segunda-feira, março 15, 2021

O fim do mundo.

Não há como esconder.
Li Shuo, do Greenpeace China, afirmou que as atividades industriais "intensas" das últimas semanas pioraram a qualidade do ar na capital. Os níveis de produção de aço, cimento e alumínio são superiores aos observados antes da pandemia de coronavírus.



A Espanha também suspendeu a administração da vacina Astrazeneca.

Por cá, covardemente, deixa-se estar tudo na mesma.
Enquanto se morre por essa Europa com a administração da vacina o Infarmed, em Portugal, faz silêncio e mantém a vacinação.
O lambe botas de um canal de esgoto dizia ontem que tem confiança no Infarmed.
Eu não tenho confiança em medíocres.
Sabe-se a razão pela qual não suspendem a vacinação da Astrazeneca. Como há falta de vacinas e para mostrarem que são alunos submissos, covardes e marrões vai de aplicar a vacina.
O que já deviam ter feito, como classe política que assumiu a presidência europeia, era terem exigido à Comissão que se justificasse perante os cidadãos europeus da incompetência na negociata das vacinas. Que dessem a conhecer os contratos e não apresentassem folhas de papel rasurados e apagados a gozarem com os cidadãos.
Mas cães e lobos comem todos.
E quando se é covarde que importa que haja cidadãos a morrerem com a vacina.
Imbecis. 



sexta-feira, março 12, 2021

O lixo do capitalismo

UE avisada. Não contem com vacinas da AstraZeneca enviadas dos EUA
Ninguém as quer...
Só uns imbecis as aceitam.
Vão para os países pobres.
Vergonhoso.





O poder papal da Idade Média

Marcelo vai ao Vaticano, nas palavras de um Costa foi à Santa Sé.
Deve ir pedir a homologação do “milagre português” no combate à pandemia.
Mais uma beatificação a caminho.
O herdeiro sempre fiel às suas figuras de populista de sanita.
O beija-mão tão submisso e medieval.
É por estas e outras que tais que não quero ser representado por ninguém.



Medíocres

«Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa vão estar sob aviso amarelo entre as 12:00 de hoje e as 06:00 de sexta-feira por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com quatro a cinco metros». Informação do Instituto do Mar e Atmosfera.
Uns medíocres das instituições.
Sabem lá eles a localização geográfica das cidades...
Sabem é dos tachos!


Geração COVID

Já houve alguém que apelidou uma geração de «à rasca».
Hoje há a geração COVID.
Começou no ano passado com pautas enxaimeadas de vintes e de muita falta de conhecimento de tudo.
Veio para ficar a geração COVID.
Mas será que a pandemia pode alguma vez reduzir as capacidades dos jovens, muito menos a capacidade de aprenderem?
A aprendizagem, a todos os níveis, faz-se, principalmente, pelo prazer do saber, pelo gosto de vencer o obscurantismo e nos apoiarmos nos saberes dos que deram tanto à Humanidade e avançarmos.
Uma juventude que dispõe de tanta informação, mas que alguns não possibilitam que a mesma seja universal, só há que mudar métodos, técnicas e formas de facilitar as aprendizagens. A avidez de saber mais e melhor surge naturalmente. De uma vez por todas acabe-se com a castração das capacidades dos jovens em aprenderem.
Uma sociedade estagnada, NÃO.
Recuso-me aceitar que, não se esboce na sociedade uma indignação, um grito de revolta e se queira fazer desta juventude um futuro bando de ignóbeis seres.
Revolto-me.



quarta-feira, março 10, 2021

Ponto de vista

Vinte anos após o terrível acidente da queda da ponte de Entre-os-Rios a questão que se coloca é saber se os portugueses podem ou não estar tranquilos face à segurança, à sua segurança, que as várias estruturas e as catástrofes naturais ou provocadas podem determinar nas suas vidas. 
Assim de uma só penada lembro-me da ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, da queda da estrada de Borba, no Alentejo, a tragédia na praia Maria Luísa, em Albufeira, os incêndios em Pedrógão, na ilha da Madeira e tantos outros casos. 
Em todos eles nunca há culpados judicialmente. 
A culpa morre solteira por muito que se queira dizer o contrário. 
Mas voltemos ao caso da ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios. 
É um facto que a vulnerabilidade ao nível das fundações da ponte foi exposta com o aumento do caudal da água no rio Douro, durante um período de cheia, mas ninguém pode igualmente negar que houve culpas na extração de inertes sem qualquer fiscalização. 
A pergunta que os portugueses fazem e para qual querem, exigem uma resposta pronta e urgente é saber se depois de 20 anos do trágico acidente que vitimou 59 pessoas, é provável que um cenário semelhante possa repetir-se. 
É evidente que pode. 
Desde logo porque há um axioma na engenharia civil que se aplica na sua plenitude ao caso português: “o risco minimiza-se, mas não se anula.” 
Depois passando para o domínio administrativo muitos municípios desconhecem o estado de conservação das infraestruturas que são da sua responsabilidade e, em alguns casos, não têm o seu inventário completo. Embora alguns municípios já tenham tomado a iniciativa de desenvolverem a sua própria estratégia, a maior parte deles têm limitações financeiras, bem como falta de capacidade orgânica. 
O Governo pode delegar competências, mas não pode delegar responsabilidades, pelo que lhe cabe propor um programa nacional de inspeção de pontes sob domínio dos municípios, de forma a identificar a condição operacional deste tipo de infraestrutura. Para além disso, é preciso estudar o efeito das alterações climáticas nas pontes. 
Um dos efeitos que se prevê para Portugal é, precisamente, o aumento da frequência das chuvas intensas por intervalos curtos de tempo, causando especialmente maiores caudais nos rios das bacias hidrográficas mais pequenas, inundações e, no limite, mais erosão do leito junto das fundações. 
São necessários mais estudos para se desenvolverem estratégias de adaptação que sejam implementadas hoje, para assim evitarmos consequências desastrosas no futuro. Aqui não é de excluir a construção de obras de proteção do leito contra fenómenos de erosão junto dos pilares. 
Em paralelo, é necessária uma responsabilização das entidades coordenadoras da gestão dos recursos hídricos, com vista a impedir intervenções que conduzam à destruição do equilíbrio dinâmico dos rios. 
Em Portugal após as tragédias os responsáveis, directos ou indirectos, apressam-se a sacudir a água do capote culpando todo o tipo de causas que, por não humanas, não se podem defender. Depois elogiam tudo o que participou no socorro. Em seguida fazem-se juras de que o assunto nunca mais será esquecido e, para acalmar as hostes nomeiam-se comissões de inquérito e, por vezes comissões às próprias comissões para estudarem o sucedido e acautelar outras situações. 
Tudo farsas de muito mau gosto e pouco ou nenhum resultado prático. As conclusões nunca chegam ou se chegam são dúbias, confusas e nada esclarecedoras. 
A culpa morre solteira. 
Para conforto dos vivos ergue-se, pateticamente, um monumento para lembrar aos da terra a sua dor, como se eles fossem os culpados da tragédia. 
Triste povo que tira o chapéu a gente desta estirpe. 
Já os incêndios florestais de 2017 e 2018 mostraram a falta de protecção de um Estado a mesma falta na estrada de Borba e na arriba de Albufeira entre muitos outros casos. 
O mesmo sucede, hodiernamente, com a pandemia. 
Na boca dos responsáveis os culpados são sempre os portugueses. Em Portugal a verdade e a justiça são cada vez mais determinadas pelos sofistas que enxameiam os ministérios. 
Procura-se sempre desculpabilizar os governantes e atirar as culpas para quem humildemente, sem sequer esboçar um mínimo de revolta, tudo aceita até o enxovalho. 
Os cidadãos que não limparam as matas, o SIRESP, a trovoada seca, o desconfinamento, a falta de vacinas quer da gripe quer da Covid, o facto de se estar na hora errada no lugar errado, tudo serviu para a “verdade” sofista inocentar o falhanço governamental. 
Eu sei, o pilar quatro não devia lá estar. Do três devia passar-se logo para o cinco. 
Eu sei que todos, mas todos, sabiam que as fendas nos tabuleiros eram enormes, havia sítios em que se via o rio. Mas que importa? Resta-nos a memória para lembrarmos os que desapareceram naquela noite de breu de Março dia 4 por causa de um pilar 4. Tenham uma boa semana.

(Crónica Rádio F - 8 de Março de 2021)

domingo, março 07, 2021

É só pó

O que impressiona na notícia é a quantidade e diversidade de droga apreendida.
Foram 83 doses de heroína, 2,50 doses de cocaína, 30,48 doses de haxixe e 11,07 gr de outras drogas.
Muito avião do Brasil anda a aterrar em Figo Maduro.
Chamam-lhe um figo.





Não sou ingénuo

Publicar-se a entrevista do Cavaco, no dia do centenário da fundação do Partido Comunista Português, diz tudo desta democracia ajoelhada perante a corja parasita e pedante.
Nojo.



Vergonhoso

 Ainda me falam de justiça?
Direito?
Mas que direitos?
Tenho nojo de quem, abusivamente, anda a parasitar pelas ditas faculdades de direito.



Um ressabiado

Cavaco Silva é um homem amargurado, ressabiado e muitíssimo rancoroso.
Nunca foi bom português porque lutou toda a vida contra o bem estar social e económico do povo comum. Protegeu elites e poderes económicos em detrimento de interesses nacionais. Governou-se e deu a ganhar vida fácil a familiares e amigos.
E no inverno da vida não se cala.
E na Primavera da vida quis alistar-se na PIDE/DGS, nunca esquecer.
Vai aprender a comer.



Parabéns

 

Pedro Pichardo conquista o ouro para Portugal



Enganou-se no destinatário

 Está cada vez mais senil.

Era para a Caixa Geral de Aposentações.




quinta-feira, março 04, 2021

O estado do país

O estado caótico do país!
O que não nos dizem. Nem querem que se saiba.
Em 2016 o país devia ter 424 médicos especialistas, rácio para 25 mil habitantes. Tinha 271 especialistas.
Devia ter 407 técnicos ambientais, rácio para 15 mil habitantes. Tinha 303 técnicos.
De 2016 até hoje os dados não melhoraram, ainda pioraram.