Esta notícia só confirma que uns são filhos e os outros, milhões, são enteados.
Manuel Serrão, o truculento comentador de canais do lixo, recebeu indevidamente 41,33 milhões de fundos europeus.A investigação sustenta que, pelo menos desde 2015, Manuel Serrão e outros sócios decidiram captar, em proveito próprio e das empresas por si geridas, os subsídios atribuídos à Associação Selectiva Moda e às sociedades No Less e House of Project — Business Consulting”.
As empresas de Manuel Serrão, entretanto, declararam falência.
Eis que o governo português, para acerto de contas com Bruxelas, devido à insolvência das empresas de Manuel Serrão teve que pura e simplesmente abater tal montante, 41,33 milhões de euros, da despesa que deixou de ser considerada elegível.
Agora, o governo diz que irá tomar medidas para tentar recuperar o dinheiro.
Tentar? Percebido.
Mas esta operação tem consequências, já que Bruxelas regista o erro para efeitos de controlo. A situação não fica sanada, pois pesa na taxa de erro do país. Segundo o Tribunal de Contas europeu, Portugal é um dos países com uma maior taxa de erro.
Percebido?
Lembrar que Manuel Serrão não é um perigoso esquerdista, bem pelo contrário. Só transparência! É da tal limpeza.
