicionalismos próprios de uma cidade como a Guarda, diria mesmo em Portugal: a especulação e a corrupção.
É só estar atento ao que vai acontecendo e olhando com olhos de ver e não de bajulação.
Sobre certos aspectos, mais técnicos e não só, mas também, o arquiteto Aragão aflorou-os dentro do pouco tempo que lhe é dado pelo celebérrimo regimento da Assembleia Municipal.
Acredito que, dos que o ouviram, muito poucos perceberam a sua intervenção, ou fizeram orelhas moucas, o habitual.
Por fim, um pequeno reparo, senhor arquiteto.
Já não há escolas industriais e comerciais, assim como não existem liceus. Há muita canalha, não é o seu caso porque é um cidadão inteligente e conhecedor, que gosta ainda de falar de liceu, como forma de elitismo. Não sabem, ou não querem entender, que essa diferenciação há muito que, felizmente, acabou.
Mas, face ao que vai acontecendo, nada é de estranhar.
Grato pela oportunidade do tema e que as suas palavras, pelo menos, abalem consciências, senhor arquiteto Aragão.
