sábado, abril 02, 2022

Delações à PIDE

Uma obra que deve ser lida, em especial quando assistimos à invasão de forças partidárias que nos recordam tempos tristes.



Papagaio de papel

Ontem um papagaio de papel voou pelo céu do POLIS na Guarda.
Bonito de ver.
Como gosto das coisas simples da vida!



Censuras

«Em dois dias, um apela ao despedimento dum funcionário público cuja posição “colide com o posicionamento político do Governo”, outra insta publicamente à censura e perseguição dum jornalista, cujo posicionamento colide… com o dela. Depois digam que o problema são umas vírgulas fora do sítio…», João Ferreira deputado do PCP na Assembleia Municipal de Lisboa.
Pensamento único e subserviência aos poderes representados por medíocres?
NÃO.



Ridículos

 Pior, muito pior é Portugal voltar a ser considerado país de risco na transmissão do vírus.

Palhaço com que então a pandemia acabou? E viraram a página da pandemia? Só que o capítulo ainda não terminou seu acéfalo.


Imbecil

 E será que também fala com o ... ALÉM?

Há cada imbecil nesta vida de cão e cadela.



HIPÓCRITAS E VERMES.

 E depois vem um Centeno dizer que quer que os bancos, sediados em Portugal, criem contas «low-cost» para refugiados ucranianos.

HIPÓCRITAS E VERMES.



Renovar

E a Natureza renova-se a cada ano.
Com ou sem alterações climáticas. 
A Natureza vai resistindo.
Até quando?





sexta-feira, abril 01, 2022

A estalada

 


Dia das mentiras

 Centeno incentiva bancos a promoverem acesso a contas “low-cost” aos refugiados ucranianos.



Aldrabões e mentecaptos.

E uns imbecis em Portugal, terra de canalha mentirosa e usurpadora, continuam a insistir que haverá, em 2022, uma inflação de 2,9% no país.
Aldrabões e mentecaptos.



Vidas seguintes

Ao longo da História os europeus sempre se consideraram uma raça superior.
Abdulrazak Gurnah em «Vidas Seguintes» página 119 di-lo com toda a frontalidade: «Os africanos locais, que não eram nem cidadãos nem membros de uma nação, nem tão-pouco iluminados, e que estavam no caminho dos beligerantes, eram ignorados ou roubados e, quando a necessidade falava mais alto, recrutados à força como carregadores».
Uma leitura obrigatória.



Podem limpar as fuças

Gasolina portuguesa é a 15.ª mais cara em todo o mundo.
Brilhante.
Agradeçam aos parasitas e vermes.
Decididamente os portugueses são «Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, – reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.” como dizia o Guerra Junqueiro.



A pandemia e as outras

A pandemia ainda aí está, ouviste imbecil?
Cuidem-se. 
E tenham atenção à gripe e também às poeiras.
Às que invadem o país vindas do Norte de África mas também às outras, as que nos querem fazer inalar para intoxicação.



Um tirano

Pensamento único? NÃO, OBRIGADO.
Todos somos livres de pensarmos e dizermos o que quisermos.
Quem és tu?
Um paraquedista que se candidatou, aqui pela Guarda, ao lugar de deputado - ao tacho. 
Quando foste escorraçado e pontapeado de todo o lado e só encontraste poiso aqui por terras da Ribeirinha.
Quando li o vómito da personagem só me lembrei da Carta Aberta - Bom Senso e Bom Gosto - que um Antero de Quental fez publicar em 1865, vejam bem a distância temporal mas a acuidade da mesma, contra um Feliciano de Castilho, tudo a propósito da Questão Coimbrã.
E dizia Antero a páginas tantas: «O metrificador das Cartas de Eco diz ao pensador da Filosofia da natureza — tira-te do meu sol! — O mitólogo do dicionário da fábula diz ao profundo descobridor da Simbólica — és um ignorante! — A retórica portuguesa diz à ciência, ao espírito moderno — cala-te daí, papelão!».
Cala-te papelão inútil e parasita.