Ontem anunciava-se a junção dos 1.º e 2.º ciclos.
Razão? Falta de professores. E a «bendita» e nojenta IA vai ajudá-los, obviamente.Agora o mesmo governo decreta, curioso, nem leva a legislação à Assembleia da República, sabemos as razões, obviamente, que, para a obtenção da carta de condução, cria um regime alternativo que permitirá aos candidatos aprender a conduzir com um tutor, em vez de recorrerem exclusivamente a um instrutor profissional numa escola de condução.
Um tutor?
E por que não pela IA? Ou por meio de um simulador de jogos?
A imbecilidade é geral.
Se as aprendizagens nas «escolas de condução» eram deficitárias e os exames ainda mais ridículos, habilitando imbecis com uma arma que mata nas mãos. Imagine-se o que por aí vem.
Tutores?
O tutor poderá ser um familiar direto, como a mãe ou o pai.
Brilhante.
E o ridículo ainda é maior quando se exige das escolas de condução a decisão da ida a exame do aluno após a realização de um teste de aferição.
Teste de aferição? Aferir? Idiotas.
Isto é um atentado, ainda maior, à segurança nas estradas.
A condução «acompanhada» estará sujeita a limitações geográficas, a definir pelos municípios, e será obrigatória a contratação de um seguro específico que cubra eventuais danos causados pelo candidato durante o período de aprendizagem. Atribuir aos regedores a limitação geográfica da aprendizagem pelo tutor?
Isto é uma comédia trágica.
Um dia destes, pelo andar da carroça, acabam de vez com as escolas, todas elas.
