sexta-feira, janeiro 30, 2026
"Suprassumos"
Atente-se à formulação apresentada. Estes suprassumos são apenas consultores coordenadores. Nada mais do que isso.
Aguarda-se o exaustivo trabalho.
Dizer que todos os nomeados estarão em comissão de serviço e em regime de exclusividade de funções, até a extinção do grupo de trabalho.
Pois...
A propósito!
Bastardos
A namorada do vereador do vomitativo partido "Chega" na câmara de Lisboa, criminologista de formação, foi indicada pelo companheiro e nomeada pelo presidente da câmara, Carlos Moedas, para integrar a direção da associação responsável pelos cuidados de saúde e apoio social aos trabalhadores municipais.
Criminologista tem tudo a ver com cuidados de saúde e apoio social. Claro que tem, então não tem?
Atente-se que o Moedas nomeou a namorada do deputado.
Não vos diz nada?
De acordo com informação divulgada anteriormente pela revista Sábado, esta nomeação terá integrado as condições impostas pelo Chega para viabilizar o orçamento municipal.
O tal «não é não» é só conversa da treta.
Estou ainda mais esclarecido.
Nem vou comentar factos anedóticos de portas fechadas, proibições de participar em reuniões, etc...
Como se tudo isso fosse anormal num partido fascista.
Mas há mais e muito mais, já para não falar no resto do país.
Ainda na Câmara de Lisboa, a filha de Carlos Magno Magalhães, secretário-geral adjunto e coordenador autárquico do Chega, foi contratada como jurista para o gabinete do vereador.
Outro caso descrito como particularmente controverso envolve Maria Delfina Leite, cabeleireira de profissão, que celebrou um contrato para prestar assessoria ao vereador do Chega na área dos espaços verdes. No mesmo gabinete, foram ainda identificados pelo menos quatro antigos candidatos do partido.
Uma cabeleireira a tomar conta de jardins. Nada a estranhar é tudo uma questão de pentes para carecas e escovas para pêlos.
Depois das eleições presidenciais, o «chefinho» vai falar do assunto.
E no domingo nova tempestade.
"Muita atenção à tarde desta sexta-feira, sobretudo na zona centro"
Vento, chuva e neve em vários distritos do país.
Leiam e tomem atenção.
Percebido.
Portugal mergulhado na mais profunda tragédia.
Tudo gasto em falsos projetos que deram milhões a ganhar a alguns, que fizeram acreditar aos papalvos de sempre que havia estruturas bem projetadas e que nos ajudariam a resolver num ápice qualquer situação mais grave.
Tudo mentira.
Peçam-lhes responsabilidades. Qual quê? Calados, caladinhos e bardamerda.
E eis que os atuais e hipotéticos governantes fazem visitas, dizem umas «larachas» para enganar o Zé e a Maria, sempre acompanhados da comitiva local que vai segurando as velas e pesarosamente vai animando a populaça que sofreu com a desgraça.
Um autarca que teve de ir ao concelho vizinho para apanhar um governante e explicar o drama que se vivia na sua terra. Lastimoso.
Outro autarca pede para se racionar comida.
Lares sem comida para os idosos.
Dezenas de milhares de cidadãos na escuridão.
Falta eletricidade, falta água, faltam comunicações, faltam combustíveis, falta tudo.
A tempestade demonstrou e está a demonstrar a lentidão de procedimentos oficiais e a incapacidade de aprender com tragédias anteriores, incêndios e apagão.
Quem não se lembra da inoperância de um SIRESP? Voltou a acontecer. Ontem, muitas críticas ao SIRESP, hoje tudo se escamoteia. É a política do «passa-culpas».
Quem se esquece da necessidade das infraestruturas, nomeadamente as das telecomunicações, estarem no subsolo?
Nada se aprende.
Já estamos mais que habituados.
Não se aprende como não se exigem responsabilidades.
O regedor de Leiria diz só isto: "Vão ter que se adaptar a esta forma de viver". Mas que forma de viver? Vegetar? Já se vivia assim, só que com ilusões e números de circo para enganar incautos.
Chove em todas as instituições ditas oficiais, tribunais e escolas, algumas delas recentemente construídas ou reconstruídas.
Uma ministra abre os pulmões para a população e grita: "Querem acesso à internet, venham à câmara".
Que sentido de estado? O de fazer alarde à voz?
Ridículo. Mas o que não é ridículo neste nosso Portugal?
Linhas férreas cortadas: Beira Baixa, Beira Alta e linha do Oeste.
Passadas 24 horas após a tragédia, começam a chegar os carros dos ministros às zonas devastadas. Lastimam.
Lastimam e demoraram tanto a decidir-se pelo "estado de calamidade"? Inércia e inépcia só?
Falar pelo telefone? Que telefone, Leitão? Deixa de ser ridículo.
Leiria, o centro da tragédia, foi dado a conhecer ao governo pelo próprio presidente da câmara.
Que um candidato presidencial não queira falar da tragédia até se pode admitir. Mas, pelo que consta, o país não está sem presidente da república. Fugiu? Desapareceu? Ainda em convalescença? Diga alguma coisa. A parvalheira merece.
Não se compreende.
Será que haverá engenho e arte para se vencerem tantas e tantas tarefas para recuperar o sentido da vida de tantos cidadãos?
Sinceramente, não acreditamos.
Dizem que já falaram com o gabinete da toda poderosa presidente da Comissão Europeia. Mais milhões? Para quê? Para quem?
Lembrem-se, ontem foi em Leiria, um dia pode acontecer na vossa localidade.
Haja solidariedade, pelo menos.
Prevenir para evitar problemas.
Nojo
E a "tal aposta ganha" transformada em campo de cultivo.
quinta-feira, janeiro 29, 2026
O pensamento de Espinosa, resumidamente.
- Entendendo como a razão liberta a mente:
- Descobrindo o que é a verdadeira liberdade;
- Aprendendo a observar as emoções sem medo;
- Fortalecendo a mente através do conhecimento.




















