sexta-feira, agosto 19, 2016

Os limites da cretinice



Já tive situações em que tive de ligar para a linha «Saúde 24»!
Só quem nunca o fez é que não sabe do que vou falar!
Desde logo é-se OBRIGADO a responder a um inquérito de dezenas de perguntas, desde o nome, morada, filiação, número disto e daquilo, se tem cartão de cidadão, etc, etc, etc…
Até que se chegue à razão do telefonema já passaram, sem exagero, uns bons 5 minutos…
Por fim lá vem a pergunta sacramental: «Do que se queixa?». «Quais são os sintomas?»! «Qual a idade?»! Tantas e tantas perguntas de uma inutilidade a toda a prova…
E, por fim, para acabar por dizer que face à situação descrita e «pela avaliação que lhe foi feita», «não é motivo para chamar o INEM»!
«Logo vai ter que telefonar para os bombeiros e pedir uma ambulância, sendo que o custo será por si suportado»!
VERGONHOSO!
NESTA ALTURA APETECE-ME ESCAVACAR ESTA PULHICE DE NEGÓCIO!
É MAIS QUE EVIDENTE QUE TUDO ISTO É UM NEGÓCIO!
Desde logo, como pode uma funcionária, com o cu sentado numa cadeira, avaliar o quer que seja?
Da próxima vez vou exigir que me envie por fax, mail ou o que quiser, uma foto dela e a respectiva cédula ou carteira profissional ou diploma!

Preferia que me disse de imediato que o país só tem dinheiro para pagar subvenções e ordenados de administradores de bancos e que se está nas tintas se uma pessoa precisa de uma ambulância.